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Diabetes e Exercício Físico





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A diabetes atualmente acomete cerca de 7% da população brasileira, isso significa aproximadamente 13 milhões de pessoas. Esses dados vêm crescendo ano a ano, e muita gente só se dá conta da doença quando surgem complicações sérias.

A Diabetes ou Diabetes Mellitus é uma síndrome metabólica caracterizada pela elevação da glicose no sangue, ou seja, hiperglicemia, sua origem é múltipla e sua consequência é a falta de um hormônio chamado insulina ou a incapacidade de a insulina atuar adequadamente no organismo favorecendo o aumento do açúcar no sangue.

Durante o exercício, o consumo de oxigênio pelo organismo pode aumentar cerca de 20 vezes e aumentos ainda maiores podem ocorrer nos músculos em atividade. Para satisfazer essas demandas energéticas, o músculo esquelético utiliza de uma forma muito intensa as suas próprias reservas de glicogênio e triglicerídeos, além dos ácidos graxos livres derivados da quebra dos triglicerídeos do tecido adiposo e da glicose liberada pelo fígado.

Para preservar a função do sistema nervoso central, os níveis de glicose sanguínea devem ser mantidos rigorosamente dentro de uma determinada concentração durante o exercício.

A hipoglicemia durante o exercício ocorre raramente em indivíduos não diabéticos. Os ajustes metabólicos que preservam a normoglicemia durante o exercício são em grande parte mediados por hormônios. A redução da insulina plasmática e a presença do glucagon parecem ser necessárias para o aumento inicial da produção hepática de glicose durante o exercício; já durante um exercício de duração prolongada, aumentos das catecolaminas e do glucagon plasmáticos parecem ser fundamentais. Essas respostas hormonais estão essencialmente ausentes nos pacientes com diabetes tipo I, com deficiência de insulina.

Consequentemente, quando tais indivíduos tiverem uma concentração muito baixa de insulina circulante por tratamento inadequado, uma liberação excessiva de hormônios antagonistas da insulina durante o exercício pode aumentar mais ainda os já altos níveis de glicemia e de corpos cetônicos, podendo até precipitar uma cetoacidose diabética.

Ao contrário, a presença de altos níveis de insulinemia devido à administração exógena de insulina pode atenuar ou mesmo evitar a maior mobilização de glicose e outros substratos que é induzida pelo exercício, causando hipoglicemia.

Podem-se aplicar conceitos semelhantes aos pacientes com diabetes tipo II em tratamento com insulina ou sulfoniluréias; entretanto, de uma forma geral a hipoglicemia durante o exercício tende menos a ocorrer nos diabéticos tipo II. Sem dúvida, neste grupo o exercício pode aumentar a sensibilidade à insulina e auxiliar na redução dos níveis de glicemia para a faixa normal.

 Os usuários de insulina devem ficar atentos para não fazer atividades durante os picos de ação da insulina, além de que não se deve aplicar insulina pouco antes do treino no músculo que vai ser exercitado.

A preparação do indivíduo diabético para um programa seguro e agradável de exercícios é tão importante quanto o próprio exercício. O indivíduo jovem e metabolicamente compensado pode participar com segurança da maioria das atividades. O indivíduo diabético de meia-idade e o de terceira idade devem ser estimulados a ser fisicamente ativos. O processo de envelhecimento leva à degeneração dos músculos, ligamentos, ossos e articulações; o mau uso dessas estruturas e o diabetes podem acelerar esse problema. Antes de iniciar o programa de exercícios, o indivíduo diabético deve ser avaliado cuidadosamente

É muito importante o diabético ficar atentos algumas dicas fundamentais em relação à prática de atividade física como:

  • Faça pelo menos 3 vezes na semana alguma atividade física e, de preferência no mesmo horário e após as refeições para regular os níveis de glicemia e é claro faça acompanhado;
  • Ao realizar as atividades leva consigo sempre um alimento doce, caso tenha uma hipoglicemia;
  • É importante, portanto, saber reconhecer os sinais de hipoglicemia, que é na verdade a queda de açúcar no sangue, ou seja, quando estiver abaixo de 70mg/dl, sinais como fraqueza, tontura, visão turva, suor frio, fique atento;
  • Se hidrate bastante durante todo o exercício físico e após;
  • Não aplique insulina nos músculos que irá treinar no dia, pois o treino faz com que a insulina seja utilizada muito rápido, contribuindo para uma possível hipoglicemia;
  • Se você tem hipoglicemia constante ao praticar atividades físicas, é aconselhável consultar um médico o quanto antes;
  • Nunca inicie exercícios se a sua glicemia está inferior a 80mg/dl. Faça um lanche antes e depois faça os exercícios normalmente;
  • Quando está muito calor ou muito frio evite fazer exercícios intensos;
  • Faça um pequeno lanche antes e depois dos exercícios;
  • Nunca pratique exercícios em jejum;

É primordial que o diabético saiba fazer uma dieta sem restrição e que sua alimentação seja a melhor possível. O guia Diabetes & Você  vai te ajudar com isso.

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Viver com Diabetes Não Significa ter uma Vida cheia de Restrições Alimentares e Privações aos Prazeres de uma Boa Alimentação.





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