Esporte com Saúde na busca da atividade ideal



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Muitas pessoas tem dúvidas sobre qual a atividade física ideal para se fazer. Além disso, é importante o praticante ter a plena noção do quanto a atividade influi no seu cotidiano e se a intensidade dela está adequada ao seu rtimo físico.

O exercício físico ideal é aquele que vai ao encontro do perfil do aluno, seus objetivos e histórico de saúde. Em todos os casos, deve-se estabelecer uma rotina personalizada, que seja do agrado da pessoa, adequada ao seu estilo de vida e e que possa trazer resultados seguros e graduais. E antes de iniciar qualquer atividade física, deve ser feita uma avaliação médica.

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Falerei um pouco sobre algumas modalidades mais procuradas e que podem ajudar nessa busca do exercício físico ideal.

Ciclismo – Indicado a partir dos 8 anos. Por ser classificado em várias modalidades (Ciclismo de Estrada, Mountain Bike, BMX, Downhill, entre outros), pode agradar a todos os gostos, desde a criança que gosta de pedalar em parques, por diversão, até jovens e adultos que o praticam como esporte ou em ambientes fechados, nas academias (Bike InDoor ou Spinning).

Como não causa grande impacto nas articulações, melhora o condicionamento físico, fortalece a musculatura em geral (em especial o quadríceps), melhora o sistema cardiovascular e o respiratório. Com treino bem orientado, ajuda a controlar os níveis do colesterol, da pressão arterial e ainda a baixar o percentual de gordura corporal. As modalidades mais voltadas à aventura estimulam a produção de adrenalina e serotonina, proporcionam sensação de prazer durante e após a atividade e diminuem o estresse.

Modalidade ideal para quem quer emagrecer, trabalhar a musculatura ou apenas "desestressar". O selim (banco) deve ser ajustado para evitar lesões na genitália masculina, nos tendões dos joelhos e no tendão de calcâneo. Para reduzir estes riscos, é recomendado ajustar o selim conforme a altura da pessoa e também usar equipamentos de segurança (especialmente o capacete, que protege em casos de quedas).

Corrida – Indicada dos 5 aos 80 anos. Praticado por atletas e pessoas preocupadas com a boa forma – e que praticam outras atividades com frequência – assim como por pessoas com atividade física moderada ou com pouco tempo para praticar atividades físicas. Estimula a produção de endorfina – também chamada de "hormônio da felicidade" – e uma das responsáveis pela sensação de prazer, bem estar e diminuição do estresse. Ajuda a emagrecer, beneficia a circulação sanguínea e a musculatura, além de regular o sono.

É uma modalidade ideal para quem tem problemas respiratórios, quer emagrecer ou trabalhar a musculatura. Quanto aos riscos, precisa ser bem orientada para evitar a desidratação, lesões nas articulações dos membros inferiores e a condromalacia patelar, popularmente chamada de "joelho de corredor", uma inflamação na cartilagem que causa dores e desconforto.

Danças – Indicada dos 3 aos 70 anos. Os praticantes costumam ser as pessoas mais descontraídas e bem humoradas, ou que a procuram para se soltar mais e dançar bem em situações sociais. Como principais benefícios, melhoram a coordenação motora, fortalecem a musculatura, ajudam a emagrecer, favorecem a memória, a expressão corporal, a capacidade cardiorrespiratória e estimula o espírito de equipe.

É ideal para quem quer emagrecer com prazer, trabalhar a timidez ou melhorar a concentração. Quanto aos riscos, pode sobrecarregar os tendões, levar a torções nos joelhos e tornozelos por treinos intensos.

Futebol – Abrange todas as idades: pessoas de ambos os sexos, de idades diversificadas, que gostam de praticar atividades físicas em grupo. Melhora a agilidade e a coordenação,trabalha a musculatura, favorece o sistema cardiorrespiratório e o trabalho em equipe. Favorece o relacionamento com outras pessoas e é ideal para quem quer diminuir a gordura corporal. Precisa ser praticado de forma a evitar lesões na cabeça (por quedas ou pancadas), nos ligamentos e fraturas.

Hidroginástica – Indicada dos 25 aos 90 anos. O perfil dos praticantes são aqueles que gostam de aulas dinâmicas em grupo, que não gostam de se exercitar em salas fechadas e que querem evitar impacto nas articulações. A prática regular ajuda a emagrecer e a regular a pressão arterial, fortalece a musculatura, melhora a coordenação motora, a flexibilidade, a circulação sanguínea e a respiração.

É ideal para quem tem problemas respiratórios, quer emagrecer ou melhorar a resistência muscular, assim como pessoas com problemas na coluna, atletas lesionados, gestantes e idosos. Raramente, podem ocorrer lesões musculares por treinos intensos.

Musculação – Pode ser praticada dos 16 aos 90 anos. Atrai pessoas preocupadas com a boa forma física, que desejam desenvolver a musculatura. Em alguns meses de prática, fortalece e define a musculatura, ajuda a emagrecer, favorece a qualidade do sono, reduz o risco de problemas cardíacos, diabetes, colesterol alto e hipertensão. Ideal para quem quer ganhar ou perder peso, ganhar uma musculatura definida e melhorar a resistência muscular.

Treinos intensos ou mal orientados podem causar dores nas costas, desvio de postura, romper ligamentos e provocar lesões nas articulações.

Natação – Ideal para todas as idades. O perfil do nadador varia conforme a faixa etária. No geral, são pessoas preocupadas com a qualidade de vida, que em meio à rotinas conturbadas têm a natação como atividade para relaxar, ou que não gostam de praticar exercícios em salas fechadas. Está entre as atividades físicas mais completas.

Trabalha todos os músculos, melhora a coordenação,o sistema respiratório, regula a pressão arterial, reduz a frequência cardíaca e ajuda a emagrecer. Ideal para quem quer perder peso ou é obeso, busca exercícios leves (uma vez que pode ser praticada de forma leve até intensa) e de baixo impacto ou apenas quer abandonar hábitos sedentários.

Também é um bom complemento para praticantes de corrida ou musculação, pois ajuda a relaxar a musculatura.
Treinos intensos ou mal orientados podem causar lesões e agravar problemas como tendinite e hérnia de disco lombar.

Pilates – Indicada para pessoas de 18 aos 80 anos, que querem fugir do estresse do dia a dia e unificar treino corporal e mental . A força isométrica (sem movimento) é a principal forma de trabalho do Pilates. Melhora a resistência muscular, especialmente a do tronco, ajuda a definir a musculatura e emagrecer. Ideal para quem quer corrigir a postura, aumentar a resistência, trabalhar a concentração, a respiração e aumentar a flexibilidade.

Algumas pessoas sentem dores após treinos físicos e geralmente interpretam como "efeito" do exercício. Mas no Pilates isso pode significar postura ou movimentos errados. Ainda há casos (raros) de lesões musculares.

Yoga – Pode ser praticada desde a mais tenra idade até os 90 anos. Por ser dividida em diferentes linhas, pode agradar vários tipos de pessoas, das mais "zen" às mais agitadas. Aumenta a flexibilidade, ajuda a regularizar a respiração e o metabolismo, relaxa o sistema digestório e a circulação sanguínea.

Ideal para quem quer unificar exercícios físicos, mentais e espirituais; aumentar a flexibilidade, fortalecer a musculatura e trabalhar a concentração. Posturas erradas ou falta de instrução podem ocasionar lesões na coluna ou na musculatura.


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Esporte com Saúde na Doença de Parkinson


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A Doença de Parkinson (DP) é um distúrbio neurológico progressivo causado pela degeneração de neurônios da substância negra e prejudica, principalmente, a função de coordenação dos movimentos.

Os benefícios da prática de atividade física regular e com orientação adequada são amplamente reconhecidos e contribuem para uma melhor qualidade de vida. No paciente com Parkinson os exercícios tem importância adicional visando não só os aspectos motores, como também os aspectos psicológicos e sociais.

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É importante frisar que a  atividade física não leva ao desaparecimento da doença, porém, pode retardar sua progressão, principalmente no que diz respeito à rigidez muscular e lentidão dos movimentos. Além disso, melhora a sensação de bem-estar e o estado funcional do paciente.

Os exercícios tem o potencial de ajudar tanto nos problemas motores (como marcha, equilíbrio e força), não-motores (depressão, apatia, fadiga e constipação intestinal) bem como nas complicações secundárias da imobilidade (doença cardiovascular e osteoporose).

A prática regular de atividade física pode ser preventiva para indivíduos sem o diagnóstico da doença e também pode atrasar o aparecimento dos sintomas parkinsonianos naqueles indivíduos com o diagnóstico. Hoje se sabe que a associação dos exercícios físicos com os medicamentos é melhor do que apenas o tratamento medicamentoso isolado.

Incentive o portador de parkinson a fazer atividades físicas regulares.

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Uma boa opção sobre a Educação Fisicaa


Ola gente!

Hoje eu vou falar de um site sobre Educação Física  que traz textos desde a atuação do profissional até dicas para os praticantes e é editado por uma profissional de Educação Física.

Parceiro


A Educação Física merece ser tratada com seriedade e o acesso a informação com textos legais é o ponto de partida para que a sociedade em geral saiba o quanto é importante a prática ser orientada por profissionais responsáveis.

A atualização deles nas redes sociais é diária e ao curtir a fanpage e seguir no twitter você fica por dentro das novidades e posts especiais.

Até a próxima!

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Exercícios físicos melhoram a atividade do cérebro

Reações rápidas ou lentas  do cérebro do consumidor: Qual sua empresa prefere?  (Foto: Divulgação)

Quando nos exercitamos, a pressão e o fluxo sanguíneos aumentam em todas as regiões do corpo, incluindo o cérebro, segundo escreveu Justin Rhodes, professor de psicologia da Universidade de Illinois, na revista Scientific American. "Mais sangue significa mais energia e mais oxigênio, o que faz seu cérebro atuar melhor".

Ao longo dos anos, pesquisas têm mostrado que o hipocampo – uma região em forma de cavalo marinho, localizada dos dois lados do cérebro, essencial para as memórias de aprendizado e formação – se ativa fortemente durante a prática de exercícios físicos. Mas recentemente, estudos têm revelado caminhos novos, mais complexos e cheios de nuances pelos quais os exercícios ativam e afetam o cérebro. A revista Fast Company publicou algumas das principais descobertas. Confira a seguir.

1. Rede cerebral
Por exemplo, em relação à massa cinzenta, a parte de carne enrugada na qual costumamos pensar a nos referir a imagens do cérebro. Na verdade, essa é apenas um pedaço da figura total que é preciso compor para entender o que acontece no cérebro. Uma nova pesquisa da Universidade de Illionois, na qual foram examinadas crianças e adultos, mostra que a massa branca do cérebro – a rede de nervos e fibras que conecta e transmite os sinais do cérebro de uma parte para outra – se torna mais fibrosa e compacta com a prática de exercícios físicos.

"Quanto mais branca, ágil e compacta é sua massa branca, mais rápidas e eficientes são as funções do cérebro", afirmou Christopher Bergland, na publicação Psychology Today. "O real inimigo é o sedentarismo. Apenas um pequeno movimento todos os dias ajuda a preservar a integridade de sua massa branca do cérebro".

2. Cabeça e coração
Nós sabemos que exercícios físicos são bons para a saúde cardiovascular, mas novas pesquisas também mostram que a saúde do coração impacta o funcionamento do cérebro – e exercícios desempenham um papel importante nessa conexão.

A aorta, a principal artéria do corpo (responsável por distribuir sangue oxigenado para todo o sistema, incluindo o cérebro), é o ponto de partida do endurecimento das outras artérias, processo que acontece à medida que ficamos mais velhos, de acordo com a pesquisadora Claudine Gauthier.

Um estudo recente, realizado por ela e a equipe de pesquisadores da Universidade de Montreal, descobriu que os adultos que se exercitavam mais eram aqueles em que as aortas apresentavam melhores performances nos testes cognitivos. "A preservação da elasticidade pode ser um dos mecanismos que permite os exercícios de retardarem o envelhecimento cognitivo", de acordo com Gauthier. Um coração saudável gera uma mente saudável.

Durante a prática de atividade física, nossos músculos produzem uma proteína que ajuda a quebrar a kynurenine, substância presente na corrente sanguínea e acumulada como resultado de estresse, segundo Gretchen Reynolds, em artigo do New York Times.

Os exercícios aumentam a produção dessa proteína, que é responsável por combater a substância kynurenine, causadora também da depressão. Portanto, os pesquisadores concluíram que "você reduz o risco de ter depressão quando se exercita", nas palavras de Maria Lindskog, uma das neurocientistas envolvidas no estudo.

3. Vinte minutos é suficiente
A grande questão quando se trata de exercícios físicos é: quanto tempo e com que frequência é preciso praticá-lo para colher os benefícios? De acordo com Reynolds, que escreveu um livro inteiro sobre o tema, 20 minutos é suficiente, especialmente se você não tem sido tão ativo assim nos últimos tempos. "Os primeiros 20 minutos de movimento para alguém que tem sido realmente sedentário promovem a maior parte dos benefícios para a saúde", de acordo com Reynolds. "Você ganha uma vida prolongada e reduz os riscos de doença."

Não se trata de usar a atividade física para perder peso – mas, sim, de se tornar mais em forma e, ao mesmo tempo, manter um coração e uma mente saudáveis. "Se alguém começa um programa de exercícios e aperfeiçoa seu treino, mesmo que não perca um grama, ele, em geral, vai ter uma vida mais longa e muito mais saudável", diz Reynolds.

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