Gordinhos que malham têm reduzido o risco de problemas cardíacos



Gordinhos que não são sedentários e que se exercitam com frequência têm diminuídas as chances de sofrer problemas cardíacos. A constatação é de um estudo da Universidade da Carolina do Sul, nos Estados Unidos.

Os cientistas analisaram 3 mil pacientes, todos na faixa dos 40 anos que foram submetidos a vários exames. O estudo acompanhou a pressão arterial, o nível de colesterol, a circunferência abdominal, a capacidade aeróbica e a porcentagem de gordura corporal. A pesquisa durou três anos.

A constatação foi que entre os que engordaram e não se exercitaram, tiveram 71% mais chances de ter problemas cardiovasculares. No entanto, mesmo os que ganharam peso e malhavam, tiveram diminuído em 22% o risco de ter problemas de saúde.

A conclusão dos cientistas é de que é importante perder peso, mas acima de tudo o fundamental é manter-se ativo.

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Exercício combate câncer de mama, próstata e colorretal, diz médico


Atividades físicas adequadas permitem reduzir em 50% o risco de retorno do câncer de mama, próstata e colorretal, segundo o oncologista Thierry Bouillet.

Fundador da rede nacional francesa Cami (sigla para Câncer, Artes Marciais e Informação), que promove esportes no combate à doença, Bouillet disse que os estudos mostram que há benefício, qualquer que seja o prognóstico.

O médico cita os três tipos de câncer mais sensíveis à atividade física: mama (como evidenciam oito estudos), colorretal (três) e próstata (dois), mas destaca que o exercício precisa ser suficientemente intenso.

"A insulina, os estrógenos e a leptina, que são fatores de crescimento do câncer, só baixam a partir de um certo nível de intensidade", que não é o mesmo para os três tipos de câncer, afirmou Bouillet.

Para o câncer de mama, o limite equivale a cerca de três horas de caminhada rápida por semana, mas para o colorretal e de próstata é o dobro.

Exercício físico é tema do BDP desta segunda-feira (16) (Foto: Oswaldo Forte/OLiberal)

Outra questão é que os resultados só surgem entre 6 a 12 meses após o início da atividade física. E propor um programa a pacientes esgotados pelo câncer não é uma tarefa fácil. "Tivemos que buscar motivações, estruturas para dar aos pacientes o desejo de praticar um esporte", disse Bouillet, autor do livro "Esporte e Câncer".

O oncologista francês iniciou o Cami em 2000, com a ajuda de Jean-Marc Descotes, ex-atleta de alto nível, para tratar da fadiga dos pacientes.

Ao prescrever atividades físicas cada vez mais variadas (como dança, patinação e circo), sob a supervisão de monitores capacitados, o Cami superou todas as expectativas. "Pedimos aos pacientes que fizessem alguns anos, mas a maioria continuou [praticando esporte]", lembrou.

Os pacientes pagam entre R$ 50 e R$ 300 por ano ao Cami, que também é financiado por doações e investimentos públicos e privados.

O Cami defende agora a criação do primeiro curso de graduação "Esporte e câncer", na Universidade Paris 13, "já que precisamos educar os médicos, que continuam muito reativos a prescrever o esporte", disse Bouillet.

"Se apenas 30% dos pacientes com câncer praticassem um esporte, a assistência social conseguiria poupar 600 milhões de euros (R$ 1,5 bilhão), apenas com medicamentos, sem contar as licenças médicas", apontou.

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Atividade física combate o câncer


Atividades físicas adequadas permitem reduzir em 50% o risco de retorno do câncer de mama, colo e próstata, segundo o oncologista Thierry Bouillet.

Fundador da CAMI (câncer, artes marciais e informação), a rede nacional francesa que utiliza os esportes no combate ao câncer, o doutor Bouillet insiste em sua mensagem: "os estudos mostram que há benefício, qualquer que seja o prognóstico".

O Dr. Bouillet cita os três tipos de câncer mais sensíveis à atividade física - mama (como evidenciam 8 estudos), colo (3 estudos) e próstata (2 estudos) - mas destaca que o exercício precisa ser suficientemente intenso.

— A insulina, os estrógenos e a leptina, que são fatores de crescimento do câncer, só baixam a partir de um certo nível de intensidade, que não é o mesmo para os três tipos de câncer.

Para o câncer de mama, o limite equivale a cerca de três horas de caminhada rápida por semana, mas para colo e próstata "é o dobro".

Outra questão é que os resultados só surgem entre 6 a 12 meses após o início da atividade física.

É claro que propor um programa a pacientes esgotados pelo câncer não é uma tarefa fácil. "Tivemos que buscar motivações, estruturas para dar aos pacientes o desejo de praticar um esporte", diz o doutor Bouillet, autor do livro "Esporte e Câncer".

Bouillet iniciou o CAMI em 2000, com a ajuda de Jean-Marc Descotes, ex-atleta de alto nível, para tratar da fadiga dos pacientes.

Ao prescrever atividades físicas cada vez mais variadas (dança, patinação, circo) sob a supervisão de monitores capacitados, o CAMI superou todas as expectativas. "Pedimos aos pacientes que fizessem alguns anos, mas a maioria continuou" praticando esporte.

Os pacientes pagam entre 20 e 120 euros por ano ao CAMI, que também é financiado por doações e subvenções públicas e privadas.

O CAMI defende agora a criação do primeiro curso de graduação "Esporte e câncer", na Universidade Paris 13, "já que precisamos educar os médicos, que seguem muito reativos a prescrever o esporte", diz o doutor Bouillet.

— Se apenas 30% dos pacientes com câncer praticassem um esporte, a assistência social conseguiria poupar 600 milhões de euros, apenas com medicamentos, sem contar as licenças médicas.

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Exercício físico pode ajudar contra insônia


Controlar a insônia com sonífero pode ser fácil, mas não é saudável nem seguro, principalmente quando a droga é usada por muito tempo.

Exercícios físicos praticados diariamente fortalecem o coração e podem ser considerados uma alternativa salutar para o tratamento da insônia crônica.

Estudo de Giselle Soares Passos e colaboradores da Unifesp (Departamento de Psicobiologia) e da Universidade Federal de Goiás (curso de educação física), publicado na revista "Clinics", relata que o exercício físico ajuda nos distúrbios do sono e é eficaz contra insônia crônica.

Os autores dizem que o exercício tem sucesso similar ao dos hipnóticos (medicamentos que provocam sono).

Tanto os exercícios aeróbicos (como a corrida) quanto os resistidos (com pesos) melhoram o sono e diminuem a depressão em idosos.

E não há diferença significativa se realizados pela manhã ou no fim da tarde. Uma das explicações estaria relacionada à redução da ansiedade. Outra relaciona o esforço físico ao aumento da serotonina cerebral.

Idosos portadores de insônia crônica que realizaram exercícios de quatro meses a 12 meses passaram a adormecer rapidamente devido à redução de tempo entre o estado de vigília e o sono.

E, com a melhora do sono, melhorou também a qualidade de vida dos pacientes.

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Sedentarismo mata tanto quanto cigarro, diz estudo


Um estudo divulgado a poucos dias do início das Olimpíadas diz que a falta de exercícios tem causado tantas mortes quanto o tabagismo.

A pesquisa, publicada na revista médica Lancet, estima que um terço dos adultos não têm praticado atividades físicas suficientes, o que tem causado 5,3 milhões de mortes por ano em todo o mundo.

A inatividade física é responsável por uma em cada dez mortes por doenças como problemas cardíacos, diabetes e câncer de mama e do cólon, diz o estudo.

Os pesquisadores dizem que o problema é tão grave que deve ser tratado como uma pandemia.

Eles afirmam que a solução para o sedentarismo está em uma mudança generalizada de mentalidade, e sugerem a criação de campanhas para alertar o público dos riscos da inatividade, em vez de lembrá-lo somente dos benefícios da prática de esportes.

Segundo a equipe de 33 pesquisadores vindos de centros de vários países diferentes, os governos deveriam desenvolver formas de tornar a atividade física mais conveniente, acessível e segura.

Um dos coordenadores da pesquisa é Pedro Hallal da Universidade Federal de Pelotas. "Com as Olimpíadas 2012, esporte e atividade física vão atrair uma tremenda atenção mundial, mas apesar do mundo assistir a competição de atletas de elite de muitos países, a maioria dos espectadores será de sedentários," diz ele.

"O desafio global é claro: tornar a prática de atividades físicas como uma prioridade em todo o mundo para aumentar o nível de saúde e reduzir o risco de doenças".

No entanto, a comparação com o cigarro é contestada por alguns especialistas.

Se o tabagismo e a inatividade matam o mesmo número de pessoas, o número de fumantes é bem menor do que o de sedentários, tornando o tabaco muito mais perigoso.

Para Claire Knight, do Instituto de Pesquisa de Câncer da Grã-Bretanha, "quando se trata de prevenção de câncer, parar de fumar é de longe a coisa mais importante que você pode fazer".

América Latina

Na América Latina e no Caribe, o estudo mostra que o estilo de vida sedentário é responsável por 11,4% de todas as mortes por doenças como problemas cardíacos, diabetes e câncer de mama e do cólon. No Brasil, esse número sobe para 13,2%.

Os países com as populações mais sedentárias da região são Argentina, Brasil e República Dominicana. O com a população menos sedentária é a Guatemala.

A inatividade física na América Latina seria a causa de 7,1% dos casos de doenças cardíacas, 8,7% dos casos de diabetes tipo 2, 12,5% dos casos de câncer de mama e 12,6% dos casos de câncer de cólon.

No Brasil, ela é a causa de 8,2% dos casos de doenças cardíacas, 10,1% dos casos de diabetes tipo 2, 13,4% dos casos de câncer de mama e 14,6% dos casos de câncer de cólon.

A doutora I-Min Lee, do Hospital Brigham e da Escola Médica da Universidade de Harvard, que dirigiu o estudo, assinalou que todos esses casos poderiam ter sido prevenidos se a população de cada país e cada região fosse mais fisicamente ativa.

Ela diz que na região das Américas poderiam ser evitadas cerca de 60 mil mortes por doenças coronárias e 14 mil mortes por câncer de cólon.

Desafio global

É recomendado que adultos façam 150 minutos de exercícios moderados, como caminhadas, ciclismo e jardinagem, toda a semana.

O estudo indica que as pessoas que vivem em países com alta renda per capita são as menos ativas. Entre os piores casos está a Grã-Bretanha, onde dois terços da população não se exercitam regularmente.

A presidente da Faculty of Public Health, órgão que formula políticas e normas de saúde pública da Grã-Bretanha, professora Lindsey Davies, diz que "precisamos fazer o possível para que as pessoas cuidem da sua saúde e façam atividade física como parte da vida cotidiana".

"O ambiente em que vivemos tem um papel importante. Por exemplo, pessoas que se sintam inseguras no parque mais próximo vão evitar de usá-lo."

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Caminhada diária mantém o corpo e a mente jovens


Caminhar diariamente é um ótimo exercício para deixar o corpo em forma, melhorar a saúde e retardar o envelhecimento. Entretanto, um novo estudo da Universidade de Illinois, nos Estados Unidos, mostra que esse efeito antienvelhecimento do exercício pode ser possível também em relação ao cérebro, aumentando seus circuitos e reduzindo os riscos de problemas de memória e de atenção.

Na pesquisa, publicada na edição de setembro da revista Frontiers in Aging Neuroscience, os especialistas acompanharam, por um ano, 70 adultos com idades entre 60 e 80 anos. E notaram que aqueles que faziam caminhadas regularmente tiveram muitos benefícios, comparados aos sedentários, não apenas fisicamente, mas em relação a sua função cerebral.

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"O grupo aeróbico apresentou melhorias na memória, atenção e em diversos outros processos cognitivos", explicou o pesquisador Arthur F. Kramer, um dos coordenadores do estudo. De acordo com os pesquisadores, à medida que os idosos no grupo da caminhada ficavam mais em forma, a atividade cerebral (a conexão das "redes") aumentava de forma similar a alguém de 20 anos de idade.  

Quando ficamos mais velhos, os padrões de conectividade diminuem e as "redes" não ficam bem conectadas para apoiar algumas atividades como, por exemplo, dirigir. Porém, com a ajuda do condicionamento aeróbico, essas "redes" se tornam mais coerentes. "Quando caminhamos, integramos estímulos visuais, auditivos, assim como sinais vindo das articulações e músculos, em relação a onde o pé está, o nível de força, e outros movimentos. É o velho conceito: se você não usa, você perde. Para que algo seja benéfico, precisamos fazê-lo repetidamente, e caminhar é uma atividade de repetição", concluiu o especialista.

Entretanto, segundo os autores, os resultados não acontecem do dia para a noite. Os efeitos no cérebro só começaram a ser observados no grupo de idosos que faziam caminhadas após 12 meses de prática. Por isso, os especialistas recomendam que, por ser uma atividade aparentemente simples, a caminhada seja adotada como hábito de saúde, principalmente pelos idosos.  

10 motivos para você caminhar

Os consultores da assessoria esportiva MPR, Fábio Rosa e Emerson Gomes, listam a seguir dez benefícios que a caminhada diária pode fazer por você. Confira:

1- Aumenta a liberação de endorfinas, ajudando no combate do estresse, ansiedade e depressão.
2- Tonifica a musculatura das pernas, coxas e glúteos
3- Possui um gasto médio de 200-300 kcal/hora. Na subida o gasto calórico pode aumentar para até 450kcal/hora
4- Melhora a circulação sanguínea
5- Auxilia na prevenção de varizes
6- Auxilia no controle do colesterol, aumentando o HDL(bom colesterol) e diminuindo o LDL (mau colesterol)
7- Melhora a atividade do sistema imunológico
8- Aumenta o metabolismo de repouso, aumentando assim o gasto calórico diário
9- Aumenta a capacidade dos pulmões absorverem o oxigênio
10- Alivia os sintomas da TPM  

Fonte: Minha Vida


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Melhore o coração e a forma física com 6 dicas de exercícios

<b>5. Mude o tipo de exercícios</b> - Para buscar mais resistência, ganhar força e evitar lesões por esforço repetitivo, é importante não fazer sempre o mesmo tipo de exercício. Você vai melhorar a saúde do coração se incluir pelo menos três tipos de modalidades diferentes a cada semana Foto: Getty Images

 

Se você está tentando emagrecer, exercícios cardiorrespiratórios devem fazer parte da sua lista de malhação. Além disso, esse tipo de atividade física melhora a saúde do coração. Veja seis dicas a seguir que vão ajudá-lo nesta tarefa, segundo o site Fit Sugar.

1. Alterne a intensidade - Você pode alternar movimentos moderados, com outros mais intensos e rápidos. Vai obter mais resistência, queimar calorias extras e tornar-se mais rápido e forte. De quebra, ainda vai perder a gordurinha da barriga, já que alternar o ritmo dos movimentos comprovadamente ajuda a eliminar os pneuzinhos.

2. Use os braços - A maioria dos exercícios cardiorrespiratórios exigem muito mais das pernas. Então sempre que possível movimente seus braços. Na esteira, tente não segurar no aparelho, da mesma forma quando estiver malhando no elíptico. Em vez de deixar os membros superiores em repouso, experimente movimentá-los em aulas de natação ou qualquer outra modalidade.

3. Duração do treino - Grande parte dos exercícios cardiorrespiratórios duram cerca de 30 ou 45 minutos. Para queimar calorias extras, experimente fazer cinco minutos a mais de atividade e confira quantas calorias queimou neste período.

4. Incorpore treinamento de força - O principal objetivo de exercícios cardiorrespiratórios é queimar calorias por meio de movimentos de alta intensidade. No entanto, é possível aproveitar esse tempo para fortalecer os músculos. Para melhorar o tônus muscular das pernas e do bumbum, exercite-se sempre programando o aparelho (esteira ou bicicleta) com um pouco de inclinação. Na piscina, use luvas ou aparelhos que ajudam a criar resistência com a água.

5. Mude o tipo de exercícios - Para buscar mais resistência, ganhar força e evitar lesões por esforço repetitivo, é importante não fazer sempre o mesmo tipo de exercício. Você vai melhorar a saúde do coração se incluir pelo menos três tipos de modalidades diferentes a cada semana.

6. Imponha dificuldades - Além de adicionar inclinações, encontre maneiras de deixar seus exercícios cardiorrespiratórios mais desafiadores. Na bicicleta, fique com o bumbum fora do assento, corra com os joelhos elevados ou peça ao seu instrutor movimentos mais difíceis.

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Fazer exercícios físicos no inverno aumenta em até 30% queima de calorias


As baixas temperaturas estão entre os principais motivos pelos quais as pessoas abandonam as atividades físicas. Até mesmo quem está acostumado a praticar exercícios regularmente sente os efeitos do frio e acaba reduzindo seu desempenho.

No entanto, de acordo com Luis Carlos Oliveira, pesquisador do Celafiscs  (Centro de Estudos do Laboratório de Aptidão Física de São Caetano do Sul), órgão ligado à Secretaria de Estado da Saúde, é justamente nessa época do ano que a prática pode proporcionar maiores vantagens. Fazer exercícios no frio pode aumentar em até 30% a queima de calorias.

Com o clima mais frio, o corpo queima mais calorias para manter-se aquecido e aumentar a sensação de calor. Desta maneira, as mudanças fisiológicas geradas pelo frio podem potencializar os exercícios e aumentar os efeitos das atividades no organismo. O pesquisador afirma:

— Além de ser saudável e apresentar menos riscos à saúde, as atividades tornam o coração menos vulnerável a doenças crônicas não transmissíveis, responsáveis por cerca de 300 mil de óbitos no país

Quanto maior a sensação de frio, maior a fome, uma vez que em temperaturas baixas o metabolismo pode aumentar o funcionamento em até cinco vezes para manter a temperatura normal do organismo.

No inverno as pessoas ingerem um número maior de alimentos com grande quantidade de gordura, como chocolate quente, feijoada, sopa, entre outros. Por isso é importante praticar os exercícios, lembrando sempre da importância do alongamento antes das atividades, que podem evitar lesões musculares mais graves.

— Contudo, não podemos generalizar, pois os resultados dependem da quantidade e da intensidade do exercício, e principalmente de uma alimentação adequada.

Alguns cuidados são necessários antes de fazer exercícios com as baixas temperaturas:

- Mesmo com o clima frio, o ideal é usar roupas leves, como calça e casaco de moletom. Abafar o corpo com muita roupa faz eliminar sais minerais em excesso, o que não é saudável;
- O corpo em repouso leva mais tempo para atingir a temperatura ideal para a atividade física, por isso é importante aquecer e alongar;
- Hidratação antes, durante e depois do exercício é essencial, pois, assim como no Verão, seu corpo também perde líquido através da transpiração.

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Veja 7 cuidados do treino para quem tem alergia respiratória


 Para afastar crises de alergia respiratória, não basta seguir a prescrição de medicamentos. Os exercícios físicos fortalecem a musculatura respiratória, ajudando na expansão pulmonar, e o sistema imunológico, afastando gripes e resfriados.Além de treinar, vale ficar de olho em alguns cuidados e evitar os gatilhos mais comuns para as crises alérgicas, como a poluição e o pólen, no caso de quem treina ao ar livre, e o ar condicionado - problema comum entre os alunos de academia.

Mulher correndo - foto: Getty Images

Treine pela manhã

Logo cedo, a concentração de poluentes é menor. Isso porque o trânsito durante a madrugada é bem menos intenso e o ar está mais úmido, então as partículas tóxicas não permanecem em suspensão na atmosfera, como em dias secos. É muito importante diminuir a exposição indesejável à poluição, principalmente para o paciente com alergias respiratórias, como asma e rinite. Outra vantagem deste horário é a menor radiação ultravioleta do sol, em especial até as 10h da manhã.

Sala de academia - foto: Getty Images

Cuidado com o ar condicionado

O ar condicionado, em si, não é prejudicial a pessoas com alergia. O aparelho resseca e resfria o ar do ambiente, diminuindo a população de ácaros da poeira e fungos, que gostam de ambientes quentes e úmidos. O problema acontece quando os filtros deixam de ser limpos, acumulando as partículas que causam alergia. Mas se o ressecamento começar a incomodar suas narinas e a garganta, vale a pena deixar uma garrafinha de água por perto e se hidratar ao longo do dia.

Menina nadando - Foto Getty Images

Cloro

A natação é, em geral, muito benéfica para o paciente com alergia respiratória, mas o cloro pode causar irritação na mucosa do nariz e nos olhos - isso é raro e, normalmente só acontece quando as quantidades de uso superam a recomendação. Nesses casos, a piscina tratada com ozônio, em vez de cloro, é uma boa opção. Outro cuidado é lavar os olhos e o nariz com solução fisiológica após deixar a piscina.

Mulher espirrando - foto: Getty Images

Pólen

O pólen é um dos principais causadores de alergias respiratórias, principalmente em países de clima temperado. No Brasil, essa relação aparece mais na região sul, onde o clima é mais frio e a diferença entre as estações do ano, maior. Também vale optar fazer exercício pela manhã, quando as partículas estão menos dispersas pelo ar. Para quem mora no sul ou em regiões mais frias, vale optar por exercícios em locais fechados.

Academia - foto: Getty Images

Equipamentos da academia

Todo colchão (ou colchonete), carpete, tapete, cortina, tanto de casa como da academia, acaba se tornando um grande reservatório de ácaros e poeira. O contato próximo, principalmente em exercícios nos quais o rosto está próximo ao colchonete, pode desencadear sintomas de rinite, conjuntivite alérgica ou asma nesses pacientes. Uma solução é higienizar os colchonetes com álcool e certificar-se da higiene da academia. 

Corrida - foto: Getty Images

Lugar certo

Em cidades grandes, a exposição à poluição é inevitável. "Mas não deixe de fazer atividade física por causa da poluição, os benefícios do treino superam os inconvenientes", afirma Marcelo Vivolo. Para contornar o problema, prefira locais mais arborizados, antes das 8h ou após as 20h e em horários mais úmidos, quando a poluição no ar é menor. Em dias muito secos, opte por exercícios em ambientes fechados.  

Casal correndo na praia - foto: Getty Images

Frio

Quem é alérgico sabe que os sintomas costumam aparecer ou se agravar em dias frios ou quando ocorrem mudanças bruscas de temperatura. A  temperatura atua no componente vasomotor do nariz, que responde com diminuição dos vasos (quando está frio) ou aumento deles se a temperatura sobe demais. Uma inflamação surge em resposta a essa alteração dos vasos e, se o nariz for previamente sensível, pode deflagrar a congestão e o gotejamento nasal. No frio, vale vestir mais casacos que o habitual nesses dias, mas o mais importante é fazer um bom aquecimento no início da atividade física e usar uma roupa adequada à temperatura, sem exageros para mais ou para menos.

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Dicas para quem vai começar a correr

A corrida tem se tornado uma prática muito comum. Seja dentro das academias ou ao ar livre, as pessoas têm se identificado cada vez mais com esse tipo de esporte.

Mas para participar de provas de rua é preciso ter um acompanhamento profissional para evitar possíveis lesões e atingir o principal objetivo - chegar ao final da prova.

É importante realizar uma avaliação médica antes de começar e consultar um profissional capacitado para orientação durante os treinamentos. Pessoas com doenças cardiovasculares e com doenças degenerativas dos membros inferiores, como por exemplo, artrose de quadril, joelho e tornozelo não devem praticar corrida de rua, salvo algumas exceções devidamente orientadas por médicos ou professores.

Correr proporciona vários benefícios como perder peso, controlar colesterol, pressão arterial, entre outros. É bom para o corpo e para a mente, não tem limite de idade para praticar e sempre é hora de começar.

Essa é uma atividade física que pode ser realizada por pessoas de qualquer idade. Para as crianças o ideal são provas com distâncias menores. Já para quem está na terceira idade o melhor é conciliar o treinamento de corrida com musculação para fortalecer a musculatura.

Seguem algumas dicas para quem deseja começar a praticar essa atividade física.

• Faça uma avaliação física antes de iniciar a atividade.

• O programa de treinamento deve ser progressivo (de acordo com o seu nível de condicionamento físico).

• Faça alongamentos antes e depois da corrida.

• Intercale a corrida com outras atividades aeróbias (em dias alternados), para não se fadigar com a corrida.

• Use roupas e calçados apropriados para corrida.

• sempre o acompanhamento de um profissional de educação física, nutrição e de um médico especialista em Medicina Esportiva.

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7 dicas para acabar com o sedentarismo e controlar a glicemia


Para a maioria dos diabéticos, o exercício físico oferece uma série de vantagens, no entanto, é necessário uma seleção cuidadosa da atividade física a ser desenvolvida, assim como conhecer que tipo de diabético irá realizá-lo.

A prática de exercício deverá ser diária, ou pelo menos de 3 a 5 vezes por semana com duração de 45 a 60 minutos. Em termos gerais, durante a prática do exercício físico deve-se levar em consideração as seguintes recomendações gerais:

1- Preparar planos de treinamento com o objetivo de favorecer e manter um bom controle metabólico, assim como melhorar as capacidades motoras.

2- O exercício físico é bom para manter o controle metabólico do diabético compensado, porém não é bom para o diabético não compensado.

3- Oferecer alimentos antes e durante as atividades físicas de longa duração, afim de prevenir a hipoglicemia.

4- Ingerir alimentos no período de recuperação, com o objetivo de recuperar os depósitos de glicogênio.

5- Administrar as doses de insulina em locais ou extremidades, pouco ou não utilizadas durante a atividade física no dia em que irá praticar os exercícios.

6- Diminuir a dose de insulina, no dia que irá realizar a atividade física, em 20 a 50%, dependendo da intensidade e duração do exercício.

7- Ao selecionar o plano de treinamento, deve-se levar em conta a idade, massa corporal, grau de controle metabólico quantidade de insulina e a dieta.

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Cafeína para turbinar os músculos

  Cafeína ajudou a melhorar performance do diafragma e de músculo da perna  Foto: Ana Branco/ Agência O Globo

A cafeína encontrada no café e nos refrigerantes pode ajudar idosos a manter a força e reduzir as chances de queda e machucados, segundo um estudo com camundongos feito pela Coventry University, no Reino Unido.

O declínio da força muscular decorrente da idade diminui a qualidade de vida, já que todas as tarefas diárias ficam mais difíceis. E é sabido que a cafeína ajuda os músculos a produzirem mais força, mas com a idade a musculatura naturalmente se torna mais fraca.

Para este estudo, os pesquisadores isolaram músculos de camundongos em diferentes faixas etárias, de jovens a idosos, e testaram sua performance antes e depois do tratamento com cafeína. Dois músculos que podem ser controlados voluntariamente foram observados: o diafragma, usado na respiração; e um músculo da perna chamado extensor digitorum longus (EDL), usado na locomoção. Ambos tiveram melhor performance após o uso da cafeína.

— A cafeína pode ser usada com benefícios em pessoas mais velhas, para manter um estilo de vida saudável e preservar a saúde e a capacidade funcional — disse o pesqisador Jason Tallis ao "Daily Mail".

Pesquisas anteriores mostraram que o excesso de cafeína poderia dificultar a absorção de cálcio no organismo, nutriente vital para a sustentação dos ossos. As conclusões do estudo serão apresentadas na Society for Experimental Biology este mês.

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Bicicleta Ergométrica x Corrida: uma hora de "sprint" em bicicleta vale por 7h de corrida

Uma hora de "sprint" em bicicleta ergométrica vale por sete horas de corrida

Vinte minutos do exercício, três vezes por semana, é eficaz para reduzir gordura visceral e aumentar massa muscular de homens

 
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Uma hora de sprint em bicicleta ergométrica por semana pode auxiliar na redução da gordura visceral de homens de forma equivalente a sete horas de corrida. É o que aponta estudo realizado por pesquisadores da University of New South Wales, na Austrália,

De acordo com a equipe, 20 minutos de "sprints" em uma bicicleta ergométrica, três vezes por semana, é o necessário para entrar em forma. "'Sprints' são uma forma muito eficiente de exercício", diz o líder da pesquisa Steve Boutcher. O programa de sprint, LifeSprints, reduz a gordura visceral com sete vezes menos tempo tem maior impacto positivo sobre a saúde cardiovascular e metabólica.

Homens que participaram da pesquisa perderam dois quilos de gordura corporal, 17% de gordura visceral e ganharam 1,2 Kg de massa muscular nas pernas e tronco após 12 semanas de programa de "sprint" na bicicleta. "Outros estudos utilizando exercícios aeróbicos, como corrida contínua, descobriram que a quantidade de exercício necessária para produzir uma redução semelhante na gordura visceral foi de cerca de sete horas por semana durante 14 semanas", observa Boutcher.

A equipe de pesquisadores já havia estudado o impacto do programa de "sprint" para mulheres, que também mostrou uma significativa perda de gordura corporal causada por 20 minutos de exercícios na bicicleta ergométrica, três vezes por semana.

O programa LifeSprints também foi eficaz para aumentar a massa muscular. "Participação em exercícios aeróbicos regulares normalmente resulta em ganho de pouca ou nenhuma massa muscular, enquanto que exercícios de resitência moderados durante meses podem aumentar a massa muscular. "A quantidade de exercícios LifeSprints necessários para aumentar a massa muscular, no entanto, parecem ser bem menores", conclui Boutcher

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Exercícios ao ar livre trazem mais resultados

Estudos dizem que os exercícios ao ar livre são mais benéficos que os praticados em ginásios e academias  Foto: Getty Images

Praticar exercícios físicos em lugares abertos pode ser mais saudável e eficiente do que praticá-los entre quatro paredes. Um estudo realizado na Universidade de Glasgow com mais de 2 mil pessoas apontou que correr, andar de bicicleta ou caminhar em áreas verdes diminui consideravelmente os níveis de stress, tensão e depressão. De acordo com o Huffignton Post, apenas 5 minutos de exercícios junto à natureza ainda podem melhorar o humor e a autoestima. Conheça outros benefícios proporcionados pelos exercícios ao ar livre.

Aumento da atenção e foco
Uma pesquisa feita pela Universidade de Illinois, nos Estados Unidos, apontou que crianças portadoras de déficit de atenção são capazes de se concentrar melhor após 20 minutos de caminhada no parque.

Motivação para exercitar-se
Um estudo da Universidade de Exeter, no Reino Unido, avaliou a frequência com que as pessoas praticavam exercícios. As que optavam por exercícios ao ar livre se mostraram mais propensas a repetir a atividade física dentro de um período.

Menor chance de obesidade
O ar fresco e a luz do sol inspiram a prática de exercícios. Um estudo publicado pelo Internacional Journal of the Obesity defende que crianças que passam mais tempo do lado de fora de suas casas tem menos chance 41% menos chances de serem obesas. Isso se deve à combinação de hábitos indoor: sofá, televisão, computador e vídeo-game.

Mais energia
Em 2009, um estudo da Universidade de Rochester, provou que 20 minutos gastos do lado de fora, ao ar livre pode ser mais revigorante que um xícara de café.

Rapidez na recuperação
Segundo uma pesquisa feita na Universidade de Pittsburg, nos Estados Unidos, apontou que os pacientes que tem contato frequente com a luz do sol apresentam recuperação mais rápida e menos dor que os pacientes que não vão aos ambientes externos.

Bons níveis de vitamina D
Levar os exercícios para o lado de fora da academia é uma boa maneira de sintetizar a vitamina D. Um estudo feito na Universidade de Harvad mostrou que os adeptos aos exercícios rigorosos têm níveis de vitamina D mais adequados que as pessoas que não praticam essas modalidades.

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