Exercício físico ajuda combater dores da fibromialgia

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Apesar de não ter cura, a fibromialgia não é fatal e não causa danos às articulações, músculos ou órgãos internos. Porém, é bastante incômodo e, por isso, a principal recomendação para aliviar as dores é a prática regular de atividade física.

Ao se exercitar, o corpo libera endorfina e neurotransmissores com ação analgésica no sistema nervoso central, diminuindo a dor. Além disso, os exercícios ajudam também a melhorar o sono e o humor do paciente, que normalmente fica alterado por causa da síndrome. Porém, antes de começar a prática, é importante realizar uma avaliação antes de começar uma atividade física, que deve ser individualizada e prescrita por um médico.

Os exercícios aeróbicos no solo, como a caminhada, ou os na piscina são os mais bem estudados e determinantes na melhora dos sintomas da fibromialgia. Já as atividades de fortalecimento e alongamento também são eficazes e podem ser prescritas com segurança para tratar a síndrome.

Além da dor no corpo, o paciente com fibromialgia sente também dor ao ser tocado – seja num abraço ou até numa simples carícia. Fora o toque, a dor pode piorar também por causa do excesso de esforço físico, estresse emocional, infecções, exposição ao frio, sono ruim ou também traumas.

Esses traumas, inclusive, geralmente desencadeiam a fibromialgia, que normalmente começa com uma dor localizada crônica que acaba se alastrando por todo corpo. Porém, o motivo pelo qual a pessoa desenvolve a síndrome ainda é desconhecido.

O que se sabe é que há uma relação com a depressão, apesar dos dois problemas serem condições clínicas totalmente diferentes.

Isso acontece porque o sentimento negativo do comportamento depressivo influencia na interpretação do cérebro, o que pode aumentar ainda mais a dor do paciente com fibromialgia – por isso, quem tem a síndrome e não trata o quadro de depressão pode ter uma dor muito maior.

Embora não exista cura, a síndrome não é progressiva, ou seja, pode melhorar com o tempo e até existem casos em que os sintomas retrocedem quase totalmente. Por isso, o problema não pode ser considerado uma doença, mas uma condição clínica que exige controle e acompanhamento médico.
 

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Estudo: exercícios x tentativas de suicídio

 Atletismo

A prática de exercícios físicos reduziu em 23% nas escolas de ensino médio nos Estados Unidos o número de casos de tentativa de suicídio de adolescentes nas escolas.
 
Os dados são de uma pesquisa realizada pela Universidade de Vermont, nos Estados Unidos, e usam dados do Observatório Nacional de Comportamento de Risco na Juventude dos Estados Unidos.

 
Segundo o levantamento, que levo em conta os dados de 13.583 alunos, os jovens que praticam atividades físicas por quatro ou mais dias da semana sofrem menos com pensamentos de auto-extermínio. Esses pensamentos, diz o estudo, são frequentemente induzidos por problemas de baixa auto-estima, ansiedade, depressão e tristeza prolongados.
 
O dado faz parte de um amplo levantamento sobre saúde mental e medidas que podem causar efeitos positivos em jovens. 
 
Desde 2001, a carga horária dedicada às atividades físicas, artes e recreação vem caindo nos Estados Unidos. A carga horária vem sendo redirecionada para o ensino de matemática e leitura.
 
Segundo o estudo, desde 2006, o número de escolas que não oferecem mais nenhum tipo de atividade física a seus alunos cresceu 40%. Atualmente, metade das escolas de ensino médio naquele país oferece menos de 3 horas por semana de atividade física a seus alunos. 
 
A recomendação é que jovens de 15 a 19 anos pratiquem uma hora todos os dias de atividades físicas moderadas a intensas.

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Sedentarismo é o maior inimigo da saúde cardíaca da mulher

 
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O sedentarismo parece ser o principal factor de risco ao coração da mulher, elevando as hipóteses de uma doença cardíaca de forma mais intensa do que tabagismo, obesidade e hipertensão, por exemplo. A conclusão faz parte de um novo estudo australiano publicado na última edição da "British Journal of Sports Medicine".

O trabalho baseou-se nos dados de mais de 30 mil mulheres entre 22 e 90 anos que participaram numa pesquisa nacional na Austrália. Os cientistas analisaram os casos de doença cardíaca entre estas mulheres e avaliaram o impacto de cada factor de risco sobre a condição.

Antes dos 30 anos, o cigarro tem maior impacto sobre o risco de uma doença cardíaca. Mas à medida que as mulheres envelhecem, muitas deixam de fumar e a inatividade física torna-se o factor de risco dominante para o problema.

Esses resultados indicam que mais esforços precisam ser feitos para promover a prática de atividade física entre mulheres de todas as faixas etárias: Se todas as mulheres com mais de 30 anos seguissem as recomendações sobre prática de exercícios – ou seja, pelo menos 150 minutos por semana de atividade física moderada — a vida de muitas delas poderia ser salva todos os anos.

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E se o exercício puder ser tomado em comprimido?

E se o exercício puder ser tomado em comprimido?

É o sonho de todos os preguiçosos deste mundo: ter os benefícios da prática de atividade física numa drageia, sendo que o maior esforço é ter de engolir um gole de água. E talvez esse dia esteja mais próximo do que alguma vez se poderia imaginar.

Dois recentes estudos publicados nas revistas científicas Cell Metabolism e Trends in Pharmacological Sciences vêm reafirmar uma possibilidade que tem sido estudada nos últimos dez anos.

O primeiro estudo permitiu pela primeira vez mapear exatamente o que acontece ao nível dos músculos após a prática intensa da atividade física: 1 004 alterações moleculares que não estavam até então relacionadas com o exercício.

E criar "comprimidos de exercício" é a abordagem do segundo trabalho de revisão - medicamentos que contêm as substâncias que mimetizam os efeitos fisiológicos do exercício físico no corpo humano. Não pretendendo ser um substituto da atividade física, este comprimido será potencialmente usado em pessoas com reduzida capacidade muscular, quando o exercício regular não é viável, como nos casos de paralisia, obesidade, acidente vascular ou vários tipos de lesões.


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Atividade física traz benefícios para o raciocínio e o cérebro

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É inegável os inúmeros benefícios que a prática de atividade física traz para a saúde e bem-estar geral. No entanto, ao se perguntar como e porque um esforço físico pode trazer tantos benefícios, nos deparamos com a falta de real compreensão da população sobre o fascinante processo ocorrido no corpo humano.

Em relação ao sistema nervoso, ao cérebro e às questões de raciocínio, existem, basicamente, três aspectos muito importantes a serem considerados e que são diretamente influenciados pela prática de exercícios físicos.

O primeiro se refere ao entendimento que as pessoas têm sobre movimentos e exercícios. Elas imaginam que o exercício acontece apenas no corpo, nos ossos, músculos, coração, pulmões, etc. Exceto no cérebro. Na realidade, a execução de cada movimento é comandada o tempo todo pelo cérebro. Ele é responsável por mandar estímulos para os músculos para que ocorra a contração de um, o relaxamento de outro, e recebe outros tantos estímulos que o ajudam a controlar a precisão dos movimentos, levando o braço mais para cima ou para baixo, por exemplo.

Essa grande quantidade de estímulos que vão e que chegam a determinadas áreas do cérebro fazem com que aquelas células permaneçam ativas e trabalhando. Assim, movimentos e exercícios físicos também mantêm a atividade cerebral em alta.

O segundo aspecto refere-se ao equilíbrio na produção de substâncias como os hormônios, por exemplo, que acontece de maneira saudável quando a pessoa é ativa e pratica regularmente uma atividade física. Esse equilíbrio transforma o "ambiente do corpo" em um lugar saudável para as células viverem.

O sistema circulatório compõe o terceiro aspecto diretamente influenciado pela prática de atividade física. Indivíduos que se exercitam regularmente têm esse sistema eficiente.

Constituído por vasos sanguíneos e pelo coração, o sistema circulatório é responsável por realizar o transporte de nutrientes e oxigênio para todo o corpo. A prática regular de exercícios auxilia a condução desses elementos essenciais para a vida, mantendo todas as células do corpo bem supridas e bastante saudáveis.

Com um ambiente corporal saudável, um bom fornecimento de nutrientes e oxigênio, e com células cerebrais ativas, através da execução e controle de movimentos das atividades físicas, teremos mais facilidade de raciocínio e preservação maior do sistema nervoso.

Tais benefícios deveriam ser muito mais difundidos. Dessa forma, pessoas que já se exercitam saberiam de todo o bem que estão fazendo não só para seu corpo, como também para sua mente e cérebro. E, na outra ponta, pessoas que hoje são sedentárias teriam ainda mais razões para a transformação, na busca por uma vida mais ativa e de muito mais saúde.

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Tecido Adiposo e a Atividade Física


O tecido adiposo é um tecido formado por células gordas. Devido às influências hormonais, os homens têm maior tendência para acumular um excesso de gordura à volta da cintura, enquanto as mulheres têm uma maior tendência em armazenar gordura numa camada fina por baixo da pele e em zonas como as ancas e músculos. Quanto maior o excesso de gordura acumulado, especialmente à volta da cintura, maior o risco de se desenvolver um problema de saúde.
 
O nível de atividade física de um indivíduo é calculado fazendo um rácio entre o gasto energético total e o gasto energético em repouso, no decurso de um dia (24 horas). Quanto mais ativo é um indivíduo maior é o seu nível de atividade física. Abaixo de 1,49, considera-se que o nível de atividade é baixo;  um nível de atividade física de aproximadamente 1,5 é médio e acima de 1,9 o indivíduo tem um nível de atividade física elevado.
 
A prática de uma atividade física intensa tem uma relação clara com a manutenção de um peso estável 1,2. Considera-se intenso qualquer tipo de exercício que eleve a frequência cardíaca e respiratória (falta de ar) e que requeira um esforço considerável. Alguns exemplos de atividades físicas vigorosas são: corrida, andar de bicicleta (rapidamente), praticar aeróbica, e  desportos competitivos como o futebol, o hóquei e o voleibol.
 
As crianças e adolescentes que realizam uma importante atividade física apresentam níveis de gordura corporal inferiores aos que não praticam. Segundo alguns estudos, as crianças europeias com 9 e 10 anos de idade que praticam uma atividade física intensa, durante mais de 40 minutos por dia, têm um menor nível de gordura corporal do que as crianças que apenas praticam exercício físico intenso entre 10 a 18 minutos por dia.
 
Os estudos sugerem que se necessita de um nível de atividade física de cerca de 1,8 para minimizar qualquer ganho de peso. Este nível corresponde a uma atividade física moderada, como o estar de pé ou caminhar, como as donas de casa, vendedores, empregados de mesa, mecânicos e comerciantes. Para equiparar esta situação com as recomendações da Organização Mundial de Saúde (OMS) de 30 minutos de atividade física na maioria dos dias da semana, a maior parte dos indivíduos necessita de incluir alguma atividade física extra no seu dia-a-dia. As pessoas que praticam uma actividade física intensa têm um nível de atividade mais elevado porque gastam mais energia.
 
Pelo contrário, está comprovado que níveis de atividade física baixos e médios estão relacionados de forma significativa com o aumento da gordura corporal, tanto nos homens como nas mulheres. Assim, um indivíduo pode precisar de 60 a 90 minutos de caminhada (ritmo acelerado), ou uma quantidade equivalente de atividade por dia, de modo a gastar a quantidade de energia necessária para manter o seu peso estável . Contudo, reduzir o consumo de calorias também pode ajudar a manter o equilíbrio energético, não tendo no entanto os efeitos benéficos para a saúde que estão associados à actividade física.
 

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Atividade física na terceira idade


O envelhecimento é um processo natural do ser humano. No entanto, o que define se sua vida será longa e saudável são os seus hábitos.
A prática regular de atividade física contribui para uma vida saudável, fortalecem os músculos e ajudam na formação da massa óssea. Confira:
Exercícios de Alongamento
  • Alongam os músculos e são importantes para manter a flexibilidade.
  • Preparam para os exercícios de fortalecimento.
  • Diminuem o risco de lesões – como distenções.
Exercícios de Fortalecimento
  • São os mais importantes para quem tem Osteoporose.
  • Fortalecem músculos e ossos.
  • Ajudam a formar massa óssea.
Cópia de exercicio-idososExercícios Aeróbicos
  • Ajudam no condicionamento cardiorrespiratório.
  • Facilitam a realização de atividades diárias.

Atenção!
Os programas de exercícios físicos devem levar em consideração as capacidades físicas, limitações e necessidades de cada pessoa.
Os pacientes com Osteoporose, em tratamento, devem redobrar os cuidados e seguir orientação médica para exercitar-se de forma adequada e segura.
Nunca é tarde para mudar de comportamento. Procure um médico, dê início a uma atividade física e mantenha-se jovem por mais tempo.

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Dança é uma atividade física?

Dançar faz bem?

Atualmente existem muitas informações sobre os benefícios que os exercícios podem oferecer para nosso organismo, onde seus resultados positivos fortalecem a saúde física e mental do indivíduo. Os profissionais de saúde alertam que para conseguir aumentar a longevidade e qualidade de vida, certamente não existe combinação mais eficaz do que uma alimentação equilibrada em conjunto com atividades físicas regulares. O mais preocupante, é que mesmo diante de tanta informação e comprovação destes estudos, muitas pessoas não adotem os exercícios alegando falta de vontade para se exercitar.

Diante deste desafio, surge uma ótima alternativa para estas pessoas. Estamos falando da dança, isto mesmo! A dança é uma excelente alternativa para quem não se atrai pelas atividades convencionais. Dançar geralmente é algo que as pessoas fazem sem imaginar e conhecer os benefícios ligados ao exercício físico. Vamos aproveitar essa dica e destacar detalhadamente como a dança e exercício físico estão unidos em prol da saúde melhor.

Dança faz bem pra saúde?
Dança de salão, sapateado, forró, axé, zumba, ballet, street dance, fast dance, jazz, dança do ventre, e várias outras! Podemos dizer que a quantidade e variações destas modalidades são tão grandes que nem é possível listar todas. O importante a se destacar é que existe um ponto em comum, todos estes estilos fazem super bem à saúde!

Agora vamos falar dos benefícios que podem ser adquiridos com a prática frequente da dança: aprimorar a coordenação motora, melhorar o condicionamento físico, aumentar a flexibilidade, estimular a adaptação ao ritmo, entre outros.

Dança ajuda a emagrecer?
Nos benefícios citados acima não falamos sobre a perda de peso, pois esta fantástica vantagem deve ser destacada separadamente! Claro que variando de pessoa pra pessoa, além dos próprios estilos, tudo dependerá da frequência e intensidade, mas podemos afirmar que unida a uma boa alimentação, a dança é um exercício que pode sim te fazer ficar contente com o resultado na balança.

Veja alguns exemplos de gasto calórico:

Ballet – Queima 225 kcal por hora
Zumba – Queima 300 kcal por hora.
Como perder peso dançando?
Dançar emagrece?

Parece muito atraente não é mesmo? Mas é bom alertar que não é nada inteligente escolher o estilo de dança pelo seu gasto calórico, uma vez que se você não sentir prazer e atração ao praticar aquela dança, certamente você não vai conseguir ter frequência. Para auxiliar nesta escolha, experimente alguns estilos. Caso não seja possível, tente seguir seus gostos pessoais e afinidade com o ritmo. Se a escolha seguir esta ideia, a chance de permanência e satisfação nas aulas será muito maior.

O mais atrativo da dança, é que ela talvez seja o exercício mais democrático e flexível. Havendo vários ritmos e coreografias a serem explorados, todo mundo poderá investir nesta atividade, nem que seja pra aprender o famoso dois pra lá, dois pra cá.

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6 Alongamentos para melhorar dor na coluna


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Alongamentos são exercícios voltados para o aumento da flexibilidade muscular, que promovem o estiramento das fibras musculares, fazendo com que elas aumentem o seu comprimento. O principal efeito dos alongamentos é o aumento da flexibilidade, que é a maior amplitude de movimento possível de uma determinada articulação. Quanto mais alongado um músculo, maior será a movimentação da articulação comandada por aquele músculo e, portanto, maior sua flexibilidade.

Uma coluna com boa flexibilidade diminui o risco de lesão, principalmente para quem pratica alguma atividade física.

Abaixo faremos 6 exemplos de alongamentos para musculatura que influi na coluna coluna vertebral:

1) Deitada com os pés apoiados no chão e a coluna lombar encostada no apoio. Entrelaçar os dedos e levar os braços esticados em direção oposta ao corpo. Mantenha o alongamento por 10 segundos e relaxe.

2) Em pé mantendo os pés ligeiramente afastados e joelhos soltos, solte o corpo para frente sem tensões. Sinta o alongamento dos músculos posteriores da perna e coluna. Mantenha o alongamento por 15 segundos e volte à posição inicial, endireitando o corpo de baixo para cima, sendo a cabeça a última parte a se endireitar.

3) Em pé, quadril encaixado, joelhos soltos, leve os braços estendidos para cima. Mantenha o alongamento por 10 segundos e relaxe.

4) A partir da posição inicial do exercício anterior, incline o corpo para um lado. Mantenha o alongamento por 10 segundos e relaxe. Faça o mesmo para o outro lado.

5) Deitada com as pernas flexionadas e com os pés apoiados no chão. Certifique-se que a coluna lombar esteja totalmente encostada no apoio. Com o auxílio de uma toalha em volta de um pé, estique uma das pernas de forma que a coxa fique em ângulo reto com o quadril. Os músculos do pescoço e ombros devem permanecer relaxados. Sinta o alongamento dos músculos posteriores da coxa e da barriga da perna. Mantenha o alongamento por 15 segundos e relaxe. Repita o exercício com a outra perna.

6) Incline o corpo e apóie os braços sobre uma mesa, mantendo o quadril fletido, joelhos soltos e a região lombar reta. Estenda os joelhos suavemente. Certifique-se que sua coluna esteja reta, pois este exercício mal feito poderá afetar a sua coluna. Mantenha o alongamento por 20 segundos e relaxe, levantando o corpo lentamente, de forma que a cabeça seja a última a se endireitar.

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A dieta e a atividade física na manutenção da saúde óssea




É de consenso entre os profissionais da saúde que atividade física e alimentação balanceada são a fórmula do sucesso para quem procura mais saúde e qualidade de vida. Para a manutenção da saúde óssea são necessários vitaminas e minerais específicos que constituem a massa óssea e auxiliam no fortalecimento dos ossos.

Alguns nutrientes como cálcio, fósforo, magnésio, vitaminas D e K exercem efeito significativo no desenvolvimento da massa óssea e, portanto, devem estar presentes na dieta em quantidades adequadas. O cálcio, o fósforo e o magnésio são fundamentais para a mineralização óssea, a qual acontece ao longo da vida e em ciclos.1,2

O primeiro ciclo, denominado pico de massa óssea, ocorre até aproximadamente 28 anos de idade e é o momento em que há maior formação do tecido ósseo. Assim, com a ingestão adequada desses minerais na infância e na adolescência, é possível reduzir o risco de fraturas com o avançar da idade.1,3 A recomendação de ingestão diária de cálcio é de 1.000 mg; de fósforo é de 700 mg e de magnésio é de 240mg para crianças, 300mg para adolescentes, 320mg para mulheres e 400mg para homens.4,5,6 Depois, o segundo ciclo é a consolidação do tecido ósseo e, por último, acontece o ciclo de perda de massa óssea, quando os ossos passam a enfraquecer devido à idade e quando os minerais consumidos durante o primeiro ciclo podem fazer a diferença.1,3

A vitamina D estimula a absorção de cálcio, regula o metabolismo do fósforo, além de auxiliar na formação e maturação do tecido ósseo. A ingestão diária recomendada é de 600 UI por dia e sua absorção é favorecida com a exposição da pele ao sol.3,4,7 Já a vitamina K, atua como facilitador da ação de proteínas que participam do processo de mineralização óssea. Para as mulheres, o ideal é consumir 90 microgramas por dia e, para os homens, o ideal é 120 microgramas por dia.6,7

Assim, para atingir as recomendações de ingestão, é necessário estar atento aos alimentos que tem maior quantidade de cada nutriente. O cálcio está presente no leite e derivados e nas bebidas à base de soja enriquecidas; o fósforo em carnes e oleaginosas; o magnésio em hortaliças e frutas; a vitamina D em peixes e a vitamina K em vegetais verde-escuros.

Ter uma alimentação balanceada em conjunto com a prática de atividade física duplica os benefícios para a saúde óssea. Principalmente os exercícios físicos de força e de médio impacto, que contribuem para manter e melhorar a densidade mineral e evitar a perda de massa óssea no processo de envelhecimento.8,9,10,11 Além destas vantagens , a atividade física também melhora a força, a massa muscular e a flexibilidade das articulações.11 A ingestão inadequada de nutrientes que participam da saúde óssea associado ao sedentarismo podem antecipar o aparecimento de certas doenças comuns apenas ao envelhecimento, como osteoporose e osteomalácia, que deixam o osso poroso e geram fraturas.

Dessa forma, praticantes de atividade física que possuem alimentação balanceada e com consumo adequado de nutrientes apresentam melhora da saúde óssea. A adoção desses hábitos de vida saudáveis é importante não apenas para os ossos, mas também para a melhora da saúde de todo o organismo e a consequente prevenção de doenças.
Fonte: Portal da Educação Física

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Benefícios à saúde proporcionados pela atividade física



De acordo com os U.S. Centers for Disease Control, os benefícios da atividade física para a saúde superam em muito os riscos de se machucar. A ciência mostra que a atividade física pode reduzir o risco de morte prematura das principais causas de morte, como doenças cardíacas e alguns tipos de câncer. Todos podem obter os benefícios da atividade física para a saúde, não importando a idade, raça, volume corporal ou forma física.

Pesquisas mostram que a atividade física regular pode ajudar a reduzir o risco de várias doenças e a melhorar as condições de saúde e a qualidade de vida geral. Os benefícios em longo prazo para a saúde incluem:

Reduz os riscos de morte prematura.
Reduz os riscos de morte por doenças cardíacas.
Reduz os riscos de desenvolver diabetes.
Reduz os riscos de desenvolver pressão arterial alta.
Ajuda a reduzir a pressão arterial em pessoas que já sofrem desse mal.
Reduz o risco de desenvolver câncer de cólon.
Reduz os sintomas de depressão e ansiedade.
Ajuda a controlar o peso.
Ajuda a desenvolver e manter os ossos, músculos e articulações saudáveis.
Ajuda os idosos a ficarem mais fortes e terem mais capacidade de se movimentar sem cair.
Promove o bem estar psicológico.
Pessoas fisicamente ativas durante cerca de sete horas por semana tem um risco 40% menor de morte prematura do que aquelas que são fisicamente ativas por menos de 30 minutos por semana. Fazer pelo menos 150 minutos de atividade aeróbica de intensidade moderada por semana pode diminuir o risco de morte prematura, incluindo o risco de morte prematura por doença coronariana, a principal causa de morte em muitos países ao redor do mundo.

No entanto, não há a necessidade de muitas horas de atividade física nem de atividade de intensidade vigorosa para reduzir o risco de morte prematura. Pessoas que são normalmente inativas podem melhorar sua saúde e bem-estar tornando-se moderadamente ativas em uma base regular. Embora seja possível obter benefícios para a saúde, ainda maiores, aumentando a quantidade (duração, frequência ou intensidade) de atividade física, todos podem obter benefícios para a saúde ao se tornarem fisicamente mais ativos.

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A caminhada e o seu corpo


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Uma caminhada realizada de 20 a 60 minutos de três a seis vezes por semana,  traz inúmeros benefícios para o bem-estar físico e mental. Alguns deles são melhora da circulação e do funcionamento do intestino, controle do colesterol, perda de peso, redução dos riscos trazidos pelo diabetes, aumento da qualidade do sono, alívio da depressão e diminuição do estresse e da ansiedade.  

Ela tem o gasto calórico inferior ao da corrida (700 calorias por hora) ou da natação (550 calorias por hora). Porém, ela é considerada um bom exercício aeróbico. Com perda média de 250 calorias por hora, a atividade, diz o especialista, é suficiente para ter gerar a redução de quilos quando conciliada com uma dieta equilibrada de emagrecimento.

Andar também trabalha a musculatura. Quando a caminhada é realizada em uma superfície plana, são mais exigidos músculos dos membros inferiores como glúteos, panturrilhas e quadríceps. Em um aclive, o glúteo e a panturrilha são mais solicitados e o principal esforço fica com o quadríceps. Os músculos do tronco são exercitados em todos os casos.

Então, os benefícios de uma boa caminhada para o corpo são inúmeros. E ao longo do tempo, seu corpo mudará!

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Exercícios físicos diminuem em até 70% os sintomas da asma

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Um estudo realizado pela Universidade de São Paulo (USP) apontou que a prática de exercícios aeróbicos diminuem em até 70% os sintomas da asma. A doença é considerada um distúrbio pulmonar crônico, que pode ser caracterizada por meio de três aspectos: obstrução das vias respiratórias; inflamação das vias respiratórias e hiper-reatividade das vias respiratórias a vários estímulos (alérgenos, farmacológico e imunológico, químico, virais, ambientais, genéticos e exercícios).

O exercício físico pode ser usado como tratamento para a asma, principalmente os de meio aquático como a natação e a canoagem. Mesmo o exercício sendo indicado para o tratamento da doença, alguns pacientes se restringem à prática devido ao desconforto na ocorrência dos sintomas característicos da asma, desestimulando a continuidade da prática da atividade física.

Porém, para que o asmático pratique esportes, é fundamental que o paciente esteja sob tratamento médico e seja realizada prova de função respiratória com resultados satisfatórios e parâmetros ventilatórios que suportem a realização de exercícios. Entretanto, alguns pacientes apresentam um tipo de asma chamada Asma Induzida por Exercício (AIE), podendo ser identificados pela tosse, chiado e falta de ar após o exercício vigoroso, devido a obstrução transitória que ocorre nas vias aéreas. Dentre as atividades que mais desencadeiam a AIE estão a corrida e o ciclismo.

O exercício físico melhora a condição física do asmático permitindo-lhe suportar com mais calma os agravos da saúde, pois aumenta a sua resistência fornecendo-lhe reservas para enfrentar as crises obstrutivas.

A prática de atividades físicas não trata a asma, mas auxilia no tratamento, contudo é primordial uma análise pulmonar detalhada para saber se esse exercício realmente vai colaborar com o controle da doença ou não.

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Conheça o blog Esporte com Saúde

Esporte Com Saúde
 

Para pessoas que sofrem de osteoporose e os seus sintomas, é importante estar atento a fatores que possam melhorar o seu quadro e sua qualidade de vida. Para isso, estar bem informado é fundamental.

Dentro dos blogs do Sua Saúde, há um blog que a gente fala, bastante, sobre a influência da atividade física na melhora de qualidade de vida das pessoas, não só quem tem osteoporose.

O blog Esporte com Saude traz posts que demonstram as diversas atuações da atividade física. Há, claro, vários posts para quem tem Osteoporose, basta utilizar o campo de busca com a palavra 'Osteoporose' para achar.

É a dica da semana

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Três ótimos motivos para não ser sedentário


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A prática regular de atividades físicas traz diversos benefícios à saúde. Além dos resultados estéticos, movimentar o corpo faz bem para o coração e para a mente, uma vez que ajuda no controle da ansiedade e do estresse. O que pode surpreender é que o exercício físico também serve como aliado para prevenir e retardar o avanço de doenças degenerativas. Muitas vezes, são patologias hereditárias e ainda sem cura, caracterizadas pela lesão gradual de células do organismo e cuja evolução traz limitações físicas e mentais, como o Alzheimer e a doença de Parkinson.

Sabe-se que o exercício aeróbico favorece a conexão entre os neurônios, aumentando a capacidade de aprendizagem e adaptação. O mesmo ocorre quando o cérebro é estimulado com exercícios mentais, como jogos de estratégias e aprendizado de idiomas.

Então, vamos a três ótimos motivos para não ser sedentário

-Ao atrasar o avanço das doenças degenerativas, os exercícios permitem que o paciente preserve por mais tempo a memória e a noção de tempo e espaço. O sono mais equilibrado, consequência do exercício físico, também favorece as capacidades cognitivas.

-A prática de atividades físicas tem um lado preventivo, pois possibilita a formação de novas conexões no cérebro. Isso é muito importante diante de doenças como Alzheimer, cuja principal característica é a perda progressiva de conexões neurais.

-Trabalhar o corpo favorece a produção de hormônios que dão sensação de bem-estar, como a endorfina. Por isso, quem faz exercícios regularmente fica mais alegre e estável, menos sujeito a ansiedade e depressão.

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Grávidas que fazem exercício reduzem riscos de Diabetes


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Se a prática do exercício começar logo nos primeiros tempos da gestação, os ricos de ficar diabética caem mais de 30% em comparação com as grávidas que não se exercitam, conta o The Guardian.
Gema Sanabria-Martinez, do hospital espanhol Virgen de la Luz, conduziu o estudo que analisou 13 anteriores estudos que envolveram 2.897 mulheres e investigaram a relação entre a prática de exercício físico e os riscos de sofrer de Diabetes gestacional.

Uma das principais conclusões é que as grávidas ativas além de ficarem menos propensas de sofrer Diabete, não ganhavam tanto peso durante a gestação como aquelas que se mantinham sedentárias. Além disso, as mulheres que fizeram exercício durante a gravidez deram à luz bebés mais saudáveis, conta o The Guardian.

A equipa liderada por Virgen de la Luz indica que "os resultados mostram que o exercício físico durante a gravidez reduz o risco de Diabetes gestacional e também reduz o ganho de peso".
Treinos aeróbicos, de força, resistência, flexibilidade e alongamento são os mais aconselhados.

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A importância do esporte coletivo à saúde de crianças e adultos

 Divulgação/LNB

A gente já está cansado de saber que a atividade física faz bem à saúde das pessoas. Mas e os esportes? Quando as crianças começam a praticar esportes, seja por conta própria, seja com a supervisão de um profissional, elas aprendem e desenvolvem habilidades importantes para seu desenvolvimento.

O grau de aprendizado das habilidades depende do grau de maturidade das crianças e de suas experiências, da qualidade do ensino que recebem, assim como do grau de dificuldade em realizar as tarefas.

Quando as crianças aprendem algo novo, elas podem desenvolver habilidades cognitivas, respeitar o corpo, aumentar a autoestima, trabalhar o equilíbrio emocional (força de vontade, autocontrole, autoconfiança), reconhecer o outro e saber compartilhar, trabalhar em grupo, desenvolver autonomia e estimular a criatividade.

Já os adultos podem aprender a trabalhar em equipe ainda que não tenham adquirido estas habilidades na infância. Dentre as aptidões que podem desenvolver, há a mudança positiva na autopercepção e no bem-estar; a melhoria na autoconfiança, a mudança positiva no humor; o alívio da tensão e de sentimentos como a depressão e a ansiedade; a influência na amenização da tensão pré-menstrual; o aumento da sensação de bem-estar mental, maior apreciação da prática de exercícios e de contatos sociais; e o desenvolvimento de estratégias positivas para enfrentar situações de estresse no dia a dia.
A promoção da saúde é considerada um incentivo às relações sociais, tais como coleguismo, amizade e paixões, seja no ambiente doméstico, seja no contexto profissional.

Apesar de todos os benefícios propiciados pela prática de exercícios e de esportes, poucos estudos incluem na amostra indivíduos ex-atletas para verificar se a interrupção ou afastamento do esporte podem promover manutenção ou alteração dos níveis de ansiedade, resiliência e qualidade de vida.
Estudos mostram que atletas têm maiores níveis de qualidade de vida que indivíduos não-atletas, tanto em aspectos de saúde mental quanto em aspectos físicos e sociais. Esses achados indicam que o passado atlético pode contribuir para a melhora da qualidade de vida, já que também está associado à melhora de aspectos físicos e mentais.
Com ajuda do Hospital São Luiz

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Exercício físico orientado ajuda na luta contra o câncer

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O exercício físico orientado é um grande aliado para pacientes com câncer. Evidências cada vez mais abundantes mostram o benefício da prática regular e orientada do exercício físico nessa população, seja no âmbito da prevenção ou da terapêutica.

Quanto à prevenção, as evidências são significativas, sobretudo no que diz respeito à redução do risco de câncer de mama e de cólon. Há evidências consideráveis também para o câncer de próstata e alguma evidência para o câncer de pulmão, endométrio, estômago, fígado e rim.

Quanto aos efeitos terapêuticos, os benefícios estendem-se a todos os grupos. Além dos benefícios gerais associados à prática regular de atividade física, relativos à capacidade cardiopulmonar e metabólica, ao condicionamento musculoesquelético, à saúde mental, à imunidade e ao sono, há benefícios específicos em pacientes oncológicos:
  • Melhora a fadiga oncológica.
  • Melhora a qualidade de vida.
  • Auxilia o controle de peso que influencia a disponibilidade hormonal e a carcinogênese.
  • Contrapõe o efeito da depleção hormonal sobre o sistema musculoesquelético.
  • Reduz a recorrência e mortalidade em alguns cânceres.
Há também pesquisas envolvendo pacientes com câncer de mama, próstata, cólon, bexiga, útero e melanoma, que demonstram que a prática regular de atividade física contribuiu de forma significativa para a melhora da qualidade de vida. Recomenda-se ao menos 150 minutos de atividade física moderada por semana.

Para a realização segura do exercício, além da estratificação de risco cardiovascular usual para a prescrição do exercício, é necessária a avaliação e adequação diante das prevalentes alterações neuromusculares, hematológicas e linfáticas, ao uso de quimioterápicos cardiotóxicos, a quadros álgicos, aos cuidados relativos à presença de doença óssea metastática e à doença de base.​

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Sedentarismo é o principal causador do cansaço excessivo



O sedentarismo atinge cada vez mais os brasileiros tornando qualquer tarefa simples em uma guerra contra o cansaço. Com os dias cada vez mais corridos, tempo para exercícios físicos tornou-se raríssimo.

Uma pesquisa realizada pelo Ibope mostra que quase 100% dos brasileiros se sentem cansados, e 61% muito cansados. O sedentarismo é o principal causador deste cansaço excessivo. Geralmente coloca-se a culpa na correria do dia a dia, mas, o verdadeiro causador dessa situação é o sedentarismo.

Pode não parecer, mas quanto menos atividade física se pratica, mais cansado o corpo permanece. É como um circulo vicioso. Quando pratica-se atividades físicas, o corpo libera o ácido láctico, substância que dá a sensação de dor. O corpo interpreta essa dor como uma agressão e reage com a tal falta de ânimo.

Se não houver persistência no momento de praticar exercícios – e de aguentar as dores iniciais – a tendência é de que o corpo “reclame” depois de qualquer mínimo esforço. A sensação de cansaço é cada vez maior e não é recuperada com o descanso.

A solução para esse problema é praticar exercícios físicos regularmente, mas sem exageros. De acordo com a recomendação da Organização Mundial da Saúde (OMS), seria necessário queimar cerca de 2200 calorias semanalmente. Esse número não precisa ser atingido somente praticando exercícios físicos, mas sim em atividades do dia a dia, como subir escadas e varrer a casa.

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Estudo: "Quarentões" ativos têm risco de câncer reduzido até pela metade


Homens "quarentões" em boa forma física têm menos chances de desenvolver cânceres de pulmão e colorretal. É o que sugere um estudo publicado pela revista médica especializada JAMA Oncology.

O estudo determinou que correr ou andar 1,6km em menos de 12 minutos é um parâmetro para boa forma 

Os pesquisadores da Universidade de Vermont, nos Estados Unidos, também sugerem que a combinação de boa alimentação e bom nível de atividade física aumenta as chances de sobrevivência para homens em boa forma no caso de eles diagnosticados com a doença.

E alertam ainda que mesmo pequenas melhorias na rotina de exercícios já podem diminuir os riscos de câncer.

Ainda que exercício e alimentação balanceada sejam medidas já conhecidas para reduzir as possibilidades de se ficar doente, a autora do estudo da Universidade de Vermont, Susan Lakoski, acredita ser benéfico dizer as pessoas o quanto elas precisam melhorar sua forma física para reduzir o risco de câncer a níveis aceitáveis.

Isso viria sob a forma de planos personalizados de exercícios, que mediriam, por exemplo, sua capacidade cardiorrespiratória.

Teste da esteira

O estudo analisou 14 mil homens no Estado americano do Texas, com idades variando entre 46 e 50 anos. Os pesquisadores testaram o condicionamento físico dos voluntários fazendo-os correr numa esteira até a exaustão.

Os voluntários, então, tiveram sua forma física testada a cada seis anos e meio entre 1971 e 2009.

Entre 1999 e 2009, 1.310 homens tiveram câncer de próstata, 200 de pulmão e 181 desenvolveram o colorretal.

Segundo os pesquisadores, homens com alto nível de atividade física na meia-idade reduziram seu risco de câncer de pulmão em 55% e o de colorretal em 44%, em comparação com homens mais sedentários - mais especificamente os que demoraram mais de 12 minutos para correr ou andar uma milha (1,6 km).

Porém, o estudo descobriu que homens com boa condição física não mostraram redução de risco de desenvolvimento de câncer de próstata.

Os autores do estudo acreditam que isso se deve em parte ao fato de homens de bom desempenho cardiorrespiratório em geral serem mais conscientes em relação a sua saúde e mais dispostos a se submeter a exames de câncer de próstata - o que aumenta as chances de diagnóstico.

Seja como for, segundo Lakoski, "a mensagem é que a prevenção começa antes do que se imagina".

"Seus hábitos e sua forma física têm impacto no que vai acontecer 20 ou 30 anos mais tarde. E muita gente não pensa nisso".

A pesquisadora afirma no estudo que apenas estar em forma física acima da média já traz vantagens para a saúde.

Um porta-voz da ONG britânica Cancer Research, Tom Stansfeld, diz que a pesquisa mostra uma nova via de estudo das relações entre forma física e o risco de câncer.

"Praticar atividades físicas regularmente é ótimo para a saúde e o estudo mostra que os benefícios são muito maiores do que somente para a saúde cardíaca", afirma Stansfeld

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7 Grandes benefícios de uma pequena caminhada

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E se houvesse algo que você pudesse fazer todos os dias que queimasse calorias, fosse bom para o seu coração e ajudasse a mantê-lo jovem. Você faria, certo?

Essa é a causa pela qual os médicos são tão loucos por caminhadas, especialmente frente a uma nova pesquisa que diz que andar faz bem para tudo desde cortar os riscos de câncer de mama até ajudá-lo a dormir.

1. É excelente para o coração

Um estudo recente descobriu que andar rapidamente por 30 minutos todos os dias reduz suas chances de desenvolver a síndrome metabólica, que gera uma série de fatores de risco ligados a doenças cardíacas, diabetes e derrame. Estima-se que centenas de milhões de mulheres pelo mundo sofram de síndrome metabólica. Não tem tempo para uma caminhada diária de meia hora? 

2. Reduz os riscos de câncer de mama

Andar, mesmo por poucas horas na semana reduz significativamente o risco de câncer de mama, de acordo com um estudo. A idéia é que andar ajuda a reduzir os níveis de gordura corporal, uma fonte de estrogênio. Foram pesquisadas 74 mil mulheres na pós-menopausa com idades entre 50 e 79 anos. Aquelas que tinham um peso normal tiveram risco 30% menor de contrair a doença. As que estavam acima do peso reduziram entre 10 e 20% as chances. Mulheres mais jovens podem conseguir benefícios similares.

3. Ajuda o sono

Uma caminhada rápida pela tarde irá colaborar para uma melhor noite de sono. Andar pode aumentar os níveis de serotonina, o hormônio da felicidade, que relaxa seu corpo. O aumento na temperatura corporal que a caminhada gera pode sinalizar o seu cérebro para baixar a temperatura em seguida, o que promove o sono. Evite andar duas horas antes de ir para a cama. É muito tarde para resfriar o corpo.  

4. Faz você feliz

Andar pode aliviar a depressão, ansiedade e estresse. Apenas uma caminhada de 30 minutos pode fazer você sentir-se melhor quando está triste, descobriu um estudo. Amplie este tempo para 90 minutos, cinco dias da semana, e você sentirá uma grande melhora, de acordo com um novo estudo. A explicação possível: Andar ajuda o corpo a produzir endorfinas, elementos químicos que melhoram o humor. 

5. Mantém a magreza

Andar por 30 minutos por dia pode prevenir ganho de peso em pessoas fisicamente inativas, segundo outro estudo. Pesquisadores também descobriram que mulheres que andem por uma hora, cinco dias por semana e consumiam 1.500 calorias por dia perderam 11quilos e mantiveram este peso longe ao longo de um ano. A razão pela qual caminhar ajuda a controlar o peso? Fácil! "Quanto mais difícil o exercício, menos pessoas o farão", disse o médico ortopedista Johnny Benjamin. 

6. Protela a velhice

Diversos estudos em pessoas mais velhas sugerem que andar, mesmo por apenas 45 minutos por semana, ajuda a evitar doença de Alzheimer. Passeios regulares também estão ligados a boa lucidez em idosos. Mas não importa a sua idade, andar tem boas chances de ajudar a manter a sua mente ativa, especialmente se você anda com seus amigos; falar enquanto caminha é um excelente estimulante cerebral, segundo Benjamin. »

7. Protege seus ossos

Apenas 30 minutos de caminhada, três vezes por semana, faz maravilhas para prevenir e tratar o afinamento dos ossos. Este tipo de exercício, que usa 95% dos seus músculos, faz com que seus ossos fiquem mais fortes para que possam agüentar a carga.

[Fonte]

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7 razões de saúde que não impedem a prática de atividade física


exercício é remédio
 

Hoje o consenso entre pesquisadores é que, com os devidos cuidados e sob orientação especializada, exercícios físicos podem ser realizados com segurança mesmo por portadores de doenças crônicas.

1. Osteoporose

É verdade que o risco de uma queda render fraturas cresce em gente com ossatura frágil. Mas, é possível lançar mão da musculação para derrubar essa barreira: afinal, músculos bem trabalhados servem como amortecedores de impacto e trazem equilíbrio. Como se não bastasse, as atividades de resistência solidificam o esqueleto. Um artigo da Universidade Walsh, nos Estados Unidos, demonstra ainda que sujeitos com osteoporose que vão à academia regularmente dependem menos de terceiros para cumprir tarefas do cotidiano. Caminhada também traz benefícios para quem sofre com a fragilidade óssea. No passado, acreditava-se que, por proporcionar choques potentes dos pés com o chão, a corrida seria mais construtiva ao esqueleto. Mas hoje se sabe que o impacto das passadas regulares estimula a produção de massa óssea, com a virtude de causar menos fraturas por estresse do que a corrida.

2. Artrose

A osteoartrite, também conhecida como artrose, nada mais é do que um desgaste das juntas. As dores e a rigidez muscular que provoca costumam tirar a disposição para se mexer. Mas incluir a musculação na rotina é ótima estratégia para conter a chateação. Ela é um dos métodos mais eficazes para proteger as articulações, porque favorece a produção do líquido sinovial, que mantém as cartilagens nutridas e íntegras. Sempre com orientação de um professor, o ideal é reduzir as repetições e aumentar a carga, o que dá um gás a mais às fibras musculares que seguram o tranco imposto às juntas toda vez que damos um passo ou subimos a escada. Outro ponto importante é dar foco à área abalada. Quem sofre com artrose de joelho, por exemplo, faz de tudo para não usar a perna afetada de apoio. Ocorre que o desuso enfraquece os músculos, abrindo as portas para mais incômodos. O jeito é dedicar tempo ao desenvolvimento do local debilitado. As juntas se beneficiam também com a caminhada, que igualmente turbina o tal líquido que abastece a cartilagem – assim, garante a integridade dessa estrutura, responsável por impedir o doloroso atrito entre um osso e outro.

3. Hipertensão

Quem sofre de pressão alta pode mesmo malhar? O esforço não agravaria essa condição? Não, desde que ela esteja controlada e sejam feitos ajustes nos treinos. Na hora da musculação, por exemplo, em vez de trabalhar os dois braços ao mesmo tempo, a recomendação é fazer uma série só com o esquerdo e, depois, outra com o direito. Recrutar muitos músculos pode comprimir demais os vasos. Para saber a intensidade correta, preste atenção: se notar que está prendendo a respiração, você passou do ponto. Afinal, o simples fato de segurar o ar já joga a pressão para o alto. Opte, sob orientação profissional, por cargas mais leves. Nunca passe do seu limite – ou melhor, até pare um pouco antes de alcancá-lo. O ideal é executar algumas repetições a menos do que conseguiria se atingisse o máximo de esforço. E respeite as pausas: cada série precisa ser intercalada com um período de repouso de pelo menos um a dois minutos. Assim a pressão se mantém sempre em um nível tolerável.

4. Câncer de mama

Já não resta dúvida de que suar a camisa auxilia na prevenção e no tratamento da doença. As atividades físicas previnem a degeneração dos músculos e contornam o estresse e a tristeza – sentimentos comuns em pessoas diagnosticadas com tumores nos seios. E mais: pacientes com câncer que se conservam mais ativas dormem com maior facilidade. Quem enfrenta a doença, é claro, precisa tomar precauções específicas para não ameaçar a sua recuperação. Durante o tratamento, muitas vezes é difícil sair da cama mesmo com o aval do médico por causa de efeitos colaterais, como fadiga e enjoo, decorrentes da própria terapia. E, quando esses sintomas se manifestam de maneira intensa, de fato a atitude correta é descansar. Só que, no momento em que eles dão uma leve trégua, vale a pena tirar o corpo do marasmo. Parece contraditório, mas essa atitude atenua, mais tarde, a volta do cansaço e das náuseas. E não apenas as atividades aeróbicas são aliadas nessa hora. Levantar peso cerca de duas vezes por semana, por exemplo, diminui o linfedema, um inchaço que às vezes aparece nos braços de mulheres em terapia. Ioga também traz benefícios: na americana Universidade do Estado de Ohio, mulheres com câncer de mama realizaram essa modalidade duas vezes por semana. Após três meses, elas apresentaram uma menor concentração de substâncias inflamatórias, que colaboram para o tumor. Sem contar que a prática, por incluir a meditação, aplaca o estresse, outro fator que gera inflamações.

5. Obesidade

Ajustar a dieta e malhar é a combinação ideal para manter o peso. O Colégio Americano de Medicina do Esporte recomenda um mínimo de 150 minutos de atividade física moderada por semana, de modo a aprimorar a saúde como um todo. Se o objetivo é perder peso, no entanto, o mínimo estipulado sobe para 250 minutos. Contudo, principalmente entre sedentários, cumprir tal meta logo de cara chega a ser, sim, perigoso em algumas situações. A progressão deve ser gradual. O princípio vale sobretudo aos obesos, que, se extrapolarem seus limites, correm um alto risco de sofrer lesões e problemas cardiovasculares. Cada um precisa ser avaliado pelo seu médico e, combinado com a orientação de um profissional de educação física, encontrar a intensidade correta. Outra dúvida comum: musculação é indicado? Já adiantamos: puxar ferro sem equilibrar a dieta não implicará um grande emagrecimento. Mas exercícios de resistência ajudam a aprimorar a composição corporal, trocando gordura por massa magra, e deixam os praticantes menos propensos a sofrer panes no coração. Para isso vale investir em treinos curtos e intensos e realizar atividades que priorizem abdômen e costas.

6. Dores crônicas

Pessoas que sofrem de fibromialgia têm até medo de fazer ginástica. Isso porque a condição provoca incômodos dos pés à cabeça, que pioram quando se mexe além dos limites. Mas práticas leves funcionam como um remédio para amenizar os sintomas. Nesse contexto, a musculação auxilia a remover toxinas dos músculos, afastando as dores. Nas primeiras vezes que pisa na academia, o fibromiálgico não raro apenas executa o gesto de um exercício, sem carregar carga alguma – a meta é não disparar sensações dolorosas. Como boa parcela dos pacientes reclama de desconfortos logo depois de acordar e à noite, uma tática interessante é agendar os treinos nos momentos em que as dores dão uma trégua. E não vale forçar regiões sensibilizadas: se o ombro está pegando durante uma sessão, deixe-o de lado e trabalhe outras partes do corpo. Quando ele parar de incomodar, você compensa.

7. Gestação

Gravidez não é doença, nunca é demais lembrar. Vale também outra máxima: toda gestante deve controlar seu peso. Dois terços das futuras mamães ganham quilos além da conta, e gestantes obesas correm mais risco de sofrerem com dores articulares, diabete gestacional, pressão alta e infecções, entre outras complicações. Por isso, gravidez e sedentarismo não combinam. Muitas mulheres, com o intuito de proteger sua cria, deixam de se exercitar – ou veem na fase outra justificativa para estender a preguiça e nem começar. Acontece que as atividades físicas, desde que leves, não oferecem risco na maioria dos casos. E, claro, são grandes ajudantes na manutenção do peso. Isso porque queimam calorias e mantêm os músculos em forma. Há, contudo, cuidados especiais. Em primeiríssimo lugar, a gestante precisa do acompanhamento de um médico especializado. Só ele consegue flagrar eventuais complicações que, aí sim, exigem o afastamento de certas práticas. Esportes com bola ou outros acessórios que podem atingir a barriga devem ser evitados, assim como aqueles em que existe a possibilidade de um encontrão. Recomenda-se também preferir modalidades que não envolvam mudanças bruscas de direção ou freadas intensas. Sintomas como dor, sangramento vaginal ou tontura durante a ralação são sinais de que algo não vai bem. Mas, respeitando os limites, dá para se manter ativa, bonita e, acima de tudo, saudável durante todos os nove meses

Fonte

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O alongamento beneficiando sedentários e atletas

http://gilcomunicacao.com.br/temporario/infitacademia/wp-content/uploads/2014/07/alongamento.jpg

Nossos músculos são responsáveis pelos nossos movimentos, possuem a elasticidade, que lhes permite voltar ao tamanho normal depois de alongados. Entretanto, devido à vida sedentária, posturas inadequadas, estresse diário e a não realização de alongamentos, o ser humano pode desenvolver estruturas do corpo comprometidas pelo desalinhamento ou sobrecarga que sofrem. Com os músculos tensos ou encurtados não haverá amplitude normal de movimentos nem uma boa circulação sanguínea, além de causar desconforto e até dores. Isso mostra a importância de realizarmos alongamentos com frequência e de maneira correta.

Os alongamentos são exercícios voltados para o aumento da flexibilidade muscular, que promovem o estiramento das fibras musculares, fazendo com que elas aumentem o seu comprimento. Quanto mais alongado um músculo, maior a movimentação da articulação comandada por ele e, portanto, maior a sua flexibilidade. Esse resultado é possível porque o alongamento aumenta a temperatura da musculatura e produz pequenas distensões na camada de tecido conjuntivo que revestem os músculos.

A queixa mais frequente de sedentários e atletas é justamente a perda da flexibilidade, provocando, principalmente, dores lombares. Com a prática regular de alongamentos, os músculos passam a suportar melhor as tensões diárias e dos esportes, prevenindo lesões musculares.

É importante alongar adequadamente a musculatura antes e também depois de qualquer atividade física. Isso prepara os músculos para as exigências físicas, protegendo e melhorando o desempenho. Ao despertar, no trabalho, durante viagens prolongadas, no trabalho, em qualquer lugar. Sempre que for identificada alguma tensão muscular, podemos realizar atividades de alongamento para trazer o bem estar.

Antes de tudo, é importante aprender a forma correta de executar os alongamentos, para aumentar os resultados e evitar lesões. Inicie o alongamento até sentir certa tensão no músculo e então relaxe um pouco, sustentando de 30 a 40 segundos, voltando novamente à posição inicial de relaxamento. Os movimentos devem ser sempre lentos e suaves. O mesmo alongamento pode ser repetido, buscando alongar mais o músculo evitando sentir dor. Para aumentar o resultado, após cada alongamento, o músculo pode ser contraído por alguns segundos, voltando a ser alongado novamente.

Os alongamentos não são feitos apenas antes e depois dos exercícios, pois eles servem também para relaxar o corpo e a mente e, quando feitos de maneiras adequadas, ainda traz os seguintes benefícios para o corpo:

- Reduzem as lesões;
- Reduzem o risco de tendinite;
- Relaxam o corpo;
- Ativam a circulação;
- Deixam o corpo mais solto e leve;
- Corrigem a postura;
- Aumentam a agilidade;
- Aumentam o raciocínio;
- Beneficiam a coordenação;
- Preparam o corpo para atividades físicas;
- Melhoram a respiração;
- Facilitam a oxigenação sanguínea;
- Ativam a circulação.

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Como fazer uma boa avaliação física?

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A avaliação física é um importante processo no treinamento esportivo ou na prescrição de exercícios físicos para saúde ou estética. Quanto maior o número de informações que o professor tiver do seu aluno, mais personalizada será a planilha de treinos. O profissional de Educação Física poderá identificar possíveis fatores de risco para o desenvolvimento de doenças e auxiliar a estabelecer metas para o aluno avaliado a partir da identificação dos déficits apresentados, seja para melhorar o condicionamento físico, o desempenho esportivo e reduzir peso ou percentual de gordura, nunca se esquecendo dos objetivos impostos (e necessários) pelo aluno.

Uma boa avaliação física deve conter:

ANAMNESE: perguntas para identificar histórico esportivo e pessoal; problemas de saúde; restrições médicas e medicamentos utilizados; e os objetivos do praticante.

MEDIDAS CIRCUNFERENCIAIS: feitas com uma trena antropométrica, medimos as circunferências de membros superiores, tronco e membros inferiores.

COMPOSIÇÃO CORPORAL: verificamos o peso e a altura atuais e detectamos o percentual de gordura, peso de gordura, peso de massa muscular, peso ideal e índice de massa corporal (IMC).

ANÁLISE POSTURAL: através de quatro posições, analisamos e indicamos desvios posturais que podem interferir no treinamento e na vida cotidiana da pessoa, e indicamos exercícios para melhorar a postura do avaliado.

TESTE DE FLEXIBILIDADE: podemos medir, por meio de testes adimensionais, os níveis de flexibilidade e amplitude articular das principais articulações e alongamento da musculatura.

TESTES DE FORÇA: utilizamos teste abdominal e de flexões de braços para verificar possíveis pontos de dores que possam limitar a realização correta dos exercícios.

TESTE CARDIORRESPIRATÓRIO: pode ser feito de maneira direta, através do teste físico, ou de maneira indireta, calculada por fórmulas. Determinamos a frequência cardíaca máxima e todos os limites de treinamento, além de verificar a pressão arterial durante o esforço e o nível de esforço muscular de membros inferiores.

Retirei daqui

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Relação da saúde com a atividade física



Saúde, de acordo com Bouchard (1990), é definida como uma condição humana com dimensões física, social e psicológica, cada uma caracterizada por um continuum com pólos positivos e negativos. A saúde positiva estaria associada à capacidade de apreciar a vida e resistir aos desafios do cotidiano e a saúde negativa associar-se-ia à morbidade e, no extremo, à mortalidade.

ciência do esporte vem desenvolvendo estudos e demonstrando a importância que a prática constante de uma atividade física bem planejada tem para que as pessoas possam ter uma vida mais saudável.Motivos importantes para a prática da atividade física

1 – Auto estima
A prática regular de exercícios aumenta a confiança do indivíduo.

2 – Capacidade Mental
Pessoas ativas apresentam reflexos mais rápidos, maior nível de concentração e memória mais apurada.

3 – Colesterol
Exercícios vigorosos e regulares aumentam os níveis de HDL (lipoproteína de alta densidade, o “bom colesterol”) no sangue, fator associado à redução dos riscos de doenças cardíacas.

4 – Depressão
Pessoas com depressão branda ou moderada, que praticam exercícios de 15 a 30 minutos em dia alternados, experimentam uma variação positiva do humor já após a terceira semana de atividade.

5 – Doenças Crônicas
Os sedentários são duas vezes mais propensos a desenvolver doenças cadíacas. A atividade física regula a taxa de açúcar no sangue, reduzindo o risco de diabetes.

6 – Envelhecimento
Ao fortalecer os músculos e o coração, e ao amenizar o declínio das habilidades físicas, os exercícios podem ajudar a manter a independência física e a habilidade para o trabalho, retardando o processo de envelhecimento.

7 – Ossos
Exercícios regulares com pesos são acessórios fundamentais na construção e manutenção da massa óssea.

8 – Sono
Quem se exercita “pega” no sono com mais facilidade, dorme profundamente e acorda restabelecido.

9 – Stress e Ansiedade
A atividade física libera os hormônios acumulados durante os momentos de stress. Também funciona como uma espécie de tranqüilizante natural – depois do exercício a pessoa experimenta uma sensação de serenidade.
Conceitos importantes para a prática da atividade física

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Esporte com Saúde na busca da atividade ideal



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Muitas pessoas tem dúvidas sobre qual a atividade física ideal para se fazer. Além disso, é importante o praticante ter a plena noção do quanto a atividade influi no seu cotidiano e se a intensidade dela está adequada ao seu rtimo físico.

O exercício físico ideal é aquele que vai ao encontro do perfil do aluno, seus objetivos e histórico de saúde. Em todos os casos, deve-se estabelecer uma rotina personalizada, que seja do agrado da pessoa, adequada ao seu estilo de vida e e que possa trazer resultados seguros e graduais. E antes de iniciar qualquer atividade física, deve ser feita uma avaliação médica.

Leia mais:


Falerei um pouco sobre algumas modalidades mais procuradas e que podem ajudar nessa busca do exercício físico ideal.

Ciclismo – Indicado a partir dos 8 anos. Por ser classificado em várias modalidades (Ciclismo de Estrada, Mountain Bike, BMX, Downhill, entre outros), pode agradar a todos os gostos, desde a criança que gosta de pedalar em parques, por diversão, até jovens e adultos que o praticam como esporte ou em ambientes fechados, nas academias (Bike InDoor ou Spinning).

Como não causa grande impacto nas articulações, melhora o condicionamento físico, fortalece a musculatura em geral (em especial o quadríceps), melhora o sistema cardiovascular e o respiratório. Com treino bem orientado, ajuda a controlar os níveis do colesterol, da pressão arterial e ainda a baixar o percentual de gordura corporal. As modalidades mais voltadas à aventura estimulam a produção de adrenalina e serotonina, proporcionam sensação de prazer durante e após a atividade e diminuem o estresse.

Modalidade ideal para quem quer emagrecer, trabalhar a musculatura ou apenas "desestressar". O selim (banco) deve ser ajustado para evitar lesões na genitália masculina, nos tendões dos joelhos e no tendão de calcâneo. Para reduzir estes riscos, é recomendado ajustar o selim conforme a altura da pessoa e também usar equipamentos de segurança (especialmente o capacete, que protege em casos de quedas).

Corrida – Indicada dos 5 aos 80 anos. Praticado por atletas e pessoas preocupadas com a boa forma – e que praticam outras atividades com frequência – assim como por pessoas com atividade física moderada ou com pouco tempo para praticar atividades físicas. Estimula a produção de endorfina – também chamada de "hormônio da felicidade" – e uma das responsáveis pela sensação de prazer, bem estar e diminuição do estresse. Ajuda a emagrecer, beneficia a circulação sanguínea e a musculatura, além de regular o sono.

É uma modalidade ideal para quem tem problemas respiratórios, quer emagrecer ou trabalhar a musculatura. Quanto aos riscos, precisa ser bem orientada para evitar a desidratação, lesões nas articulações dos membros inferiores e a condromalacia patelar, popularmente chamada de "joelho de corredor", uma inflamação na cartilagem que causa dores e desconforto.

Danças – Indicada dos 3 aos 70 anos. Os praticantes costumam ser as pessoas mais descontraídas e bem humoradas, ou que a procuram para se soltar mais e dançar bem em situações sociais. Como principais benefícios, melhoram a coordenação motora, fortalecem a musculatura, ajudam a emagrecer, favorecem a memória, a expressão corporal, a capacidade cardiorrespiratória e estimula o espírito de equipe.

É ideal para quem quer emagrecer com prazer, trabalhar a timidez ou melhorar a concentração. Quanto aos riscos, pode sobrecarregar os tendões, levar a torções nos joelhos e tornozelos por treinos intensos.

Futebol – Abrange todas as idades: pessoas de ambos os sexos, de idades diversificadas, que gostam de praticar atividades físicas em grupo. Melhora a agilidade e a coordenação,trabalha a musculatura, favorece o sistema cardiorrespiratório e o trabalho em equipe. Favorece o relacionamento com outras pessoas e é ideal para quem quer diminuir a gordura corporal. Precisa ser praticado de forma a evitar lesões na cabeça (por quedas ou pancadas), nos ligamentos e fraturas.

Hidroginástica – Indicada dos 25 aos 90 anos. O perfil dos praticantes são aqueles que gostam de aulas dinâmicas em grupo, que não gostam de se exercitar em salas fechadas e que querem evitar impacto nas articulações. A prática regular ajuda a emagrecer e a regular a pressão arterial, fortalece a musculatura, melhora a coordenação motora, a flexibilidade, a circulação sanguínea e a respiração.

É ideal para quem tem problemas respiratórios, quer emagrecer ou melhorar a resistência muscular, assim como pessoas com problemas na coluna, atletas lesionados, gestantes e idosos. Raramente, podem ocorrer lesões musculares por treinos intensos.

Musculação – Pode ser praticada dos 16 aos 90 anos. Atrai pessoas preocupadas com a boa forma física, que desejam desenvolver a musculatura. Em alguns meses de prática, fortalece e define a musculatura, ajuda a emagrecer, favorece a qualidade do sono, reduz o risco de problemas cardíacos, diabetes, colesterol alto e hipertensão. Ideal para quem quer ganhar ou perder peso, ganhar uma musculatura definida e melhorar a resistência muscular.

Treinos intensos ou mal orientados podem causar dores nas costas, desvio de postura, romper ligamentos e provocar lesões nas articulações.

Natação – Ideal para todas as idades. O perfil do nadador varia conforme a faixa etária. No geral, são pessoas preocupadas com a qualidade de vida, que em meio à rotinas conturbadas têm a natação como atividade para relaxar, ou que não gostam de praticar exercícios em salas fechadas. Está entre as atividades físicas mais completas.

Trabalha todos os músculos, melhora a coordenação,o sistema respiratório, regula a pressão arterial, reduz a frequência cardíaca e ajuda a emagrecer. Ideal para quem quer perder peso ou é obeso, busca exercícios leves (uma vez que pode ser praticada de forma leve até intensa) e de baixo impacto ou apenas quer abandonar hábitos sedentários.

Também é um bom complemento para praticantes de corrida ou musculação, pois ajuda a relaxar a musculatura.
Treinos intensos ou mal orientados podem causar lesões e agravar problemas como tendinite e hérnia de disco lombar.

Pilates – Indicada para pessoas de 18 aos 80 anos, que querem fugir do estresse do dia a dia e unificar treino corporal e mental . A força isométrica (sem movimento) é a principal forma de trabalho do Pilates. Melhora a resistência muscular, especialmente a do tronco, ajuda a definir a musculatura e emagrecer. Ideal para quem quer corrigir a postura, aumentar a resistência, trabalhar a concentração, a respiração e aumentar a flexibilidade.

Algumas pessoas sentem dores após treinos físicos e geralmente interpretam como "efeito" do exercício. Mas no Pilates isso pode significar postura ou movimentos errados. Ainda há casos (raros) de lesões musculares.

Yoga – Pode ser praticada desde a mais tenra idade até os 90 anos. Por ser dividida em diferentes linhas, pode agradar vários tipos de pessoas, das mais "zen" às mais agitadas. Aumenta a flexibilidade, ajuda a regularizar a respiração e o metabolismo, relaxa o sistema digestório e a circulação sanguínea.

Ideal para quem quer unificar exercícios físicos, mentais e espirituais; aumentar a flexibilidade, fortalecer a musculatura e trabalhar a concentração. Posturas erradas ou falta de instrução podem ocasionar lesões na coluna ou na musculatura.


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Esporte com Saúde na Doença de Parkinson


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A Doença de Parkinson (DP) é um distúrbio neurológico progressivo causado pela degeneração de neurônios da substância negra e prejudica, principalmente, a função de coordenação dos movimentos.

Os benefícios da prática de atividade física regular e com orientação adequada são amplamente reconhecidos e contribuem para uma melhor qualidade de vida. No paciente com Parkinson os exercícios tem importância adicional visando não só os aspectos motores, como também os aspectos psicológicos e sociais.

Leia mais:
É importante frisar que a  atividade física não leva ao desaparecimento da doença, porém, pode retardar sua progressão, principalmente no que diz respeito à rigidez muscular e lentidão dos movimentos. Além disso, melhora a sensação de bem-estar e o estado funcional do paciente.

Os exercícios tem o potencial de ajudar tanto nos problemas motores (como marcha, equilíbrio e força), não-motores (depressão, apatia, fadiga e constipação intestinal) bem como nas complicações secundárias da imobilidade (doença cardiovascular e osteoporose).

A prática regular de atividade física pode ser preventiva para indivíduos sem o diagnóstico da doença e também pode atrasar o aparecimento dos sintomas parkinsonianos naqueles indivíduos com o diagnóstico. Hoje se sabe que a associação dos exercícios físicos com os medicamentos é melhor do que apenas o tratamento medicamentoso isolado.

Incentive o portador de parkinson a fazer atividades físicas regulares.

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Uma boa opção sobre a Educação Fisicaa


Ola gente!

Hoje eu vou falar de um site sobre Educação Física  que traz textos desde a atuação do profissional até dicas para os praticantes e é editado por uma profissional de Educação Física.

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A Educação Física merece ser tratada com seriedade e o acesso a informação com textos legais é o ponto de partida para que a sociedade em geral saiba o quanto é importante a prática ser orientada por profissionais responsáveis.

A atualização deles nas redes sociais é diária e ao curtir a fanpage e seguir no twitter você fica por dentro das novidades e posts especiais.

Até a próxima!

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Exercícios físicos melhoram a atividade do cérebro

Reações rápidas ou lentas  do cérebro do consumidor: Qual sua empresa prefere?  (Foto: Divulgação)

Quando nos exercitamos, a pressão e o fluxo sanguíneos aumentam em todas as regiões do corpo, incluindo o cérebro, segundo escreveu Justin Rhodes, professor de psicologia da Universidade de Illinois, na revista Scientific American. "Mais sangue significa mais energia e mais oxigênio, o que faz seu cérebro atuar melhor".

Ao longo dos anos, pesquisas têm mostrado que o hipocampo – uma região em forma de cavalo marinho, localizada dos dois lados do cérebro, essencial para as memórias de aprendizado e formação – se ativa fortemente durante a prática de exercícios físicos. Mas recentemente, estudos têm revelado caminhos novos, mais complexos e cheios de nuances pelos quais os exercícios ativam e afetam o cérebro. A revista Fast Company publicou algumas das principais descobertas. Confira a seguir.

1. Rede cerebral
Por exemplo, em relação à massa cinzenta, a parte de carne enrugada na qual costumamos pensar a nos referir a imagens do cérebro. Na verdade, essa é apenas um pedaço da figura total que é preciso compor para entender o que acontece no cérebro. Uma nova pesquisa da Universidade de Illionois, na qual foram examinadas crianças e adultos, mostra que a massa branca do cérebro – a rede de nervos e fibras que conecta e transmite os sinais do cérebro de uma parte para outra – se torna mais fibrosa e compacta com a prática de exercícios físicos.

"Quanto mais branca, ágil e compacta é sua massa branca, mais rápidas e eficientes são as funções do cérebro", afirmou Christopher Bergland, na publicação Psychology Today. "O real inimigo é o sedentarismo. Apenas um pequeno movimento todos os dias ajuda a preservar a integridade de sua massa branca do cérebro".

2. Cabeça e coração
Nós sabemos que exercícios físicos são bons para a saúde cardiovascular, mas novas pesquisas também mostram que a saúde do coração impacta o funcionamento do cérebro – e exercícios desempenham um papel importante nessa conexão.

A aorta, a principal artéria do corpo (responsável por distribuir sangue oxigenado para todo o sistema, incluindo o cérebro), é o ponto de partida do endurecimento das outras artérias, processo que acontece à medida que ficamos mais velhos, de acordo com a pesquisadora Claudine Gauthier.

Um estudo recente, realizado por ela e a equipe de pesquisadores da Universidade de Montreal, descobriu que os adultos que se exercitavam mais eram aqueles em que as aortas apresentavam melhores performances nos testes cognitivos. "A preservação da elasticidade pode ser um dos mecanismos que permite os exercícios de retardarem o envelhecimento cognitivo", de acordo com Gauthier. Um coração saudável gera uma mente saudável.

Durante a prática de atividade física, nossos músculos produzem uma proteína que ajuda a quebrar a kynurenine, substância presente na corrente sanguínea e acumulada como resultado de estresse, segundo Gretchen Reynolds, em artigo do New York Times.

Os exercícios aumentam a produção dessa proteína, que é responsável por combater a substância kynurenine, causadora também da depressão. Portanto, os pesquisadores concluíram que "você reduz o risco de ter depressão quando se exercita", nas palavras de Maria Lindskog, uma das neurocientistas envolvidas no estudo.

3. Vinte minutos é suficiente
A grande questão quando se trata de exercícios físicos é: quanto tempo e com que frequência é preciso praticá-lo para colher os benefícios? De acordo com Reynolds, que escreveu um livro inteiro sobre o tema, 20 minutos é suficiente, especialmente se você não tem sido tão ativo assim nos últimos tempos. "Os primeiros 20 minutos de movimento para alguém que tem sido realmente sedentário promovem a maior parte dos benefícios para a saúde", de acordo com Reynolds. "Você ganha uma vida prolongada e reduz os riscos de doença."

Não se trata de usar a atividade física para perder peso – mas, sim, de se tornar mais em forma e, ao mesmo tempo, manter um coração e uma mente saudáveis. "Se alguém começa um programa de exercícios e aperfeiçoa seu treino, mesmo que não perca um grama, ele, em geral, vai ter uma vida mais longa e muito mais saudável", diz Reynolds.

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