Como praticar Pilates sem os caros aparelhos


Talvez você mesma já tenha passado por isso. Poucas pessoas podem se dar ao luxo de ter acesso aos centros de Pilates, por se tratar de uma técnica personalizada, que requer um equipamento especial. É por isso que nos últimos anos surgiram variações do método que, segundo especialistas, apresentam os mesmos resultados. Se você ainda não tentou, agora pode conhecê-los.

Variação sem aparelhos

O Pilates é uma atividade que, por oferecer possibilidades diferentes para cada exercício, permite que pessoas de todo tipo possam praticá-los. É altamente recomendado, inclusive para a terceira idade, já que produz benefícios nas articulações (em caso de artrose). Além disso, previne a osteoporose, protegendo a estrutura óssea. Também não causa lesões, porque os exercícios são realizados sem impacto. São muitos os acessórios utilizados hoje em dia para substituir os aparelhos de Pilates. Colchonetes, faixas elásticas, bastões, caneleiras, pesos de um quilo, bolas pequenas e grandes de borracha, steps e cordas são os mais utilizados nas academias do mundo.
"Os exercícios são os mesmos, com a mesma eficácia, desde que realizados corretamente" assegura a instrutora Solange Rittor, uma defensora dessa técnica que, ao contrário das outras disciplinas, combina força e flexibilidade, modificando a estrutura do músculo sem aumentar seu volume... o objetivo de todas as mulheres, ou não?

Como praticar corretamente

O segredo para que o Pilates cumpra sua verdadeira missão é realizar o máximo de esforço sob uma supervisão correta. Nesse caso, os exercícios sobre colchonetes não se diferem muito daqueles praticados nos aparelhos originais; eles possibilitam a integração do grupo, pois quando são realizados na forma passiva, é possível compensar qualquer falta de capacidade própria (por exemplo, de força ou flexibilidade) com a ajuda de um colega.
Mas os instrutores dão ênfase especial ao fato de que os movimentos e as contrações musculares devem ser feitos com consciência, para que as posturas sejam executadas corretamente. Também ensinam a levar essa percepção do corpo para a vida cotidiana, alinhando a coluna, contraindo glúteos e ajustando as pernas durante as atividades diárias. É possível, experimente.

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Exercícios físicos na infância equilibram níveis de triglicérides e colesterol


De acordo com um novo estudo realizado pela Universidade Estadual Paulista (Unesp) e publicado na Biblioteca Virtual da Fapesp, a prática de exercícios apenas na idade adulta não previne a dislipidemia, doença que provoca alteração dos níveis de gordura no sangue - triglicérides, além de LDL ("colesterol ruim") e HDL (o "colesterol bom") - e atinge cerca de 16% da população brasileira. A dislipidemia pode ser causada por diversos fatores, como uma alimentação rica em gordura, altos valores de IMC na infância e adolescência ou disfunções de ordem genética. 

Os pesquisadores entrevistaram 2.720 adultos a fim de saber se eles praticaram atividades físicas na infância (7 a 10 anos), adolescência (11 a 17 anos) e idade adulta, e se haviam recebido resultados de "colesterol alto", "baixo colesterol bom" ou "alto colesterol ruim" no último exame de sangue. Com base nas respostas, constatou-se que a falta de exercícios na infância e na adolescência foi associada a um maior número de quadros de dislipidemia na idade adulta. Além disso, os pesquisadores notaram que os adultos vítimas da doença que não praticaram atividades esportivas na infância, mas que iniciaram exercícios de intensidade leve após o diagnóstico, não apresentaram melhoras na doença. 

De acordo com os estudiosos, para que a atividade física tenha resultados expressivos no controle da dislipidemia, é necessário que um educador físico prescreva uma série de exercícios de alto impacto, combinando atividades aeróbicas e musculação. Os autores destacam que, embora os exercícios físicos possam ajudar no controle dos lipídeos no sangue, o paciente não deixará de sofrer da doença e nem de tomar os medicamentos receitados. O estudo foi premiado pela Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC), no VII Prêmio ABC de Publicação Científica, como o melhor artigo original. 

Sete dicas para baixar o nível de triglicérides do sangue

O endocrinologista Amélio Godoy Matos, que já foi presidente da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia, explica que os triglicerídeos estão presentes em cerca de 90% da nossa alimentação, enquanto o colesterol pode ser encontrado em apenas 10% dos alimentos ingeridos. Confira sete dicas que ajudam a controlar a taxa dessa gordura. 

Carboidratos

Os triglicerídeos são originados de duas maneiras: pela ingestão de alimentos ricos em gordura ou pela sintetização de carboidratos no fígado. Dessa forma, uma das primeiras recomendações médicas para baixar o nível de triglicérides é criando uma dieta balanceada com baixo teor de carboidratos. 

Exercícios

"Excesso de peso é a principal causa de aumento de triglicerídeos no sangue", explica Amélio Godoy. Por isso, aliar uma dieta equilibrada à prática de exercícios físicos é a melhor maneira de combater o alto nível de triglicérides. 

Álcool

"Bebidas alcoólicas são altamente calóricas, estimulando a produção de triglicerídeos e por isso, devem ser evitadas?, aconselha o profissional. 

Açúcar

A absorção do açúcar em excesso estimula a produção de triglicerídeos pelo fígado. Além disso, há um depósito dessa gordura no pâncreas que atrapalha o funcionamento das células de insulina, fazendo com que a taxa de glicose no sangue também aumente. 

Tabagismo

O tabagismo aumenta os riscos de doenças cardiovasculares e diabetes, sendo um hábito prejudicial que potencializa os prejuízos causados pela alta taxa de triglicerídeos no sangue. Assim como o açúcar, ele causa resistência de insulina devido ao acúmulo de gordura no abdômen.

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Hidratação e Atividade Física


A realização de exercício físico aumenta a produção de calor, de modo que o organismo precisa acionar mecanismos para eliminá-lo. O acúmulo de calor durante o exercício pode elevar a temperatura corporal a índices incompatíveis com o que suporta nosso corpo.??Para isso existe a sudorese (suor), que implica na perda de calor por meio da eliminação de água e eletrólitos. Neste contexto, produzimos o suor, que é lançado na pele e, em seguida, evaporado. Por isso, ambientes quentes e úmidos são particularmente estressantes quanto à manutenção da temperatura. ??

Assim, em ambientes quentes e com umidade elevada, a desidratação e a elevação da temperatura que acompanha (hipertermia) são as principais causas da fadiga durante o exercício. Dessa forma, a sudorese é positiva uma vez que permite ao organismo manter sua temperatura durante a realização da atividade física.?

Em atividades com duração superior a 30 minutos, as bebidas esportivas são mais eficazes do que a água, pois: a ingestão de bebidas esportivas contendo carboidratos (CHO) eletrólitos estimula significativamente bem mais a absorção intestinal de fluidos, reduzindo a diurese, em comparação com a água; as bebidas fornecem carboidratos, melhorando o desempenho em atividades prolongadas e intensas; quando os indivíduos consomem bebidas esportivas, a percepção subjetiva do esforço é menor; o sódio aumenta o paladar e a absorção de água no intestino;as bebidas esportivas apresentam paladar superior em relação a água, o que encoraja a maior ingestão; as bebidas promovem a reposição de água e de eletrólitos de modo mais eficiente após o exercício; É também recomendado a ingestão de líquidos (200 a 300 ml) cinco a 10 minutos antes do início do treinamento físico. ??

Você mesmo pode preparar sua bebida. Mas fique atento, sucos de frutas não são adequados para serem consumidos durante o exercício, pois neles a concentração de CHO é o dobro da concentração de bebidas esportivas e a de sódio é abaixo do ideal. Além disso, o principal CHO (carboidrato) que um suco apresenta é a frutose, responsável por problemas gastrointestinais em alguns indivíduos. Fique também atento à coloração de sua urina: cor clara significa que você está bem hidratado. Levando-se em consideração estes aspectos e sob a orientação de um profissional especializado, certamente ótimos treinos virão.

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Desempenho no sexo pode ser turbinado com exercícios físicos


Estudos comprovam que o sedentarismo e a obesidade não combinam com um bom desempenho na cama. Para que a qualidade sexual melhore, garantem especialistas, o ideal é passar a incluir exercícios no dia a dia. O condicionamento físico proporcionado pelo esporte, mais o ganho de tônus muscular e a diminuição da gordura corporal melhoram o ato sexual e dão mais satisfação.

Além disso, o exercício também melhora a circulação sanguínea de todo o corpo. Com isso, quem sai ganhando é a vascularização, que aprimora a ereção masculina. Mas as mulheres também são beneficiadas na prática de atividade física. A vascularização a faz chegar mais rápido ao orgasmo estimulando a produção de estrogênio, o hormônio responsável pela lubrificação vaginal durante a excitação.

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Exercício físico não melhora colesterol, aponta estudo


Abandonar o sedentarismo na fase adulta na tentativa de controlar o colesterol e o triglicérides é ineficaz. Mas o exercício físico, embora não funcione como tratamento contra o problema, pode atuar na prevenção, especialmente se for praticado desde a infância, na intensidade adequada. Essa é a conclusão de uma tese de doutorado defendida na Unesp (Universidade Estadual de São Paulo) com base em um levantamento feito com 2.720 voluntários, parte deles da capital.

A pesquisa avaliou as alterações dos níveis de gordura no sangue, disfunção conhecida como dislipidemia, durante infância, adolescência e fase adulta. Esse tipo de problema atinge 12% dos brasileiros, segundo a Sociedade Brasileira de Cardiologia, mais que o dobro do porcentual de diabéticos no País. o professor Rômulo Araújo Fernandes, do Departamento de Educação Física da Unesp de Presidente Prudente e autor do estudo disse:

— Menos de 5% dos entrevistados que praticaram exercícios na infância e na adolescência e continuaram com suas atividades apresentaram a doença.

O dado obtido pelo pesquisador evidencia a importância de se incorporar a prática de exercícios à rotina desde cedo. O cardiologista e nutrólogo Daniel Magnoni, chefe do Serviço de Nutrição do  Hcor (Hospital do Coração) come

— O hábito é preventivo e deve ser cultivado, pois os efeitos positivos terão reflexos a longo prazo, na fase adulta ou quando o indivíduo for idoso.

A tendência entre o público infantil, porém, é inversa: as crianças paulistas já estão mais sedentárias do que os adolescentes, segundo um estudo com 2.500 estudantes realizado pelas secretarias estaduais da Saúde e da Educação, divulgado pelo Jornal da Tarde em 2011.

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Alongar ou não alongar? Eis a questão!

A indicação dos alongamentos varia bastante de profissional para profissional. Essa falta de consenso entre educadores físicos, fisioterapeutas e ortopedistas foi o estopim para que centros universitários de todo o mundo se debruçassem em estudos sobre o assunto. Os resultados, entretanto, foram bem diferentes do que se esperava. A primeira informação contestada é a de que os alongamentos podem prevenir lesões quando praticados antes ou depois das atividades físicas. Os pesquisadores Robert Herbert e Marcos de Noronha, da Universidade de Sydney, revisaram dez estudos sobre o tema e não encontraram diferenças estatísticas entre os grupos que se alongavam e os que pulavam a atividade.

Para evitar acidentes, o mais indicado seria investir nos chamados exercícios de aquecimento, como polichinelos ou pequenas corridas sem sair do lugar. "O alongamento não tem a função primordial de aquecimento. Para aquecer é importante aumentar o fluxo de sangue nos vasos sanguíneos e músculos", explica Debora Reis Garcia, professora do curso de educação física da Universidade São Francisco (USF).

Efeito analgésico
Ironicamente, a coisa muda de fIgura nos estudos em que são avaliados pacientes com dores crônicas. Nessas situações, o alongamento sai na frente de práticas consideradas consagradas no alívio da dor. Uma pesquisa liderada pela pesquisadora Karen Sherman e publicada na revista Archives of Internal Medicine dividiu pacientes que sofriam dores crônicas na lombar em três grupos: aqueles que tiveram aula de alongamento, de ioga ou que apenas leram livros sobre como lidar com o problema. Três meses depois, os participantes que se esticaram foram os que mais relataram melhoras na dor sem o uso de medicamentos.

Bê-á-bá dos exercícios

Cabeça e pescoço
Em pé ou sentado, realize a flexão lateral da cabeça com uma das mãos, enquanto a outra fica estendida ao longo do corpo. Depois de alguns segundos, repita do lado contrário. Este exercício serve para alongar a musculatura lateral do pescoço.


Perna
Sentado, estenda uma das pernas enquanto a outra é flexionada. Incline o troco à frente e alongue os músculos posteriores da perna. Outra possibilidade é alongar-se em pé. Nesse caso, flexione uma das pernas com o calcanhar em direção ao glúteo. Bom para quem pratica caminhada ou esportes coletivos.

 

 

 

Mão e punho
Com o braço estendido à frente do corpo, flexione o punho, segurando-o com a mão contrária.

Ombros
Em pé ou sentado, cruze um dos braços à frente do peito. Segure-o com a mão contrária na altura do cotovelo. "O exercício é indicado para quem trabalha no computador, esportistas e donas de casa", indica Lincoln Adami, da Academia Gustavo Borges de Londrina (PR).

 

 

 

Braços
Com o braço estendido acima da cabeça, flexione o cotovelo com a mão na direção das costas. Coloque a mão contrária no cotovelo. Este exercício tem o objetivo de alongar o tríceps.

 

Panturrilha
Em pé, desloque uma perna à frente, enquanto a outra fica estendida atrás. Este exercício tem o objetivo de alongar os músculos da panturrilha.

 

enefícios reais
Mas aliar os alongamentos com exercícios físicos é algo ruim? A resposta é não. Segundo Debora, alongar-se antes de suar a camisa é um modo de preparar o corpo para o esporte. "Já o alongamento feito ao final de exercícios diversos - como caminhadas, corridas ou atividades domésticas - tem como objetivo compensar a musculatura que foi mais utilizada", indica a educadora física.

A prática também é excelente para os atletas que querem melhorar seu desempenho nos treinos. Segundo um estudo liderado por Arnold Nelson, professor associado da Universidade de Louisiana (EUA), os alongamentos periódicos aumentaram a resistência muscular, o desempenho em saltos e a força nos profissionais que se submeteram a treinos regulares. Entretanto, não é necessário exagerar na dose para conseguir bons resultados. Aumentar a intensidade dos exercícios pode potencializar microlesões musculares, principalmente nos adeptos da musculação. "O ideal é trabalhar a flexibilidade outro dia que não o da musculação ou em outro período. Mas se desejar realizá-los após o treino, a intensidade deve ser leve ou moderada", pontua.

Por fim, alongamentos são fundamentais para aumentar a flexibilidade. Mas para aperfeiçoar essa habilidade motora é necessário ter disciplina. "Os exercícios devem ser realizados ao menos duas vezes por semana. O tempo de execução deve ser superior a 30 segundos em cada movimento", completa.

Sinal verde
Praticamente todo mundo pode se alongar. A restrição fica por conta de quem apresenta problemas nas articulações, nos ossos, nos músculos e na coluna, como no caso da hérnia de disco. "Em linhas gerais, todos podem praticar alongamentos, desde que orientados para a execução correta dos movimentos. Mesmo pacientes acamados, quando bem orientados, podem realizá-los", esclarece Debora.

Mas muita gente não adere aos alongamentos porque sente um ligeiro desconforto. Salvo exceções, esse incômodo é normal. Sua aparição está vinculada ao aumento da flexibilidade de músculos e articulações. "Ele funciona como um mecanismo de alerta do próprio organismo para evitar que a sobrecarga nos tendões e articulações provoque danos. Ele deve ser tolerado em certa medida para que a flexibilidade aumente", explica.

Muita gente não adere aos alongamentos porque sente um ligeiro desconforto. Salvo exceções, esse incômodo é normal

Entretanto, a regra é não aumentar a intensidade dos alongamentos a ponto de extrapolar os limites pessoais. Nos alongamentos que antecedem a caminhada ou a faxina da casa, por exemplo, não há necessidade de ir além do início do desconforto. "Além disso, a duração do exercício para cada segmento corporal não deve exceder 15 segundos. Já para atletas profissionais, o grau de tolerância à dor pode ser maior", completa Debora.

Flexibilidade ampliada
Algumas dicas simples podem deixar os alongamentos mais eficientes, como expirar e inspirar corretamente. "A respiração aumenta a oxigenação dos músculos, a fluidez do sangue e a lubrificação das articulações. O aluno também fica mais concentrado para alcançar a amplitude do movimento", esclarece a professora.

Usar acessórios como faixas elásticas e barras para apoio é outro segredo para potencializar a atividade. Entretanto, nada mais eficiente - e divertido - do que alongar-se acompanhado de um amigo ou em grupo. "O apoio da dupla pode ainda auxiliar no aumento da amplitude do movimento", finaliza a profissional.

Fonte

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Exercícios moderados ajudam a curar a gripe


Estudo divulgado pelo American College of Sports Medicine, dos Estados Unidos, concluiu que a prática de exercícios físicos durante a gripe e resfriado pode ajudar a curar a doença.

Segundo a pesquisa, a prática de esportes estimula as células do sistema imunológico que combatem a infecção. Com os exercícios feitos durante a crise do resfriado, a atividade física consegue eliminar em até dois dias os sintomas da doença.

A atividade física só não é recomendada quando o quadro da doença apresenta febre, fraqueza ou dores no peito. Durante a prática de exercícios neste caso, a sugestão é que se beba muito líquido e frutas ricas em vitamina C.

 

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Tênis que simulam corrida com pés descalços fortalecem a musculatura plantar


Estudos recentes garantem que o ideal é voltar aos primórdios do ser humano e correr praticamente com os pés descalços. A teoria é que os tênis tradicionais protegem tanto os pés que o impedem de trabalhar os músculos da região plantar. De acordo com os cientistas que estudam a questão, os tênis confeccionados em borracha neoprene, sem sola de amortecimento, trabalham músculos dos pés até então ignorados pelos solados de corrida tradicionais.

O ideal, garantem os especialistas, é alterar a corrida com o tênis tradicional e os que praticamente deixam os pés descalços. Sem o amortecimento tradicional dos tênis de corrida, os que deixam os pés sem proteção na sola obrigam os membros inferiores a fortalecer sua musculatura durante a corrida. No entanto, o ideal é começar devagar. O primeiro passo é usar os tênis de neoprene sem proteção para caminhar. Depois, ir correndo aos poucos com ele até sentir que as dores da região plantar desapareceram por completo. Quanto mais amortecimento há em um tênis, mais pesado fica o calçado para a prática da corrida.

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Intensifique sua caminhada diária



Caminhe para secar  Especialista ensina como inten


Menos complicado do que todo mundo imagina, iniciar uma atividade física não requer grandes planos ou investimentos. Com baixo-custo, fácil de ser iniciado e sem contraindicação, a caminhada ainda é um dos exercícios mais eficazes para quem quer perder peso, além de ser o mais indicado para quem quer sair do sedentarismo e, de quebra, tonificar os músculos e reduzir os riscos de doenças cardiovasculares.

Isso mesmo que você leu, emagrecer e definir pernas e bumbum. Não acredita?

Segundo o ortopedista Fabio Ravaglia, a caminhada é a atividade física mais democrática que existe, entretanto, o simples ato de andar é tido como uma atividade física, mas não é bem assim. "Para saber se está praticando o suficiente é preciso levar em conta a intensidade da atividade, determinada por variantes como o trajeto percorrido, a velocidade média alcançada e o tempo despendido, além frequência e, principalmente, se está se sentindo bem", explica o médico. Uma pesquisa realizada pela Universidades de Michigan afirma que, apesar de bastante eficiente, se o objetivo é emagrecer, a quantidade diária de passos dados deve ser pelo menos igual ou superior a 10.000. Para você não sair contando passadas por aí, tenha em mente que uma passada larga possui cerca de um metro, então, para atingir o seu objetivo diário seria preciso andar aproximadamente 10 quilômetros ou uma caminhada de uma hora e meia.

De acordo com a professora de Educação Física Carmen Lúcia Lopes, os exercícios aeróbios (caminhada, pedalada, natação e até mesmo dança) são as atividades ideais para reduzir medidas, eliminar as gordurinhas e, o melhor, não necessitam de intensidade altíssima para isso. Agora, se o seu objetivo é 'secar', ela afirma que mesclar caminhada com corrida pode acelerara queima calórica. Como? A educadora física explica: "para cada 3 minutos de caminhada faça 1 minuto de corrida (3 x) + 5 minutos de caminhada e 2 minutos de corrida (3 x) = 30 minutos de atividades aeróbias, que vão queimar aproximadamente 300 calorias para uma pessoa com algo em torno de 60kg". Para as pessoas que não estão muito acostumados a correr, o trote leve é a melhor forma de intensificar a caminhada, já que ele é um intermediário entre o caminhar e o correr.

E os benefícios não param por aí, caminhar ainda costuma ser um exercício bastante relaxante que ajuda a diminuir os níveis de estresse. No entanto, para não ser surpreendido por uma lesão futura, esteja atento à postura durante as suas caminhadas. "A cabeça deve estar centrada nos ombros; o queixo, paralelo ao chão; os ombros, alinhados com o tórax; os braços para baixo e levemente dobrados; as mãos, ligeiramente curvas; o abdome contraído para manter a coluna ereta e protegida; nunca movimente o quadril para os lados; o calcanhar toca primeiro o chão (na pisada correta rola-se o pé a partir do calcanhar no sentido do arco e dos dedos, complementando sempre essa sequência antes de mudar para o próximo passo)", ensina o ortopedista.

Por Paula Perdiz

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Saiba como fazer exercícios sem ter que pagar uma academia

Se você quer continuar se exercitanto sem gastar um centavo, é possível. Foto: Getty Images


Aulas de dança, por exemplo, são viciantes porque são divertidas e você acaba nem sentindo que está se exercitando. De qualquer forma, isso demanda dinheiro. Mas se você quer continuar se exercitanto sem gastar um centavo, é possível. O FitSugar listou algumas formas de fazer exercícios sem movimentar sua conta bancária.

Faça trocas
Se você realmente quer ter uma aula de graça, converse com alguém que trabalha em uma academia perto de você para saber se ele aceita uma troca de serviços. Você pode ajudar com tarefas diárias em casa, oferecer aula de línguas ou arrumar equipamentos, por exemplo.

Aulas na internet
Você pode navegar na web e encontrar aulas online. Existem muitos sites que que oferecem aulas gratuitas (ou muito baratas) de yoga, por exemplo.

Aulas na TV
Verifique a programação de seus canais de TV para ver se há aulas de ginástica que você pode gravar e reproduzir mais tarde. Claro, as aulas de TV não vão oferecer a mesma sensação que uma classe real, mas se você for disciplinado o suficiente para trabalhar em casa, fará um ótimo exercício.

Converse com amigos
Troque informações com seus amigos e pergunte a eles sobre DVDs de exercícios. Além disso, busque informações para exercícios no dia a dia com a mobília da casa.

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Antes de alterar o corpo, malhar beneficia a cabeça



Cérebro é a primeira parte do corpo a sentir os benefícios da malhação

O objetivo é afinar a cintura, tornear as pernas e levantar o bumbum. Mas os especialistas afirmam que, de forma imediata, a primeira parte do corpo a sentir os benefícios da malhação é o cérebro.

Segundo os especialistas que fazem o boletim da Escola de Saúde Pública de Harvard, uma das instituições mais respeitadas do mundo, com apenas 20 minutos de exercícios aeróbicos de média intensidade (entram na categoria as caminhadas na rua ou na esteira, por exemplo) é possível turbinar ao menos três funções cerebrais.

Os exames de ressonância magnética mostraram que os praticantes melhoram o tempo de reação, a interpretação de imagens, e a execução de funções de planejamento tais como memória, gerenciamento de informações, capacidade de bloquear dados desnecessários e realização de raciocínio mais complexo.

Apesar do efeito imediato, os médicos alertam que uma única sessão de malhação não é suficiente para deixar ninguém mais inteligente. Isso porque, após um treino de uma hora, a fadiga (cansaço) atrapalha a melhora cognitiva conseguida durante a atividade. Se faltar água ou alimentação adequada – em especial sem carboidratos (tidos como vilões da dieta, mas essenciais para a saúde), os benefícios também diminuem.

Isso indica que, para ter efeito no corpo e na mente a longo prazo, os exercícios não podem ser exagerados, é preciso hidratação constante e a escolha do cardápio também precisa contemplar todos os nutrientes.

Dica: o que comer antes e depois do exercício

"Com exercícios de intensidade moderada, o corpo ativa o sistema nervoso simpático e aumenta os níveis de adrenalina. Estes são provavelmente os dois principais fatores na melhoria do desempenho mental", escreveram os autores do boletim.

"Porém, em intensidade exagerada, o nível de esforço interfere na concentração e na capacidade de realizar tarefas da raciocínio."

Limites individuais

Saber quais são os limites individuais e evitar os excessos são tarefas que precisam não apenas do próprio praticante de exercício, mas também do médico e do profissional de educação física.

A personal trainer Clóe Celentano diz que as séries que mesclam atividades aeróbicas e de força (musculação) precisam ser feitas individualmente, o que evita lesões e até desistências.

"Uma caminhada até o trabalho, os serviços domésticos ou trocar o elevador pela escada são importantes para tirar a pessoa do sedentarismo absoluto, mas não para uma mudança no metabolismo", afirma Clóe.

"Para isso, é necessário a elaboração de treinos específicos e direcionados", completa ela, que foi eleita a melhor profissional da sua área.

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Escolha o treino de acordo com a sua postura durante o trabalho


Atualmente, muitas profissões impõem que você fique muito tempo sentado. Mas ainda existem aquelas que são mais dinâmicas e fazem que você se mantenha em pé o tempo todo. Sua rotina semanal te deixa dúvidas como: que atividade física fazer hoje se já caminhei tanto no trabalho? Sentei e levantei muito? Ou ainda fiquei muito tempo sentado? Então aqui vão algumas dicas para equilibrar as sobrecargas da rotina de trabalho. 

Ficou muito tempo sentado, seja no carro ou no escritório

O ideal é que você pratique, neste dia, atividades aeróbias - como caminhada, corrida, dança e natação - e faça uma aula de alongamento ou yoga. Mas se estiver muito cansado pelo menos se alongue. 

Caminhou muito

Pratique alongamento primeiro e depois uma aula de ginástica localizada ou musculação. Execute exercícios para abdômen e membros superiores. E no final do treino movimente seus dedos dos pés e deite no chão com as pernas elevadas por 5 minutos para facilitar o retorno de sangue para o coração. 

Sentou e levantou da cadeira várias vezes

Se estiver no dia de trabalhar as pernas, elimine o agachamento do seu treino. Caso frequente uma academia, escolha a cadeira extensora, flexora, leg press, adutora, abdutora e aparelho ou exercícios para os glúteos. E se seu tempo for curto opte por uma atividade aeróbia. Se você subiu e desceu muita escada, elimine o treino do posterior de coxa (bíceps femoral), trabalhe mais adutores (interno das coxas) e abdutores (externo das coxas). 

Trabalho duro

Se o dia foi intenso - você andou demais e também fez esforços com alguma sobrecarga tipo carregando sacolas, caixas ou mudando mobília de lugar - uma aula de dança, alongamento ou uma massagem podem ser ótimas soluções para aliviar a tensão. 

Claro que há dias em que não queremos fazer nada, mas não se esqueça que muito do cansaço físico tem a ver com as sobrecargas diárias. Quem fica muito tempo sentado sofre muitas compressões corporais, alterando a circulação e a oxigenação. 

No final de semana procure diversificar com atividades ao ar livre, como ciclismo, cavalgada, patinação, surfe ou até mesmo uma boa caminhada pela cidade. Para o corpo se manter em equilíbrio você deve sempre praticar atividades aeróbias (corrida, caminhada, ciclismo, dança, etc.), anaeróbias (musculação, ginástica localizada, pilates, etc.) e alongamento (Lian gong, tai chi, yoga ou alongamentos simples). 

E para os seus objetivos se tornarem realidades você deve acreditar que você pode e consegue mudar os seus hábitos. Até breve!  

Escrito por: Cecília Faipó

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Os benefícios cerebrais da atividade física


Estamos acostumadas a incluir a atividade física em nossas orientações de saúde.  Não há dúvidas sobre seus benefícios ao coração,  ao peso corporal e seus poderes em definir e remodelar músculos.  A novidade revelada recentemente diz respeito a potenciais simplesmente fantásticos do exercício físico.  Exercitar com regularidade pode proteger a atividade cerebral relacionada à inteligência e memória.


Também já sabíamos que exercitar regularmente melhora o humor e a disposição. Mas não é nada disso que estamos falando.  A questão agora é função cerebral, algo que vem preocupando todos nós, com a grande frequência de pessoas com demência senil ou doença de Alzheimer,  com a perspectiva de longevidade dos povos.


As recomendações atuais para a proteção da memória são ligadas ao próprio exercício da memória como leitura, palavras cruzadas e novos aprendizados como uma língua estrangeira ou música. O que ficamos sabendo agora  é que exercitar fisicamente com regularidade tem um efeito mais importante que o próprio exercício do pensamento e que seus benefícios cerebrais são mais evidentes que aqueles que ocorrem nos músculos.


Sabemos que a função cerebral declina com o desuso e com a idade. Ocorre inclusive redução do volume cerebral, o que revela a perda irreversível de neurônios. O exercício físico parece evitar ou retardar esses efeitos do envelhecimento cerebral.


Os mecanismos da proteção cerebral exercidos pela ginástica ainda são desconhecidos, mas sabe-se que não precisamos chegar à exaustão, uma vez que uma simples caminhada ou pedalada com regularidade pode exercer o efeito protetor desejado, fazendo com que nosso cérebro possa acompanhar a longevidade que temos alcançado em nosso corpo.

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Atividade física versus dor de cabeça



Não se espante caso um dia saia do consultório médico com a seguinte prescrição para as têmporas doloridas: sue a camisa, de preferência gastando a sola do tênis ou pedalando. É o que se conclui dos resultados obtidos pelo primeiro estudo epidemiológico sobre dor de cabeça realizado no Brasil. Assinado pelos neurologistas Luiz Paulo de Queiroz, da Universidade Federal de Santa Catarina, e Mario Peres, da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), o trabalho ouviu 3 848 pessoas escolhidas aleatoriamente, de ambos os sexos, com idade entre 18 e 79 anos, em todo o país.

O objetivo foi estimar a prevalência de enxaqueca e cefaleia — nome científico da dor de cabeça comum — entre os brasileiros. Além disso, procurou avaliar a relação entre esses tormentos e hábitos do dia a dia, como a prática regular de exercícios físicos. No final, os dados da pesquisa são um estímulo e tanto para todo mundo levantar da cadeira e se mexer — aliás, não só para quem vive com a sensação de que a testa está prestes a explodir. "Os sedentários apresentaram 43% mais enxaqueca e 100% mais cefaleia crônica, com crises diárias, do que os indivíduos que se exercitam", conta Queiroz. A explicação para esse elo entre menor incidência de dor de cabeça e malhação está nos nossos neurônios. "Os exercícios aumentam a produção de endorfinas, neurotransmissores que proporcionam bem-estar. Eles funcionam como uma morfina natural", compara o médico.

O especialista em medicina do esporte Moisés Cohen, também da Unifesp, acrescenta: "Alguns artigos sugerem que outras substâncias liberadas durante a atividade física, como a epinefrina e os esteroides, podem estar por trás do alívio". A melhora na circulação sanguínea, que provoca um aumento da oxigenação cerebral, é mais um fator que colabora para o fim das dores. "Sem contar a diminuição do estresse", complementa a neurologista Norma Fleming, coordenadora responsável pelo Ambulatório de Cefaleia da Universidade do Estado do Rio de Janeiro e presidente da Associação de Dor do mesmo estado.

Como as endorfinas estão diretamente ligadas a uma menor ocorrência de crises, os exercícios mais indicados para o combate da dor de cabeça são aqueles que mais estimulam a liberação dessas substâncias — os aeróbicos, como a caminhada, a natação e a corrida de baixo impacto. "Os exercícios de fortalecimento muscular também produzem algum efeito, porém em menor grau", nota o cardiologista José Kawazoe Lazzoli, presidente da Sociedade Brasileira de Medicina do Exercício e do Esporte.

"As atividades que envolvem relaxamento, como o alongamento e a ioga, e as lúdicas, como a dança de salão, também podem ajudar a diminuir os sintomas, graças ao bemestar que proporcionam", observa o neurologista e especialista em dor Eduardo Barreto, coordenador do Serviço de Neurocirurgia da Rede D'Or, que compreende hospitais e laboratório no Rio de Janeiro. Em relação à frequência, para que a melhora da dor seja flagrante, os especialistas recomendam suar a camisa três vezes por semana, entre 30 e 60 minutos. "Mas, no meu estudo, até mesmo aqueles que fizeram uma única sessão semanal de exercícios apresentaram uma diminuição nas crises", afirma Luiz Paulo de Queiroz.

Além de privilegiar os esportes aeróbicos, a maneira como se pratica a atividade física conta muito. Se for feita de maneira incorreta, o feitiço se volta contra o feiticeiro — em vez de mitigar a dor, a malhação acaba por torná-la mais forte e, pior, pode aumentar o número de episódios de crise. "Os exercícios muito intensos ou realizados sem o devido aquecimento não são bem-vindos, especialmente para quem vive com dores de cabeça", alerta José Kawazoe Lazzoli.

Outra: para que o esporte só produza alívio, é fundamental alimentar-se bem antes e depois dos treinos. Respirar em um ritmo normal ao exercitar o corpo é igualmente recomendação importante. A tendência é prender a respiração quando a gente se esforça em demasia porque a glote, estrutura que se localiza na laringe e que impede a entrada dos alimentos nas vias respiratórias, se fecha. Mas daí a pressão arterial se eleva, o fluxo sanguíneo em direção à cabeça cai e, ui, não demora para aquela sensação ruim pintar na testa e adjacências. Além disso, só saia correndo por aí após se submeter a uma avaliação médica. "O aval de um especialista, assim como o acompanhamento de um fisioterapeuta ou fisiatra quando o indivíduo tiver problemas posturais, é imprescindível", lembra Barreto.

Infelizmente, nem todo mundo encara a atividade física como aliada contra as dores que atormentam a cabeça. "Existem trabalhos que, ao contrário, afirmam que a enxaqueca, em alguns casos, pode ser desencadeada pelos exercícios", conta Moisés Cohen. "Nos pacientes em que a crise é provocada pelo esporte, o problema ocorre mesmo quando ele é praticado corretamente", lamenta Norma Fleming. Ainda bem que casos assim são mais raros. "Fazer um diário da dor ajuda a identificar se esse é um dos agentes que funcionam como gatilho para o desconforto — ou se é o oposto, quer dizer, uma maneira de alívio", dá a dica Barreto. E claro: ninguém deve fazer nenhum tipo de atividade física em plena crise de enxaqueca. "Nessa situação, sim, os exercícios podem exacerbar o problema", alerta Luiz Paulo de Queiroz. Para quem não se encaixa nesse perfil — o que vale para a maioria — , a suadeira pode ser o melhor remédio.

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