Estudo: exercícios x tentativas de suicídio

 Atletismo

A prática de exercícios físicos reduziu em 23% nas escolas de ensino médio nos Estados Unidos o número de casos de tentativa de suicídio de adolescentes nas escolas.
 
Os dados são de uma pesquisa realizada pela Universidade de Vermont, nos Estados Unidos, e usam dados do Observatório Nacional de Comportamento de Risco na Juventude dos Estados Unidos.

 
Segundo o levantamento, que levo em conta os dados de 13.583 alunos, os jovens que praticam atividades físicas por quatro ou mais dias da semana sofrem menos com pensamentos de auto-extermínio. Esses pensamentos, diz o estudo, são frequentemente induzidos por problemas de baixa auto-estima, ansiedade, depressão e tristeza prolongados.
 
O dado faz parte de um amplo levantamento sobre saúde mental e medidas que podem causar efeitos positivos em jovens. 
 
Desde 2001, a carga horária dedicada às atividades físicas, artes e recreação vem caindo nos Estados Unidos. A carga horária vem sendo redirecionada para o ensino de matemática e leitura.
 
Segundo o estudo, desde 2006, o número de escolas que não oferecem mais nenhum tipo de atividade física a seus alunos cresceu 40%. Atualmente, metade das escolas de ensino médio naquele país oferece menos de 3 horas por semana de atividade física a seus alunos. 
 
A recomendação é que jovens de 15 a 19 anos pratiquem uma hora todos os dias de atividades físicas moderadas a intensas.

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Sedentarismo é o maior inimigo da saúde cardíaca da mulher

 
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O sedentarismo parece ser o principal factor de risco ao coração da mulher, elevando as hipóteses de uma doença cardíaca de forma mais intensa do que tabagismo, obesidade e hipertensão, por exemplo. A conclusão faz parte de um novo estudo australiano publicado na última edição da "British Journal of Sports Medicine".

O trabalho baseou-se nos dados de mais de 30 mil mulheres entre 22 e 90 anos que participaram numa pesquisa nacional na Austrália. Os cientistas analisaram os casos de doença cardíaca entre estas mulheres e avaliaram o impacto de cada factor de risco sobre a condição.

Antes dos 30 anos, o cigarro tem maior impacto sobre o risco de uma doença cardíaca. Mas à medida que as mulheres envelhecem, muitas deixam de fumar e a inatividade física torna-se o factor de risco dominante para o problema.

Esses resultados indicam que mais esforços precisam ser feitos para promover a prática de atividade física entre mulheres de todas as faixas etárias: Se todas as mulheres com mais de 30 anos seguissem as recomendações sobre prática de exercícios – ou seja, pelo menos 150 minutos por semana de atividade física moderada — a vida de muitas delas poderia ser salva todos os anos.

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