Atividades físicas diminuem o cansaço comum na gravidez


Nos primeiros meses de gravidez uma verdadeira revolução acontece no corpo feminino. Tantas mudanças provocam sensação de cansaço e fadiga e para combater esses sintomas, comuns na mulher que espera um bebê é preciso dormir bem, ter uma alimentação equilibrada e fazer atividades físicas leves, com o devido aval do obstetra.

A caminhada e a natação são atividades indicadas, pois aliviam a sensação do cansaço e melhoram a circulação do corpo.

Outras atividades de baixo impacto, como alongamento e os exercícios dentro d´água também são recomendadas.

Nos três primeiros meses o óvulo fecundado está se ajustando ao útero e os exercícios, por melhorarem a capacidade física, diminuem a incidência do parto cesariana e de complicações, além de reduzirem o tempo de internação.

Mas, se não forem feitos com moderação, principalmente nos três primeiros meses, podem até provocar um aborto. Por Yasmin Barcellos

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Pesquisa: Exercício físico auxilia no tratamento de doenças neurodegenativas


O professor Jerson Laks, coordenador do Centro para Doença de Alzheimer e Outros Transtornos Relacionados ao Idoso, do Instituto de Psiquiatria da Universidade Federal do Rio de Janeiro, está desenvolvendo com sua equipe uma pesquisa que pode resultar na melhoria da qualidade de vida de pacientes com doenças neurodegenerativas progressivas, como os males de Alzheimer e de Parkinson.

Os resultados positivos do estudo são atribuídos ,no lado físico, ocorrem principalmente devido a um processo observado no cérebro quando se praticam exercícios. "As atividades fazem com que haja maior oxigenação cerebral e promovem a liberação de vários hormônios que são importantes para a viabilidade dos neurônios", esclarece Laks. Estão sendo observadas ainda melhores psicológicas, com maior disposição dos pacientes e bom humor.

A ´pesquisa ainda está em andamento, mas os resultados são promissores e anima a equipe.

"Temos selecionado pacientes com Doença de Alzheimer para realizar programas supervisionados e específicos de condicionamento físico duas vezes por semana, enquanto um grupo controle apenas realiza atividades de recreação. Os pacientes que fizeram o exercício melhoraram em muitos aspectos em relação a quem não fez", revela o pesquisador.

Os benefícios alcançados pela experiência são inúmeros e de diversos tipos. Dentre eles, destaca-se um aumento da capacidade de realizar atividades diárias, das capacidades física, funcional e de algumas funções cognitivas.

Esse processo, que pode parecer simples, é, na verdade, um avanço significativo no modo de lidar com as doenças. "Ao sabermos que os exercícios realmente melhoram dessa maneira as condições do paciente, podemos incluir e programar atividades como parte do tratamento", esclareceu.


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Estudo: Prática regular exercícios é benéfica ainda que iniciada após os 40 anos


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Antes tarde do que nunca: começar a mexer o corpo só após os 40 anos ajuda a proteger o coração

Um estudo britânico constatou que a prática regular de atividade física ajuda a proteger o coração, ainda que iniciada tardiamente, após os 40 ou 50 anos.

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O trabalho, publicado na revista científica Circulation, constatou que pessoas que faziam as duas horas e meia de exercícios por semana apresentavam índices menores de marcadores inflamatórios no sangue.

Os marcadores inflamatórios são importantes porque, segundo os especialistas, sua presença em grandes quantidades foi associada a um aumento nos riscos de problemas cardíacos.

A pesquisa contou com a participação de mais de 4 mil pessoas e foi conduzida por cientistas da University College London, em Londres.

A descoberta não é inédita, uma vez que outros estudos já comprovaram os imensos benefícios para a saúde dos exercícios físicos. Porém pesquisadores puderam verificar a redução dos problemas cardíacos mesmo para aquelas pessoas que começam a praticá-los na meia-idade.

A boa notícia é de que não é preciso fazer exercícios pesados na academia: caminhadas vigorosas e até jardinagem já contam para preencher a cota de duas horas e meia de atividade moderada por semana, acrescentaram os especialistas.

A equipe explicou, no entanto, que o estudo se focou em indicadores de problemas cardíacos de maneira geral e não sobre doenças do coração específicas. Por isso, são necessárias mais pesquisas sobre o assunto.

Além disso, o estudo se baseou em relatos dos próprios participantes sobre a quantidade de exercícios que fizeram. É sabido que as pessoas tendem a superestimar a quantidade de atividades que fazem.

Mexa-se!

Os participantes que disseram ter praticado a quantidade recomendada de exercícios durante os dez anos de duração do estudo apresentaram os índices mais baixos de marcadores inflamatórios.

Até aqueles que disseram ter começado a fazer os exercícios bem depois dos 40 apresentaram melhorias. Eles tinham menores índices de marcadores inflamatórios do que os participantes que relataram nunca ter feito exercícios suficientes.

Os resultados se mantiveram mesmo quando os pesquisadores levaram em consideração outros fatores, como obesidade e o hábito de fumar. "Deveríamos estar encorajando mais pessoas a ficar ativas", disse Mark Hamer, autor do estudo. "Por exemplo, andar em vez de pegar o ônibus. Você pode beneficiar sua saúde com atividades moderadas em qualquer momento da sua vida".


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Pesquisa: Fraqueza muscular aumenta risco de morte prematura em adolescentes


Adolescentes com pouca força muscular são mais propensos a ter morte prematura. O alerta foi dado por um estudo publicado recentemente no British Medical Journal.

A pesquisa, conduzida por especialistas da University of Granada, na Espanha e da Karolinska Institutet, na Suécia, acompanhou 1.142.599 adolescentes do sexo masculino durante 24 anos. Os participantes tinham idades entre 16 e 19 anos no início da pesquisa e realizaram uma bateria de exercícios para avaliar a força muscular.

Durante os anos da realização do acompanhamento, 26.145 participantes morreram. Entre as causas estavam às mortes acidentais, seguidas por suicídio, câncer, doenças cardíacas e derrame.

Os homens que apresentaram força muscular acima da média demonstraram um risco entre 20% e 35% menor de mortalidade precoce por qualquer causa. Eles também tinham um risco 65% menor de receber o diagnóstico de doenças psiquiátricas, como esquizofrenia ou depressão.

Outra conclusão foi de que mesmo homens com sobrepeso, mas que tinham força muscular superior à média apresentou expectativa de vida maior do que homens magros e fracos.

A conclusão foi que a potência dos músculos seria um reflexo do condicionamento físico do indivíduo como um todo, o que explicaria o aumento da expectativa de vida.

Isso porque quem pratica exercícios corre menos risco de desenvolver problemas como obesidade e pressão alta. O ideal não é desenvolver mais músculos para aumentar a expectativa de vida, mas manter-se ativo.


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Caminhada regular reduz risco de AVC entre mulheres em mais de 40%


Três horas de caminhada por semana reduz o risco de derrame entre as mulheres

Três horas de caminhada por semana reduz o risco de derrame entre as mulheres

Caminhar pelo menos três horas por semana reduz o risco de derrame entre as mulheres. É o que revela estudo de pesquisadores do Murcia Regional Health Council, na Espanha.

O estudo avaliou um total de 33 mil homens e mulheres com idade entre 29 e 69 anos sobre a quantidade de atividade física que eles realizaram entre 1992 e 1996 e depois os seguiu até 2006 para verificar quantas complicações cardiovasculares surgiram.

Os resultados mostraram que as mulheres que fizeram pelo menos 210 minutos de caminhada por semana tinham menos probabilidade de desenvolver derrame do que aquelas que não fazem muita atividade física.

No final do período de seguimento, os investigadores contabilizaram o número total de acidentes vasculares cerebrais em homens e mulheres, que atingiram 442 participantes.

Outras análises mostraram que as mulheres que caminharam mais de três horas por semana tinham 43% menos probabilidade de desenvolver um acidente vascular cerebral em comparação com aquelas que não praticavam nenhuma atividade física.

No entanto, este benefício semanal não estava ligado a um menor risco de acidente vascular cerebral entre os homens, e pode ser atribuído ao fato de que os homens que entraram neste estudo estavam, em média, m uma forma melhor.

"A mensagem para a população em geral permanece semelhante. Praticar regularmente uma atividade recreativa moderada é bom para a saúde", conclui o autor do estudo José Maria Huerta.


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