Bolas ajudam a fazer diferentes tipos de atividade física

Há diferentes tipos de bola que podem ajudar na atividade física. Os exercícios vão desde a bola de futebol, para ser chutada mesmo, até as bolas de pilates, que favorecem o fortalecimento da musculatura.

Nem toda bola é usada para ser chutada ou arremessada. Algumas bolas que são pesadas ou grandes demais para um esporte competitivo, mas que são ideais para exercícios específico, sejam de equilíbrio, de força ou de alongamento:

- Kettlebell: tem uma alça e se parece com uma chaleira ("kettle", em inglês, daí o nome). É usada como um peso dentro de algum tipo específico de treinamento. Serve para exercícios aeróbicos, e por isso ajudam a dar condicionamento físico e a emagrecer. Também é boa para reabilitação e correção de postura.

Medicine ball (Foto: Tadeu Meniconi/G1)

- Medicine ball: assim como a kettleball, a bola medicinal (como também é chamada) é usada como uma sobre carga para exercícios tradicionais, dando uma dinâmica diferente para o treino. A diferença é que a medicine ball é utilizada principalmente para arremessos em exercícios de potência.

  Bosu e fitness ball (Foto: Tadeu Meniconi/G1)


- Fitball e bosu: é aquela bola grande, inflada, usada em aulas de treinamento funcional e pilates. é usada em alongamentos e trabalha equilíbrio e flexibilidade. Bosu é a versão recortada pela metade da mesma bola, ou seja, é na verdade uma semiesfera. Ela tem funções parecidas com a da fitball.

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Exercícios físicos podem melhorar o olfato de pessoas idosas

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Todos estão familiarizados com os estragos que o passar dos anos pode causar no corpo - mas poucos sabem que a idade também pode afetar nossa habilidade de sentir cheiros. Uma nova pesquisa sugere que um quarto dos adultos com mais de 50 anos têm o olfato prejudicado com o passar do tempo. Entretanto, nem tudo é má notícia: esse mesmo trabalho também descobriu que a atividade física regular pode prevenir o desgaste. Os resultados foram publicados dia 17 de Outubro no JAMA Otolaryngology- Head & Neck Surgery Journal e concluídos por pesquisadores da University of Wisconsin (EUA).

O estudo incluiu cerca de 1.600 pessoas com idades entre 53 e 97 anos, que não tinham quaisquer problemas com o sentido do olfato no início do estudo e foram acompanhados por até 10 anos. Os pesquisadores testaram a capacidade dos participantes para detectar oito odores, como chocolate e café, três vezes ao longo do estudo. A amostragem também respondeu questões sobre seus hábitos diários, como prática de exercícios.

Durante o período de estudo, cerca de 28% das pessoas desenvolveram deficiência em seu olfato, e os resultados mostraram uma ligação entre atividade física e capacidade de cheirar, após o ajuste para idade e sexo. Segundo os autores, as pessoas que relataram se exercitar pelo menos uma vez por semana tiveram uma diminuição do risco de perda olfativa - quanto mais a pessoa fazia exercícios, menor era seu risco de desenvolver o prejuízo.

Não está claro como o exercício pode proteger o olfato de uma pessoa, mas a possível explicação seria que o exercício melhora o funcionamento do cérebro de forma geral, incluindo as áreas responsáveis por reconhecer odores, afirmam os cientistas.

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Caminhada pode diminuir o risco de AVC em homens idosos

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Os homens com mais de 60 anos podem se beneficiar da caminhada para reduzir as chances de sofrer um AVC fazendo uma caminhada diária - e não é necessário andar muito rápido. Isso é o que afirma uma pesquisa do University College London, na Inglaterra. O relatório foi publicado em 14 de novembro na edição online da revista Stroke.

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A equipe coletou dados de 3.500 homens saudáveis com idades entre 60 e 80 anos, que estavam participando de um estudo sobre saúde cardíaca, envolvendo 24 cidades britânicas. Os homens foram questionados sobre o quanto eles caminhavam durante a semana. Os pesquisadores dividiram os homens em cinco grupos: aqueles que caminharam zero a três horas por semana, de quatro a sete horas por semana, de oito a 14 horas por semana, de 15 a 21 horas por semana e mais de 22 horas por semana.

Durante os 10 anos de acompanhamento do estudo, homens que caminhavam oito a 14 horas por semana reduziram o risco de AVC em cerca de um terço em relação aos homens que andavam zero a três horas por semana, segundo os pesquisadores. Para aqueles que andaram mais de 22 horas por semana, o risco de acidente vascular cerebral diminuiu em cerca de dois terços. Entre todos os homens, 42% caminhou por mais de oito horas por semana e 9% andou mais de 22 horas por semana.

O benefício da caminhada foi observado independentemente de quão rápido os homens caminhavam. Segundo os autores, os efeitos protetores foram observados pelo tempo que se passou caminhando, independente da velocidade. O AVC é a principal causa de morte e incapacidade no mundo, e é importante encontrar maneiras de prevenir o problema, especialmente em pessoas mais velhas.

Embora o estudo tenha encontrado uma associação entre maior tempo de caminhada semanal e menor risco de AVC em homens, não é possível estabelecer uma relação de causa e efeito. Os cientistas afirmam que todas as formas de atividade física, incluindo caminhadas, podem promover uma maior saúde do coração e consequentemente reduzir o risco de AVC.

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Atividades físicas podem aumentar o risco de incontinência urinária



A incontinência urinária é um problema muito comum, principalmente entre os jogadores de futebol. Estudos recentes mostram números expressivos, por exemplo, em uma pesquisa realizada com 233 atletas da Universidade do Porto, em Portugal, mostrou que 29% apresentam incontinência urinária. Um estudo  feito na França apontou resultado semelhante.

De acordo com a ginecologista Andreia Mariane de Deus, algumas atividades físicas podem ocasionar um sobrecarga no assoalho pélvico que pressiona a bexiga.

― Algumas atividades físicas podem sobrecarregar o assoalho pélvico, grupo de músculos que sustenta a parte baixa do abdômen, aumentando o risco de incontinência urinária e também de prolapso genital, que é a queda da parede da vagina causada pelo deslocamento dos órgãos pélvicos.

De acordo com a especialista, muitos atletas se acostumam com a perda da urina e o desconforto na região genital, sem procurar ajuda.

― Não é normal mesmo em estágio leve, pois a incontinência urinária e o prolapso genital estão associados à perda considerável de qualidade de vida, piora na autoestima e levar inclusive à depressão. Muitas pessoas param de se exercitar em consequência do problema.

De acordo com Andreia, é preciso estar atento aos sintomas e consultar um médico. Já existem técnicas bem avançadas para tratar as duas doenças.

Tratamentos

De acordo com a ginecologista, exercícios e fisioterapia, geralmente recomendados para tratamento da incontinência urinária e também do prolapso genital leve podem não ser tão eficazes em esportistas.

― No caso da incontinência urinária de esforço, a aplicação de malhas e 'sling' cirúrgico apresentam uma eficácia superior a 90%. Graças aos avanços da última década, estes tipos de cirurgias podem, em certos casos, ser feitas sob anestesia local e em regime de ambulatório.

Já para o prolapso genital, a especialista afirma que as telas para recuperação do assoalho pélvico representam um dos melhores tratamentos nos casos de prolapso genital grave.

Para a especialista, a boa notícia é que os procedimentos estão cada vez menos invasivos.

— Já temos tecnologias no Brasil com apenas uma micro incisão, restaurando a anatomia do corpo e melhorando a vida.

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Pesquisa: Atividade física faz bem ao corpo e 'rejuvenesce' a pele


A atividade física faz bem para a saúde, para o humor, e agora descobriram que ela pode fazer bem até para a pele, mantendo-a jovem e até mesmo revertendo o processo de envelhecimento. Com o passar dos anos a camada mais superficial da pele, a epiderme, vai se tornando mais grossa e apresentando as conhecidas rugas, enquanto uma camada mais profunda, a derme, se torna mais fina e frágil.

Esse processo é natural e acontece com todos, porém pesquisadores americanos e canadenses viram que a atividade física desacelera ou até mesmo reverte sinais de envelhecimento precoce em camundongos ativos em comparação a ratos sedentários.

Mas essa descoberta não parou em roedores. A hipótese de que a atividade física "rejuvenesce" a pele foi testada em humanos e mostrou resultados animadores. Os pesquisadores fizeram uma biopsia da pele da região glútea de pessoas sedentárias e fisicamente ativas.

Essa região do corpo foi escolhida por ser uma área raramente exposta ao sol. Eles descobriram que as pessoas ativas tinham a pele com características mais jovens. A pele parecia com a de pessoas com menos de 40 anos, mesmo tendo sido retiradas de voluntários com mais de 65 anos.

Essas diferenças poderiam ser atribuídas a outros fatores, que não a atividade física, como dieta alimentar e características genéticas. Então a pesquisa foi mais a fundo e recrutou idosos sedentários a participarem de um programa de treinamento por três meses, que era constituído por treino de trote ou bicicleta por 30 minutos, duas vezes por semana.

A biópsia da pele foi feita antes e depois do programa de treinamento. Após os três meses a pele dos idosos estava surpreendentemente com características mais jovens, e o único fator diferente em suas vidas foi a prática de atividade física. Os mecanismos exatos que beneficiam a pele ainda não estão esclarecidos.

A hipótese levantada é de que uma substância produzida pela contração muscular também estaria envolvida em alterações da pele. Não há evidências de que a atividade física faça sumir as rugas ou os danos causados pelo sol. Mas pensando a longo prazo, qualquer melhora a nível celular já é muito bem vinda.

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Sedentarismo é maior fator de risco cardíaco para mulheres


 

A falta de exercício é o maior fator de risco para o aparecimento de doenças cardíacas em mulheres acima de 30 anos, mostra um novo estudo. A pesquisa foi feita por cientistas da Universidade de Queensland, na Austrália, com mais de 30 mil mulheres do país nascidas nas décadas de 20, 40 e 70.

Eles constataram que o tabagismo teve o maior impacto sobre o risco de doenças cardíacas em mulheres abaixo de 30 anos. No entanto, à medida em que elas ficavam mais velhas e abandonavam o cigarro, a falta de atividade física passou a ter influência dominante sobre o aparecimento de problemas ligados ao coração. A pesquisa foi publicada na revista científica British Journal of Sports Medicine.

Segundo os cientistas, as autoridades de saúde devem continuar encorajando as pessoas a deixarem de fumar, porém deveriam também se concentrar em promover a prática da atividade física.

"Precisamos de um maior empenho das autoridades no sentido de manter as mulheres de meia-idade ativas para que elas possam chegar à velhice mais saudáveis e praticando exercícios físicos", disse à BBC Wendy Brown, professora do centro para a pesquisa sobre o exercício, atividade física e saúde da Universidade de Queensland.

Brown sugere às mulheres fazer exercícios diários de pelo menos 30 minutos para reduzir os riscos de problemas cardíacos.

"Garanto que qualquer mulher que faça pelo menos 30 minutos de exercício físico por dia vai sentir grandes melhorias em sua saúde", diz Brown. "Só a prática de atividade física reduz em 50% o risco de doenças cardíacas", acrescenta ela.

Os pesquisadores afirmam ainda que se todos as mulheres acima de 30 anos na Austrália seguissem as diretrizes recomendadas de exercício físico, cerca de 3 mil vidas poderiam ser salvas por ano no país.

Brasil
Dados recentes do Ministério da Saúde apontam um aumento no número de brasileiros que incorporam os exercícios físicos à rotina.

Entre 2009 e 2013, segundo a pesquisa Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico (Vigitel), cresceu de 30,3% para 33,8% a proporção de pessoas que realizam atividade física no período de lazer.

Os homens são os mais ativos: 41,2% praticam exercícios no tempo livre, enquanto que, em 2009, o índice era de 39,7%.

Entretanto, o aumento da prática de exercícios entre as mulheres foi maior, passando de 22,2% para 27,4% no mesmo período.

Ainda assim, mais da metade da população - 50,8% - está acima do peso ideal - destes, 17,5% são considerados obesos.

A pesquisa Vigitel ouviu cerca de 23 mil brasileiros maiores de 18 anos que vivem nas 26 capitais do país e no Distrito Federal.

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