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Exercícios que podem ser feitos após a Artroplastia e Qadril





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A osteoartrite (OA) é a mais prevalente doença musculoesquelética, acomete 4% da população brasileira e associa-se a morbidades como quedas, depressão, obesidade. O risco de mortalidade é 50% maior em pacientes com limitação para marcha decorrente da osteoartrose em joelho e quadril se comparado com o da população geral

A osteoartrite do quadril ou coxartrose é uma doença caracterizada pelo desgaste articular do quadril. Nos indivíduos jovens, é causada por sequelas de traumas de alta energia, osteonecrose (perda da circulação da cabeça do fêmur) principalmente na infância, sequelas de infecções ou formas graves doenças autoimunes. Nos idosos, assim como qualquer articulação, está ligada à degeneração geneticamente determinada e desenvolvida ao longo dos anos.

O tratamento da artrose de quadril, assim como de outras articulações, deve ser individualizado, de acordo com o grau da doença e com as expectativas, modalidade esportiva e necessidades de cada paciente. Inicia-se com fisioterapia e, se possível, com hidroterapia, procurando fortalecer a musculatura regional e manter o arco de movimento. 

Exercícios de impacto devem ser evitados. A perda de peso também tem papel importante no tratamento, haja vista que o quadril suporta múltiplos do peso corpóreo. A decisão de quando submeter-se a um tratamento cirúrgico deve ser tomada pelo paciente em conjunto com seu cirurgião, ao analisar os prós e contras de cada opção.

Ao contrário do que a grande maioria dos pacientes pensa, o retorno ao esporte após a prótese de quadril é possível. Segundo alguns autores, ela acontece em cerca de 50% a 80% dos pacientes. Segundo esses autores, o retorno à atividade física é diretamente influenciado pela redução considerável na dor

Que exercícios evitar?

Exercícios de alto impacto como a corrida de rua, corrida de montanha, futebol e vôlei devem ser evitados, pois representam o dobro do risco de fratura ou falha dos componentes da prótese. Estudos mostram que problemas na prótese devido a atividades de alto impacto surgem em 10 anos, em média, após a cirurgia, sendo muitas vezes necessário refazer a cirurgia com potencial risco de complicações. 

Apesar das orientações quanto aos cuidados nas atividades de vida diária, a recolocação da prótese ocasionada por soltura, danos ou fratura de algum componente ocorre em apenas 14,3% do total de pacientes. Esse dado reforça ainda mais a necessidade de orientação para um retorno e a manutenção saudável e segura da atividade física, esportiva ou de lazer. Seguir as orientações do ortopedista reduz a possibilidade de participação em atividade inadequada ou que possa ocasionar danos futuros aos componentes da prótese.

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