10 atividades físicas e os benefícios para crianças


natação; criança; atividade física (Foto: Thinkstock)

A violência urbana e o magnetismo da televisão e dos tablets atraem as crianças para o mesmo centro de gravidade: dentro de casa. Assim, não é raro que muitas troquem a brincadeira na rua por tardes inteiras entre os games de celular e a programação da TV a cabo. A consequência mais grave da falta de exercícios ainda é obesidade. Doenças vinculadas ao excesso de peso, como câncer, diabetes, doenças respiratórias e doenças no coração, causam 60% das mortes no mundo todo e têm exigido providências drásticas por parte das autoridades da área da saúde.

Para romper a barreira do sedentarismo, é importante que o seu filho tenha atividade física com hora marcada, pelo menos três vezes na semana. Escolha uma modalidade que desperte o interesse dele e deixe a competição para mais tarde: por enquanto, é hora de gastar energia e se divertir! Veja algumas atividades bacanas e os benefícios que elas trazem:

BALÉ
O balé expressa os sentimentos por meio da dança. O que é ótimo para crianças mais introvertidas, como uma ferramenta para vencer a timidez. Os movimentos trabalham alongamento, flexibilidade, postura, fortalecimento muscular e criam consciência corporal. As coreografias desenvolvem noção espacial, criatividade, musicalidade e coletividade, já que é preciso acompanhar os movimentos dos demais. As aulas podem começar a partir dos 3 anos de idade, no entanto, a regularidade do uso da sapatilha de ponta só pode acontecer aos 12. Isso porque os pés das crianças pequenas crescem com mais velocidade e o calçado pode alterar a formação dos pés.

CAPOEIRA
Apesar de ser uma luta, quase não há contato físico. Além de jogar, os capoeiristas aprendem a cantar e tocar, desenvolvendo ritmo e musicalidade. Defesa, alongamento, bons reflexos e coordenação motora estão entre os maiores benefícios, assim como tônus muscular e equilíbrio, graças aos movimentos com apoio nos membros superiores e inferiores. Sem falar é que uma maneira bacana e interativa de conhecer a cultura brasileira. A partir dos 5 anos, está liberado.

CIRCO
As atividades são lúdicas, despertam o lado criativo e treinam habilidades, como jogo de cintura e improviso. Sim, há movimentos mais desafiadores, como as manobras nos tecidos e os saltos no trapézio, que garantem fortalecimento muscular e flexibilidade. Por isso, é uma atividade que estimula a coragem e o desafio pessoal e requer orientação e equipamentos de segurança. O circuito acrobático, onde se aprende a dar cambalhotas, pode começar a partir dos 3 anos, mas é só depois dos 6 que as aulas com contorcionismos e saltos acontecem pra valer.

FUTEBOL
Coordenação motora, lateralidade, noção espacial, velocidade de reação e agilidade estão entre os maiores ganhos. Por causa das possíveis colisões, é importante que a criança jogue com outras da mesma faixa etária (que tenham o mesmo tamanho). Como os meninos e meninas crescem com uma grande pressão para terem bom desempenho no esporte-paixão-nacional, não estimule a competição, nem pressione por vitórias. Os maiores ganhos são o sentimento de pertencer a um time, de fazer um bom trabalho em equipe e de se divertir. A criança já pode calçar as chuteiras a partir dos 4 anos.

JUDÔ
Ele é mais do que um esporte: é uma filosofia de vida. Além de proporcionar uma série de benefícios físicos, como ganho de força muscular, alongamento e bons reflexos, também estimula o respeito pelo adversário e a disciplina. Crianças que são mais agitadas ou que ainda não sabem como usar a força da maneira correta ganham maior concentração e autocontrole.  A prática é recomendada a partir dos 5 anos, quando a criança está apta a aprender a maneira correta de cair, sem se machucar.

NATAÇÃO
Aposto que você cansou de ouvir que a natação é o esporte mais completo de todos. E é verdade. O exercício trabalha todos os grupos musculares na mesma proporção, sem impacto, melhora o alongamento e aumenta a capacidade pulmonar, já que o controle da respiração é imprescindível. A única contraindicação é para crianças com alergia ou otites (nesse último caso, tampões feitos sob medida devem resolver). Segundo a Sociedade Brasileira de Pediatria, as crianças já podem aproveitar as aulas na piscina a partir dos 6 meses.

PATINAÇÃO NO GELO
Não tem tradição no Brasil (por motivos óbvios), mas vem ganhando espaço. Auxilia no desenvolvimento da coordenação motora, trabalha flexibilidade, agilidade, força e, sobretudo, equilíbrio. A alta velocidade e a superfície escorregadia podem acarretar quedas espetaculares, por isso é indispensável o uso de equipamentos de segurança, como joelheiras, cotoveleiras e capacete. Melhor esperar até os 7 anos.

PAREDE DE ESCALADA
Força, coordenação motora, determinação e um bocado de autocontrole são necessários para chegar até o topo. Como é preciso desenvolver uma estratégia, planejando o melhor caminho a fazer de acordo com disponibilidade de apoios para os pés, é ideal para crianças maiores, a partir dos 7 anos. Antes disso, pode causar um estresse desnecessário.

TÊNIS
A raquete trabalha os reflexos, a força e a coordenação motora. Os jogos podem até ajudar no aprendizado da matemática, já que a criança tem que saber contar os games. O único cuidado é exercitar também os membros inferiores, para evitar desproporções. A raquete deve acompanhar o tamanho da criança, que pode fazer sua estreia no esporte a partir dos 7 anos.

IOGA
Algumas academias já têm aulas direcionadas para crianças. Além do baixo risco de lesão, as diferentes posturas trabalham com alongamento, concentração e flexibilidade, fazendo com que se crie uma consciência corporal. A respiração também é treinada para acompanhar os movimentos. A partir dos 5 anos dá para ensaiar as primeiras saudações ao sol.

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A hidratação ajudando a ter saúde no exercício físico

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Quando você faz exercícios de maneira constante por uma hora, seu corpo perde mais água do que é capaz de produzir. Se não houver reposição, você se desidrata e prejudica sua saúde. Portanto, é preciso ingerir a água que o seu organismo gasta todas as vezes que você realizar atividades físicas, principalmente no verão ou em dias de sol.

Durante a atividade física, seu corpo perde muito líquido através do suor, afinal a forma que ele encontra para manter a temperatura a 37°C é evaporar água pela pele. Por isso, durante um exercício intenso, como pedalar, nadar ou jogar vôlei, 90% da água que você gasta é eliminada pelo suor.

Além disso, a água também interfere em outros mecanismos muito importantes, como transporte de oxigênio para os músculos, através dos glóbulos vermelhos do sangue; eliminação do dióxido de carbono pela respiração e regulação da pressão arterial, para o bom funcionamento do coração e da circulação. O suor é composto por água (99%), alguns nutrientes, principalmente sódio e cloro, e, em quantidades muito pequenas, potássio, magnésio, cálcio, ferro, cobre e zinco.

A  água pura "não é a bebida ideal quando se necessita repor líquido com rapidez e por completo". O ingrediente essencial que deve estar presente numa bebida de reidratação é o sódio. Além disso, acrescentar açúcar à bebida melhora o sabor e ajuda o organismo a assimilar a água e o sódio com mais rapidez.

Consumir os líquidos frios ou gelados é melhor porque assim a absorção da água é mais rápida. Também é preciso descartar os refrigerantes, as bebidas que contêm cafeína ou álcool (por causa do efeito diurético) e os sucos de frutas ácidas (laranja, limão, etc.). Uma forma prática de ficar bem hidratada nos dias de atividade física é tomar água fresca em pequenos goles, antes e durante os treinos. E também consumir bebidas esportivas, como as isotônicas, que são preparadas com os ingredientes ideais para hidratar o seu organismo em poucos minutos.

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Atividade física melhora qualidade de vida dos doentes renais



Devido às limitações a que estão sujeitos como consequência da doença, muitos doentes renais crónicos descartam quaisquer atividades físicas. Porém, a prática de exercício físico por pelo menos trinta minutos por dia traz uma melhorar a qualidade de vida dos doentes.

Os doentes renais crónicos, essencialmente os que estão a fazer hemodiálise, apresentam algumas limitações no que diz respeito à tolerância ao exercício físico, uma situação que pode ser consequência de uma anemia ou disfunção cardiovascular.

Apesar desta condição, é importante que os doentes renais não abdiquem da atividade física. Uma caminhada de apenas trinta minutos por dia pode fazer a diferença e pode ser eficaz na diminuição das limitações a que estes doentes estão sujeitos. No entanto, é importante aconselharem-se com o médico para avaliar o melhor programa de exercícios, pois cada caso, estando dependente de diversos factores, requer uma atenção especializada.

 A progressão da doença é muitas vezes silenciosa, isto é, sem grandes sintomas, tendo como consequência uma tardia consulta médica num elevado número de doentes, podendo diminuir assim a possibilidade de uma total recuperação da função renal.

Portanto, inserir a atividade física pode melhorar a qualidade de vida do doente. Consulte o seu médico e procure um profissiona especializado!

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46% dos brasileiros optam pelo sedentarismo

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Quase a metade dos adultos, 46%, no Brasil é de sedentários, segundo Pesquisa Nacional de Saúde. O levantamento aponta que cerca de 67,2 milhões de pessoas excluídas do exercício físico. O ranking de sedentarismo é liderado pelas mulheres, com 51,5% ou 39,8 milhões, contra 39,8% ou 27,4 milhões dos homens.

 

O percentual de mulheres "insuficientemente ativas" varia de 50,3% na região Sul a 56,4% no Norte, que também lidera o maior número de pessoas sedentárias, 48,1%. Entre os homens, essa variação fica entre 37,3% no Nordeste e 41% no Sudeste. Mais da metade, 62,7%, das pessoas de 60 anos ou mais estava inativa o ano passado. Já o grupo menos sedentário é o de idade entre 18 e 24 anos, chegando a 36,7%.

Das pessoas sem instrução ou com ensino fundamental incompleto, 50,6% são "fisicamente inativos". É o grupo mais representativo entre os demais. Em relação à etnia, os brancos são um pouco mais sedentários, 47,9%, do que os pardos, 44,8%, e os pretos, 42,4%.

O estudo aponta que um dos fatores que levam ao sedentarismo é o hábito de assistir à televisão. O Sudeste lidera a lista de moradores, 31%, que aderiam ao costume em 2013. O Rio de Janeiro é o Estado com o maior número, 40,4%); seguido pelo Espírito Santo, 29,4%; São Paulo, 28,9%; e Minas Gerais, 28,1%. A pesquisa revela ainda que 37,2% das pessoas de 18 anos ou mais de idade consomem carne ou frango com excesso de gordura no País. (com agências)

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Esporte com Saúde no câncer de próstata


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Novembro é o mês do Novembro Azul que faz campanha apra o diagnóstico recoce do cancer de próstata.

A detecção precoce do câncer de próstata é um procedimento muito importante para a conservação da saúde masculina, mas nem todos sabem que existem hábitos simples do dia a dia que podem diminuir as chances do desenvolvimento dessa enfermidade. A doença, que é a segunda mais frequente entre os homens brasileiros, pode também ser combatida com a prática de exercícios físicos.

A realização de atividades físicas junto com a dieta rica em fibra e pobre em gorduras reduzem o risco de desenvolvimento da patologia. Pacientes que fazem exercícios regularmente também possuem uma menor chance de morte causada por câncer de próstata. Essa probabilidade diminui mais conforme maior frequência de exercícios.

No caso daqueles que praticam exercícios mais intensos, como corrida, tênis ou bicicleta, o risco de mortalidade foi reduzida em 35%. A atividade física diminui a produção de substâncias inflamatórias e estimula a resposta imunológica.

Contudo, os exames preventivos também devem fazer parte da rotina da população masculina, já que o câncer de próstata, em sua fase inicial, não apresenta qualquer sintoma. Os métodos de detecção da doença consistem no PSA - Antígeno prostático específico (exame de sangue), toque retal e
biópsia de próstata realizada através de ultrassom transretal,  que confirma o diagnóstico do câncer.

O preconceito em relação ao exame toque retal ainda é um grande obstáculo para a descoberta da doença.  Os 50 anos é o período em que a população em geral deve começar a fazer os exames. No caso das pessoas que se enquadram nos fatores de risco (idade, hereditariedade, raça negra, obesidade, dieta rica em gorduras, tabagismo e etilismo), a idade recomendada é 45 anos.

De acordo com o Instituto Lado a Lado pela Vida e a Sociedade Brasileira de Urologia (SBU), quase 50% da população masculina brasileira nunca foi ao urologista e a perspectiva é que, até o fim do ano, 12 mil pessoas irão morrer devido à descoberta em estágio avançado da doença.

A prevenção com exames é importante mas estar em dia com a atividade fisica pode fazer com que haja uma prevenção num possível desenvolvimento da doença!

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Atividade física regular traz benefícios antioxidantes e anti-inflamatórias

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Estudos demonstram que somente uma intervenção intensiva multifatorial, envolvendo medidas farmacológicas e modificações de estilo de vida, podem promover efeitos benéficos sustentáveis nas taxas de mote e doença cardiovascular em pacientes com diabetes tipo 2. Os baixos níveis de atividade física (sedentarismo) tem sido considerado um fator de risco para a mortalidade precoce, em paralelo com os hábitos de tabagismo, hipertensão arterial e dislipidemia. A prática regular de atividade física moderada mostra uma capacidade para reduzir o peso corporal, melhorar a sensibilidade à insulina, aumentar os níveis de HDL e , diminuir e normalizar a pressão arterial.

Tem sido sugerido que a hiperglicemia crônica ou mesmo as elevações intermitentes da glicose sanguínea observadas em pacientes com um controle glicêmico aparentemente normal pode contribuir para o desenvolvimento de complicações micro ou macrovasculares. No entanto, muitas vias patofisiológicas podem ser simultâneamente ativadas, o que inclui o estresse oxidativo e a inflamção de baixo grau. O fenótipo dislipidêmico da diabetes é caracterizado pelo aumento nos triglicérides sanguíneos e pela oxidação da LDL, junto com a queda da HDL, sendo responsável pela lipotoxicidade da diabetes. O exercíceio tem atividade similar à insulina devido ao aumento da capacidade muscular em capturar a glicose decorrente da queda intramuscular dos estoques de gordura.

A atividade física aumenta o número de capilares e fibras oxidativas no músculo, aumento a lipólise, o que permite o fluxo livre de ácidos graxos para o tecido, reduzindo a sua concentração no plasma, o que é um inidcador de sua abosrção e oxidação pelos tecidos. O exercício físico regular é capaz de reduzir a taxa cardíaca, melhorando a sensibilidade aos baroceptores aórticos, contribuindo para uma regulação mais eficiente da pressão arterial. Ele ainda causa adaptações na capacidade antioxidante do organismo, protegendo as células contra os efeitos deletérios do estresse oxidativo, prevenindo assim o dano celular.

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Esporte com Saúde em Problemas Posturais

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Com o passar dos anos, a coluna é submetida a uma série de posturas erradas e que podem ter consequências sérias.  Se o problema não for resolvido, podem se tornar crônicas e intensas, a ponto de evoluírem para distúrbios mais sérios da coluna. Em alguns casos, é necessária uma cirurgia. No caso da "formação de barriga", pode acontecer porque as pessoas jogam o corpo para a frente, e a lombar fica bem retraída.Isso não significa que seja um percentual de gordura, e sim, um problema causado pela postura ruim. Para esses casos, é fundamental atividades abdominais.

Para uma reeducação postural, os exercícios devem ajudar e trabalhar a parte da coluna e, principalmente, promover uma mudança na rotina durante o dia. É importante ressaltar que uma postura ruim, na maioria das vezes, está relacionada com o sedentarismo. O alongamento pode ser muito bom para relaxar os músculos. Já abdominal e exercícios que possam trabalhar a coluna, o glúteo e os músculos que estão apoiando a coluna vertebral também são indicados.

Pessoas com escoliose (coluna em forma de S) devem fazer atividade física para amenizar o problema. Primeiramente, precisam procurar um médico para entender qual o grau em que a doença se encontra. Depois, buscar um profissional de educação física para avaliação e indicação dos melhores exercícios. É importante lembrar que, independentemente do estado físico, todos precisam de autorização médica e avaliação de um profissional antes de praticar qualquer exercício. Não realizar as atividades corretamente pode ocasionar dores fortes e agravar problemas de coluna.

Exercícios mais indicados

•    Pilates
•    Ioga
•    Abdominais
•    Dança
•    Natação
•    Balé
•    Musculação
•    Equitação
•    Exercícios com elástico

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Esporte com Saúde na Osteoporose

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A osteoporose é uma doença que atinge os ossos. Caracteriza-se quando a quantidade de massa óssea diminui substancialmente e desenvolve ossos ocos, finos e de extrema sensibilidade, mais sujeitos a fraturas. 

Faz parte do processo normal de envelhecimento e é mais comum em mulheres que em homens. A doença progride lentamente e raramente apresenta sintomas. Se não forem feitos exames pode passar despercebida.

Algumas das praticas que podem ser realizadas em pessoas com osteoporose:

- Alongamento geral;

- Correção da postura (tendência à cifose acentuada e à escoliose, pelos desequilíbrios laterais);

- Atividades de impacto ósseo (caminhada, corrida, subir escadas);

- Atividades de grande sobrecarga muscular (musculação);

- Atividades aeróbias (benefícios cardiovasculares). Entre os fatores de risco da osteoporose (sexo, raça, hereditariedade, menopausa, dieta e farmacológicos), podemos destacar a inatividade física como um dos fatores mais importantes. T

alvez se um maior número de pessoas estivesse engajado em um programa de atividade física, muitos problemas poderiam ser evitados (problemas financeiros e emocionais devido a acidentes causados pela osteoporose), possibilitando uma vida mais produtiva, com qualidade melhor para várias pessoas. Aumentar a atividade física reduz a perda óssea e o risco de quedas.

O risco de fratura é o grande perigo da osteoporose. As mais comuns são as de punho, vértebras, costelas e, principalmente, a do colo do fêmur (osso da coxa). Elas acabam limitando a vida do idoso e muitas vezes trazem muitas complicações à sua saúde.

Metade das pessoas com fraturas no fêmur passam a ter dificuldades de locomoção. Cerca de 40% apresentam complicações circulatórias, infecções respiratórias e desencadeamento de diabetes.

A fratura de fêmur é a conseqüência mais dramática da osteoporose. Cerca de 15% a 20% dos pacientes com fratura de quadril morrem devido à fratura ou suas complicações durante a cirurgia, ou mais tarde por embolia ou problemas cardiopulmonares em um período de 3 meses e 1/3 do total de fraturados morrerão em 6 meses. Os restantes, em sua maioria, ficam com graus variáveis de incapacidade.

A força muscular sobre os ossos constitui o estímulo fundamental para a manutenção e o aumento da massa óssea. O que quer dizer que os exercícios na água, como a hidroginástica e a natação, ou mesmo aqueles realizados em bicicleta, não trazem os benefícios observados com exercícios do tipo caminhar, correr, dançar, jogar tênis, peteca ou praticar algum esporte coletivo como o futebol, o basquete e o voleibol.

Os pacientes devem ser estimulados a fazer exercícios; um programa de atividade física pode ser encontrado em muitos lugares (o mais importante é que esses exercícios devem ser com carga e realizados durante pelo menos 30 minutos por dia). Um dos exercícios mais simples é caminhar. Os exercícios não devem aumentar o risco de queda, nem sobrecarregar excessivamente qualquer osso, sendo que o exercício é uma proposta para aumentar a massa óssea e a massa muscular, ou seja, a capacidade funcional, a fim de prevenir quedas e assim reduzir o número de fraturas.

O impacto da atividade física é essencial para o desenvolvimento do esqueleto no durante infância e na adolescência e manter a massa óssea em adultos jovens. A prática uma atividade física numa pessoa com osteoporose, deve ser realizada com cuidado, procure antecipadamente um médico, veja as precauções existentes ao praticar um exercício e siga corretamente os métodos adotados por um profissional qualificado e competente!!

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Esporte com Saúde na Bronquite Crônica



Acho que não há dúvidas que a prática do esporte/atividade física/exercícios contribui para a melhora de qualidade de vida da pessoa. Isso inclui as pessoas que sofrem de alguma doença respiratória, como a bronquite. A Bronquite é uma inflamação dos brônquios, canais que conduzem o ar inalado até os alvéolos pulmonares. hà uma dificuldade maior de respirar e o exercício físico, por provocar a expansão pulmonar pode ajudar nesse processo.


Mesmo tendo algumas limitações fisiológicas, a pessoa não deve se afastar das atividades físicas. Quando o corpo de uma pessoa que tem doenças pulmonares crônicas se acostuma com a carga de exercício, ele passa a utilizar melhor o oxigênio, a respirar com mais facilidade devido ao fortalecimento dos músculos responsáveis pela respiração. Além disso, mexer o corpo ainda aumenta a circulação do sangue, fortalece o coração e diminui a pressão sanguínea.

Todas as pessoas que querem começar a fazer uma atividade física devem procurar um especialista para fazer uma avaliação médica. Esse procedimento potencializa o treino, já que o tipo específico de exercício é escolhido para cada indivíduo, levando em conta todas as suas limitações.

Para quem tem bronquite crônica, é importante tomar algumas precauções com o objetivo de evitar desconfortos ou acidentes: não fazer exercícios sozinho em áreas isoladas como trilhas e parques florestais, não exercitar-se fora de casa quando o a temperatura está muito elevada ou quando o clima está muito seco e não aumentar a carga do exercício sem antes consultar o preparador físico. 

A natação é uma das alternativas mais indicadas por médicos para ajudar na recuperação ou para o tratamento de problemas pulmonares crônicos. Ela ajuda a aumentar a entrada de ar nas vias respiratórias por causa da maior umidade relativa do ar. Além disso, a água funciona como um vasodilatador, que facilita a circulação sanguínea e o trabalho do coração.

A caminhada, corrida leve e esportes que utilizam esses mecanismos também são muito indicadas pelos médicos para quem sofre com problemas respiratórios. É um exercício muito fácil de adaptar para cada situação, e é muito eficiente no controle da obesidade, colesterol, diabetes e da hipertensão.

A natação, a caminhada e corrida são exercícios que beneficiam o condicionamento físico, o que  facilitam a prática de esportes do que pessoas sadias que não tem o hábito de caminhar ou correr. 

Dois exercícios para se fazer no aquecimento:

- Relaxe o pescoço e os músculos dos ombros e depois inspirar pelo nariz e expirar pela boca.

- Deite com as costas no chão, flexione as pernas, coloque uma mão na barriga e outra em cima da caixa torácica e depois inspirar profundamente. Para o exercício fazer efeito, a barriga deve se levantar, mas o peitoral deve continuar parado.

Esses exercícios devem ser executados em cinco a dez minutos.

É importante salientar que, durante o treino, sintomas como dores no peito, enjoo, fraqueza e queda brusca de pressão são sinais de que a pessoa deve parar imediatamente.

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Atividade física não precisa ser intensa para trazer benefícios

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Ainda há pessoas que sao totalmente sedentárias, que não praticam nenhum tipo de atividade física. Porém é importante esclarecer que atividades como passear com o cachorro, andar de bicicleta e subir escadas, quando praticadas regularmente, estimulam o bem-estar físico e mental e também reduzem, de forma eficaz, as consequências ligadas à inatividade.

O sedentarismo é um dos fatores de risco intimamente relacionado ao aparecimento de doenças respiratórias crônicas, hipertensão e distúrbios cardíacos, entre outras patologias. É importante salientar que quem optar por uma prática esportiva ou uma atividade específica para emagrecimento, por exemplo, deve procurar um profissional na área de educação física para receber as orientações adequadas, seguras e que tragam melhores resultados.

A atividade física deve ser realizada de maneira moderada e não precisa ser extenuante para trazer benefícios à saúde, tais como:

— Diminui o risco de desenvolver diabetes
— Reduz o risco de doenças cardiovasculares
— Ajuda a diminuir a pressão sanguínea
— Reduz o risco de desenvolver câncer de cólon
— Diminui a ansiedade e a depressão
— Ajuda a controlar o peso corporal
— Ajuda a manter ossos, músculos e articulações saudáveis
— Reduz o risco de desenvolver pressão alta
— Ajuda idosos a ficarem mais fortes, com melhor movimentação e menos quedas

Então, para quem está sedentário, vamos mudar alguns hábitos de vida, assim teremos mais qualidade no nosso dia a dia.

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Atividade física deve ser recomendada como tratamento e prevenção de doenças

 

Apesar de a prática de exercício físico regular trazer inúmeros benefícios à saúde e ser um dos métodos preventivos mais eficientes contra muitas doenças, segundo a Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC), o sedentarismo é uma das principais causas das 300 mil mortes anuais por doenças cardíacas do país.

Para o cardiologista e médico do esporte Daniel Kopiler, a atividade física deveria ser recomendada como medicação.

"O maior desafio é tornar a atividade física uma prioridade para melhorar a saúde da população e reduzir os riscos de doenças como diabetes, hipertensão, obesidade, entre outras", defende.

De acordo com o especialista, "o exercício físico diminui em cerca de 30% os riscos de desenvolver doença coronariana, e reduz aproximadamente em 50% os riscos de hipertensão".

Segundo Kopiler, um levantamento realizado com cardiologistas nos EUA mostrou que apenas 15 em cada 100 médicos reforçavam voluntariamente a importância da atividade física para seus pacientes em reabilitação cardíaca.

"Há muitas pesquisas sobre novos medicamentos, mas o melhor deles, o mais antigo e democrático, tem sido preterido. Todos os profissionais de saúde deveriam recomendar atividade física para tratamento e prevenção de doenças", recomenda.

Um estudo realizado em 2002 pelo pesquisador Jonathan Myers (Universidade Stanford, EUA) comparou a aptidão física entre homens até 70 anos com e sem doença cardiovascular.

As pessoas sem doença cardiovascular que não tinham preparo físico adequado apresentaram risco de mortalidade duas vezes maior do que o grupo que tinha doença cardiovascular e ótimo preparo físico.

"Há outros estudos comparando pessoas apenas com hipertensão e hipertensos com outros fatores de risco, como diabetes e colesterol elevado. Os resultados mostraram que os com melhor preparo físico conseguiram diminuir o impacto dos outros fatores de risco", conta Kopiler.

Segundo um estudo de 2012, liderado por I-Min Lee, na América Latina, o estilo de vida sedentário é responsável por 11,4% de todas as mortes por doenças como diabetes, problemas cardíacos e câncer de mama e do cólon.

A busca por alternativas para estimular a população a ter uma vida mais ativa será discutida por profissionais de saúde da América Latina na Série Científica Latino-Americana 2014, em Buenos Aires, nos dias 11 e 12 de setembro.

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Saiba todos os benefícios da Corrida

Saiba todos os benefícios desta atividade física

Uns poucos minutos ao dia são suficientes para combater problemas futuros


Correr apenas alguns minutos por dia, ainda que a baixa velocidade, pode reduzir significativamente o risco de de morte por doença cardiovascular em comparação com alguém que não faz este tipo de atividade física, de acordo com um estudo publicado segunda-feira no "Journal of the American College of Cardiology ".

Está bem estabelecido que o exercício é uma forma de prevenir doenças cardíacas e um componente de vida saudável em geral, mas não está claro se há benefícios para a saúde se for realizada menos de 75 minutos por semana, o tempo de atividade física intensa recomendado pelo governo dos EUA e da Organização Mundial da Saúde (OMS).

Os pesquisadores estudaram 55.137 adultos com idade entre 18 e 100 anos, por um período de 15 anos para determinar se existe uma relação entre o desempenho e a longevidade.

No período do estudo, 3.413 participantes morreram, incluindo 1.217 pessoas cujas mortes foram relacionadas à doença cardiovascular. Nesta população, 24 por cento dos participantes relataram que não fazem exercício em seu tempo livre.

Em comparação com os não-corredores, os corredores tinham um risco 30 por cento menor de morte por todas as causas e de 45 por cento menor risco de morte por doença cardíaca ou acidente vascular cerebral e que vivem, em média, três anos mais, em comparação a aqueles que não praticam este exercício.

Os autores acreditam que a promoção da atividade de corrida é tão importante como a prevenção do tabagismo, obesidade ou hipertensão para reduzir o risco de mortalidade na população. Os benefícios deste exercício é o mesmo, independentemente do tempo, distância, velocidade ou frequência de participantes que relataram também que os efeitos positivos para a saúde eram as mesmo, independentemente do sexo, idade, índice de massa corporal , condições de saúde, o tabagismo ou o consumo de álcool.

"Como o tempo é uma das mais fortes barreiras ao participar de atividade física, o estudo pode encorajar mais pessoas a começar a correr e manter o exercício como um alvo para os benefícios de saúde a preços acessíveis contra a mortalidade. Correr pode ser uma opção melhor para o exercício, que muitos exercícios mais moderados já que produz semelhante, se não maior, benefício contra mortalidade com cinco a 10 minutos, em comparação com 15 a 20 minutos por dia de atividade de intensidade moderada que muitos acham muito demorado ", concluiu o estudo.

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Video: beneficios da atividade fisica na saúde



Atualmente, a atividade física é uma questão de saúde pública. Os benefícios da prática da atividade física são amplamente reconhecidos. De acordo com a Organização Mundial de Saúde, a atividade física reduz o risco de morte prematura por doenças cardiovasculares, diabetes do tipo II e cancro do cólon, reduz ainda a depressão e a ansiedade, ajuda a controlar o peso corporal, a reduzir a hipertensão arterial, a manter a saúde e o bom funcionamento do sistema músculo-esquelético, a melhorar a mobilidade e a promover o bem-estar psicológico.

Um estilo de vida ativo, incluindo uma prática regular de exercício físico, como tem sido insistentemente sublinhado, permite melhorar a qualidade de vida dos indivíduos de várias formas, sendo frequentemente salientados benefícios físicos e psicológicos associados à prática de exercício físico:
  • Na manutenção ou desenvolvimento das estruturas ósseas e musculares
  • Na prevenção ou redução da tensão arterial
  • Aumento da capacidade de resposta do organismo para combater o stress
  • Alívio da tensão muscular
  • Redução da dor
  • Melhor percepção de bem-estar
  • Uma maior percepção de eficácia e controlo pessoal
  • Período de atividade que possibilita um tempo de afastamento e distração face aos problemas do cotidiano

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Caminhar durante as manhãs de inverno ajuda no combate ao diabetes


Caminhar durante a manhã no inverno ajuda no combate ao diabetes e a obesidade porque ajuda a regenerar a gordura parda ou tecido adiposo marrom, segundo um estudo divulgado nesta segunda-feira (23) na Austrália.

Os pesquisadores viram que a gordura parda ou gordura de bebê, que ajuda os recém-nascidos a manter a temperatura corporal, pode queimar energia com maior rapidez do que a gordura comum ou branca, que armazena energia e provoca aumento da massa corporal.

Os cientistas descobriram que se uma pessoa é exposta a temperaturas de cerca de 19ºC, ela é capaz de regenerar a gordura parda em quatro semanas, segundo a emissora local "ABC".

O chefe da equipe investigadora, o endocrinologista australiano Paul Lee, disse que este descobrimento pode ser uma das chaves para combater a obesidade, que afeta grande parte da população.

"A gordura branca ordinária armazena energia, mas quando há muita, pode causar diabetes, pressão alta e uma série de desordens no metabolismo", disse Lee.

Por outro lado, "a gordura parda não armazena a energia, mas sim promove a queima, e é por essa razão que os animais que possuem muito gordura parda estão protegidos contra o diabetes, a obesidade e uma série de desordens metabólicos".

Para efeitos do estudo, Lee recrutou cinco homens em bom estado de saúde para que passeassem a cada noite, durante quatro meses, em um quarto na qual a temperatura era de 19ºC.

Durante esse período a quantidade de células de gordura parda aumentou em 40%, assim como o metabolismo também acelerou.

Mas quando estas pessoas foram expostas a uma temperatura de 27ºC, a quantidade de células de gordura parda diminuiu e o metabolismo ficou mais lento.

Apesar da temperatura representar uma chave no crescimento da gordura parda, esta por si só não garante a perda do sobrepeso já que requer um treino especial, explicou o médico.

"Se for colocada uma pessoa em um curto prazo em um ambiente frio sem ser aclimado, seu corpo deverá trabalhar com maior força e potencialmente estimulará o apetite para compensar o estresse produzido pelo frio", ressaltou o endocrinologista.

Lee recomendou sair para caminhar durante as manhãs de inverno com um traje mais leve que permita sentir o frio, mas sem sofrer, para motivar a regeneração do gordura parda, embora também lembrou que o ser humano está cada vez mais acostumado a ambientes mais quentes devido ao uso dos sistemas de calefação.

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Creatina e exercícios melhoram fragilidade em idosas

A suplementação de creatina aliada ao treinamento de força em pessoas idosas do sexo feminino melhorou a função muscular e massa magra. O resultado é de uma pesquisa que envolveu 60 mulheres idosas (com idades entre 62 e 79) com fragilidade. Segundo o professor Bruno Gualano, da Escola de Educação Física e Esportes (EEFE) da USP, tal constatação indica que a suplementação do nutriente associada ao exercício, em mulheres idosas, pode ser um terapêutica eficiente no combate ao envelhecimento.

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"A creatina é um nutriente produzido pelo próprio organismo, e obtida também com o consumo de carnes", explica Gualano. Atualmente, a suplementação de creatina é classificada pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) como "alimento para atletas". "Há alguns anos, advogo que a recomendação desse suplemento nutricional deveria ser estendida a idosos, pois a literatura científica tem dado bom suporte para isso", justifica o cientista. Juntamente com a professora Rosa Maria Pereira, da Faculdade de Medicina (FM) da USP, coordenou os experimentos realizados no Laboratório de Avaliação e Condicionamento em Reumatologia (LACRE) — disciplina de Reumatologia da FM. O estudo integra o doutorado de André Macedo, da FM, foi apresentado em congressos internacionais e acaba de ser publicado na Revista Experimental Gerontology.

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As 60 idosas envolvidas no experimento foram recrutadas por meio de anúncio na mídia. "Eram todas sedentárias, com baixa massa óssea e doenças crônicas associadas, sendo a maioria da cidade de São Paulo e algumas do interior do Estado", descreve Gualano. Foram divididas em quatro grupos, com 15 mulheres cada um. No primeiro, as mulheres tomaram um placebo — fármaco ou procedimento inerte; No segundo grupo, as idosas ingeriram a creatina; No terceiro grupo, houve a administração de placebo e treinamento de força; E no quarto grupo, creatina mais treinamento de força. O experimento durou seis meses.

"Sabe-se que a suplementação da creatina, particularmente quando combinada ao treinamento muscular, é capaz de aumentar a força e a massa muscular em atletas", explica o pesquisador. "Nossa hipótese foi que a suplementação de creatina poderia também melhorar esses parâmetros numa população idosa vulnerável", conta.

Como esperado, verificou-se que a combinação do exercício de força e a suplementação de creatina melhorou a função muscular e massa magra nas mulheres idosas. "Houve, inclusive, uma redução na incidência de sarcopenia, que é uma condição de baixa massa muscular que afeta muitos idosos e os predispõe à mortalidade", descreve.

"Houve melhora da massa magra apendicular e índices de função muscular de membros superiores e inferiores, porém não afetou a massa óssea nas idosas sedentárias", afirma Gualano, lembrando que, "o treinamento de força, isoladamente, também promoveu ganhos de função muscular, ainda que inferiores àqueles obtidos com a combinação das intervenções." O pesquisador conta ainda que somente a suplementação de creatina mostrou-se ineficaz em promover benefícios consistentes na função muscular, porém promoveu um pequeno ganho de massa magra, quando comparada ao placebo. "Quando finalizamos o estudo, os voluntários são informados sobre os resultados, mas fica a critério deles continuar ou não com a intervenção", conta o pesquisador.

O artigo que acaba de ser publicado na Revista Experimental Gerontology é assinado pelos professores Gualano e Rosa Rodrigues Maria Pereira, além de outros pesquisadores e alunos que compõe o Laboratório de Avaliação e Condicionamento em Reumatologia.

Por Antonio Carlos Quinto

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Como o exercício pode ajudar o sistema imunológico?



As pessoas bem adaptadas fisicamente tem um sistema imune mais eficiente, o que os defende de doenças e infecções. Além, claro, de permitir que se reproduzam com sucesso. Onde entra o exercício nestas afirmações?

Os benefícios da atividade física moderada e regular incluem redução de hipertensão, de hiperlipidemia (alterações nos níveis de colesterol e triglicérides), de doenças cardiovasculares, do diabete, do percentual de gordura corporal, de certos tipos de câncer, assim como uma diminuição na incidência de doenças bacterianas e virais. Os mecanismos exatos implícitos nestes efeitos ainda são motivo de debate e, provavelmente, multifatoriais. De qualquer modo, há evidências de que a atividade física derruba a probabilidade de se adoecer.



Quer dizer que com a prática regular de exercícios ficamos prontos para lutar contra doenças?
Isso se o exercício for moderado. Há indícios na literatura de que atividades intensas provocam, na verdade, queda na função imunológica, aumentando a incidência de doenças infecciosas – tanto em homens como em animais.


Como sãos estas mudanças benéficas em células e substâncias do sistema imune?
Há evidências de que a atividade física moderada e rotineira modula diversos componentes da imunidade. Por exemplo, depois do exercício observou-se aumento na quantidade de algumas células e substâncias do sistema imune, entre elas: células natural killer, linfócitos T, citocinas e imunoglobulinas. Além disso, já foi reportado que a taxa de sobrevivência de ratos com infecções bacterianas é maior em animais fisicamente ativos.

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Bolas ajudam a fazer diferentes tipos de atividade física

Há diferentes tipos de bola que podem ajudar na atividade física. Os exercícios vão desde a bola de futebol, para ser chutada mesmo, até as bolas de pilates, que favorecem o fortalecimento da musculatura.

Nem toda bola é usada para ser chutada ou arremessada. Algumas bolas que são pesadas ou grandes demais para um esporte competitivo, mas que são ideais para exercícios específico, sejam de equilíbrio, de força ou de alongamento:

- Kettlebell: tem uma alça e se parece com uma chaleira ("kettle", em inglês, daí o nome). É usada como um peso dentro de algum tipo específico de treinamento. Serve para exercícios aeróbicos, e por isso ajudam a dar condicionamento físico e a emagrecer. Também é boa para reabilitação e correção de postura.

Medicine ball (Foto: Tadeu Meniconi/G1)

- Medicine ball: assim como a kettleball, a bola medicinal (como também é chamada) é usada como uma sobre carga para exercícios tradicionais, dando uma dinâmica diferente para o treino. A diferença é que a medicine ball é utilizada principalmente para arremessos em exercícios de potência.

  Bosu e fitness ball (Foto: Tadeu Meniconi/G1)


- Fitball e bosu: é aquela bola grande, inflada, usada em aulas de treinamento funcional e pilates. é usada em alongamentos e trabalha equilíbrio e flexibilidade. Bosu é a versão recortada pela metade da mesma bola, ou seja, é na verdade uma semiesfera. Ela tem funções parecidas com a da fitball.

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Exercícios físicos podem melhorar o olfato de pessoas idosas

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Todos estão familiarizados com os estragos que o passar dos anos pode causar no corpo - mas poucos sabem que a idade também pode afetar nossa habilidade de sentir cheiros. Uma nova pesquisa sugere que um quarto dos adultos com mais de 50 anos têm o olfato prejudicado com o passar do tempo. Entretanto, nem tudo é má notícia: esse mesmo trabalho também descobriu que a atividade física regular pode prevenir o desgaste. Os resultados foram publicados dia 17 de Outubro no JAMA Otolaryngology- Head & Neck Surgery Journal e concluídos por pesquisadores da University of Wisconsin (EUA).

O estudo incluiu cerca de 1.600 pessoas com idades entre 53 e 97 anos, que não tinham quaisquer problemas com o sentido do olfato no início do estudo e foram acompanhados por até 10 anos. Os pesquisadores testaram a capacidade dos participantes para detectar oito odores, como chocolate e café, três vezes ao longo do estudo. A amostragem também respondeu questões sobre seus hábitos diários, como prática de exercícios.

Durante o período de estudo, cerca de 28% das pessoas desenvolveram deficiência em seu olfato, e os resultados mostraram uma ligação entre atividade física e capacidade de cheirar, após o ajuste para idade e sexo. Segundo os autores, as pessoas que relataram se exercitar pelo menos uma vez por semana tiveram uma diminuição do risco de perda olfativa - quanto mais a pessoa fazia exercícios, menor era seu risco de desenvolver o prejuízo.

Não está claro como o exercício pode proteger o olfato de uma pessoa, mas a possível explicação seria que o exercício melhora o funcionamento do cérebro de forma geral, incluindo as áreas responsáveis por reconhecer odores, afirmam os cientistas.

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Caminhada pode diminuir o risco de AVC em homens idosos

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Os homens com mais de 60 anos podem se beneficiar da caminhada para reduzir as chances de sofrer um AVC fazendo uma caminhada diária - e não é necessário andar muito rápido. Isso é o que afirma uma pesquisa do University College London, na Inglaterra. O relatório foi publicado em 14 de novembro na edição online da revista Stroke.

Acesse o blog sobre Saúde do Chakalat

A equipe coletou dados de 3.500 homens saudáveis com idades entre 60 e 80 anos, que estavam participando de um estudo sobre saúde cardíaca, envolvendo 24 cidades britânicas. Os homens foram questionados sobre o quanto eles caminhavam durante a semana. Os pesquisadores dividiram os homens em cinco grupos: aqueles que caminharam zero a três horas por semana, de quatro a sete horas por semana, de oito a 14 horas por semana, de 15 a 21 horas por semana e mais de 22 horas por semana.

Durante os 10 anos de acompanhamento do estudo, homens que caminhavam oito a 14 horas por semana reduziram o risco de AVC em cerca de um terço em relação aos homens que andavam zero a três horas por semana, segundo os pesquisadores. Para aqueles que andaram mais de 22 horas por semana, o risco de acidente vascular cerebral diminuiu em cerca de dois terços. Entre todos os homens, 42% caminhou por mais de oito horas por semana e 9% andou mais de 22 horas por semana.

O benefício da caminhada foi observado independentemente de quão rápido os homens caminhavam. Segundo os autores, os efeitos protetores foram observados pelo tempo que se passou caminhando, independente da velocidade. O AVC é a principal causa de morte e incapacidade no mundo, e é importante encontrar maneiras de prevenir o problema, especialmente em pessoas mais velhas.

Embora o estudo tenha encontrado uma associação entre maior tempo de caminhada semanal e menor risco de AVC em homens, não é possível estabelecer uma relação de causa e efeito. Os cientistas afirmam que todas as formas de atividade física, incluindo caminhadas, podem promover uma maior saúde do coração e consequentemente reduzir o risco de AVC.

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Atividades físicas podem aumentar o risco de incontinência urinária



A incontinência urinária é um problema muito comum, principalmente entre os jogadores de futebol. Estudos recentes mostram números expressivos, por exemplo, em uma pesquisa realizada com 233 atletas da Universidade do Porto, em Portugal, mostrou que 29% apresentam incontinência urinária. Um estudo  feito na França apontou resultado semelhante.

De acordo com a ginecologista Andreia Mariane de Deus, algumas atividades físicas podem ocasionar um sobrecarga no assoalho pélvico que pressiona a bexiga.

― Algumas atividades físicas podem sobrecarregar o assoalho pélvico, grupo de músculos que sustenta a parte baixa do abdômen, aumentando o risco de incontinência urinária e também de prolapso genital, que é a queda da parede da vagina causada pelo deslocamento dos órgãos pélvicos.

De acordo com a especialista, muitos atletas se acostumam com a perda da urina e o desconforto na região genital, sem procurar ajuda.

― Não é normal mesmo em estágio leve, pois a incontinência urinária e o prolapso genital estão associados à perda considerável de qualidade de vida, piora na autoestima e levar inclusive à depressão. Muitas pessoas param de se exercitar em consequência do problema.

De acordo com Andreia, é preciso estar atento aos sintomas e consultar um médico. Já existem técnicas bem avançadas para tratar as duas doenças.

Tratamentos

De acordo com a ginecologista, exercícios e fisioterapia, geralmente recomendados para tratamento da incontinência urinária e também do prolapso genital leve podem não ser tão eficazes em esportistas.

― No caso da incontinência urinária de esforço, a aplicação de malhas e 'sling' cirúrgico apresentam uma eficácia superior a 90%. Graças aos avanços da última década, estes tipos de cirurgias podem, em certos casos, ser feitas sob anestesia local e em regime de ambulatório.

Já para o prolapso genital, a especialista afirma que as telas para recuperação do assoalho pélvico representam um dos melhores tratamentos nos casos de prolapso genital grave.

Para a especialista, a boa notícia é que os procedimentos estão cada vez menos invasivos.

— Já temos tecnologias no Brasil com apenas uma micro incisão, restaurando a anatomia do corpo e melhorando a vida.

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Pesquisa: Atividade física faz bem ao corpo e 'rejuvenesce' a pele


A atividade física faz bem para a saúde, para o humor, e agora descobriram que ela pode fazer bem até para a pele, mantendo-a jovem e até mesmo revertendo o processo de envelhecimento. Com o passar dos anos a camada mais superficial da pele, a epiderme, vai se tornando mais grossa e apresentando as conhecidas rugas, enquanto uma camada mais profunda, a derme, se torna mais fina e frágil.

Esse processo é natural e acontece com todos, porém pesquisadores americanos e canadenses viram que a atividade física desacelera ou até mesmo reverte sinais de envelhecimento precoce em camundongos ativos em comparação a ratos sedentários.

Mas essa descoberta não parou em roedores. A hipótese de que a atividade física "rejuvenesce" a pele foi testada em humanos e mostrou resultados animadores. Os pesquisadores fizeram uma biopsia da pele da região glútea de pessoas sedentárias e fisicamente ativas.

Essa região do corpo foi escolhida por ser uma área raramente exposta ao sol. Eles descobriram que as pessoas ativas tinham a pele com características mais jovens. A pele parecia com a de pessoas com menos de 40 anos, mesmo tendo sido retiradas de voluntários com mais de 65 anos.

Essas diferenças poderiam ser atribuídas a outros fatores, que não a atividade física, como dieta alimentar e características genéticas. Então a pesquisa foi mais a fundo e recrutou idosos sedentários a participarem de um programa de treinamento por três meses, que era constituído por treino de trote ou bicicleta por 30 minutos, duas vezes por semana.

A biópsia da pele foi feita antes e depois do programa de treinamento. Após os três meses a pele dos idosos estava surpreendentemente com características mais jovens, e o único fator diferente em suas vidas foi a prática de atividade física. Os mecanismos exatos que beneficiam a pele ainda não estão esclarecidos.

A hipótese levantada é de que uma substância produzida pela contração muscular também estaria envolvida em alterações da pele. Não há evidências de que a atividade física faça sumir as rugas ou os danos causados pelo sol. Mas pensando a longo prazo, qualquer melhora a nível celular já é muito bem vinda.

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Sedentarismo é maior fator de risco cardíaco para mulheres


 

A falta de exercício é o maior fator de risco para o aparecimento de doenças cardíacas em mulheres acima de 30 anos, mostra um novo estudo. A pesquisa foi feita por cientistas da Universidade de Queensland, na Austrália, com mais de 30 mil mulheres do país nascidas nas décadas de 20, 40 e 70.

Eles constataram que o tabagismo teve o maior impacto sobre o risco de doenças cardíacas em mulheres abaixo de 30 anos. No entanto, à medida em que elas ficavam mais velhas e abandonavam o cigarro, a falta de atividade física passou a ter influência dominante sobre o aparecimento de problemas ligados ao coração. A pesquisa foi publicada na revista científica British Journal of Sports Medicine.

Segundo os cientistas, as autoridades de saúde devem continuar encorajando as pessoas a deixarem de fumar, porém deveriam também se concentrar em promover a prática da atividade física.

"Precisamos de um maior empenho das autoridades no sentido de manter as mulheres de meia-idade ativas para que elas possam chegar à velhice mais saudáveis e praticando exercícios físicos", disse à BBC Wendy Brown, professora do centro para a pesquisa sobre o exercício, atividade física e saúde da Universidade de Queensland.

Brown sugere às mulheres fazer exercícios diários de pelo menos 30 minutos para reduzir os riscos de problemas cardíacos.

"Garanto que qualquer mulher que faça pelo menos 30 minutos de exercício físico por dia vai sentir grandes melhorias em sua saúde", diz Brown. "Só a prática de atividade física reduz em 50% o risco de doenças cardíacas", acrescenta ela.

Os pesquisadores afirmam ainda que se todos as mulheres acima de 30 anos na Austrália seguissem as diretrizes recomendadas de exercício físico, cerca de 3 mil vidas poderiam ser salvas por ano no país.

Brasil
Dados recentes do Ministério da Saúde apontam um aumento no número de brasileiros que incorporam os exercícios físicos à rotina.

Entre 2009 e 2013, segundo a pesquisa Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico (Vigitel), cresceu de 30,3% para 33,8% a proporção de pessoas que realizam atividade física no período de lazer.

Os homens são os mais ativos: 41,2% praticam exercícios no tempo livre, enquanto que, em 2009, o índice era de 39,7%.

Entretanto, o aumento da prática de exercícios entre as mulheres foi maior, passando de 22,2% para 27,4% no mesmo período.

Ainda assim, mais da metade da população - 50,8% - está acima do peso ideal - destes, 17,5% são considerados obesos.

A pesquisa Vigitel ouviu cerca de 23 mil brasileiros maiores de 18 anos que vivem nas 26 capitais do país e no Distrito Federal.

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Atividade física moderada pode ajudar a controlar o diabetes gestacional


Atividade física moderada pode ajudar a controlar o diabetes gestacional Jonas Ramos/Especial

Exercícios poderiam ser benéficos para mulheres que desenvolvem diabetes gestacional, inibindo o aparecimento do tipo 2 da doença, segundo nova pesquisa. Publicado no JAMA Internal Medicine , o estudo foi conduzido pelo Instituto Nacional de Saúde Infantil e Desenvolvimento Humano Eunice Kennedy Shriver, em Rockeville, Maryland.

Dvd de Hidroginástica em Gestantes

O estudo, conduzido durante 16 anos, examinou o comportamento de quase cinco mil mulheres com histórico de diabetes durante a gravidez, das quais 600 viram a patologia evoluir para o tipo 2. Aquelas que se exercitaram por no mínimo 7,5 horas por semana tiveram 50% menos probabilidade de desenvolver a doença.

— Essas descobertas enviam uma mensagem de esperança para aquelas com histórico de diabetes gestacional: ainda que estejam com alto risco de desenvolver diabetes tipo 2, aderir a um estilo de vida ativo pode diminuir o risco— diz a cientista Cuilin Zhang.

Os pesquisadores levaram em conta o tempo e a intensidade da atividade físca para medir seus benefícios, concluindo que apenas mais de 10 minutos de exercícios intensos poderia reduzir o risco de maneira significativa.

Além de complicações como pré-eclâmpsia e pressão alta para a mãe, o diabetes na gravidez traz grandes riscos para o bebê, como parto prematuro e sobrepeso no nascimento. Embora esse tipo específico ocorra apenas na gravidez, as pacientes correm o risco de mutação da doença por até cinco anos após o parto.

As complicações do diabetes tipo 2 incluem doenças cardíacas, infartos e insuficiência renal. A doença desenvolve-se durante a vida adulta e é considerada uma epidemia mundial.

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Atividade física e controle da epilepsia

Mulher de idade fazendo exercicio fisico - ginastica - cor1

Diferentes questionamentos norteiam a epilepsia. O que ganha mais ênfase é a questão da prática de atividades físicas como forma de ajudar no controle da síndrome. O propósito requer atenção, principalmente com relação aos tipos de exercício que podem ser realizados e, claro, atentar-se ao acompanhamento médico e seguir à risca as determinações que garantirão a qualidade de vida.

A epilepsia é uma síndrome caracterizada pela alteração temporária e reversível do funcionamento do cérebro, indicando que um grupo de células cerebrais se comporta de maneira instável causando reações físicas. Em outras palavras, as crises se manifestam quando uma região do cérebro, que pode ser bem restrita ou envolver os dois hemisférios cerebrais, começa a emitir impulsos de forma autônoma. Seria como um "curto-circuito" naquela região. Esta descarga é a responsável pelos sintomas que o paciente não consegue controlar.

Os sintomas são os mais variados, as crises duram alguns segundos ou minutos e podem ser acompanhados por manifestações clínicas como contrações musculares, mordedura da língua, salivação intensa, "desligamento" por alguns segundos, movimentos automáticos e involuntários do corpo, percepções visuais ou auditivas estranhas e alterações transitórias da memória. A crise mais conhecida pela população é a queda ao solo, seguida de salivação e movimentos bruscos de braços e pernas chamada crise tônico-clônica generalizada. A pessoa pode relatar desde um mal estar vago, sensação inexplicável de medo intenso, alterações na visão como enxergar bolas coloridas etc.


Os remédios para controle da epilepsia atuam de diferentes formas. Em geral, diminuindo a liberação dos transmissores que excitam aquela área propensa a ter crises ou estimulam a liberação de transmissores que tentam diminuir essa excitação. Quando administrados de forma adequada, as medicações controlam as crises em 70% dos pacientes.

Além da importância do medicamento, a atividade física pode ser uma aliada no controle das crises, já que melhora a autoestima, aumenta a sensação de bem-estar e ajuda a evitar a  depressão e a ansiedade. O primeiro passo é procurar pelo médico e verificar quais exercícios são indicados, pois a aprovação e intensidade dependerão do grau apresentado por cada indivíduo, ou seja, não é indicado fazer qualquer exercício por contra própria.

Atualmente, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), a epilepsia afeta cerca de 65 milhões de pessoas no mundo, sendo aproximadamente 1,9 milhão no Brasil.

Por Elizabeth Bilevicius, doutora em fisiopatologia pela Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP) e

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Cuidados nos exercícios no tratamento da hipertensão



Foi-se o tempo em que o portador de uma doença crônica era orientado a ficar em repouso, para evitar qualquer risco. Hoje a ciência comprova a importância da atividade física como tratamento coadjuvante em diversas dessas doenças. Diabetes, DPOC, insuficiência cardíaca e hipertensão arterial entram na lista de beneficiados pelo exercício.

Ao contrário do que muito se pensa, um treino bem orientado e bem dosado diminui os riscos associados à hipertensão. Além de combater a obesidade e melhorar o metabolismo como um todo, o exercício físico trabalha grandes grupos musculares, o que diminui a resistência dos vasos à passagem do sangue e, em consequência, reduz a pressão arterial.

Mas antes de começar a praticar, é preciso saber que existem cuidados que devem ser tomados antes, durante e depois dos exercícios. Saber quais são eles diminui muito a possibilidade de qualquer surpresa desagradável. A seguir, nós te mostramos quais são. Coloque-os em prática e treine com segurança.


Teste ergométrico - foto: Getty Images

Antes de tudo: consulta médica e teste ergométrico

Uma boa avaliação médica antes de começar a praticar exercícios físicos é requisito básico para qualquer pessoa que se preocupe com a própria saúde. Para o hipertenso o cuidado dobra. Este paciente deve, obrigatoriamente, passar por um teste ergométrico, solicitado pelo médico, que vai determinar a intensidade com que ele pode se exercitar.

Esse teste é realizado em esteira e com monitorização contínua da pressão arterial, frequência cardíaca, eletrocardiograma e sintomas. Com os dados colhidos, é possível fazer um cruzamento dos dados da pressão arterial com os da frequência cardíaca, determinando em que faixa de batimentos por minuto o treino é feito com a pressão em níveis seguros.

Quanto à frequência e tempo, uma boa recomendação é que o exercício seja feito, inicialmente, três vezes por semana e com duração de 30 a 50 minutos, mas esses números podem variar em cada caso.

Cansaço - foto: Getty Images

Atenção aos sintomas

Dor ou pressão no peito, falta de ar e cansaço extremo são sintomas que podem surgir se você está ultrapassando os seus próprios limites.Eles, juntamente com alterações de eletrocardiograma, também podem ser detectados durante o teste ergométrico, por isso, há segurança na prescrição de atividade física para o hipertenso, diminuindo muito as chances de qualquer mal estar. Caso eles apareçam durante o seu exercício físico, é hora de diminuir o ritmo ou até de parar, de acordo com a sua sensação, e pedir ajuda.

Exercício físico - foto: Getty Images

Antes de progredir a atividade física

Você está indo bem e animado para acelerar o passo? Antes disso, você deve voltar ao consultório do cardiologista. Um novo teste ergométrico deve ser realizado não apenas para ver se houve progresso na capacidade física, mas também para avaliar se o exercício pode ser intensificado. O objetivo é sempre que o paciente tenha uma vida muito próxima ao saudável: não existem limites fixos para a intensidade da atividade para o hipertenso, mas a progressão deve ser feita sempre com ajuda de um médico.

Estetoscópio e coração  - Getty Images

Monitorando o exercício

"Uma simples caminhada para alguns pode ser um exercício extenuante para outros, por isso individualizar é o segredo de uma boa orientação; Se há um controle adequado da doença, não é preciso necessariamente medir a pressão sanguínea antes e depois do esforço. Neste caso, vale monitorar a frequência cardíaca e prestar atenção na percepção de esforço: se o cansaço estiver extenuante, é hora de parar. Falta de ar, dor no peito e taquicardia também merecem atenção, mas os sinais de maior importância são o aparecimento ou piora de sintomas em graus de esforço que antes eram feitos sem maiores problemas. Conte ao seu médico se qualquer um desses sintomas aparecer.

Musculação - foto: Getty Images

Não fique só na caminhada

O exercício com pesos - com carga leve à moderada - leva a formação de novos capilares sanguíneos. Isso diminui a resistência periférica dos vasos e a sobrecarga ao coração e ainda aumenta a oferta de nutrientes, hormônios e oxigênio aos tecidos. Se bem feita, a atividade ajuda no controle da doença e diminui a pressão arterial em repouso.

Praticar exercícios que promovam relaxamento, como algumas técnicas de yoga, também estão recomendadas. Eles atuam na diminuição do estresse e por isso são benéficos na redução da pressão arterial.

 Medicações - foto: Getty Images

Medicações

Os betabloqueadores, medicação comumente usada por quem tem hipertensão, podem influenciar a frequência cardíaca, variável importante para que seja feito um treino seguro. Por isso, quem toma essa medicação precisa de alguns cuidados especiais: é necessário estabelecer a frequência cardíaca de treino de acordo com a frequência cardíaca de reserva, um cálculo que considera a frequência cardíaca antes e depois do exercício. Além disso, também vale ficar atento à percepção de esforço e sintomas que surgirem durante o exercício.

Corrida - foto: Getty Images

Escolha o melhor horário para você

Tem gente que funciona muito bem de manhã, outros se sentem com mais disposição durante a noite. A escolha do horário de treino depende principalmente da vontade do praticante. Por isso, ele deve ser determinado em função do período do dia em que você se sente melhor e não pelo horário em que você toma a medicação.

Mas se você está em dúvida, um exame chamado MAPA (Monitorização Ambulatorial da Pressão Arterial) pode te ajudar a escolher o período do dia destinado ao exercício físico. O MAPA registra a pressão arterial durante um dia inteiro e pode indicar o horário em que ela está mais estável e própria para o exercício.

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Entenda a relação entre exercício e sono e veja dicas para dormir melhor

Sono (Foto: Arte/G1)

Dormir ou fazer atividade física? O que é melhor? N]ao resta duvida que os dois hábitos são muito importantes para a saúde e são complementares, o importante é manter o equilíbrio e não sacrificar um pelo outro.

Dormir bem - cerca de 7 a 8 horas por dia - pode melhorar os efeitos do exercício físico já que o metabolismo funciona melhor. Com isso, a pessoa pode perder mais gordura e ter mais precisão nos movimentos que faz durante a atividade. Pode ocorrer ao contrário - quem faz atividade física, na medida certa e no horário certo, pode ter também melhora em alguns aspectos que influenciam na qualidade do sono, como a insônia e a síndrome das pernas inquietas, por exemplo.

A quantidade de endorfina que o corpo libera é maior pela manhã e ao longo do dia e, por isso, a disposição é maior. À noite, essa quantidade é menor, fazendo com que esse horário não seja o mais adequado - porém, se a noite for o único momento que a pessoa tem para se exercitar, é preciso escolher atividades de menor intensidade. Atividades de muita intensidade podem causar o efeito contrário e até atrapalhar o sono.

Há casos de pessoas que tomam melatonina, hormônio do sono, para ajudar a dormir melhor, mas essa comercialização está proibido no Brasil. A reposição de melatonina é perigosa para a saúde - em grandes quantidades, pode prejudicar o sistema imunológico e até piorar algumas doenças autoimunes. Para dormir melhor, algumas medidas deve ser tomadas, como diminuir as luzes antes de deitar, acabar com pontos de luz no quarto e investir em cortinas escuras e janelas que protegem contra ruídos.

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Pilates ajudando pacientes com Esclerose Múltipla

http://htpilates.files.wordpress.com/2012/11/htpilates_esclerose-multipla.jpg

O Método Pilates é uma ótima alternativa para pacientes de Esclerose Múltipla, sendo utilizado como ferramenta de reabilitação por estimular o recrutamento muscular com controle e em amplitudes que melhoram a flexibilidade global.

Além disso, é um método que visa o alinhamento postural e estimula a percepção corporal. Também trabalha muito o aspecto respiratório (um dos possíveis agravos devido fraqueza), e pode melhorar a expansibilidade pulmonar e da caixa torácica, e a função expiratória que exige mais força. Os atendimentos devem respeitar um ritmo menos intenso e os movimentos selecionados devem atender às necessidades de cada paciente, segundo as limitações motoras que ele apresenta, podendo-se modificar a forma de execução para permitir que o paciente se movimente. Portanto, vale ressaltar que por se tratar de um paciente que exige cuidados especiais, o profissional  precisa ser especializado e conhecer bem as limitações impostas pelo quadro e pela doença para ser capaz de estimular as funções motoras, sem causar fadiga ou outros danos que possivelmente agravariam muito sua condição.

Pilates pode ajudar na reabilitação de esclerose múltipla mesmo em pacientes que estão com sintomas avançados da doença, mostra uma pesquisa realizada na Universidade Queen Margaret, na Escócia. O método pilates, já utilizado no Brasil em alguns casos de esclerose, foi testado na universidade escocesa para a reabilitação de pessoas que estão em cadeira de rodas devido à doença. A esclerose múltipla afeta, entre outras coisas, a força muscular e o equilíbrio, fazendo com que o doente perca mobilidade. No estudo, a postura e a intensidade das dores e da fadiga (sintomas da doença) foram medidas em 15 cadeirantes antes e depois de começarem seu tratamento com pilates. Outras oito pessoas com sintomas parecidos também foram acompanhadas durante o período, porém sem participar das aulas.

Ao final de 12 semanas, foi possível observar uma melhora nas dores no ombro e no pescoço das pessoas que tiveram aulas de pilates. Os resultados foram publicados na revista "Research Matters", editada pela Sociedade de Esclerose Múltipla de Londres. Os pesquisadores lembram que ainda são necessários estudos com maior número de participantes para validar os resultados.

Entre os benefícios da prática, há a melhora da força, da postura e do equilíbrio. Porém, se a pessoa faz exercícios inadequados para sua condição, ela pode sentir uma grande fadiga, própria da doença e mais forte do que um cansaço normal de quem vai a academia.

O pilates, por ser originalmente um trabalho individual, permite que o instrutor conheça a pessoa e consiga perceber quais os exercícios mais adequados para suas necessidades. O uso dos aparelhos como uma forma de fazer com que seus alunos se sintam mais acolhidos. Uma pessoa que não consegue ficar de pé, por exemplo, pode fazer exercícios na cama que simulem o caminhar em um ambiente seguro.

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Praticar exercícios físicos não é sinônimo de sofrimento


Praticar exercícios físicos não é sinônimo de sofrimento


O ideal é escolher aquelas atividades físicas que mais combinam com você

Para que as atividades físicas passem a fazer parte da sua rotina naturalmente, sem se transformar em sofrimento e obrigação, escolha aquelas que mais combinam com você e com o que você gosta. Aqui vão alguns passos que podem facilitar a sua escolha:

1. Faça uma lista de atividades que gosta de fazer e pense: na sua maioria, elas são internas ou externas? Em grupo ou individuais?

2. Agora, liste as atividades que você gosta de assistir e participar, como futebol, por exemplo, e pense quais poderiam fazer parte da sua rotina diária ou dos seus finais de semana.

3. Converse com a sua família e amigos. Eles podem ter ideias novas e, quem sabe, você ainda encontra um parceiro para se exercitar.

4. Antes de entrar em ação, lembre-se de confirmar com seu médico e ter certeza de que está com tudo em cima para praticar seus exercícios. Se está parado faz tempo, comece aos poucos, sem exigir demais do seu corpo e frustrar suas expectativas.
 

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Pacientes em tratamento de câncer podem praticar esportes?

 
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Os exercícios físicos promovem um aumento da circulação, da respiração e da depuração de substâncias tóxicas do organismo. Com isso, traz benéficos nos pacientes tratados com quimioterapia. Um estudo escocês analisou 213 mulheres com câncer de mama em tratamento com rádio ou quimioterapia e as dividiu em dois grupos, sendo um para prática supervisionada de exercícios físicos e outro para apenas observação. As mulheres que participaram do programa de exercícios físicos tiveram menos fadiga, depressão, náuseas e vômitos. A percepção de uma melhor qualidade de vida também foi observada nesse grupo. Um estudo americano mostrou que os exercícios físicos podem reduzir o tempo de recuperação do tratamento oncológico e ajudar os pacientes a se sentirem melhor através da diminuição dos efeitos colaterais.
 
Cada paciente com câncer deve ser avaliado individualmente e, se o mesmo estiver em condições físicas adequadas, a prática de exercícios não só pode como deve ser estimulada como forma de melhorar a auto-estima e a qualidade de vida. 
Na prática clínica, a fadiga, queixa freqüente entre esses pacientes, é o principal obstáculo para iniciar ou manter uma atividade física. No entanto, é justamente um pouco de exercício físico, respeitando as limitações do paciente, que vai diminuir esse e outros sintomas.

A caquexia (emagrecimento intenso) é uma síndrome paraneoplásica (doença associada ao câncer) e é considerada como doença inflamatória crônica causada pelo aumento de substâncias pró-inflamação. A gordura do organismo está envolvida e contribui para secreção dessas substâncias. Por outro lado, essa reação inflamatória é contra balanceada por fatores anti-inflamatórios, também secretados pelo tecido adiposo. O exercício físico promove aumento dos níveis desses últimos, agindo assim, contra a caquexia.

Uma recente revisão de dados da literatura revelou que a atividade física regular possui efeitos benéficos positivos na saúde física e mental, bem como na melhoria da qualidade de vida dos pacientes com câncer após término do tratamento.

Portanto, no contexto do tratamento do câncer, a prática de atividade física regular tem uma importância fundamental para o bem estar do paciente.  
 

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Atividade Física e Câncer


A atividade física regular é reconhecidamente benéfica na prevenção e tratamento de várias enfermidades, tais como, hipertensão, diabetes, doenças cardíacas, hipercolesterolemia, depressão e outras.

Essa prática também vem sendo descrita como benéfica na prevenção de alguns tipos de câncer e também para amenizar efeitos colaterais do tratamento. Vários trabalhos já foram publicados e a medicina baseada em evidências vem respondendo algumas das questões abaixo:
 
Uma pesquisa realizada pelo Instituto Nacional do Câncer (INCA) em parceria com o Fundo Mundial de Pesquisa contra o Câncer (WCRF) concluiu que evitar a obesidade através de exercícios físicos e alimentação saudável pode prevenir 19% dos casos de câncer (1). Considerando 12 tipos específicos de cânceres mais comuns na população brasileira, como os de esôfago, pulmão, mama, fígado, próstata, colorretal e outros, o estudo ainda aponta que, ao prevenir a obesidade, é possível reduzir a incidência dos mesmos em até 30%. O mecanismo dessa relação está baseado no fato de que células gordurosas em excesso aumentam a produção de fatores que causam a inflamação e, a partir daí, contribuem para o desenvolvimento de células cancerígenas.

Segundo dados do INCA, se nada for feito no combate à obesidade, o Brasil pode ter um aumento de 34,6% nos casos de câncer nos próximos anos. Portanto, uma campanha educativa para conscientização da população brasileira para adoção de hábitos saudáveis e a regulamentação da indústria de alimentos são medidas necessárias e urgentes.

A maioria dos estudos epidemiológicos tem focado o câncer de mama. O maior deles é um americano que monitorou 41.836 mulheres na menopausa, durante 18 anos (Iowa Women´s study). As mulheres que praticaram atividade física regular, como corrida, natação ou esportes com raquetes, duas a três vezes por semana, tiveram chances 14% menores de desenvolverem câncer de mama (2).
 
Um estudo europeu, com 413.000 voluntários monitorados de 10 países da Europa, mostrou que o esporte diminui as chances de câncer de cólon em 22%. Esse benefício foi ainda maior, de 35%, para tumores do cólon direito e não houve benefício para o desenvolvimento de câncer no reto (3).

Com relação ao câncer de pulmão, um estudo americano demonstrou que mulheres praticantes de atividade física tiveram chance 23% menor de desenvolver câncer de pulmão, sendo de 28% entre as fumantes e 37% entre as ex-fumantes. A principal ressalva desse estudo é que o tabagismo é o principal fator de risco para o câncer de pulmão e, para evitá-lo, não fumar ainda é a melhor atitude (4). 

Uma revisão de literatura realizada pela Escola de Saúde Pública da Austrália mostrou que a prática de atividade física reduz o risco de câncer de endométrio em torno de 30% (5)

A Sociedade Americana de Câncer (American Cancer Society) incluiu, em suas diretrizes, a prática de exercícios físicos como medida preventiva contra o câncer ao lado de outras recomendações, tais como:

1- Consultar um médico a respeito dos exames de prevenção

2- Realizar exercícios físicos pelo menos 30 minutos cinco ou mais vezes por semana

3- Controlar o peso através de dieta bem balanceada, contendo muitas frutas, vegetais e grãos e limitar o consumo de carnes, principalmente as com alto teor de gorduras.

4- Não fumar
 

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Levantar peso na academia pode aumentar risco de glaucoma


Embora o glaucoma tenha ligação genética, muitas pessoas desconhecem a presença da doença e podem estar apostando em hobbies que aumentem a pressão nos olhos Foto: Getty Images 

Milhares de pessoas sem o diagnóstico de glaucoma podem se expor ao risco da cegueira se usarem instrumentos de sopro ou pesos na academia, de acordo com principais especialistas da área da visão. As informações são do site do jornal britânico Daily Mail.

A falta de um programa de acompanhamento da doença no Reino Unido significa que mais de 600 mil pessoas que apresentam a condição não conheçam o risco que estão correndo, indica o professor Dan Reinsten, que é cirurgião na London Vision Clinic.

Embora o glaucoma tenha ligação genética, muitas pessoas desconhecem a presença da doença e podem estar apostando em hobbies que aumentem a pressão nos olhos.

O glaucoma ocorre quando o líquido dos olhos não é drenado adequadamente. A região frontal do olho fica cheia de um líquido fluido, chamado aquoso. Ele constantemente circula pelo olho e volta para a corrente sanguínea fazendo constante pressão, e ajuda a garantir a entrega dos nutrientes.  

No entanto, em pessoas com glaucoma este líquido não escoa corretamente através de uma pequena área chamada de malha trabecular. Em vez disso, ao longo do tempo, por razões não totalmente compreendidas, essa rede de tubos de drenagem fica entupida.

O líquido se acumula, colocando pressão sobre o nervo óptico. Isso causa a morte das fibras nervosas,  levando à perda de visão.

O processo é indolor – e superficial, já que os olhos não parecem diferentes – por isso não há como notar diferenças sem um exame mais profundo.

O risco é quando os sintomas – como o estreitamento do campo de visão – não aparecem, pois não ficam manchados até danificarem o nervo ótico.

Nessa altura, alguns pacientes podem piorar a condição a partir de atividades que aumentem a pressão no olho.

Continuar com estes hábitos pode piorar a condição, iniciando o processo de deteriorizaçaõ do nervo ótico, que se torna mais vulnerável.

Músicos que tocam instrumentos de sopro demandam alto controle da respiração estão sob maior risco, de acordo com pesquisa publicada no jornal Optometry and Vision Science em 2008. Contrair as veias do peito, pescoço e cabeça, segurando a respiração, também aumenta a pressão no olho.

Diversos outros estudos já associaram o levantamento de peso e o hábito de tocar instrumentos de sopro à pressão no olho. Uma pesquisa feita ao longo de 20 anos no

Manhattan Eye, Ear and Throat Hospital mostrou que o ato de soprar durante a atividade de supine aumenta a compressão do nervo óptico, especialmente se você prender a respiração. 

Outras atividade, como bungee jumping, podem agravar a condição. O risco é maior se estas atividades são praticadas por períodos longos.

Robert Ritchm professor de oftalmologia clínica no hospital, já tratou um paciente que se tornou cego depois de plantar bananeira repetidamente na aula de ioga. Ele ressalta que levantadores de peso podem reduzir a pressão expirando ao levantar o peso.

Os especialistas avisam que as atividades não oferecem riscos para quem tem olhos saudáveis, mas para quem tem predisposição à doença, vale evitar a pressão. "Eles podem perder 70% da visão periférica em um olho antes de saber o que está acontecendo”, alerta.

O tratamento da doença inclui aplicação de colírio diariamente para melhorar a drenagem e reduzir a produção do fluido. Em alguns casos, a cirurgia é recomendada para abrir furos de drenagem. É recomendável que após os 40 anos os exames ópticos sejam feitos com regularidade.

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Portadores da síndrome de Down devem praticar exercícios

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Portadores da síndrome de Down podem e devem praticar atividade física. Os exercícios, além de benéficos para a saúde, ajudam no processo de socialização, a equilibrar as emoções e a prevenir doenças congênitas. Estudos demonstram que os portadores desta síndrome têm uma tendência à compulsão alimentar e ao sedentarismo. O que os leva a desenvolver problemas como obesidade, diabetes, colesterol alto, hipertensão e doenças cardíacas.

Por essa razão a importância de se praticar um esporte ou atividade física. Os exercícios mais indicados para os portadores de Down são a caminhada, a natação, a bicicleta, a dança, e demais atividades que estimulem o bem estar físico e mental. Todas essas atividades podem ser realizadas sem grande dificuldade, contribuindo assim para a melhora da autoestima. Elemento de vital importância na inserção do portador de síndrome de Down no universo do fitness é o professor ou instrutor. Ele deve ser um profissional capacitado para lidar com as diferenças e ter conhecimento das atividades mais indicadas para este tipo de paciente. Porém, o portador de síndrome de Down deve ser tratado como uma pessoa inteligente, com vontades e limites que têm de ser respeitados.

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Exercício vigoroso pode reduzir risco de gripe, diz estudo



Um relatório do Reino Unido sugere que exercícios vigorosos podem ajudar a reduzir o risco de pegar a gripe. A pesquisa não encontra essa ligação com o exercício moderado. No entanto, os autores salientam que os resultados são preliminares e devem ser tratados com cautela.

As descobertas partiram do projeto UK Flusurvey, um sistema online para medir as tendências da gripe no Reino Unido, no qual mais de 4.800 pessoas participaram até agora em 2014. A pesquisa online, que está agora em seu quinto ano, é executada pela London School of Hygiene & Tropical Medicine. Os resultados foram publicados dia 17 de março em uma nota no site da UK Flusurvey.

Os resultados da pesquisa sugerem que fazer exercícios vigorosos por pelo menos 2,5 horas por semana pode reduzir a chance de experimentar sintomas de gripe em cerca de 10%.

Os autores observaram que, com base nos dados analisados a partir da amostragem, 100 casos de gripe a cada mil pessoas poderiam ser evitados com exercício vigoroso. Não foram encontradas diferenças nas taxas de síndrome gripal com base na quantidade de exercício moderado relatado.

Especialistas em saúde vigorosa definiram a intensidade do exercício aeróbio como exercício que aumenta a sua taxa de pulso, faz você suar e também faz você respirar forte e rápido, ao ponto em que você não pode dizer mais do que algumas palavras sem parar para respirar. Corrida ou bicicleta rápida são bons exemplos.

A intensidade moderada do exercício aeróbio aumenta a sua taxa de pulso e faz você suar, mas você não está trabalhando tão duro a ponto de não conseguir falar ou cantar ao mesmo tempo. Corrida suave e caminhada rápida são bons exemplos.

Lançado em 2009, no meio da epidemia de gripe suína, a pesquisa UK Flusurvey está agora em seu quinto ano. Ao contrário dos sistemas de vigilância tradicionais que coletam dados via consultórios médicos e hospitais, este coleta dados diretamente do público, que se inscreve online. A ideia é incluir pessoas que não visitam o médico - e que por isso não constam os sistemas tradicionais de monitoramento da gripe.

Todos os anos, mais perguntas são adicionadas para tentar acompanhar o máximo de informação possível sobre hábitos que previnem a gripe. Uma vez inscritos, os participantes são convidados a preencher um questionário de perfil fazendo perguntas gerais sobre si e os fatores de risco da gripe (incluindo idade, estado vacinal e dimensão do agregado familiar). Uma das perguntas abrange o quanto e que tipo de exercício que eles fazem. Então, a cada semana, os participantes relatam quaisquer sintomas de gripe desde a última vez que visitou o site.

Invista nos alimentos e hábitos que previnem a gripe

Segundo dados do Ministério da Saúde, pelo menos 2 mil pessoas morrem ao ano em consequência da gripe sazonal, que é a gripe comum. Por isso é muito importante tomar certos cuidados, incluindo tomar a vacina e ficar atento em fortalecer nosso sistema imunológico. Conheça aqui alguns hábitos e alimentos que podem fortalecer sua imunidade e manter a gripe bem longe de você.

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