Prática regular de exercício e ingestão de café evita demência em idosos








Praticar exercício físico e beber café regularmente reduz risco de demência em idosos. É o que mostra dois novos estudos.

Um dos estudos, publicado pela American Heart Association, mostram que idosos que se exercitam regularmente reduziram seu risco de demência em 40% e disfunção cognitiva em 60%.

Segundo os pesquisadores, apenas 30 minutos de exercício três vezes por semana teve um impacto significativo sobre a saúde do cérebro. O efeito protetor permaneceu independentemente da idade, educação, mudanças na matéria branca do cérebro e até mesmo história prévia de acidente vascular cerebral ou diabetes.

"Os resultados fazem parte da crescente evidência de que a atividade física regular promove a saúde do cérebro. Isto é particularmente importante para as pessoas com fatores de risco vasculares, tais como acidente vascular cerebral, hipertensão ou diabetes", afirma a líder de uma das pesquisas Ana Verdelho, da Universidade de Lisboa, em Portugal.

O segundo estudo, publicado no Journal of Nuclear Medicine, revela porque os consumidores de café têm menor risco de desenvolver demência. "Várias investigações mostram que o consumo moderado de café, de 3 a 5 xícaras por dia, está ligado a um risco reduzido de demência no fim da vida", afirma o autor do estudo David Elmenhorst.

Provas substanciais também indica que a cafeína protege contra doenças neurodegenerativas, como Parkinson ou doença de Alzheimer.

Os pesquisadores atribuem os efeitos da cafeína no fato como elas interagem com receptores de adenosina cerebrais, que são abundantes no cérebro humano. Usando tomografia por emissão de pósitrons, ou PET, os cientistas foram capazes de ver como a cafeína se liga a esses receptores, o que pode ajudá-los a entender por que ela é protetora.


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