A importância do esporte coletivo à saúde de crianças e adultos

 Divulgação/LNB

A gente já está cansado de saber que a atividade física faz bem à saúde das pessoas. Mas e os esportes? Quando as crianças começam a praticar esportes, seja por conta própria, seja com a supervisão de um profissional, elas aprendem e desenvolvem habilidades importantes para seu desenvolvimento.

O grau de aprendizado das habilidades depende do grau de maturidade das crianças e de suas experiências, da qualidade do ensino que recebem, assim como do grau de dificuldade em realizar as tarefas.

Quando as crianças aprendem algo novo, elas podem desenvolver habilidades cognitivas, respeitar o corpo, aumentar a autoestima, trabalhar o equilíbrio emocional (força de vontade, autocontrole, autoconfiança), reconhecer o outro e saber compartilhar, trabalhar em grupo, desenvolver autonomia e estimular a criatividade.

Já os adultos podem aprender a trabalhar em equipe ainda que não tenham adquirido estas habilidades na infância. Dentre as aptidões que podem desenvolver, há a mudança positiva na autopercepção e no bem-estar; a melhoria na autoconfiança, a mudança positiva no humor; o alívio da tensão e de sentimentos como a depressão e a ansiedade; a influência na amenização da tensão pré-menstrual; o aumento da sensação de bem-estar mental, maior apreciação da prática de exercícios e de contatos sociais; e o desenvolvimento de estratégias positivas para enfrentar situações de estresse no dia a dia.
A promoção da saúde é considerada um incentivo às relações sociais, tais como coleguismo, amizade e paixões, seja no ambiente doméstico, seja no contexto profissional.

Apesar de todos os benefícios propiciados pela prática de exercícios e de esportes, poucos estudos incluem na amostra indivíduos ex-atletas para verificar se a interrupção ou afastamento do esporte podem promover manutenção ou alteração dos níveis de ansiedade, resiliência e qualidade de vida.
Estudos mostram que atletas têm maiores níveis de qualidade de vida que indivíduos não-atletas, tanto em aspectos de saúde mental quanto em aspectos físicos e sociais. Esses achados indicam que o passado atlético pode contribuir para a melhora da qualidade de vida, já que também está associado à melhora de aspectos físicos e mentais.
Com ajuda do Hospital São Luiz

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Exercício físico orientado ajuda na luta contra o câncer

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O exercício físico orientado é um grande aliado para pacientes com câncer. Evidências cada vez mais abundantes mostram o benefício da prática regular e orientada do exercício físico nessa população, seja no âmbito da prevenção ou da terapêutica.

Quanto à prevenção, as evidências são significativas, sobretudo no que diz respeito à redução do risco de câncer de mama e de cólon. Há evidências consideráveis também para o câncer de próstata e alguma evidência para o câncer de pulmão, endométrio, estômago, fígado e rim.

Quanto aos efeitos terapêuticos, os benefícios estendem-se a todos os grupos. Além dos benefícios gerais associados à prática regular de atividade física, relativos à capacidade cardiopulmonar e metabólica, ao condicionamento musculoesquelético, à saúde mental, à imunidade e ao sono, há benefícios específicos em pacientes oncológicos:
  • Melhora a fadiga oncológica.
  • Melhora a qualidade de vida.
  • Auxilia o controle de peso que influencia a disponibilidade hormonal e a carcinogênese.
  • Contrapõe o efeito da depleção hormonal sobre o sistema musculoesquelético.
  • Reduz a recorrência e mortalidade em alguns cânceres.
Há também pesquisas envolvendo pacientes com câncer de mama, próstata, cólon, bexiga, útero e melanoma, que demonstram que a prática regular de atividade física contribuiu de forma significativa para a melhora da qualidade de vida. Recomenda-se ao menos 150 minutos de atividade física moderada por semana.

Para a realização segura do exercício, além da estratificação de risco cardiovascular usual para a prescrição do exercício, é necessária a avaliação e adequação diante das prevalentes alterações neuromusculares, hematológicas e linfáticas, ao uso de quimioterápicos cardiotóxicos, a quadros álgicos, aos cuidados relativos à presença de doença óssea metastática e à doença de base.​

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Sedentarismo é o principal causador do cansaço excessivo



O sedentarismo atinge cada vez mais os brasileiros tornando qualquer tarefa simples em uma guerra contra o cansaço. Com os dias cada vez mais corridos, tempo para exercícios físicos tornou-se raríssimo.

Uma pesquisa realizada pelo Ibope mostra que quase 100% dos brasileiros se sentem cansados, e 61% muito cansados. O sedentarismo é o principal causador deste cansaço excessivo. Geralmente coloca-se a culpa na correria do dia a dia, mas, o verdadeiro causador dessa situação é o sedentarismo.

Pode não parecer, mas quanto menos atividade física se pratica, mais cansado o corpo permanece. É como um circulo vicioso. Quando pratica-se atividades físicas, o corpo libera o ácido láctico, substância que dá a sensação de dor. O corpo interpreta essa dor como uma agressão e reage com a tal falta de ânimo.

Se não houver persistência no momento de praticar exercícios – e de aguentar as dores iniciais – a tendência é de que o corpo “reclame” depois de qualquer mínimo esforço. A sensação de cansaço é cada vez maior e não é recuperada com o descanso.

A solução para esse problema é praticar exercícios físicos regularmente, mas sem exageros. De acordo com a recomendação da Organização Mundial da Saúde (OMS), seria necessário queimar cerca de 2200 calorias semanalmente. Esse número não precisa ser atingido somente praticando exercícios físicos, mas sim em atividades do dia a dia, como subir escadas e varrer a casa.

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