Atividade física regular traz benefícios antioxidantes e anti-inflamatórias

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Estudos demonstram que somente uma intervenção intensiva multifatorial, envolvendo medidas farmacológicas e modificações de estilo de vida, podem promover efeitos benéficos sustentáveis nas taxas de mote e doença cardiovascular em pacientes com diabetes tipo 2. Os baixos níveis de atividade física (sedentarismo) tem sido considerado um fator de risco para a mortalidade precoce, em paralelo com os hábitos de tabagismo, hipertensão arterial e dislipidemia. A prática regular de atividade física moderada mostra uma capacidade para reduzir o peso corporal, melhorar a sensibilidade à insulina, aumentar os níveis de HDL e , diminuir e normalizar a pressão arterial.

Tem sido sugerido que a hiperglicemia crônica ou mesmo as elevações intermitentes da glicose sanguínea observadas em pacientes com um controle glicêmico aparentemente normal pode contribuir para o desenvolvimento de complicações micro ou macrovasculares. No entanto, muitas vias patofisiológicas podem ser simultâneamente ativadas, o que inclui o estresse oxidativo e a inflamção de baixo grau. O fenótipo dislipidêmico da diabetes é caracterizado pelo aumento nos triglicérides sanguíneos e pela oxidação da LDL, junto com a queda da HDL, sendo responsável pela lipotoxicidade da diabetes. O exercíceio tem atividade similar à insulina devido ao aumento da capacidade muscular em capturar a glicose decorrente da queda intramuscular dos estoques de gordura.

A atividade física aumenta o número de capilares e fibras oxidativas no músculo, aumento a lipólise, o que permite o fluxo livre de ácidos graxos para o tecido, reduzindo a sua concentração no plasma, o que é um inidcador de sua abosrção e oxidação pelos tecidos. O exercício físico regular é capaz de reduzir a taxa cardíaca, melhorando a sensibilidade aos baroceptores aórticos, contribuindo para uma regulação mais eficiente da pressão arterial. Ele ainda causa adaptações na capacidade antioxidante do organismo, protegendo as células contra os efeitos deletérios do estresse oxidativo, prevenindo assim o dano celular.

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Esporte com Saúde em Problemas Posturais

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Com o passar dos anos, a coluna é submetida a uma série de posturas erradas e que podem ter consequências sérias.  Se o problema não for resolvido, podem se tornar crônicas e intensas, a ponto de evoluírem para distúrbios mais sérios da coluna. Em alguns casos, é necessária uma cirurgia. No caso da "formação de barriga", pode acontecer porque as pessoas jogam o corpo para a frente, e a lombar fica bem retraída.Isso não significa que seja um percentual de gordura, e sim, um problema causado pela postura ruim. Para esses casos, é fundamental atividades abdominais.

Para uma reeducação postural, os exercícios devem ajudar e trabalhar a parte da coluna e, principalmente, promover uma mudança na rotina durante o dia. É importante ressaltar que uma postura ruim, na maioria das vezes, está relacionada com o sedentarismo. O alongamento pode ser muito bom para relaxar os músculos. Já abdominal e exercícios que possam trabalhar a coluna, o glúteo e os músculos que estão apoiando a coluna vertebral também são indicados.

Pessoas com escoliose (coluna em forma de S) devem fazer atividade física para amenizar o problema. Primeiramente, precisam procurar um médico para entender qual o grau em que a doença se encontra. Depois, buscar um profissional de educação física para avaliação e indicação dos melhores exercícios. É importante lembrar que, independentemente do estado físico, todos precisam de autorização médica e avaliação de um profissional antes de praticar qualquer exercício. Não realizar as atividades corretamente pode ocasionar dores fortes e agravar problemas de coluna.

Exercícios mais indicados

•    Pilates
•    Ioga
•    Abdominais
•    Dança
•    Natação
•    Balé
•    Musculação
•    Equitação
•    Exercícios com elástico

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Esporte com Saúde na Osteoporose

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A osteoporose é uma doença que atinge os ossos. Caracteriza-se quando a quantidade de massa óssea diminui substancialmente e desenvolve ossos ocos, finos e de extrema sensibilidade, mais sujeitos a fraturas. 

Faz parte do processo normal de envelhecimento e é mais comum em mulheres que em homens. A doença progride lentamente e raramente apresenta sintomas. Se não forem feitos exames pode passar despercebida.

Algumas das praticas que podem ser realizadas em pessoas com osteoporose:

- Alongamento geral;

- Correção da postura (tendência à cifose acentuada e à escoliose, pelos desequilíbrios laterais);

- Atividades de impacto ósseo (caminhada, corrida, subir escadas);

- Atividades de grande sobrecarga muscular (musculação);

- Atividades aeróbias (benefícios cardiovasculares). Entre os fatores de risco da osteoporose (sexo, raça, hereditariedade, menopausa, dieta e farmacológicos), podemos destacar a inatividade física como um dos fatores mais importantes. T

alvez se um maior número de pessoas estivesse engajado em um programa de atividade física, muitos problemas poderiam ser evitados (problemas financeiros e emocionais devido a acidentes causados pela osteoporose), possibilitando uma vida mais produtiva, com qualidade melhor para várias pessoas. Aumentar a atividade física reduz a perda óssea e o risco de quedas.

O risco de fratura é o grande perigo da osteoporose. As mais comuns são as de punho, vértebras, costelas e, principalmente, a do colo do fêmur (osso da coxa). Elas acabam limitando a vida do idoso e muitas vezes trazem muitas complicações à sua saúde.

Metade das pessoas com fraturas no fêmur passam a ter dificuldades de locomoção. Cerca de 40% apresentam complicações circulatórias, infecções respiratórias e desencadeamento de diabetes.

A fratura de fêmur é a conseqüência mais dramática da osteoporose. Cerca de 15% a 20% dos pacientes com fratura de quadril morrem devido à fratura ou suas complicações durante a cirurgia, ou mais tarde por embolia ou problemas cardiopulmonares em um período de 3 meses e 1/3 do total de fraturados morrerão em 6 meses. Os restantes, em sua maioria, ficam com graus variáveis de incapacidade.

A força muscular sobre os ossos constitui o estímulo fundamental para a manutenção e o aumento da massa óssea. O que quer dizer que os exercícios na água, como a hidroginástica e a natação, ou mesmo aqueles realizados em bicicleta, não trazem os benefícios observados com exercícios do tipo caminhar, correr, dançar, jogar tênis, peteca ou praticar algum esporte coletivo como o futebol, o basquete e o voleibol.

Os pacientes devem ser estimulados a fazer exercícios; um programa de atividade física pode ser encontrado em muitos lugares (o mais importante é que esses exercícios devem ser com carga e realizados durante pelo menos 30 minutos por dia). Um dos exercícios mais simples é caminhar. Os exercícios não devem aumentar o risco de queda, nem sobrecarregar excessivamente qualquer osso, sendo que o exercício é uma proposta para aumentar a massa óssea e a massa muscular, ou seja, a capacidade funcional, a fim de prevenir quedas e assim reduzir o número de fraturas.

O impacto da atividade física é essencial para o desenvolvimento do esqueleto no durante infância e na adolescência e manter a massa óssea em adultos jovens. A prática uma atividade física numa pessoa com osteoporose, deve ser realizada com cuidado, procure antecipadamente um médico, veja as precauções existentes ao praticar um exercício e siga corretamente os métodos adotados por um profissional qualificado e competente!!

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Esporte com Saúde na Bronquite Crônica



Acho que não há dúvidas que a prática do esporte/atividade física/exercícios contribui para a melhora de qualidade de vida da pessoa. Isso inclui as pessoas que sofrem de alguma doença respiratória, como a bronquite. A Bronquite é uma inflamação dos brônquios, canais que conduzem o ar inalado até os alvéolos pulmonares. hà uma dificuldade maior de respirar e o exercício físico, por provocar a expansão pulmonar pode ajudar nesse processo.


Mesmo tendo algumas limitações fisiológicas, a pessoa não deve se afastar das atividades físicas. Quando o corpo de uma pessoa que tem doenças pulmonares crônicas se acostuma com a carga de exercício, ele passa a utilizar melhor o oxigênio, a respirar com mais facilidade devido ao fortalecimento dos músculos responsáveis pela respiração. Além disso, mexer o corpo ainda aumenta a circulação do sangue, fortalece o coração e diminui a pressão sanguínea.

Todas as pessoas que querem começar a fazer uma atividade física devem procurar um especialista para fazer uma avaliação médica. Esse procedimento potencializa o treino, já que o tipo específico de exercício é escolhido para cada indivíduo, levando em conta todas as suas limitações.

Para quem tem bronquite crônica, é importante tomar algumas precauções com o objetivo de evitar desconfortos ou acidentes: não fazer exercícios sozinho em áreas isoladas como trilhas e parques florestais, não exercitar-se fora de casa quando o a temperatura está muito elevada ou quando o clima está muito seco e não aumentar a carga do exercício sem antes consultar o preparador físico. 

A natação é uma das alternativas mais indicadas por médicos para ajudar na recuperação ou para o tratamento de problemas pulmonares crônicos. Ela ajuda a aumentar a entrada de ar nas vias respiratórias por causa da maior umidade relativa do ar. Além disso, a água funciona como um vasodilatador, que facilita a circulação sanguínea e o trabalho do coração.

A caminhada, corrida leve e esportes que utilizam esses mecanismos também são muito indicadas pelos médicos para quem sofre com problemas respiratórios. É um exercício muito fácil de adaptar para cada situação, e é muito eficiente no controle da obesidade, colesterol, diabetes e da hipertensão.

A natação, a caminhada e corrida são exercícios que beneficiam o condicionamento físico, o que  facilitam a prática de esportes do que pessoas sadias que não tem o hábito de caminhar ou correr. 

Dois exercícios para se fazer no aquecimento:

- Relaxe o pescoço e os músculos dos ombros e depois inspirar pelo nariz e expirar pela boca.

- Deite com as costas no chão, flexione as pernas, coloque uma mão na barriga e outra em cima da caixa torácica e depois inspirar profundamente. Para o exercício fazer efeito, a barriga deve se levantar, mas o peitoral deve continuar parado.

Esses exercícios devem ser executados em cinco a dez minutos.

É importante salientar que, durante o treino, sintomas como dores no peito, enjoo, fraqueza e queda brusca de pressão são sinais de que a pessoa deve parar imediatamente.

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