Atividade física não precisa ser intensa para trazer benefícios

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Ainda há pessoas que sao totalmente sedentárias, que não praticam nenhum tipo de atividade física. Porém é importante esclarecer que atividades como passear com o cachorro, andar de bicicleta e subir escadas, quando praticadas regularmente, estimulam o bem-estar físico e mental e também reduzem, de forma eficaz, as consequências ligadas à inatividade.

O sedentarismo é um dos fatores de risco intimamente relacionado ao aparecimento de doenças respiratórias crônicas, hipertensão e distúrbios cardíacos, entre outras patologias. É importante salientar que quem optar por uma prática esportiva ou uma atividade específica para emagrecimento, por exemplo, deve procurar um profissional na área de educação física para receber as orientações adequadas, seguras e que tragam melhores resultados.

A atividade física deve ser realizada de maneira moderada e não precisa ser extenuante para trazer benefícios à saúde, tais como:

— Diminui o risco de desenvolver diabetes
— Reduz o risco de doenças cardiovasculares
— Ajuda a diminuir a pressão sanguínea
— Reduz o risco de desenvolver câncer de cólon
— Diminui a ansiedade e a depressão
— Ajuda a controlar o peso corporal
— Ajuda a manter ossos, músculos e articulações saudáveis
— Reduz o risco de desenvolver pressão alta
— Ajuda idosos a ficarem mais fortes, com melhor movimentação e menos quedas

Então, para quem está sedentário, vamos mudar alguns hábitos de vida, assim teremos mais qualidade no nosso dia a dia.

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Atividade física deve ser recomendada como tratamento e prevenção de doenças

 

Apesar de a prática de exercício físico regular trazer inúmeros benefícios à saúde e ser um dos métodos preventivos mais eficientes contra muitas doenças, segundo a Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC), o sedentarismo é uma das principais causas das 300 mil mortes anuais por doenças cardíacas do país.

Para o cardiologista e médico do esporte Daniel Kopiler, a atividade física deveria ser recomendada como medicação.

"O maior desafio é tornar a atividade física uma prioridade para melhorar a saúde da população e reduzir os riscos de doenças como diabetes, hipertensão, obesidade, entre outras", defende.

De acordo com o especialista, "o exercício físico diminui em cerca de 30% os riscos de desenvolver doença coronariana, e reduz aproximadamente em 50% os riscos de hipertensão".

Segundo Kopiler, um levantamento realizado com cardiologistas nos EUA mostrou que apenas 15 em cada 100 médicos reforçavam voluntariamente a importância da atividade física para seus pacientes em reabilitação cardíaca.

"Há muitas pesquisas sobre novos medicamentos, mas o melhor deles, o mais antigo e democrático, tem sido preterido. Todos os profissionais de saúde deveriam recomendar atividade física para tratamento e prevenção de doenças", recomenda.

Um estudo realizado em 2002 pelo pesquisador Jonathan Myers (Universidade Stanford, EUA) comparou a aptidão física entre homens até 70 anos com e sem doença cardiovascular.

As pessoas sem doença cardiovascular que não tinham preparo físico adequado apresentaram risco de mortalidade duas vezes maior do que o grupo que tinha doença cardiovascular e ótimo preparo físico.

"Há outros estudos comparando pessoas apenas com hipertensão e hipertensos com outros fatores de risco, como diabetes e colesterol elevado. Os resultados mostraram que os com melhor preparo físico conseguiram diminuir o impacto dos outros fatores de risco", conta Kopiler.

Segundo um estudo de 2012, liderado por I-Min Lee, na América Latina, o estilo de vida sedentário é responsável por 11,4% de todas as mortes por doenças como diabetes, problemas cardíacos e câncer de mama e do cólon.

A busca por alternativas para estimular a população a ter uma vida mais ativa será discutida por profissionais de saúde da América Latina na Série Científica Latino-Americana 2014, em Buenos Aires, nos dias 11 e 12 de setembro.

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