Atividade física aumenta imunidade e ajuda a combater estresse e doenças



A importância da atividade física regular para melhora da resposta imunológica é um tema de bastante interesse, ainda mais no momento atual com epidemias de doenças causadas por vírus e bactérias cada vez mais agressivos. Apesar do exercício físico não ser vacina para nenhuma doença, com certeza, o fortalecimento do sistema imunológico sempre vai proporcionar uma resposta mais rápida e eficaz contra qualquer quadro de infecção.


A literatura científica é repleta de artigos que relatam estudos sobre os benefícios dos exercícios para reforço do sistema imunológico, havendo uma opinião praticamente consensual de que a atividade física moderada é a forma mais adequada para este propósito.O mecanismo da melhora da defesa está associado à um efeito da atividade física regular em promover um aumento das linfócitos, células denominadas “natural killers”. A célula natural killer, linfócito atuante no sistema inato, tem como função destruir células tumorais ou infectadas por vírus.

 A prática de exercício físico diminui o estresse, fortalecendo ainda mais o organismo (Foto: Getty Images)

Outro fator que colabora para a proteção do organismo é o fato de a atividade física promover a diminuição do estresse. Como nosso corpo funciona de maneira harmoniosa, com inter-relação entre os sistemas nervoso, endócrino e imunológico, a redução do estresse faz com que o organismo se fortaleça e fique menos suscetível a diversas doenças. Quanto à melhor forma de atividade para fortalecer o sistema imunológico, parece não haver grande diferença entre as diversas modalidades, prevalecendo sempre o conceito do exercício moderado.

Existem também evidências de que os exercícios com pesos, desde que respeitando o conceito de adequação de carga, também podem melhorar a imunidade. O que se deve evitar são os exercícios de intensidade acima de um limite crítico, que reconhecidamente vão ter o efeito inverso, diminuindo a imunidade e aumentando a incidência de doenças por enfraquecimento imunológico.

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Atenção com a dor durante a atividade física



A frase "Sem dor, sem ganho" que ficou imortalizada entre os praticantes de atividade física pode encobrir um grande risco à saúde. Isso porque muitas pessoas acreditam que sentir dores no corpo durante ou após se exercitar é normal e até significa ganho muscular, mas isso nem sempre é verdade. 

Pode até ser normal sentir algum desconforto durante o exercício de alta intensidade, devido às exigências do corpo para que seja realizada esta tarefa. O tecido muscular, quando exigido próximo a sua capacidade máxima de gerar força, responde dolorosamente. Outro exemplo são os tendões, que estabilizam tornozelo, joelho e quadril, e podem ficar doloridos durante a prática da corrida pela exigência de estabilizar as forças aplicadas nessas articulações.

Outra forma comum de dor é a muscular, que acontece geralmente um dia após o esforço físico. Ainda não temos evidências cientificas que nos permita concluir se é ou não necessário sentir dor para ganhar massa. Mas podemos dizer que quando ela é causada pelo treinamento, é uma evidência de que o músculo foi ativado, aumentando as chances de gerar um bom resultado no desenvolvimento muscular.

Porém, é preciso estar alerta para as dores intensas, que são a forma do corpo “avisar” que está em seu limite. Quando causada por exageros na carga de treinamento, ela pode até indicar uma possível lesão.

Ao sentir um desconforto, é importante procurar um profissional para saber a origem da dor. O profissional de educação física saberá se a dor é normal e passageira, pois ele terá todo controle da prescrição dos exercícios, sabendo se ela é recorrente para aquele tipo de prática. Nesse caso, pode-se aguardar a melhora por um tempo, antes de encaminhar ao médico. Nas atividades que não são acompanhadas por um especialista, um profissional de saúde deve ser consultado sempre que houver desconforto.

As lesões e incômodos geralmente são causados quando os praticantes de atividade física querem ir além dos limites do corpo ou iniciam um treino sem um alongamento adequado. Portanto, é importante sempre ficar atento a esses dois fatores, que podem causar problemas mais sérios. Para não ocorrer a dor indesejada, é fundamental um bom controle da carga de treinamento, ou seja, uma condução das progressões a serem realizadas. Somente o profissional poderá prescrever com precisão os exercícios e suas progressões, visando o maior ganho possível e o menor risco de lesão.

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13 benefícios do Treinamento Funcional




Antes de tudo, é importante esclarecer que o treinamento funcional se baseia nos movimentos naturais do ser humano, como pular, correr, puxar, agachar, girar e empurrar. O praticante ganha força, equilíbrio, flexibilidade, condicionamento, resistência e agilidade. Ele tira a pessoa dos movimentos mecânicos e eixos definidos ou isolados, como acontece na musculação. Por isso, virou uma alternativa para quem estava cansado dos exercícios mais tradicionais na academia. É um método que ajuda a prevenir lesões, gera melhoras cardiovasculares, a redução do percentual de gordura, emagrecimento e definição muscular. Para trabalhar a musculatura profunda, são utilizados acessórios como elásticos, cordas, bolas, cones, discos e hastes. A frequência ideal considerada para realizar a modalidade é de três vezes por semana.

Um dos pilares do treinamento funcional é o fortalecimento do core, o centro de força do corpo, que inclui os músculos do abdômen, dos quadris e da região lombar e responde pela estabilização da coluna vertebral. A sacada do funcional é acionar essa musculatura em todos os exercícios, não só nos abdominais. Como no afundo, por exemplo: para evitar que o corpo oscile e o movimento perca efeito, o abdômen tem que estar ativado. Como em um movimento de rotação de tronco: contraindo a barriga, você impede que os quadris girem, o que reduziria o benefício do exercício. Resultado: barriga definida.

Como o foco do treinamento funcional é trabalhar os músculos de forma global, o perigo de sobrecarregar uma ou outra parte do corpo e se machucar é menor. Porém, como em qualquer atividade física, o ideal é contar com a orientação de um profissional capacitado para a modalidade, se concentrar em dobro nos movimentos e respeitar os limites do seu corpo enquanto se exercita.

Musculação x Treinamento Funcional

Depois de apresentar e detalhar sobre o Treinamento Funcional, você deve estar curioso em saber se este método substitui realmente a musculação. A resposta é que depende do resultado que você quer alcançar. Explico: O treinamento Funcional agrega volume e definição muscular, com a vantagem de manter a harmonia estética, mas se o objetivo é obter um corpo de fisiculturista, aí você tem que “pedir” auxílio da musculação, pois somente ela será capaz de dar volume.

O ideal é unir os dois métodos de exercícios para garantir eficiência. “É importante ressaltar que tanto a musculação quanto o treinamento funcional vão melhorar a qualidade de vida. Porém, na musculação o foco é a força e o aumento da massa magra e no funcional o foco é a flexibilidade, agilidade, velocidade, resistência, potência e todas as outras capacidades físicas que possuímos. Hoje o aluno que realiza o treinamento funcional dentro de sua série de musculação só terá ganhos, irá aumentar o gasto energético e trabalhará outras capacidades que normalmente não são trabalhadas em uma série de musculação convencional. Por isso, a junção dessas modalidades é o caminho para quem quer algo dinâmico e resultados mais rápidos”.

Resumo dos benefícios

Melhore seu corpo com exercícios funcionais, que trazem resultados estéticos e práticos no seu dia-dia a curto e longo prazo. Fique de olho nos principais benefícios dessa atividade:

1- O programa se adapta a você e as suas necessidades.
2- Treine diversas habilidades motoras.
3- Ganhe saúde, performance e o corpo dos seus sonhos.
4- Treine movimentos, não apenas músculos.
5- Altamente motivador pela quantidade de infinita de exercícios e possibilidades.
6- Desenvolvimento da percepção dos movimentos.
7- Melhoria da postura geral e durante os exercícios.
8- Melhoria do equilíbrio muscular (simetria).
9- Melhoria da eficiência dos movimentos.
10- Aumento da estabilidade da região core (saúde da coluna vertebral).
11- Melhoria do equilíbrio estático e dinâminco.
12- Aumento de força muscular.
13- Melhoria das estruturas afetadas por lesão no processo de reabilitação.

Agora que você já está por dentro do que o Treinamento Funcional pode fazer por você, comparado a musculação, opte pela atividade que melhor vai se adequar a sua rotina e, principalmente, ao seu gosto! O segredo para não somente iniciar, mas se manter na prática esportiva, é se dar bem com o tipo de exercício, treino ou modalidade que você escolheu.

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Atividade física turbina o emagrecimento e a saúde

 

O ser humano não foi feito para ficar parado. Prova disso é que as pessoas sedentárias adoecem e sentem mais dificuldades nas atividades diárias do que as pessoas que praticam algum exercício físico. E quando iniciam sentem algumas dificuldades.

Apesar dessas dificuldades iniciais, realizar exercícios físicos é importante para perda de peso, ganho de massa muscular, melhora e/ou manutenção da saúde.

Veja 4 dicas essenciais para começar a treinar e conquistar o estilo de vida mais saudável:

1. – Programe-se: coloque o treino como um compromisso o tornando diário. Caso não seja possível comece com 2 a 3 vezes por semana.

2. - Encontre algo que goste de fazer: seja musculação ou exercícios aeróbios, apostar em aquilo que te dá prazer é importante para tomar gosto pela atividade.

3. - Leve alguém junto: treinar com um amigo deixará a atividade mais prazerosa, além de servir como estímulo.

4. - Escolha o melhor horário: descubra o momento do dia em que você rende melhor e que não irá atrapalhar o restante dele.

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