Recuperação da lesão do ligamento cruzado posterior




O ligamento cruzado posterior (LCP) é um importante estabilizador do joelho, e está localizado no interior da articulação.
Dispõe-se em diagonal desde a parte posterior e lateral da superfície articular da tíbia até à parte anterior e medial do sulco inter-condiliano do fémur. O LCP controla os movimentos de deslizamento posterior da tíbia sobre o fémur.
As lesões no ligamento cruzado posterior são raras e requerem a aplicação de uma força considerável. Acontece sobretudo quando o joelho dobrado bate contra o painel do carro num acidente de viação, ou bate contra o chão quando um atleta cai para a frente sobre o joelho. Devido ao seu mecanismo lesivo, as rupturas do LCP são mais frequentes em jovens que praticam desportos de contacto, como futebol, andebol ou basquetebol.

Habitualmente, o tratamento inicial para lesões de LCP é conservador (não-cirúrgico). Repouso e anti-inflamatórios, podem ajudar a diminuir esses sintomas. A maior parte dos pacientes são liberados para caminhar apoiando a perna no chão. Acho de suma importância o uso de um "brace" articulado nas duas primeiras semanas para que o joelho seja protegido de outros possíveis traumas e que outros ligamentos e outras estruturas possam cicatrizar.

À seguir, inicia-se um programa de reabilitação progressiva. A meta envolve:
- Controle da dor e inchaço no joelho
- Analgesia e estímulos de cicatrização para outras estruturas do joelho lesionadas.
- Manutenção do arco de movimento
- Reforço muscular com ênfase no ganho do músculo quadríceps, pleo fato deste ser o principal sinergista do LCP

Havendo melhoria dos sintomas, da resposta neuro-muscular e sinais de estabilidade articular, os exercícios podem então passar a serem feitos em uma academia de ginástica sob a supervisão de um educador físico experiente e que entenda das alterações biomecânicas sofridas pelo joelho. Esta parte da reabilitação considero fundamental para os pacientes que desejam retornar ao esporte, pois o ambiente de treinamento melhora a autoestima e colabora (e muito) na fase de retorno pleno ao esporte.

0 comentários:

Como realizar o treinamento resistido com os alunos hipertensos?

Como realizar o treinamento resistido com os alunos hipertensos? Por Prof. Dr. Newton Nunes.

Em alunos hipertensos e cardiopatas, o treinamento físico aeróbio produz um importante efeito hipotensor, razão pela qual é recomendado no tratamento da hipertensão arterial. Mais recentemente, porém, tem aumentado o interesse científico acerca dos efeitos cardiovasculares de outro tipo de exercício físico: os exercícios resistidos.

A recomendação no treinamento resistido é trabalharmos com o objetivo de resistência muscular localizada, ou seja, um número maior de repetições e cargas moderadas. Com isso, promovemos gradativamente a diminuição da pressão arterial dos nossos alunos hipertensos e cardiopatas após algumas sessões de treinamento físico.

Contudo, o treinamento físico que tem por objetivo melhora da força/hipertrofia muscular proporciona grandes elevações da pressão arterial durante sua execução, podendo até levar ao rompimento de aneurismas cerebrais preexistentes. Além disso, durante o treino de hipertrofia, ocorre o fenômeno da Manobra de Valsalva, a qual não é indicada para essas pessoas.

O treinamento resistido é uma modalidade de exercício importante para a população hipertensa e cardiopata, visto que se mostrou eficiente para aumentar a força muscular, uma das principais habilidades físicas que contribuem para a melhora da capacidade funcional e da qualidade de vida dessa população.

Estas são as principais adaptações fisiológicas ao treinamento resistido que nossos alunos (populações especiais) poderão adquirir a partir das primeiras semanas de treinamento:
Melhora do equilíbrio estático e dinâmico.
Melhora da tolerância a estressores ortostáticos.
Aumento da capacidade aeróbia máxima.
Aumento da densidade óssea.
Aumento do armazenamento do glicogênio muscular.
Aumento da sensibilidade à insulina.
Aumento da amplitude de movimentos.
Aumento da área da fibra muscular e da massa muscular total.
Aumento da força, resistência e potência muscular.
Aumento da taxa de síntese proteica miofibrilar.
Aumento da capacidade de enzimas oxidativas.
Aumento do gasto total de energia.
Diminuição da massa de tecido adiposo total.
Diminuição da isquemia induzida pelo exercício aeróbio, ou seja, aumento do limiar de angina (aumento da frequência cardíaca de positivação).
Melhora na composição corporal.
Melhora no metabolismo de glicose.
Melhora na sensibilidade à insulina.
Melhora nos níveis dos lipídios séricos (aumentando os níveis do HDL e diminuindo os de LDL).
Diminuição na pressão arterial sistólica e diastólica em repouso e em cargas submáximas.
Diminuição do duplo produto (pressão arterial sistólica x frequência cardíaca) em repouso e em cargas submáximas

Por Prof. Dr. Newton Nunes. @nunesnewton

Formado em Licenciatura em Educação Física pela Universidade de São Paulo (USP) em 1992. Mestrado na USP em 2000 e Doutorado na USP em 2005. Servidor Público pelo Hospital das Clínicas (HCFMUSP) desde Março de 1994. Professor de Educação Física pelo Instituto do Coração (InCor) desde Março de 1994. Aprovação em concurso público na USP leste em 2008 e 2009. Especialista em Reabilitação Cardiovascular pelo Instituto do Coração (InCor) (1993 a 1994).
Criador do site www.areadetreino.com.br Instagram: @nunesnewton

0 comentários:

Quem precisa fazer um Teste Cardiopulmonar do Exercício?



O VO2 seria a maior capacidade de oxigênio que uma pessoa consegue utilizar do ar inspirado enquanto faz um exercício físico aeróbico. Ele pode ser estimado por uma série de testes e fórmulas, mas seu valor exato só pode ser medido através do Teste Cardiopulmonar do Exercício (TCPE) também conhecido como Ergoespirometria. Esse exame feito pelo Cardiologista ou Médico do Esporte, acopla os dados obtidos no tradicional Teste Ergométrico, a análise dos gases expirados durante o exercício.

Quem precisa fazer um Teste Cardiopulmonar do Exercício para medir o VO2?

- Atletas amadores para prescrição adequada de exercícios
- Atletas profissionais para acompanhamento de treinamento
- Pessoas com queixas de cansaço ou falta de ar no exercício.
- Avaliação de resposta de medicamentos (em hipertensos, por exemplo)
- Para prescrição de exercícios para cardiopatas ou pneumopatas
- Seleção de pacientes para transplante cardíaco ou pulmonar
- Avaliação da gravidade e prognóstico da insuficiência cardíaca ou pneumopatias crônicas.
- Grandes obesos e aqueles que vão ser submetidos a cirurgia bariátrica
- Para risco cirúrgico ou pré-operatório

0 comentários:

Saiba mais sobre o VO2 Máx.



O VO2max se caracteriza por ser a quantidade máxima que um organismo estimulado tem de captar oxigênio do ar atmosférico, transportá-lo pelo sistema cardiovascular e utilizá-lo a nível celular em uma unidade de tempo.

5 dicas e uma SUPERDICA para o Teste de Aptidão Física

Podemos resumir a importância de medir o VO2max da seguinte maneira:

·      É aceito internacionalmente como o melhor parâmetro fisiológico para avaliar, em conjunto a capacidade funcional do sistema cardirespiratório;

·      É um parâmetro fisiológico e metabólico para avaliar a capacidade metabólica oxidativa (aeróbia) durante trabalhos musculares acima do metabolismo basal;

·      É um parâmetro ergométrico utilizado para avaliação da capacidade de trabalho do homem, em diferentes atividades ocupacionais (Medicina do Trabalho);

·      É um parâmetro fisiológico para prescrever atividades físicas sob forma de condicionamento físico normal (sedentários, obesos e idosos) ou sob forma de treinamento físico (preparação física de atletas) ou ainda sob forma de atividades ocupacionais no ambiente de trabalho;

·       É usado em estudos epidemiológicos para comparação de capacidade física entre povos e atletas.

O VO2max  pode ser  e expresso em valores absolutos em litros por minuto (l.min-1), sendo nesse caso mensurado de uma forma bruta ou relativo em mililitros por kilograma por minuto (ml.kg.-1min.-1) que para ser encontrada basta dividir a medida absoluta pela massa corporal do indivíduo avaliado.

A Tabela abaixo mostra a classificação do VO2max de forma relativa em ml.kg.-1min.-1 da American Heart Association, para homens e mulheres em diferentes idades.

Idade

Muito fraca (média)

Fraca

Regular (média)

Boa

Excelente

Homens:

 

 

 

 

 

20-29

< 24

24-30

31-37

38-48

49 ou >

30-39

< 20

20-27

28-33

34-44

45 ou >

40-49

< 17

17-23

24-30

31-41

42 ou >

50-59

< 15

15-20

21-27

28-37

38 ou >

60-69

< 13

13-17

18-23

24-34

35 ou >

Mulheres:

 

 

 

 

 

20-29

< 25

25-33

34-42

43-52

53 ou >

30-39

< 23

23-30

31-38

39-48

49 ou >

40-49

< 20

20-26

27-35

36-44

45 ou >

50-59

< 18

18-24

25-33

34-42

43 ou >

60-69

< 16

16-22

23-30

31-40

41 ou >


Para mensurar o VO2max é necessário à aplicação de testes ergométricos que podem ser máximos e submáximos, diretos e indiretos utilizando diferentes ergômetros como a bicicleta ergométrica (mecânica ou eletromagnética), a esteira rolante, o banco de madeira, o remo-ergômetro (específico para remadores), a piscina ergométrica (específica para nadadores) entre outros que podem ser adaptados para se aproximar o máximo possível de algumas modalidades esportivas.

Para o teste direto é necessário o emprego da ergoespirometria, um procedimento que analisa de uma forma direta e precisa diversas variáveis como consumo de oxigênio (VO2), a produção de gás carbônico (VCO2) e a ventilação (VE) associada ao controle de carga, geralmente esses testes são realizados com protocolos de cargas progressivas que levam o avaliado até a exaustão. Esse tipo de analise é um procedimento mais utilizado em laboratórios devido ao custo bem elevado, e por se tratar de um teste máximo automaticamente exige a presença de um médico em sua aplicação.

Os testes indiretos em sua maioria são baseados na relação linear entre consumo de oxigênio (VO2) e frequência cardíaca (FC), e para estimar o VO2max utiliza-se à resposta da FC relativa à sobrecarga de trabalho que o indivíduo avaliado foi submetido. Esses testes exigem menos recursos financeiros, geralmente são submáximos, os protocolos são de fácil aplicação e por isso são muito utilizados em academias, clubes e outras instituições que prestam serviços de atividade física.

Retirado daqui

0 comentários:

Treinamento funcional para praticantes de corrida




O treinamento funcional se baseia na melhoria de aspectos neurológicos que afetam a capacidade funcional do corpo, através de exercícios de propriocepção (percepção do corpo através de um estimulo ou um movimento) que desafiam o sistema nervoso, causando uma adaptação que resulta na melhora das capacidades físicas, como, flexibilidade, velocidade, coordenação, equilíbrio, força e resistência, atuando também em prevenção de lesão e melhora de gestos esportivos, como a corrida.

PROPRIOCEPÇÃO

É a percepção do corpo através de um estimulo ou um movimento. Os proprioceptores são encontrados na cápsula articular, ligamentos, tendões e músculos, quando estimulados informam ao córtex cerebral o grau das tarefas que estamos realizando, dessa forma permitindo a realização de movimentos mais complexos, protegendo as estruturas do aparelho locomotor, com exercícios em tempos de curta duração e executados em planos de movimento diferentes do habitual, isso melhora o tempo de reação do individuo, alem de elevar a autoconfiança do praticante.

Leia também:
A probabilidade de lesão é maior devido aos receptores não estarem -treinados- para responderem rapidamente a um estímulo diferente, como mudança de piso ao correr. Com o treinamento de propriocepção, diminui-se o período entre o estímulo e a resposta. Por isso da importância do treinamento de propriocepção para praticantes de corrida.

Importância das capacidades trabalhadas no treinamento funcional:

Flexibilidade - a melhora da flexibilidade tem relação com o aumento de produção de força dos músculos;

Equilíbrio - exercícios que exigem equilíbrio estimulam o sistema de controle motor e favorecem ganhos de força muscular, a melhoria dos mecanismos de propriocepção;

Força - deve ser estimulada em indivíduos destreinados, através de treinamento resistido, permitindo um aprimoramento da capacidade funcional do corpo. Velocidade, coordenação, flexibilidade e equilíbrio são a base da resistência muscular;

Resistência - importante no treino funcional, pois diminui o aparecimento da fadiga e aumenta o rendimento dos sistemas aeróbio e anaeróbio;

O treinamento funcional, além de trabalhar de forma integrada, deve ser trabalhado respeitando os princípios do treinamento, devendo ser prescrito de acordo com as necessidades individuais de cada um. Sendo ainda trabalhado de forma segura, prevenindo lesões.

O treinamento funcional atua também em desequilíbrios musculares. Pensando no fato de que todos esses fatores estejam interligados e ao fato deles contribuírem uns com os outros para um resultado mais eficaz. Uma eventual carência de mobilidade no tornozelo originará instabilidade no joelho que, conseqüentemente, será fator causador de problemas no quadril, etc.

Esses desequilíbrios estão associados a alterações de movimento articular e redução de amplitude de movimento, causado pela falta de atividade física.

Os músculos reagem de forma diferente ao estresse físico e são classificados como estabilizadores (articulação) e mobilizadores (responsáveis por movimentos articulares). Os músculos mobilizadores têm uma grande tendência a se enrijecerem ou encurtarem. Os estabilizadores têm uma tendência de enfraquecimento com a inatividade.

Exercícios de fortalecimento dos estabilizadores sem um trabalho de alongamento dos mobilizadores pode ser ineficiente. Os estabilizadores estão localizados mais profundamente no corpo e os mobilizadores são mais superficiais. Esse tipo de exercícios fornece uma base muscular forte e resistente necessária para a pratica esportiva.Os exercícios podem ser realizados com elásticos (rubber band), bola suíça (fit ball), bosu (balance trainer), balance disc e aparelhos de musculação.

Por Felipe romano
www.bresportes.com

0 comentários:

Orientação profissional potencializa resultados da atividade física regular

http://www.muitochique.com/wp-content/uploads/2015/09/Atividades-F%C3%ADsicas-Benef%C3%ADcios-para-sa%C3%BAde-7.jpg

Para se praticar atividade física com saúde, é preciso mais do que orientação médica: é preciso um profissional de educação física consciente ao seu lado.

Para o esporte te trazer saúde, é preciso, acima de tudo, praticar atividade física respeitando os limites corpo. Além disso, usar modalidades que tragam todos os benefícios para saúde que o exercício físico é capaz de dar.

A atualização do profissional de educação física passa pela leitura de artigos. Os Cds Universitários tem uma gama de produtos, com diferentes assuntos para ajudar neste processo. Os Cds de Educação Física contém artigos e mateiral especifico para cada assunto.

Um estilo de vida ativo, com a prática regular de exercício físico permite melhorar a qualidade de vida dos indivíduos de várias formas, sendo frequentemente salientados benefícios físicos e psicológicos associados à prática de exercício físico:

  • Na manutenção ou desenvolvimento das estruturas ósseas e musculares
  • Na prevenção ou redução da tensão arterial
  • Aumento da capacidade de resposta do organismo para combater o stress
  • Alívio da tensão muscular
  • Redução da dor
  • Melhor percepção de bem-estar
  • Uma maior percepção de eficácia e controlo pessoal
  • Período de atividade que possibilita um tempo de afastamento e distração face aos problemas do cotidiano

Use e abuse do exercicio físico para melhorar a sua saúde. Procure a orientação de um profissional para potencializar isso!


0 comentários:

Atividade física combate insônia, depressão e problemas cardíacos

 http://bs.simplusmedia.com/i/f/o/saude/conteudo/fitness/caminhada-beneficios.jpg

Além de emagrecer, o exercício físico melhora a qualidade de vida em vários aspectos: autoestima, melhora do sono e da respiração, por exemplo. A atividade física também pode ser um remédio para depressão, diabetes, colesterol alto, insônia e osteoporose.
 
Não existe uma regra de quanto tempo de atividade física é preciso fazer para haver benefícios. Isso depende muito da intensidade, frequência e duração da atividade. Segundo a Organização Mundial da Saúde, o ideal é fazer cinco vezes por semana, 30 minutos de atividade leve a moderada.

A atividade física pode ajudar na depressão, porque quando fazemos exercício, o corpo libera serotonina e outros hormônios de prazer, modulando o humor.

O exercício também diminui a resistência à insulina porque os músculos passam a usar melhor a glicose do sangue, o que é bom para o diabético.

Quem tem osteoporose sente os benefícios da atividade física porque ela aumenta a deposição de cálcio nos ossos, podendo reverter a osteoporose para osteopenia.

O exercício também é uma forma de tratar as doenças do coração. Entretanto, o paciente não deve esquecer de tomar o remédio. A atividade física previne também os fatores de risco da doença cardíaca, como hipertensão, diabetes e obesidade.

Antes de iniciar a atividade física é importante fazer uma avaliação médica. Os exercícios melhoram a circulação e pressão arterial, o batimento cardíaco e a musculatura. No cardíaco, ela alivia o trabalho do coração, melhora a qualidade de vida, aumenta a capacidade de se exercitar, diminui o cansaço, melhora o sono e diminui a chance de um novo infarto.

0 comentários:

Natação funciona para tratamento de fibromialgia, diz estudo

http://www.amaralnatacao.com.br/wp-content/uploads/natacao1.jpg

Um estudo feito por pesquisadores da Universidade Federal do Estado de São Paulo (UNIFESP) mostra que a natação tem resultados tão efetivos quanto a caminhada para pacientes de fibromialgia.

"A natação ainda não havia sido avaliada com o devido rigor científico e, neste ensaio clínico, apresentou resultados tão bons quanto os da caminhada, que tem benefícios comprovados. Pode ser uma opção mais interessante para uma pessoa que, além de fibromialgia, tem artrose no joelho, por exemplo", explicou o pesquisador Jamil Natour.

Portanto, a atividade física deve estar em todos os tratamentos de fibromialgia e já foi comprovado que exercícios aeróbicos de baixo impacto são os que trazem maiores benefícios. Porém, para atender cada vez mais pessoas, o grupo de pesquisadores está em busca de alternativas.

A pesquisa contou com 75 mulheres sedentárias, com fibromialgia, entre os 18 e 60 anos. Elas foram divididas aleatoriamente em dois grupos, sendo 39 submetidas a um treino de natação e 36 a um treino de caminhada, acompanhadas por 12 semanas. As atividades foram realizadas três vezes por semana, com duração de 50 minutos junto a um educador físico.

As participantes passaram por avaliações antes e após o treinamento. Os níveis de dores foram medidos através de uma régua numérica, variando de 0 a 10. Cada paciente deu uma nota para seu nível de dor, tendo caído o nível de 6,2 para 3,6 no grupo de caminhada. Já no grupo de natação, os valores foram de 6,4 para 3,1. A redução de pelo menos 2 números na escala de dor é considerada clinicamente relevante.

Sobre como escolher a melhor prática esportiva, o pesquisador acrescenta que há mais evidências dos benefícios de atividades aeróbicas, embora exercícios de força também possam apresentar bons resultados. Na opinião de Natour, devem ser evitadas modalidades que possam causar dor.

0 comentários:

Benefícios da atividade física na Hipertensão


http://static.hmv.org.br/wp-content/uploads/2014/07/Centro-HpertensaoArterial1-700x424.jpg

A hipertensão arterial atinge mais de 30 % da população adulta, principalmente acima dos 30 anos de idade. Embora exista uma influência de fatores hereditários, dentre eles os familiares, na elevação da pressão arterial, sabem que condições de vida contribuem para esta elevação – baixa escolaridade, desemprego, baixos salários etc., assim como o estilo de vida – comer muito sal, deixar de ser "estressado", estar acima do peso, não fazer exercícios e ingerir bebida alcoólica em excesso.

Os benefícios da atividade física no controle da pressão arterial acontecem por diversos fatores diretos e indiretos da atividade física no organismo:

– Alterações cardiovasculares (Diminuição da freqüência cardíaca de repouso, debito cardíaco no repouso e resistência periférica)

– Alterações endócrinas e metabólicas (Diminuição da gordura corporal, diminuição dos níveis de insulina, diminuição na atividade do sistema nervoso simpático, aumento da sensibilidade a insulina, melhora da tolerância a glicose.)

– Composição corporal (Efeito diurético, aumento da massa muscular e aumento da força muscular.)

– Comportamento (Diminuição do stress e ansiedade)

Lembre-se, se for faz parte deste quadro de pessoas hipertensas, a prática de uma atividade física tende realmente e melhorar, porém procure profissionais com qualificação e sinta a diferença!!

0 comentários:

Atividade Física e Envelhecimento


https://www.atividadesfisicas.com.br/wp-content/uploads/2012/11/alongamento-idosos.jpg

A relação entre atividade física e o processo de envelhecimento saudável é um tema contemporâneo que vem sendo cada vez mais discutido e analisado cientificamente devido à transformação do perfil etário da população mundial, que ocorre também aqui no Brasil. A prática de atividades físicas deve ser estimulada pelos familiares e pelos profissionais de saúde, pois são inúmeros os efeitos benéficos que trazem para os idosos


Os benefícios à saúde pela prática regular de atividades físicas são bem difundidos e documentados. Dentre os ganhos para se gozar uma vida melhor, consequente de um estilo de vida ativo, destacam-se a prevenção e controle de algumas doenças como a hipertensão, diabetes mellitus (tipo II), osteoporose e as doenças cardiovasculares, bem como diminuição na prevalência destas últimas e do risco morbimortalidade por qualquer doença.

O estilo de vida ativo pode prolongar também o tempo de vida independente e colaborar com o melhor desempenho na realização das Atividades de Vida Diária – AVDs

A prática de atividade física tem sido indicada como uma opção simples, eficaz e de baixo custo para melhora da qualidade de vida da população e redução dos gastos com saúde. Para a população idosa ocasiona melhora na capacidade física, prevenção de morbidades, promoção da saúde, obtenção de maior integração na sociedade e maior equilíbrio psicológico.

0 comentários:

Melhores estratégias para driblar o sedentarismo

http://www.diabetes.med.br/wp-content/uploads/banner-post25.jpg


Deixar de lado o sedentarismo não é fácil. Para muitas pessoas, isto pode significar uma mudança significativa em suas vidas. Ocorre uma mudança de comportamento, hábitos e na vida social.

O primeiro passo é motivar-se. Faça algo que lhe proporcione ânimo para começar. Logo vem à mente caminhar, mas não é só a caminhada que podemos usar para sair do sedentarismo. Podemos experimentar várias atividades e esportes, antes que escolhermos aquela que mais nos identificamos, tente experimentar uma atividade esportiva a cada mês. É importante que você dê este "start (começo)". Uma vez animado, será mais fácil obter sucesso em seus objetivos. Você pode fazer um mês de natação, um mês de forró, experimentar umas aulas de esgrima ou arco e flecha, aquelas aulas de tênis que tanto tem vontade de fazer, aulas de Artes Marciais lhe trarão mais disciplina e amigos, tudo é válido para encontrar as atividades que mais se identificará.

Antes de começar, primeiro cheque com seu médico se você pode realizar alguma atividade que não gere riscos a você. Vale a pena experimentar exercícios em casa, como dançar, ginástica com pesos e elásticos. Coloque uma música bacana, e comece a se mexer no ritmo da música. Exercícios em casa com auxílio de cadeiras, e com o próprio peso corporal trarão muitos resultados.

Durante os primeiros dias ou semanas você deve se exercitar apenas por alguns minutos, 15 a 25 minutos. Inicie de forma lenta até que seus músculos sintam-se cansados, e então pare. Caso se sinta muito estafado no dia seguinte, retome a atividade apenas no próximo.

Aumente a duração do treino gradualmente até que possa realizá-lo de forma tranquila durante 30 minutos por dia sem sentir dor. Quando isto acontecer, você já estará pronto para praticar exercícios que exijam mais do seu corpo. Tente aumentar a intensidade uma vez por semana. Inicie em ritmo lento para aquecer e depois, vá aumentando até que sua respiração fique ofegante. Quando isto acontecer, diminua o ritmo. Marque de 30 segundos a um minuto para se recuperar, dependendo do nível de cansaço e então, retome lentamente. Repita a atividade durante um minuto e pare quando se sentir exausto. Tente praticá-la de duas a três vezes por semana em ritmo intenso e, quando se sentir bem, aumente a frequência para mais dias, sem esquecer o descanso.

Mas por que é tão importante aumentar a intensidade do seu exercício? Porque agindo assim, você estará fortalecendo os músculos do seu corpo e a única maneira de isto acontecer é exercitando-se de maneira regular. O coração é um músculo. Quando nosso corpo é submetido a algum esforço, os músculos esqueléticos contraem e relaxam de maneira alternada. Este movimento faz com que as veias bombeiem o sangue em direção ao coração, tornando-o mais forte pelo aumento do fluxo sanguíneo.

Á medida que o fluxo aumenta no interior dos vasos, o coração fica mais "elástico" e resistente e então, ele se torna mais forte. Porém, a atividade não terá nenhum efeito se for realizada com uma frequência muito baixa ou se ela for muito leve. Sair e correr 10 km por semana lentamente não fortalecerá seu coração. É como se você levantasse um peso muito leve mil vezes num só dia. Isto não lhe tornará mais resistente.

O correto é que você treine com um peso que possa gerar certo desconforto, em dias alternados e seguindo uma planilha de exercícios. Só assim você irá adquirir uma resistência melhor, um corpo mais saudável e obter sucesso em seus treinos.

Vale ressaltar que antes de qualquer atividade, você deve consultar seu médico e a planilha de treinamento deve ser feita por um professor de Educação Física para que você possa executá-la com segurança.

0 comentários:

Exercício físico ajuda a prevenir quedas

 http://comotersaude.com/wp-content/uploads/2015/12/queda-e-prevencao-no-idoso-640x336.jpg

São diversos obstáculos no dia a dia das pessoas que podem causar quedas e lesões graves, como buracos nas calçadas, desníveis, escadas sem corrimão, chão escorregadio, tampas de bueiro ou até mesmo raízes de árvore que rompem o asfalto.

Ter as articulações e os músculos fortes é extremamente importante para se proteger e, por isso, é fundamental fazer exercícios físicos regularmente. Além disso, quem pratica atividade física adquire também uma melhor consciência corporal e equilíbrio, fatores que ajudam a manter uma postura correta, o que também é eficaz contra as quedas.

Porém, a queda pode ser também um sinal de distúrbios de equilíbrio (de origem neurológica ou labirintite), deficiência visual (como a catarata), problemas cardiológicos (como arritmias) ou até mesmo doenças nos ossos ou articulações. Outro problema que pode ser observado é no jeito de caminhar – estudos mostram que quem anda muito devagar também pode ter problemas de saúde. Na dúvida, a dica é sempre procurar um médico.

Joelhos (Foto: Arte/G1)


Caminhar corretamente com passos macios faz bem a vários sistemas do corpo, como o nervoso, osteomuscular e até mesmo o cardiovascular.

Por outro lado, perder a mobilidade e andar do jeito errado, com os pés arrastando, pode igualmente prejudicá-los e ser um fator de risco maior para quedas. Além disso, é importante saber que até mesmo os braços são importantes na hora de caminhar e, por isso, eles devem estar sempre livres.

Uma dica de exercício para quem costuma andar "se arrastando" com o corpo de um lado para o outro é segurar dois cabos de vassoura na altura dos ombros e, a cada passo dado, usar o objeto para impedir a caída para o lado. Há também a opção de utilizar uma bolinha dura para exercitar os pés e corrigir a pisada - a dica é deslizar os pés na bolinha, do calcanhar até os dedos.

Para treinar o olhar, a dica é esticar um braço à frente com o dedo indicador levantado e levá-lo de um lado para o outro acompanhando com os olhos. Dessa maneira, a percepção melhora cada vez mais e prepara a pessoa para andar com segurança e superar os obstáculos das ruas.

As quedas são o segundo principal motivo da busca por atendimento nos hospitais, quase o dobro dos casos dos acidentes provocados no trânsito. Ao cair, a pessoa pode ter diversas lesões como, por exemplo: um entorse, que é o rompimento dos ligamentos; uma luxação, que é o deslocamento dos dois ossos das juntas; uma fratura no osso, principalmente no punho, ombro e quadril; ou também uma simples contusão, batida que deixa a região inchada e dolorida.

Além de prestar atenção no trajeto e olhar sempre por onde pisa, é importante evitar o celular ao caminhar na rua e, se tocar, parar para atendê-lo.

Os momentos mais perigosos são ao atravessar de um lado para o outro, descer escadas ou do transporte público – nessas horas, a atenção deve ser redobrada. Em descidas, a dica  é descer com o corpo de lado para diminuir o risco de cair.

0 comentários:

Atividade física aumenta imunidade e ajuda a combater estresse e doenças



A importância da atividade física regular para melhora da resposta imunológica é um tema de bastante interesse, ainda mais no momento atual com epidemias de doenças causadas por vírus e bactérias cada vez mais agressivos. Apesar do exercício físico não ser vacina para nenhuma doença, com certeza, o fortalecimento do sistema imunológico sempre vai proporcionar uma resposta mais rápida e eficaz contra qualquer quadro de infecção.


A literatura científica é repleta de artigos que relatam estudos sobre os benefícios dos exercícios para reforço do sistema imunológico, havendo uma opinião praticamente consensual de que a atividade física moderada é a forma mais adequada para este propósito.O mecanismo da melhora da defesa está associado à um efeito da atividade física regular em promover um aumento das linfócitos, células denominadas “natural killers”. A célula natural killer, linfócito atuante no sistema inato, tem como função destruir células tumorais ou infectadas por vírus.

 A prática de exercício físico diminui o estresse, fortalecendo ainda mais o organismo (Foto: Getty Images)

Outro fator que colabora para a proteção do organismo é o fato de a atividade física promover a diminuição do estresse. Como nosso corpo funciona de maneira harmoniosa, com inter-relação entre os sistemas nervoso, endócrino e imunológico, a redução do estresse faz com que o organismo se fortaleça e fique menos suscetível a diversas doenças. Quanto à melhor forma de atividade para fortalecer o sistema imunológico, parece não haver grande diferença entre as diversas modalidades, prevalecendo sempre o conceito do exercício moderado.

Existem também evidências de que os exercícios com pesos, desde que respeitando o conceito de adequação de carga, também podem melhorar a imunidade. O que se deve evitar são os exercícios de intensidade acima de um limite crítico, que reconhecidamente vão ter o efeito inverso, diminuindo a imunidade e aumentando a incidência de doenças por enfraquecimento imunológico.

0 comentários:

Atenção com a dor durante a atividade física



A frase "Sem dor, sem ganho" que ficou imortalizada entre os praticantes de atividade física pode encobrir um grande risco à saúde. Isso porque muitas pessoas acreditam que sentir dores no corpo durante ou após se exercitar é normal e até significa ganho muscular, mas isso nem sempre é verdade. 

Pode até ser normal sentir algum desconforto durante o exercício de alta intensidade, devido às exigências do corpo para que seja realizada esta tarefa. O tecido muscular, quando exigido próximo a sua capacidade máxima de gerar força, responde dolorosamente. Outro exemplo são os tendões, que estabilizam tornozelo, joelho e quadril, e podem ficar doloridos durante a prática da corrida pela exigência de estabilizar as forças aplicadas nessas articulações.

Outra forma comum de dor é a muscular, que acontece geralmente um dia após o esforço físico. Ainda não temos evidências cientificas que nos permita concluir se é ou não necessário sentir dor para ganhar massa. Mas podemos dizer que quando ela é causada pelo treinamento, é uma evidência de que o músculo foi ativado, aumentando as chances de gerar um bom resultado no desenvolvimento muscular.

Porém, é preciso estar alerta para as dores intensas, que são a forma do corpo “avisar” que está em seu limite. Quando causada por exageros na carga de treinamento, ela pode até indicar uma possível lesão.

Ao sentir um desconforto, é importante procurar um profissional para saber a origem da dor. O profissional de educação física saberá se a dor é normal e passageira, pois ele terá todo controle da prescrição dos exercícios, sabendo se ela é recorrente para aquele tipo de prática. Nesse caso, pode-se aguardar a melhora por um tempo, antes de encaminhar ao médico. Nas atividades que não são acompanhadas por um especialista, um profissional de saúde deve ser consultado sempre que houver desconforto.

As lesões e incômodos geralmente são causados quando os praticantes de atividade física querem ir além dos limites do corpo ou iniciam um treino sem um alongamento adequado. Portanto, é importante sempre ficar atento a esses dois fatores, que podem causar problemas mais sérios. Para não ocorrer a dor indesejada, é fundamental um bom controle da carga de treinamento, ou seja, uma condução das progressões a serem realizadas. Somente o profissional poderá prescrever com precisão os exercícios e suas progressões, visando o maior ganho possível e o menor risco de lesão.

0 comentários:

13 benefícios do Treinamento Funcional




Antes de tudo, é importante esclarecer que o treinamento funcional se baseia nos movimentos naturais do ser humano, como pular, correr, puxar, agachar, girar e empurrar. O praticante ganha força, equilíbrio, flexibilidade, condicionamento, resistência e agilidade. Ele tira a pessoa dos movimentos mecânicos e eixos definidos ou isolados, como acontece na musculação. Por isso, virou uma alternativa para quem estava cansado dos exercícios mais tradicionais na academia. É um método que ajuda a prevenir lesões, gera melhoras cardiovasculares, a redução do percentual de gordura, emagrecimento e definição muscular. Para trabalhar a musculatura profunda, são utilizados acessórios como elásticos, cordas, bolas, cones, discos e hastes. A frequência ideal considerada para realizar a modalidade é de três vezes por semana.

Um dos pilares do treinamento funcional é o fortalecimento do core, o centro de força do corpo, que inclui os músculos do abdômen, dos quadris e da região lombar e responde pela estabilização da coluna vertebral. A sacada do funcional é acionar essa musculatura em todos os exercícios, não só nos abdominais. Como no afundo, por exemplo: para evitar que o corpo oscile e o movimento perca efeito, o abdômen tem que estar ativado. Como em um movimento de rotação de tronco: contraindo a barriga, você impede que os quadris girem, o que reduziria o benefício do exercício. Resultado: barriga definida.

Como o foco do treinamento funcional é trabalhar os músculos de forma global, o perigo de sobrecarregar uma ou outra parte do corpo e se machucar é menor. Porém, como em qualquer atividade física, o ideal é contar com a orientação de um profissional capacitado para a modalidade, se concentrar em dobro nos movimentos e respeitar os limites do seu corpo enquanto se exercita.

Musculação x Treinamento Funcional

Depois de apresentar e detalhar sobre o Treinamento Funcional, você deve estar curioso em saber se este método substitui realmente a musculação. A resposta é que depende do resultado que você quer alcançar. Explico: O treinamento Funcional agrega volume e definição muscular, com a vantagem de manter a harmonia estética, mas se o objetivo é obter um corpo de fisiculturista, aí você tem que “pedir” auxílio da musculação, pois somente ela será capaz de dar volume.

O ideal é unir os dois métodos de exercícios para garantir eficiência. “É importante ressaltar que tanto a musculação quanto o treinamento funcional vão melhorar a qualidade de vida. Porém, na musculação o foco é a força e o aumento da massa magra e no funcional o foco é a flexibilidade, agilidade, velocidade, resistência, potência e todas as outras capacidades físicas que possuímos. Hoje o aluno que realiza o treinamento funcional dentro de sua série de musculação só terá ganhos, irá aumentar o gasto energético e trabalhará outras capacidades que normalmente não são trabalhadas em uma série de musculação convencional. Por isso, a junção dessas modalidades é o caminho para quem quer algo dinâmico e resultados mais rápidos”.

Resumo dos benefícios

Melhore seu corpo com exercícios funcionais, que trazem resultados estéticos e práticos no seu dia-dia a curto e longo prazo. Fique de olho nos principais benefícios dessa atividade:

1- O programa se adapta a você e as suas necessidades.
2- Treine diversas habilidades motoras.
3- Ganhe saúde, performance e o corpo dos seus sonhos.
4- Treine movimentos, não apenas músculos.
5- Altamente motivador pela quantidade de infinita de exercícios e possibilidades.
6- Desenvolvimento da percepção dos movimentos.
7- Melhoria da postura geral e durante os exercícios.
8- Melhoria do equilíbrio muscular (simetria).
9- Melhoria da eficiência dos movimentos.
10- Aumento da estabilidade da região core (saúde da coluna vertebral).
11- Melhoria do equilíbrio estático e dinâminco.
12- Aumento de força muscular.
13- Melhoria das estruturas afetadas por lesão no processo de reabilitação.

Agora que você já está por dentro do que o Treinamento Funcional pode fazer por você, comparado a musculação, opte pela atividade que melhor vai se adequar a sua rotina e, principalmente, ao seu gosto! O segredo para não somente iniciar, mas se manter na prática esportiva, é se dar bem com o tipo de exercício, treino ou modalidade que você escolheu.

0 comentários:

Atividade física turbina o emagrecimento e a saúde

 

O ser humano não foi feito para ficar parado. Prova disso é que as pessoas sedentárias adoecem e sentem mais dificuldades nas atividades diárias do que as pessoas que praticam algum exercício físico. E quando iniciam sentem algumas dificuldades.

Apesar dessas dificuldades iniciais, realizar exercícios físicos é importante para perda de peso, ganho de massa muscular, melhora e/ou manutenção da saúde.

Veja 4 dicas essenciais para começar a treinar e conquistar o estilo de vida mais saudável:

1. – Programe-se: coloque o treino como um compromisso o tornando diário. Caso não seja possível comece com 2 a 3 vezes por semana.

2. - Encontre algo que goste de fazer: seja musculação ou exercícios aeróbios, apostar em aquilo que te dá prazer é importante para tomar gosto pela atividade.

3. - Leve alguém junto: treinar com um amigo deixará a atividade mais prazerosa, além de servir como estímulo.

4. - Escolha o melhor horário: descubra o momento do dia em que você rende melhor e que não irá atrapalhar o restante dele.

0 comentários:

Exercícios de alta intensidade na terceira idade podem prevenir lesões



O aumento da velocidade, da carga e o gasto calórico envolvido são os fatores que determinam os exercícios de alta intensidade. A sobrecarga neste tipo de atividade irá dar mais facilidade para as pessoas de terceira idade executarem as atividades simples do dia a dia. 

Mas para iniciar este tipo de tratamento, é necessário uma preparação específica pois é  importante aprender o movimento, realizar o movimento com técnica, para depois disso poder aumentar a carga, e por consequência, a intensidade dos exercícios.

A prática deste tipo de exercício pode ser muito importante para pessoas de terceira idade. Além de melhorar o desempenho, pode também prevenir lesões e algumas doenças. O auxílio de um profissional é essencial. porque com o passar dos anos você adquiri doenças e limitações como a osteoporose, e a atividade em uma intensidade ideal com impacto moderado, ela melhora este tipo de prevenção. Mas é importantíssimo fazer essa atividade com a supervisão de um profissional de educação física.

0 comentários:

Homens sedentários são mais propensos a sofrer de impotência sexual




O sedentarismo aumenta o risco para desenvolvimento de hipertensão arterial sistêmica, aumento de colesterol e triglicérides.  Estes fatores favorecem o surgimento de doenças cardiovasculares, que por sua vez comprometem a irrigação do corpo cavernoso, prejudicando a ereção peniana e consequente desempenho sexual.

Além do sedentarismo o tabagismo é um fator de risco.

No Brasil, 25 milhões de homens acima dos 18 anos já apresentaram disfunção erétil pelo menos uma vez na vida. Na faixa dos 40 anos, mais de 40% tem seu desempenho sexual comprometido por dificuldade de ereção.  O tratamento da disfunção sexual masculina, dependendo do fator de origem, inclui psicoterapia de apoio, medicamentos e em casos mais graves, implantação de prótese peniana.

0 comentários:

Estudo: Exercícios podem elevar em 5 anos expectativa de vida de idosos

 
  • Segundo o estudo, os benefícios trazidos pela atividade física podem ser tão eficientes quanto parar de fumar

     

Que fazer exercícios só traz benefícios para sua vida não é novidade para ninguém. Mas um estudo recente quantifica esse benefício de uma maneira que deve fazer com que muita gente coloque um tênis e saia para caminhar no parque.

Pesquisadores da Universidade de Oslo concluíram que se exercitar pode aumentar em até cinco anos a expectativa de vida de um idoso. Mais do que isso, pode ser tão eficiente quanto parar de fumar.

Os pesquisadores acompanharam 5.700 noruegueses, com idades entre 68 e 77 anos, durante 12 anos. E uma das conclusões do estudo foi a de que os idosos que praticavam ao menos três horas de atividades físicas por semana viveram cerca de cinco anos a mais do que os sedentários.

Assim, a prática de meia hora de exercícios seis dias por semana está ligada a uma redução de 40% no risco de morte em idosos.

Publicado no "British Journal of Sports Medicine", o estudo mostrou que qualquer tipo de exercício - seja leve ou intenso - tem impacto na expectativa de vida.

No entanto, o estudo mostrou que fazer menos de uma hora de exercício leve por semana não tem nenhum impacto.

A recomendação do governo britânico é a de que pessoas com mais de 65 anos façam pelo menos 140 minutos de exercícios moderados por semana.

Os pesquisadores sugeriram que as autoridades invistam em campanhas para combater o sedentarismo e encorajar atividades físicas entre idosos.

"Estratégias públicas de saúde deveriam incentivar idosos a fazerem atividades físicas, da mesma maneira que há campanhas contra o tabagismo", disseram os pesquisadores. "Exercitar-se é tão útil para reduzir mortes como parar de fumar."

Sedentarismo

A pesquisa da Universidade de Oslo vem à tona no momento em que a ONG britânica British Heart Foundation está fazendo um alerta a respeito de como o número de pessoas ativas está muito aquém do esperado.

"Fazer atividades físicas regulares, seja em que idade for, é benéfico para a saúde de seu coração e isso faz você viver mais tempo", disse Julie Ward, da British Heart Foundation.

"No entanto, nossas últimas estatísticas mostram que quase metade das pessoas no Reino Unidos não fazem nenhum tipo de exercício - um cenário muito pior do que em muitos outros países europeus."

"Nossa mensagem é: qualquer 10 minutos de exercício conta. Então simplifique e mude sua rotina para ter uma vida mais ativa."

Segundo o levantamento da ONG, 69% dos adultos não fazem exercícios em Portugal, 55% na Polônia, 46% na França, 44% no Reino Unido, 34% na Croácia, 26% na Alemanha e 14% na Holanda.

Cenário brasileiro

No Brasil, segundo o Ministério da Saúde, 48,7% das pessoas com mais de 18 anos não são suficientemente ativos. A meta do ministério é reduzir esse percentual para 10% até 2025.

Segundo a OMS, 3,2 milhões de mortes são atribuídas todos os anos à atividade física insuficiente. O sedentarismo é o quarto maior fator de risco de mortalidade global e está ligado a doenças crônicas como câncer, hipertensão, diabetes e obesidade.

Mais especificamente, o sedentarismo é responsável por pelo menos 21% dos casos de tumores malignos na mama e no cólon, assim como 27% dos registros de diabetes e 30% das doenças cardíacas.

0 comentários:

A osteoartrite em atletas profissionais

http://vozdooeste.com.br/wp-content/uploads/2015/03/cha-que-trata-artrose-naturalmente-660x330.jpg

Embora muita gente associe esporte com saúde, quando falamos de esporte profissionais, alguns 'efeitos colaterais' surgem por causa do treinamento excessivo. Umas modalidades favorecem mais para que esses 'efeitos'  aconteçam. Por isso, é importante sempre se preocupar com a prevenção e com a quantidade de treinamento.

Por exemplo, atletas de elite do sexo masculino que praticam esportes de alto contato - tais como futebol, futebol americano e rugby  - têm um risco maior de desenvolver osteoartrite no joelho e no quadril, se comparados a homens que praticam outras modalidades esportivas ou não praticam esporte, diz um estudo sueco.

A osteoartrose, osteoartrite ou artrose é uma doença relacionada com uma lesão degenerativa (desgaste) na cartilagem articular, que causa dor, inchaço e limitação dos movimentos. A articulação é a parte do corpo que une os ossos e permite a realização de movimentos. As superfícies dos ossos que se aproximam são revestidas pela cartilagem articular, cuja função é evitar o atrito de um osso contra o outro e amortecer o impacto produzido pelo movimento ou pelo esforço, facilitando o deslizamento das extremidades ósseas. Com o aparecimento da artrose, os movimentos articulares ficam prejudicados

Segundo um dos autores do estudo, Magnus Tveit, da Universidade de Lund, na Suécia, a osteoartrite de quadril e de joelho é mais comumente encontrada em ex-atletas de elite do sexo masculino.

Para chegar a esta conclusão, os pesquisadores analisaram dados de mais de 700 atletas suecos aposentados - entre 50-93 anos, que tinham praticado esportes em nível profissional e olímpico - e de cerca de 1.400 homens da mesma idade que se exercitavam muito pouco ou eram sedentários.

O grupo de atletas aposentados incluía homens que haviam praticado esportes de alto contato, como futebol e hóquei, e praticantes de modalidades que não envolvem contato, como corrida, natação e ciclismo. Ao término da análise de dados, o risco de desenvolver artrite de quadril ou de joelho foi 85% maior em atletas de elite. O risco para aqueles que praticavam pouco ou nenhum exercício foi de 19%.Com a informação sobre o risco de desenvolver artrose, como resultado da participação esportiva, médicos e atletas podem pensar em medidas preventivas de lesões, invalidez e dor.

Embora o estudo tenha registrado um pequeno impacto da prática esportiva em atletas mais jovens ou 'atletas de fim de semana', há algumas lições importantes que podemos retirar do estudo. O aspecto mais reconfortante dos dados é que a maioria dos esportes, provavelmente, não aumenta o risco de desenvolvimento de osteoartrite de joelho e quadril, especialmente quando competimos em um nível de lazer.

Os esportes que foram apontados como causadores do aumento de risco de osteoartrite são os de alto contato. Para pessoas que querem reduzir o risco de artrose, a escolha do esporte ideal deve recair sobre as modalidades que têm menor risco de lesões, modalidades sem contato e de baixo impacto. Tênis, natação e ciclismo são boas alternativas.

É muito importante também que os atletas que se dedicam aos esportes de alto risco, como o futebol, principalmente nos níveis de elite, e por muitos anos, saibam que têm uma probabilidade maior de desenvolver osteoartrite. Por isto, devem prestar atenção aos outros fatores de risco associados com o desenvolvimento da doença, tais como: obesidade, idade, lesão ou estresse nas articulações, bem como o histórico familiar.

Esse texto fala sobre uma pesquisa mas quem lida com esporte de alto rendimento tem ideia do quanto um treino repetitivo durante anos pode causar numa pessoa. É preciso tomar cuidado na prevenção.

0 comentários:

6 cursos online de Atividade Física para Grupos Especiais


Praticar atividade física e buscar a saúde é uma tendência cada vez mais presente da vida de todo mundo. E trabalhar a atividade física com "populações" especiais traz benefícios ainda maiores.

Por isso, separei os 6 cursos online abaixo, falando de atividade físicas em grupos diferentes para que o profissional possa conhecer cada detalhe e poder desenvolver o melhor trabalho possível.

Veja os temas e os grupos abordados:



Curso Online de Atividade Física para Gestantes

Praticar exercícios durante a gestação é importante, pois eles promovem o tônus muscular, a força e a resistência, o que ajudará o corpo da gestante a carregar o peso extra da gravidez. O curso prepara também para todo o esforço que será realizado no parto, e ainda dá dicas para seu corpo voltar à boa forma depois que o bebê nascer.
  • Curso Atividade Física e Envelhecimento
  • Curso Atividade Física e Envelhecimento
  • Curso Atividade Física e Envelhecimento
  • Curso Atividade Física e Envelhecimento
  • Curso Atividade Física e Envelhecimento
  • Curso Atividade Física e Envelhecimento
  • Curso Atividade Física e Envelhecimento
  • Curso Atividade Física e Envelhecimento
  • Curso Atividade Física e Envelhecimento
O curso Atividade Física e Envelhecimento, por meio da Educação a Distância, oferece ao profissional de Educação Física conhecimentos sobre envelhecimento, atividade física, gerontologia, exercício físico e muito mais.
  • Curso Atividade Física para Hipertensos
  • Curso Atividade Física para Hipertensos
  • Curso Atividade Física para Hipertensos
  • Curso Atividade Física para Hipertensos
  • Curso Atividade Física para Hipertensos
  • Curso Atividade Física para Hipertensos
  • Curso Atividade Física para Hipertensos
  • Curso Atividade Física para Hipertensos
  • Curso Atividade Física para Hipertensos
O profissional de Educação Física sabe que para a redução da pressão arterial é necessária a prática regular de exercícios físicos associados ao tratamento farmacológico. No curso serão mostrados os efeitos benéficos e dicas de saúde relacionadas com os hipertensos.
  • Curso Obesidade e Atividade Física
  • Curso Obesidade e Atividade Física
  • Curso Obesidade e Atividade Física
  • Curso Obesidade e Atividade Física
  • Curso Obesidade e Atividade Física
  • Curso Obesidade e Atividade Física
  • Curso Obesidade e Atividade Física
  • Curso Obesidade e Atividade Física
  • Curso Obesidade e Atividade Física
O curso Obesidade e Atividade Física, por meio da Educação a Distância, oferece ao profissional de Educação Física conhecimentos sobre obesidade, anorexia, bulimia, exercício físico, princípios de uma alimentação saudável e muito mais.
O curso Prescrição de Exercícios para Renais Crônicos, por meio da Educação a Distância, oferece ao profissional de Educação Física conhecimentos sobre etiologia da insuficiência renal, atividade física, prescrição de exercício e muito mais.
  • Curso Prescrição de exercícios físicos para portadores de HIV
  • Curso Prescrição de exercícios físicos para portadores de HIV
  • Curso Prescrição de exercícios físicos para portadores de HIV
  • Curso Prescrição de exercícios físicos para portadores de HIV
  • Curso Prescrição de exercícios físicos para portadores de HIV
  • Curso Prescrição de exercícios físicos para portadores de HIV
  • Curso Prescrição de exercícios físicos para portadores de HIV
  • Curso Prescrição de exercícios físicos para portadores de HIV
  • Curso Prescrição de exercícios físicos para portadores de HIV
O curso trata da prescrição de exercícios físicos para portadores de HIV e aborda a evolução do vírus, transmissão, tratamento, qualidade de vida do paciente, exercício físico, cuidados e observações para prescrever exercícios.

0 comentários: