Saiba o que acontece com o corpo após uma sessão de atividades físicas

 

É preciso manter a regularidade nas atividades físicas para colher toda a gama de benefícios associados a elas: proteção ao coração, melhor qualidade do sono e prevenção à obesidade são apenas algumas. O indicado é treinar pelo menos duas horas e meia por semana e, para quem está precisando de um empurrãozinho a mais para começar um plano de malhação, o site do jornal Huffington Post listou as 5 mudanças que uma única sessão de malhação pode provocar no seu corpo. Confira.

1. Transforma o DNA
Em um estudo de 2012, pesquisadores suecos descobriram que, entre os adultos saudáveis, porém inativos, poucos minutos de exercícios alteravam o material genético das células musculares. Claro que herdamos o DNA dos nossos pais, mas os fatores ligados ao estilo de vida, como a atividade física, podem ter um papel importante na transformação de alguns genes. No caso dos exercícios, aparentemente eles podem afetar a expressão genética para a força e o metabolismo.

2. Melhora o humor
À medida que você começar a se exercitar, seu cérebro irá começar a lançar um número diferente dos neurotransmissores do bem-estar, incluindo as endorfinas e a serotonina, conhecida por seu papel no humor e na depressão.

3. Protege contra a diabetes
Assim como as mudanças sutis no DNA, pequenas alterações em relação a como a gordura é metabolizada no músculo também podem ocorrer após apenas uma única sessão de suor. Em um estudo de 2007, a University of Michigan mostrou que um único treino cardiovascular aumenta o armazenamento de gordura no músculo, o que na verdade melhora a sensibilidade à insulina. A sensibilidade baixa à insulina, frequentemente chamada de "resistência à insulina", pode levar a diabetes.

4. Melhora o foco
O aumento de sangue no cérebro, que ocorre quando você começa a estimular as células cerebrais em alta velocidade, faz com que você se sinta mais alerta durante o treino e mais focado imediatamente depois. Em um estudo de 2012 sobre os efeitos mentais provocados pelos exercícios, pesquisadores notaram uma melhora no foco e na concentração em atividades com duração mais curta.

5. Alivia o estresse
A  Anxiety and Depression Association of America estima que cerca de 14% das pessoas procuram a atividade física para amenizar o estresse. E, de fato, os exercícios podem suavizar a negatividade – mesmo quando a própria atividade gera estresse. É provável que uma combinação de fatores, incluindo o fluxo de sangue extra para o cérebro e a liberação da endorfina, melhorem o humor.


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Musculação reduz risco de diabetes em mulheres, diz estudo

Exercícios de resistência reduziram em um terço as chances de desenvolvimento da doença

Mulheres que fazem musculação reduzem o risco de desenvolverem diabetes, de acordo com um estudo feito por cientistas da Faculdade de Medicina de Harvard.

O estudo acompanhou cerca de 100 mil enfermeiras americanas por um período de oito anos.

Levantar pesos, fazer flexões ou exercícios similares de resistência muscular foram relacionados a um risco mais baixo de diabetes, concluíram os pesquisadores.

No que diz respeito especificamente à diabetes, os benefícios da musculação superaram os do exercício aeróbico.

Mulheres que fazem pelo menos 150 minutos por semana de exercícios aeróbicos e ao menos uma hora também por semana de musculação tiveram a redução mais significativa (no risco de diabetes), se comparada com mulheres sedentárias.

Elas reduziram em um terço as chances de desenvolverem diabetes 2.

Especialistas já sabiam que a prática exercícios aeróbicos regularmente - tais como corrida ou natação - ajuda na diminuição do risco de se desenvolver esse tipo de diabetes.

O estudo de Harvard sugere, no entanto, que musculação e exercícios de resistência sejam adicionados à rotina para garantir uma maior proteção.

Amortecedor

Os pesquisadores afirmaram que o estudo não é perfeito - entrevistaram apenas enfermeiras, em sua maioria de etnia caucasiana, e levaram em conta apenas os dados que as mulheres lhes passavam, sem poder checá-los.

No entanto, eles disseram que os resultados são compatíveis com outras pesquisas que analisaram esses quesitos em grupos de homens.

Eles acreditam que uma massa muscular mais desenvolvida funciona como um amortecedor contra diabetes.

Isso porque o diabetes tipo 2 se desenvolve quando células que produzem insulina passam a funcionar mal ou quando a insulina produzida não age como deveria.

A insulina permite ao corpo usar o açúcar como energia e armazenar qualquer excesso nos músculos e no fígado.

Assim, o excesso de peso pode aumentar o risco de uma pessoa em desenvolver a doença.

De acordo com o instituto britânico Diabetes UK, se você está acima do peso, a cada quilo perdido, você, reduz o risco de ter esse tipo de diabetes em 15%.

"Apesar das limitações envolvidas, a pesquisa destaca a mensagem de que ter um estilo de vida saudável e ativo pode ajudar a reduzir o risco de se ter diabetes 2", disse o médico Richard Elliot, porta-voz do instituto.

"Temos certeza de que o melhor jeito de reduzir o risco desse tipo de diabetes é manter um peso saudável se alimentando de maneira saudável, com uma dieta balanceada e com atividade física regular. Agora no começo do ano, muita gente está em busca de maneiras de perder peso. Nossa recomendação é que encontrem uma atividade física que gostem, assim é mais fácil se manter motivado."

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DPOC x Atividade Física: cuidados e preucações

Consulta médica - foto: Getty Images

 A Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica, mais conhecida pela sigla DPOC, é um distúrbio do sistema respiratório com duas causas diferentes: a primeira é a bronquite crônica, marcada pela tosse prolongada com muco, e a segunda está relacionada ao enfisema, doença que envolve a deterioração dos pulmões ao longo do tempo, causada pelo tabagismo. O que une essas duas alterações sob uma única nomenclatura é o fato de se tratarem de problemas crônicos, portanto sem cura, porém com tratamento eficaz, e que causam as mesmas dificuldades de respiração. Além disso, elas costumam aparecer associadas.

A DPOC não é uma doença apenas pulmonar. Ela causa uma inflamação que atinge a corrente sanguínea, que, por sua vez, libera mediadores inflamatórios que enfraquecem a musculatura. Essa perda de força muscular leva a pessoa que tem a doença a se tornar sedentária e ficar mais em casa, perdendo cada vez mais musculatura de pernas e braços. A falta de ar causada pelo distúrbio pulmonar é outro fator limitante.

A prática de exercícios físicos vai atuar nessas duas frentes: os exercícios aeróbicos ajudarão a recuperar e manter o condicionamento cardiorrespiratório e os exercícios de resistência, feitos com pesinhos ou halteres, ajudarão a fortalecer a massa muscular. Portanto, a atividade física é uma boa maneira de tornar a DPOC mais fácil de conviver". Mas antes de calçar o tênis e sair por aí se exercitando, existem alguns cuidados que você deve tomar. Eles impedem que você pratique mais exercícios do que o recomendado ou ignore sinais de que seu corpo está cansado, por exemplo. Confira quais são eles a seguir e recupere - ou mantenha - a sua qualidade de vida.

Exames médicos

 Antes de começar a fazer exercício físico, é fundamental que o portador de DPOC vá ao médico e faça exames para ver se ele está apto a fazer a atividade e ainda quais são os limites que devem ser respeitados durante o treino. Além da avaliação clínica que inclui o estado geral do paciente, verificação do uso das medicações e exames mais simples, como o de sangue, o portador de DPOC passará por um teste de esforço feito na esteira, em que será observado, principalmente, se há queda da oxigenação do sangue. Caso o paciente esteja bem, mas apresente queda da oxigenação, haverá a necessidade de usar oxigênio extra através de uma cateter nasal durante o exercício. Caso o paciente esteja bem e não tenha queda da oxigenação, poderá se exercitar sem uso de oxigênio extra, apenas prestando atenção aos sinais do corpo, como cansaço e falta de ar.

Uso de suplementação de oxigênio

Como foi dito acima, o uso de suplementação de oxigênio não é um impeditivo para a realização de exercícios físicos. Existem três formas de ofertar oxigênio: através de grandes cilindros, de concentradores de oxigênio - que são ligados na tomada e separam o oxigênio de todos os outros componentes do ar - e do oxigênio líquido, que se transforma em gás para respiração. Tanto os concentradores de oxigênio quanto o oxigênio líquido podem ser portáteis: o primeiro pode funcionar à bateria, com duração média de seis horas, e ser transportado numa maleta, enquanto o oxigênio líquido pode ser levado numa garrafa. O oxigênio chegará ao paciente através de um cateter plástico que sai do recipiente é encaixado no nariz. Ele pode ser retirado quando não for mais necessária a oferta de oxigênio.

Atenção aos sinais e sintomas

Dentre todos os sinais que podem aparecer durante a atividade física o que sempre aparece primeiro é falta de ar. Depois podem surgir cansaço extremo, chiado no peito, tontura e sensação de coração acelerado. Caso isso aconteça com você, o recomendado é parar o exercício e respirar tranquilamente até que se sinta bem novamente. Caso esteja difícil de respirar, a dica é, em vez de soltar o ar pela boca de uma vez só, expirar fazendo bico, como se estivesse soprando. Essa manobra ajuda a fazer com que o ar chegue a todo o pulmão.

Respiração

Quem tem DPOC deve sempre ficar atento à respiração na hora de fazer exercícios físicos, no entanto não é preciso forçá-la a seguir algum padrão, basta fazê-la naturalmente, de maneira confortável e que não falte ar. Mas vale lembrar que a respiração pelo nariz é sempre melhor, pois aquece, umidifica e filtra o ar, mas se você sentir necessidade de respirar pela boca, faça isso, pois pode ser um sinal de que o seu corpo precisa de mais oxigênio. Pacientes que usam cateter nasal com suplementação de oxigenação devem, em toda respiração, puxar o ar pelo nariz, caso contrário não conseguirão todo o oxigênio de que precisam. Caso você sinta falta de ar, além de parar o exercício, solte o ar fazendo bico, como se estivesse soprando, permitindo que o oxigênio chegue a todo o pulmão.

Cuidado com a intensidade

Os portadores de DPOC têm uma restrição funcional que deve ser respeitada na hora de começar a praticar exercícios físicos. Os sistemas respiratório e cardiovascular terão mais dificuldade em fazer que o oxigênio chegue até os músculos, portanto o desempenho sempre será menor em comparação com um indivíduo saudável no mesmo nível de treinamento - a fadiga do músculo acontecerá em menos tempo?. Por isso, as únicas regras quanto à intensidade do exercício é começar sempre de maneira leve e elevar de maneira sutil.

Caminhadas leves de 30 minutos feitas de três a quatro vezes por semana são uma boa forma de iniciar. Mas o ideal é sempre obedecer as recomendações do seu médico sobre a intensidade a ser seguida. A evolução da atividade física dependerá de muitos fatores, como idade, condicionamento físico e estágio da doença, por isso, o recomendado é conversar com o médico ou com o profissional que acompanha os exercícios quando o paciente se sentir apto a progredir a intensidade. Mas a regra geral é jamais fazer essa alteração por conta própria.

Faça pausas

Caso o paciente de DPOC sinta cansaço frequente durante o exercício, pode fazer pausas ou diminuir o ritmo sem maiores problemas. O objetivo do exercício nesse caso é promover qualidade de vida, não gerar qualquer tipo de competitividade. As pausas são uma boa estratégia para que a oxigenação do sangue mantenha-se estável durante a atividade física. Elas devem ser feitas de acordo com a falta de ar, caso ela apareça, o ideal é descansar por um ou dois minutos. Se ela passar, é possível continuar num ritmo mais baixo. Mas se ela persistir ou for muito forte, é importante parar a atividade.

Faça um relatório da atividade

Uma ideia para manter o exercício físico numa intensidade adequada é fazer um relatório sobre a atividade realizada e como o paciente se sentiu durante ela. O ideal é compartilhar esse material com o pneumologista para que ele diga se o paciente está no caminho certo ou se o treino precisa de adaptações. Outra dica é anotar o tempo, a intensidade e o tipo de atividade física, além de pausas e da sua sensação.

Não fique só no exercício aeróbico

Oliver Nascimento explica que a doença pulmonar obstrutiva crônica causa a liberação de mediadores inflamatórios na corrente sanguínea que chegam aos músculos e causam seu enfraquecimento. Para brecar esse efeito danoso, o ideal é fazer exercícios físicos de resistência, como a musculação, por exemplo. Ela ajuda a reverter a perda de massa muscular e de quebra pode melhorar a restrição pulmonar, já que o músculo treinado capta o oxigênio do sangue com mais facilidade. Mas antes de começar esse treino, o paciente deve conversar com o médico e sempre iniciar com exercícios leves.

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Exercício físico combate a perda de libido provocada pelos antidepressivos em mulheres


Os antidepressivos compõem a principal forma de tratamento da depressão nos dias atuais. Dos efeitos colaterais produzidos pelos antidepressivos, um dos mais frequentes, principalmente em mulheres, é a alteração da função sexual. Estudos apontam que a maioria das mulheres (96%) que tomam antidepressivos relatam algum tipo de disfunção sexual. Além de reduzir a qualidade de vida, este efeito colateral diminui muito a aderência ao tratamento.

O exercício físico é um fator bem estabelecido na promoção da saúde e bem estar geral. Especificamente, o exercício melhora a função sexual em mulheres deprimidas que não tomam medicação. Em mulheres saudáveis, o exercício físico moderado antes de um estímulo sexual aumenta a resposta excitatória a este estímulo.

Baseado neste conjunto de observações foi realizada uma pesquisa para testar se o exercício físico poderia melhorar a função sexual em mulheres que tomam antidepressivos e sofrem os efeitos adversos desta medicação. O estudo avaliou 52 mulheres que tomavam antidepressivos e que apresentavam algum tipo de efeito colateral sobre a função sexual. As mulheres foram acompanhadas por nove semanas e instruídas a ter atividade sexual regular que consistia em atividade sexual com parceiro ou masturbação três vezes por semana. Após as primeiras três semanas as mulheres foram divididas em dois grupos, as mulheres de ambos os grupos continuavam a atividade sexual regular por mais três semanas, adicionando dois padrões de exercício. Um dos grupos realizava exercícios físicos em momentos distantes da atividade sexual, o outro grupo realizava os exercícios imediatamente após a atividade sexual. Após três semanas os grupos foram invertidos, e acompanhados por mais três semanas, fechando as nove semanas totais.

A análise dos resultados feita pelos pesquisadores demonstrou que as duas rotinas de exercícios (distante ou próximo da atividade sexual) mostrou um aumento no orgasmo em todas as mulheres. Além disso, o exercício imediatamente antes da atividade sexual produziu um grande aumento na libido e uma melhora na função sexual como um todo.

A conclusão do estudo é de que uma atividade sexual regular, associada a um programa de exercícios, pode ser uma ferramenta importante para a redução dos efeitos colaterais dos antidepressivos sobre a função sexual em mulheres. -

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Exercício aeróbio aumenta atividade de reparo do DNA

Processos patológicos e fatores ambientais influenciam diretamente na taxa de envelhecimento. Atualmente há um crescente interesse no estudo da mitocôndria, uma organela, que tem os seus níveis diminuídos com o passar da idade e, é essencial para a saúde e para o retardo do envelhecimento. Existe uma teoria que o processo de envelhecimento ocorre devido a produção de radicais livres com a respiração celular normal, o que acarretaria e um estresse oxidativo e mais futuramente a morte.

Uma redução na produção de ATP (energia) mitocondrial pode contribuir para uma resistência reduzida e uma fraqueza muscular. As atividades físicas são reguladas por centros cognitivos e podem aliviar o declínio progressivo nas funções mitocondriais ocorrido pelo envelhecimento. Os exercícios aeróbico e de resistência melhoram a síntese protéica muscular e a biogênese mitocondrial.

O exercício de resistência tem demonstrado reduzir a produção de radicais livres mitocondriais e protegem contra a apoptose (morte celular) mediada mitocondrial. Os exercícios atenuam o estresse oxidativo e aumentam a atividade de reparo do DNA. Além de melhorar a defesa antioxidante do organismo.

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