Conheça sete benefícios de andar de bicicleta

A bicicleta já foi um dos principais meios de transporte no mundo, mas hoje a história é bem diferente. Grande parte das pessoas nunca teve uma bicicleta própria ou deixa a sua cheia de teias de aranha na garagem. Seja por preguiça ou falta de tempo, quem não costuma pedalar está perdendo inúmeros benefícios - desde definir músculos até melhorar a frequência cardíaca.

Faz bem à saúde
Segundo o médico do esporte Ricardo Nahas, do Hospital 9 de Julho, andar de bicicleta pode ser comparado à caminhada ou até mesmo à corrida. "Em um passeio de cerca de 40 minutos, três vezes por semana, já é possível dar adeus a diversos problemas decorrentes do sedentarismo", aponta. Antes, entretanto, recomenda-se fazer uma avaliação médica para determinar a intensidade do exercício, já que cada pessoa apresenta um determinado peso e condicionamento físico. "Para os que desejam emagrecer, é necessário associar a atividade a uma alimentação equilibrada", afirma.

Trabalha os membros inferiores
"Andar de bicicleta trabalha os grandes grupos musculares das pernas e ainda estimula a contração do abdômen, pois a atividade exige uma postura ereta do usuário", afirma Ricardo Nahas. Segundo o especialista, pedalar é um exercício aeróbico e de resistência muscular, o que melhora o condicionamento físico do praticante.

Funciona como meio de transporte
A bicicleta já foi amplamente utilizada como meio de transporte, mas mudanças culturais fizeram com que ela passasse a ser vista apenas como um instrumento de lazer ou de ciclista profissional. "A maior parte das pessoas pedala apenas no fim de semana, como se andar de bike fosse somente uma atividade de entretenimento", aponta Thiago Benicchio, diretor geral da Ciclocidade - Associação dos Ciclistas Urbanos de São Paulo.

Outra grande razão que desestimula o uso da bike como meio de transporte é a falta de infraestrutura e educação de grande parte dos motoristas. Então, para quem não quer encarar os veículos motorizados, Thiago sugere usar a bike para trajetos curtos e de pouco movimento, como uma ida ao supermercado.

Melhora a frequência cardíaca
A intensidade de um exercício é controlada pela intensidade do batimento cardíaco de quem o pratica. Desse modo, é possível fortalecer o coração com um passeio de bicicleta, já que esta é uma atividade aeróbica. "Quem organiza treinos geralmente alterna a bicicleta com a caminhada ou a corrida, pois esses exercícios são equivalentes e, misturados, acabam com a monotonia", conta Ricardo Nahas.

Oferece baixo impacto
Quando caminhamos ou corremos, todo nosso peso é jogado sobre as pernas, o que pode forçar as articulações dos membros inferiores. Sentado, entretanto, você distribui melhor a sua massa e não sobrecarrega nenhuma parte do corpo, como explica o médico do esporte Ricardo. "Por isso, a bicicleta é recomendada para quem está começando a fazer exercícios ou está acima do peso", diz.

Tem baixo custo de manutenção
De acordo com o biker Thiago Benicchio, é possível comprar uma bicicleta de boa qualidade por cerca de mil reais. Apesar do susto desse investimento inicial, a manutenção do instrumento é baixíssima. "Com apenas 50 reais por mês, é possível deixá-la sempre pronta para uso", explica. Segundo ele, são pequenos os reparos que devem ser feitos e grande parte deles pode ser realizado pelo próprio usuário, pois não exigem grande conhecimento sobre o assunto. Os maiores gastos ocorrem quando é necessária a troca de pneus ou uma revisão geral, o que ocorre apenas uma vez por ano.

Mulheres andando de bicicleta na praia - Foto Getty Images
Promove a sensação de liberdade e independência
Imagine poder tomar rotas alternativas, passar em meio aos carros e ainda não afetar de maneira alguma o meio ambiente. Essa é a sensação de quem anda de bicicleta. "Em cima dela, é possível observar melhor tudo o que acontece a sua volta e você ainda foge do estresse de quem está preso no trânsito", lembra o biker Thiago. Segundo ele, os melhores locais para andar de bicicleta são os de terreno plano e arborizado.

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Riscos um atleta corre ao participar de uma maratona



O caso de uma britânica que morreu na reta final de uma maratona da qual participava para arrecadar fundos para uma entidade beneficente está comovendo a Grã-Bretanha. Claire Squires, de 30 anos, do condado de Leicestershire, Inglaterra, desmaiou e faleceu durante a Maratona de Londres, no último domingo.

Ela corria o percurso de 42,1 km para recolher doações para a ONG The Samaritans, que oferece apoio psicológico, por telefone, a pessoas em sofrimento. Ainda não foram feitos exames para identificar a causa da morte da corredora, mas é sabido que correr uma maratona coloca o organismo sob imensa pressão.

Saiba quais são os principais riscos para a saúde de um atleta de correr uma maratona. E como você pode se preparar para evitar surpresas ruins.

Distensões e Desidratação

Torções e maus jeitos respondem pela maioria dos incidentes que acontecem em corridas. Excluídos estes, a desidratação é o maior obstáculo que um atleta tem de enfrentar. Em uma corrida longa, em um dia quente e úmido, até quatro litros de fluidos podem ser perdidos à medida que o corredor sua e expira.

Durante a 2012 London Marathon, 4.923 pessoas precisaram de assistência, mas a maioria dos casos foi de pouca gravidade. Em 2011, por causa do calor excessivo no dia da corrida, 6 mil pessoas precisaram de auxílio médico.

Mortes são raras

No caso da Maratona de Londres, Claire Squires foi a décima-primeira participante a morrer desde que o evento começou, em 1981. Foi também a primeira vítima mulher. O diretor médico da London Marathon, Sanjay Sharma, disse que sete das mortes ocorridas até hoje foram associadas a problemas cardíacos como artérias bloqueadas ou problemas congênitos do coração. "Até agora, essas mortes ocorreram apenas em homens. Todos tinham mais de 40 anos. Dos sete cujas mortes foram associadas a problemas do coração , cinco tinham artérias obstruídas, um sinal de doença arterial coronariana ".

"E dois tinham cardiomiopatia hipertrófica - um problema que afeta a estrutura do coração", acrescentou Sharma. Um outro homem morreu por um acúmulo de água em seu organismo - um distúrbio que os médicos chamam de hiponatremia associada ao esporte - e outros dois morreram de hemorragias no cérebro. "Ainda estamos esperando pelo exame post mortem na jovem (Squires), mas é provável que a morte dela esteja associada a um problema do coração, eu acho. Eu estava lá durante o ataque e fiquei profundamente chocado. Ver uma pessoa com 30 anos que é incrivelmente atlética morrer parece errado. Essas mortes são raras"

Estudo

Em um estudo feito nos Estados Unidos, pesquisadores monitoraram cerca de 11 milhões de atletas que participaram de maratonas ou meias maratonas entre 2000 e 2010. Naquela década, 59 dos corredores tiveram um ataque cardíaco - onde o coração para de funcionar - e 42 deles morreram. Isso quer dizer uma morte para cada 259 mil corredores. A maioria sofria de algum distúrbio ou doença no coração.

Muitas contusões podem ser evitadas se o atleta faz um bom aquecimento e alongamentos antes de começar a correr. Beba muita água durante a corrida.

Especialistas aconselham corredores a seguir um plano de treinamento nos meses que antecedem a corrida. Segundo eles, um mês antes da maratona o atleta deve ser capaz de correr 24 km contínuos "confortavelmente". Isso quer dizer que, ao final desse percurso, ele deve sentir que seria capaz de correr um pouco mais.

Uma vez que você começa a treinar, aumente as distâncias gradualmente para evitar exaustão e alterne dias de treinamento intenso com dois dias de treinamento mais leve ou descanso, para que seu corpo possa se recuperar.

Ao seguir um plano de treinamento, você será capaz de ganhar resistência física. Entretanto, se ficar doente ou se machucar durante o treinamento, interrompa-o. Não volte a treinar até que seu corpo tenha se recuperado totalmente. Se você sofre de alguma doença ou complicação que pode colocá-lo em risco, se você é diabético ou tem doença cardíaca, procure aconselhamento médico.

Notifique os organizadores do evento sobre a sua situação. A enfermeira Judy O'Sullivan, da fundação britânica para o coração British Heart Foundation deu o seguinte conselho aos que desejam correr uma maratona: "Eventos como a maratona são um grande desafio físico, então é importante que você treine antes, para ganhar resistência de forma constante e segura.

No dia do evento, lembre-se de se aquecer, administre sua energia e descanse se sentir dor ou desconforto. "Infelizmente, em circunstâncias muito raras, algumas pessoas vão sofrer complicações imprevistas, normalmente ligadas a condições anteriores. Mas para a grande maioria das pessoas, os benefícios que o exercício traz para a saúde são maiores do que os riscos". "Aconselhamos qualquer pessoa que tenha alguma preocupação a visitar o médico antes de participar".

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Exercícios melhoram o desempenho sexual



Quando conheceu a atual namorada, Marco Aurélio estava sete quilos acima do peso. Aos seis meses de relacionamento, levou um ultimato: precisava melhorar o desempenho sexual. A dura reclamação levou-o a um médico, que em vez de medicamentos indicou exercícios físicos.

"Confesso que sai do consultório cético. Achava que ia emagrecer e só. Mas um mês depois, percebi melhora. Eu tinha mais disposição e não me cansava tão facilmente", relata. A namorada aprovou a mudança e os dois se casaram ano passado. "Nunca mais deixei de fazer exercício", ri.

Condicionamento físico, maior tônus muscular e menos gordura na composição corporal melhoram a performance na cama e a satisfação sexual. A primeira alteração e a mais simples de ser verificada é o fôlego.

"Com os exercícios, principalmente os aeróbicos, há um ganho na capacidade cardiorrespiratória, aumentando consequentemente a oxigenação do organismo", explica Alessandro Mesquita, professor de educação física da K2 academia. Dessa forma, durante o sexo a pessoa tem mais disposição e fica menos cansada.

O exercício melhora também a circulação sanguínea em todo o corpo. Com uma boa vascularização, a ereção masculina é mais potente. A disfunção erétil é frequentemente causada por problemas circulatórios. Por isso, uma circulação eficiente garante também a saúde sexual masculina.

Entre as mulheres, a vascularização facilita o orgasmo. E aquelas que praticam atividades físicas também têm mais estrogênio no corpo, hormônio responsável pela lubrificação vaginal no momento da excitação.

Além disso, quem não abre mão do alongamento vai ganhar flexibilidade, que pode favorecer a execução de determinadas posições sexuais.

"O exercício promove uma melhora na condição física de forma geral. Assim que esse bem-estar é assimilado, a pessoa se sente melhor, mais capaz, tanto do ponto físico como emocional", avalia Diego de Barros, fisiologista do exercício do Hospital do Coração (HCor).

Corpo são

Estar com a autoestima em dia também é um fator importante para a relação. Quando o homem ou a mulher se sentem mais atraentes se tornam melhores amantes e se dedicam de forma mais segura ao sexo. Diego explica que a atividade física traz a sensação de prazer ao corpo, resultado da endorfina liberada após a atividade.

"No período pós-treino, esse hormônio continua sendo secretado e ativa no cérebro a área responsável pelo prazer. É nessa região que está também tudo o que é relacionado ao sexo", afirma. O acréscimo na sensação de prazer deixa a pessoa mais disposta ao sexo, aumentando a libido.

200 calorias a menos, sexo a mais

Além de ser a arma mais eficiente contra a obesidade e ajudar na prevenção de doenças cardiovasculares e diabetes, dezenas de pesquisas já comprovaram os benefícios que os exercícios podem trazer para a vida sexual. Porém, ainda é difícil quantificar o tempo mínimo de atividade física necessária para garantir esses efeitos no organismo.

No entanto, estudos realizados pelos pesquisadores Stanten e Yeager, em 2003, já apontaram um caminho. De acordo com a análise da dupla, gastar 200 calorias a mais por dia por meio de uma atividade física pode ser a diferença entre apresentar ou não disfunção sexual.

Um estudo da Universidade de Harvard, nos Estados Unidos, com mais de 31 mil homens com idade entre 53 e 90 anos revelou que aqueles que se mantinham fisicamente ativos tinham 30% menos chance de desenvolver impotência sexual em comparação com os sedentários.

Outra pesquisa da mesma universidade, dessa vez com 160 homens e mulheres praticantes de natação, de 40 e 60 anos, mostrou que a turma mais velha tinha uma vida sexual tão satisfatória quanto os mais novos. Os pesquisadores creditaram essa satisfação à realização constante de exercícios.

"A quantidade vai variar muito de pessoa para pessoa. Mas acredito que se alguém fizer exercícios por uma hora, de duas e três vezes por semana, em 20 dias ela já conseguirá perceber a diferença", aconselha Alessandro Mesquita.

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Exercício altera o modo como o cérebro reage à visão de alimentos

O exercício pode influenciar a vontade de comer, sugerem dois estudos recentes
  • O exercício pode influenciar a vontade de comer, sugerem dois estudos recentes

Algumas pessoas reagem à prática de exercícios físicos comendo mais. Outras comem menos. Por muitos anos, os cientistas acreditaram que as alterações hormonais, estimuladas pelos exercícios, ditavam se o apetite das pessoas aumentava ou diminuía depois dos treinos. Agora, porém, a nova neurociência está indicando uma outra causa provável.

O exercício pode influenciar a vontade de comer, sugerem dois estudos recentes, alterando o modo como certas partes do cérebro reagem à visão de alimentos.

Em um dos estudos, os cientistas levaram 30 jovens, homens e mulheres fisicamente ativos, para um laboratório da Universidade Estadual Politécnica da Califórnia, em San Luis Obispo, para duas sessões experimentais nas quais tiveram a cabeça coberta por bobinas de ressonância magnética funcional.

Os pesquisadores queriam controlar a atividade das porções do cérebro conhecidas como sistema de recompensa alimentar, que incluem a ínsula (de nome poético), o putâmen e o opérculo rolândico. Essas regiões do cérebro controlam nosso gosto por uma comida e desejo de comê-la. Em geral, quanto mais atividade houver nas células que as compõem, mais teremos vontade de comer.

Porém, não estava claro como o exercício altera o sistema de recompensa alimentar.

Para descobrir isso, os pesquisadores pediram que os voluntários se exercitassem vigorosamente em bicicletas ergométricas computadorizadas ou ficassem calmamente sentados durante uma hora antes de se acomodarem nas mesas de ressonância magnética. Na segunda sessão, os voluntários trocavam de atividades.

Imediatamente depois, os participantes assistiram ao disparo de uma série de fotos em telas de computador. Algumas retratavam frutas, vegetais ou grãos nutritivos de baixo teor de gordura, enquanto outras exibiam cheeseburgers, sundaes e biscoitos resplandecentes. Algumas fotos que não eram de alimentos foram intercaladas na série.

O sistema de recompensa alimentar dos voluntários que ficaram sentados por uma hora se manifestou, especialmente depois de verem as imagens de itens açucarados e de alto teor de gordura.

Interesse menor na comida

Contudo, se tivessem se exercitado antes, durante uma hora, essas mesmas pessoas teriam mostrado um interesse muito menor na comida, de acordo com o exame cerebral realizado nelas. Sua ínsula e outras partes do sistema de recompensa alimentar teriam se mantido relativamente tranquilas, mesmo frente aos sundaes.

"A capacidade de resposta a estímulos de alimentos caiu significativamente após o exercício", disse Todd A. Hagobian, professor de cinesiologia da Politécnica da Califórnia que supervisionou o estudo, publicado no mês passado no periódico The Journal of Applied Physiology. "Essa redução se espalhou por muitas regiões diferentes do cérebro", continuou ele, "incluindo aquelas que afetam a estima e o desejo de alimentos, além da motivação para procurar comida".

Embora Hagobian não tenha seguido os voluntários para verificar se eles se alimentaram em um restaurante do tipo coma-quanto-puder nos dias em que se exercitaram, eles disseram, ao responderem o questionário, que se sentiram muito menos interessados em procurar outros alimentos após praticarem o exercício do que após descansarem.

Esses resultados, porém, podem não ser típicos. Todos os participantes da pesquisa da Politécnica da Califórnia tinham 20 e poucos anos, peso normal e estavam aptos a andar de bicicleta vigorosamente

Fonte: New York Times

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Correr não acelera o envelhecimento


Dizer que a corrida acelera o envelhecimento é puro mito. Correr faz muito bem à pele pelo simples fato do exercício aeróbico irrigar a pele e aumentar o tônus muscular.

Outro mito é dizer também que a corrida provoca flacidez na pele.

O que ocorre é que a corrida, ao queimar a gordura corporal, provoca o emagrecimento e esse excesso de pele que sobra dá a impressão de flacidez.

Um dos maiores benefícios da prática da corrida está na fase da menopausa.

Ao produzir hormônios do bem-estar, a corrida impede a depressão e por causa do impacto, ajuda a fortalecer os ossos e deixar a musculatura mais firme.

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Veja 5 maneiras de malhar em dias de chuva

Se você tiver vontade de correr ou caminhar, mas a chuva lhe impede, opte pela esteira. Foto: Getty Images

Com a previsão do tempo apontando para um outono cheio de chuva, correr ou andar de bicicleta no parque acaba sendo desanimador. No entanto, não há desculpa para deixar de malhar em tempos de chuva. Há outras opções para manter a forma. Veja as dicas dadas no site Fit Sugar.

Treino na piscina
Se a chuva está impedindo você de um banho ao ar livre na praia ou no lago, uma boa opção pode ser a natação. Tudo bem que será menos desafiador do que nadar no mar. Mas para que a prática torne-se mais motivadora, faça treinos cronometrados.

Bicicleta
Não dá para negar que andar de bicicleta ao ar livre é bem prazeroso. No entanto, o risco de quedas aumenta consideravelmente. Andar na bicicleta ergométrica pode ser uma boa alternativa. Para deixar a aula mais emocionante, experimente uma aula de ciclismo indoor. Projetado para imitar um passeio desafiador ao ar livre, você estará correndo e subindo colinas mesmo dentro de uma sala. Agora se ela aula não lhe anima muito, recorra a boa e velha bicicleta ergométrica.

Esteira
Se você tiver vontade de correr ou caminhar, mas a chuva lhe impede, opte pela esteira. Além de correr, ainda é possível programá-la no sistema random, em que o aparelho é instruído para subir e descer montanhas. Pode ter certeza que você vai queimar muitas calorias.

Circuito em casa
Aproveite os exercícios que faz no parque ou na academia sem aparelhos e aproveite para montar um circuito de malhação em casa.

Máquina de remo
Um aparelho de remo pode ser uma boa alternativa para perder muitas calorias, já que o ritmo cardiorrespiratório é bastante exigido. Se você nunca usou um aparelho como esse, peça ao instrutor da academia umas dicas para manuseá-lo.

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Natação reduz a pressão arterial em indivíduos pré-hipertensos


Natação reduz a pressão arterial em indivíduos pré-hipertensos

A prática regular de atividades físicas é uma medida de hábito de vida preconizada para evitar o apareciento da hipertensão arterial (pressão alta).A crescente procura da natação como uma forma de prevenção não-medicamentosa para a hipertensão arterial tem aumentado nos últimos anos.

O pesquisador Leandro Monteiro Zein Esteves (Universidade Católica de Brasília – Taguatinga, Brasília, Distrito Federal) e seus colaboradorews analisaram as respostas da pressão arterial (PA) após o exercício de natação e durante a rotina diária de trabalho de indivíduos pré-hipertensos.Os pesquisadores concluíram que a natação em intensidade moderada a alta foi eficaz para promover redução da PA pós-exercício em indivíduos pré-hipertensos durante a sua rotina de trabalho.

Oito indivíduos pré-hipertensos foram submetidos a duas sessões, sendo uma de natação (SN) e a outra de controle (SC). A PA foi medida no repouso pré-exercício e durante 12 horas de recuperação pós-exercício.Na SN, os pacientes nadaram por 45 minutos em uma intensidade moderada a alta, e, durante a SC, os sujeitos permaneceram em repouso na posição sentada pelo mesmo período de tempo.

Os resultados da pesquisa evidenciaram uma diminuição significativa  na pressão arterial sistólica (PAS) por duas horas após a SN em relação ao repouso, e uma diferença significativa entre a variação da PAS na recuperação pós-exercício em relação ao repouso pré-exercício.Este achado foi observada entre as sessões na primeira e segunda horas após a recuperação, respectivamente.

Fonte: Revista Brasileira de Medicina do Esporte.

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Exercícios físicos aumentam a expectativa de vida


Uma pesquisa realizada em Taiwan, na Ásia, descobriu que 15 minutos de atividade física já produz um ganho imenso na longevidade. Segundo o estudo, as pessoas que não são sedentárias aumentam sua expectativa de vida em três anos.

A pesquisa, que analisou mais de 400 mil participantes, chegou a conclusão que essa melhora não se dá apenas com exercícios como a natação, a corrida e o spinning.

Os cientistas descobriram que uma simples caminhada de 15 minutos já produz benefícios para o organismo, contribuindo para o aumento da longevidade. Os estudiosos recomendam aos sedentários que a caminhada é um bom começo para se iniciar a prática de exercícios.

Eles disseram ainda que o estudo constatou que houve uma redução de 4% do risco de morte de câncer com apenas 15 minutos de exercícios por dia.

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Caminhada é um bom remédio para depressão, diz pesquisa


 Caminhadas também podem ser eficientes para o tratamento contra depressões leves Foto: Felipe Hanower

Caminhadas também podem ser eficientes para o tratamento contra depressões leves Felipe Hanower

RIO — Um simples passeio pode ser um eficiente tratamento para curar a depressão. A constatação é da Universidade de Stirling, da Escócia, e foi publicada na revista científica Mental Health and Physical Activity. Exercícios mais fortes já haviam demonstrado eficácia, mas é a primeira vez da comprovação que uma atividade moderada traz benefícios.

O estudo analisou dados de oito pesquisas realizada com 341 pacientes. Estimativas mostram que uma entre dez pessoas, em algum momento da vida, terão depressão. A condição exige, geralmente, tratamento com medicamentos, mas os exercícios são indicados em caso de sintomas leves.

Os autores dizem que a grande vantagem da caminhada é que ela pode ser praticada pelas pessoas sem implicar grandes custos, além de ser fácil de incorporar a rotina diária. Apesar da constatação, os pesquisadores alertam que serão necessárias mais estudos, como a duração necessária do exercício, a velocidade indicada e o local mais adequado.

Outras universidades já realizaram estudos sobre o tema. A ONG de saúde mental Mind afirma que só o fato de passar algum tempo ao ar livre ajuda depressivos.

— Para obter o máximo de satisfação é preciso encontrar exercícios que você goste de praticar. Experimente coisas diferentes, como a jardinagem, andar de bicicleta e até mesmo nadar na praia. Exercitar-se com os outros pode ser bom e ainda é uma oportunidade de fortalecer as relações sociais com amigos e familiares — diz o chefe executivo da Mind, Paul Farmer, à BBC.


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Esporte e qualidade de vida




Ninguém tem dúvida de que a prática regular de atividades físicas é extremamente benéfica à saúde. Há anos, diversos estudos científicos mostram que uma curta caminhada diária pode contribuir para combater uma série de doenças. Entretanto, no dia a dia, o que se vê é que a maioria da população não realiza nenhum tipo de atividade ligada ao esporte, mesmo conhecendo os seus benefícios. Um estudo divulgado recentemente pelo IBGE mostra que 71,8% da população brasileira (pessoas a partir dos 14 anos) são sedentárias.

A vida sedentária é apontada pela medicina como um fator que aumenta exponencialmente o risco de morte quando associada a doenças crônicas como a hipertensão, a depressão, o diabetes, as doenças coronárias e o câncer.

Um dos principais fatores apontados como justificativa para a não realização de atividades físicas é a falta de tempo. Por isso, é extremamente importante que as empresas estejam atentas à necessidade de estimular seus funcionários à prática do esporte dentro e fora do ambiente de trabalho. A chamada ginástica laboral, realizada na própria empresa, pode contribuir de forma significativa para a melhoria da qualidade de vida dos funcionários e para a efetiva promoção da saúde.

Neste sentido, as empresas e organizações representativas da Indústria da Construção realizam no próximo dia 21 de agosto o Dia Nacional da Construção Social, que este ano tem como tema: "Esporte como Qualidade de Vida". Durante todo o dia, em 24 unidades da Federação, serão realizadas diversas atividades voltadas aos trabalhadores da construção e suas famílias. O objetivo da mobilização é chamar a atenção de empresários e trabalhadores para a importância do esporte. Além disso, serão oferecidos também diversos outros serviços, como atendimento médico e odontológico, emissão de documentos, palestras e atividades lúdicas.

A Câmara Brasileira da Indústria da Construção espera contribuir, com essa ação, para que experiências bem-sucedidas em empresas de diferentes estados possam ser compartilhadas e reproduzidas em todo o País.

Entendemos que este é um desafio que as empresas de toda a cadeia produtiva da construção precisam acolher com determinação. A indústria da construção é um segmento extremante importante para a economia do país, gerando mais de 10 milhões de postos de trabalho (considerando os empregos formais e informais) e que deve movimentar, em 2010, investimentos da ordem dos R$ 245 bilhões. Neste sentido, o nosso setor pode dar uma contribuição significativa para a expansão da prática do esporte. E, desse modo, contribuir para o aumento da qualidade de vida e melhoria dos indicadores de saúde do povo brasileiro.

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A importância do alongamento


Feitos bem no início do treino, ao esticar a musculatura, os alongamentos a deixam aquecida para o exercício. Mas é preciso fazer uma segunda série desses movimentos no final de tudo e dessa muita gente acha que pode escapar, o que é lamentável. Os alongamentos finais é que não deixam os músculos ficarem encurtados, prejudicando a flexibilidade do corpo. Além disso, ao alongar-se antes de seguir para o vestiário você elimina o ácido láctico, o que evita dores musculares.

Tanto uma vida sedentária, como a prática de atividade física regular intensa, em maior ou menor grau, promovem o encurtamento das fibras musculares, com diminuição da flexibilidade. O exemplo mais completo de inatividade gerando perda de flexibilidade muscular é a imobilização de um membro após uma fratura. Por um tempo, ao retirar o gesso, por um período de tempo, ocorre a perda quase completa dos movimentos daquele membro. Quanto à atividade física, esportes de longa duração como corrida, ciclismo, natação, entre outros, fortalecem os músculos, mas diminuem a sua flexibilidade. Nos dois casos, a conseqüência direta desse encurtamento de fibras é a maior propensão para o desenvolvimento de problemas osteomusculares. Provavelmente, a queixa mais freqüente encontrada tanto nos sedentários, como nos atletas, é a perda da flexibilidade provocando dores lombares, por encurtamento da musculatura das costas e posterior das coxas, associado à uma musculatura abdominal fraca. Com a prática regular de alongamentos os músculos passam a suportar melhor as tensões diárias e dos esportes, prevenindo o desenvolvimento de lesões musculares.

Efeitos do alongamento:

- Redução de tensões musculares;
- Relaxamento;
- Benefícios para a coordenação, pois os movimentos se tornam mais soltos e fáceis;
- Aumento do arco de maleabilidade;
- Prevenção de lesões;
- Facilita atividades de desgaste, como por exemplo corrida, tênis, natação, ciclismo etc;
- Desenvolve a consciência corporal, à medida que a pessoa focaliza a parte do corpo que esta sendo alongada;
- Ativa a circulação;
- Ajuda no aquecimento, à medida que eleva a temperatura do corpo;
- Ajuda a liberar os movimentos bloqueados por tensões emocionais.

Os alongamentos podem ser realizados toda vez que você sentir vontade. No trabalho, no carro, assistindo TV. Podemos e devemos nos alongar de manhã, antes de começar o dia, no final do dia para aliviar as tensões acumuladas, depois de ficar sentado ou em pé muito tempo e principalmente antes e depois de atividades físicas.

Todas as pessoas podem aprender a fazer alongamentos independentes da idade e do condicionamento físico. É gostoso fazer alongamentos quando se procede de forma correta, respeitando a sua estrutura muscular, sua flexibilidade e seus limites pessoais.

A regularidade e o relaxamento são os fatores mais importantes para o alongamento, que deve ser feito lentamente e sem tensionamento. Nada de balanceios, pois estes enrijecem o músculo que você esta tentando alongar. Assuma uma posição confortável e sustente-a, relaxando o músculo. Permaneça nesta posiçãode 15 a 30 segundos. Não segure a respiração, mantenha-se respirando de forma lenta e controlada.

Dicas de alongamentos básicos:

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Caminhada tem impacto positivo contra depressão


Uma simples caminhada rápida nos arredores de casa pode ter um papel importante no combate à depressão, segundo pesquisadores de uma universidade na Escócia.

Estudos anteriores já haviam demonstrado que exercícios vigorosos aliviam os sintomas da depressão, mas o efeito de atividades menos árduas ainda não foi analisado em profundidade.

O novo estudo publicado na revista científica Mental Health and Physical Activity afirma que "caminhar é uma forma de intervenção efetiva contra a depressão" e tem resultados similares aos de formas mais vigorosas de exercício.

O estudo da Universidade de Stirling analisou dados de oito pesquisas com um total de 341 pacientes.

"A caminhada tem a vantagem de poder ser praticada pela maioria das pessoas, de implicar pouco ou nenhum custo, e de ser relativamente fácil de incorporar à rotina diária", dizem os autores.

Os pesquisadores admitem, no entanto, que mais pesquisas precisam ser feitas sobre o assunto. Ainda há questões sobre a duração, a velocidade e o local onde a caminhada deve ser realizada.

Ar livre

 

Uma em cada dez pessoas enfrenta depressão em algum momento da vida. Apesar de o problema poder ser tratado com medicamentos, a prática de exercícios é muitas vezes prescrita por médicos como tratamento contra formas mais brandas da doença.

Adrian Taylor, que estuda os efeitos dos exercícios contra a depressão, os vícios e o estresse, na Universidade de Exeter, disse à BBC que o ponto positivo da caminhada é que todo mundo já faz isso no dia-a-dia.

"Há benefícios contra problemas de saúde mental como a depressão", afirmou ele.

Ainda não se sabe exatamente como os exercícios ajudam no combate à depressão. Taylor diz que eles podem funcionar como uma distração dos problemas, dando uma sensação de controle e liberando hormônios do "bom-humor".

A ONG de saúde mental Mind diz que suas próprias pesquisas indicam que só o fato de passar tempo ao ar livre já ajuda pessoas com depressão.

"Para aproveitar ao máximo as atividades ao ar livre, é importante encontrar um tipo de exercício que você goste e que possa fazer regularmente. Tente coisas diferentes, como caminhar, andar de bicicleta, fazer jardinagem ou até nadar na natureza", aconselha Paul Farmer, presidente da ONG.

"Fazer exercícios junto a outras pessoas pode ter um impacto ainda maior, já que oferece uma oportunidade de reforçar laços sociais, conversar com outras pessoas sobre seus problemas ou simplesmente rir e aproveitar o tempo longe da família e do trabalho. Então, peça a um amigo para se juntar a você."

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Sedentarismo aumenta risco de quedas em idosas


A falta de atividade física afeta diretamente as reações metabólicas, neuromotoras e funcionais de mulheres idosas. É o que afirma um estudo feito pela Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo em parceria com o Celafiscs (Centro de Estudos do Laboratório de Aptidão Física de São Caetano do Sul). 

Para chegar aos resultados, os pesquisadores acompanharam cerca de 300 mulheres em duas faixas de idade: entre 50 e 60 anos e acima de 70 anos, todas em fase sedentária. Ao serem submetidas a um teste de equilíbrio, as participantes mais novas conseguiram manter-se equilibradas por aproximadamente 24 segundos. Já as mulheres com mais de 70 anos mantiveram o equilíbrio por apenas 13,40 segundos, o que aponta uma queda de 78,8% na capacidade de equilíbrio. 

Segundo a pesquisa, o sedentarismo na terceira idade também compromete a agilidade e o reflexo das idosas. Ao serem expostas a exercícios de locomoção e sequencias repetitivas, as participantes com 50 e 59 anos apresentaram melhores resultados do que as participantes acima dos 70 anos, apresentando um grau de dificuldade 24% maior para agilidade e uma queda de 11,46% nos reflexos. 

Outro fator importante foi a perda de massa muscular por falta de exercício. O índice de massa corpórea (IMC) caiu em 5,47% de uma faixa etária para outra. Em exercício para medir a força exercida pelos membros superiores, a perda foi de 7,4%. O teste de impulsão para constatar força de membros inferiores mostrou que a perda foi de 28,43%. 

De acordo com os pesquisadores, os resultados mostram que o envelhecimento causa um grande impacto em mulheres que não são fisicamente ativas. Sendo assim, é importante que tanto homens quanto mulheres acima dos 50 anos iniciem um programa de exercícios. 

Sete exercícios mais indicados para quem passou dos 60 anos

"Quem chega à terceira idade, independentemente de sua condição física, deve buscar exercícios que melhorem a parte aeróbica, a flexibilidade, o fortalecimento dos grandes complexos musculares e o equilíbrio do corpo", diz a educadora física Francini Vilela, coordenadora do Centro de Estudos do Envelhecimento, da Unifesp. Para aqueles que tiveram uma rotina sedentária durante a vida e querem começar a fazer exercícios quando idosos, o aconselhado é não acelerar muito. "Quem chega à terceira idade deve buscar exercícios que melhorem a parte aeróbica, a flexibilidade, o fortalecimento dos grandes complexos musculares e o equilíbrio" 

Natação

Nadar faz bem para esse grupo de pessoas porque queima calorias, trabalha intensamente a parte aeróbica e fortalece os músculos, além de proteger as articulações, ajudando a tratar doenças como artrite e osteoartrite. "A natação, e também a hidroginástica, são exercícios muito bons para trabalhar a circulação sanguínea e a respiração", diz o fisiologista do esporte Paulo Correia, da Unifesp. 

Corrida

Correr traz muitos benefícios para o equilíbrio e para a respiração. Correr no mínimo 30 minutos por dia, cinco vezes por semana, melhora os níveis de batimentos cardíacos e intensifica a respiração. De acordo com Paulo Correia, é importante fazer trabalhos para aumentar a flexibilidade antes da corrida. Se as articulações, principalmente as da cintura, dos ombros, joelhos e a do dedão do pé não estiverem preparadas para uma atividade física que envolve impacto podem acontecer lesões ou torções no local. 

Bicicleta

A bicicleta continua sendo um bom método de exercício para quem já tem mais idade. Ela trabalha a parte aeróbica, o equilíbrio e o fortalecimento dos músculos dos quadris, das coxas e da panturrilha. "Esses músculos são importantes para a manutenção de uma rotina saudável do idoso", diz o fisiologista. 

Musculação na academia

Busque exercícios que fortaleçam as pernas e os músculos da cintura. Porém, o mais importante é dar mais enfoque à repetição do que ao peso, já que uma carga maior pode causar dores nos músculos e prejudicar as articulações. De acordo com Francini, além do fortalecimento dos principais grupos musculares, exercícios feitos na academia favorecem a respiração e a circulação sanguínea. 

Ioga e pilates

Os benefícios dessas duas modalidades na terceira idade vão desde o alívio das dores provenientes da idade até o aumento da autoestima. Essas duas atividade têm efeitos bastante benéficos especificamente para os idosos, aliviando dores comuns com a chegada da idade, melhorando a percepção dos movimentos, fortalecendo a musculatura, dando maior equilíbrio, aumentando a flexibilidade e diminuindo o estresse.  

Caminhada

Ela é considerada o exercício mais prático de inserir na rotina e o mais eficiente para as pessoas que chegaram à terceira idade sedentárias e que não estão acostumadas com exercícios. "Caminhar durante uma hora todos os dias da semana diminui as chances de morte por doenças cardiovasculares em 30%", diz Francini.

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Conheça os benefícios do treinamento funcional

O treinamento funcional é um método de trabalho ainda mais dinâmico que os treinos convencionais. Ele é caracterizado por mesclar diferentes capacidades físicas em um único exercício. Assim, o foco passa de um grupo muscular isolado para todo o corpo ? os movimentos trabalham a força muscular, a flexibilidade, o sistema cardiorrespiratório, a coordenação motora e o equilíbrio. 


Treino funcional

Na academia há diversos aparelhos que trabalham um músculo por vez e, em geral, os praticantes não precisam pensar muito para realizar os exercícios. Mas para fazer o treinamento funcional são usados apenas alguns acessórios e os exercícios apresentam uma complexidade maior. Apesar dos benefícios do treino global, pode haver um risco maior para lesões. O melhor então é contar sempre com a supervisão de um especialista, um profissional de Educação Física. 

Quem pode fazer?

Além de fatores como idade e sexo, a prática do treinamento funcional tem muito a ver com o histórico de cada praticante. Pessoas que, ao longo da vida, praticaram diversas modalidades esportivas e atividades físicas, certamente se adaptarão melhor a este tipo de treinamento. Devido à complexidade envolvida, esse método não é um dos mais indicados para as pessoas previamente sedentárias. O ideal para este público é se preparar com exercícios mais simples, como a própria musculação, antes de se submeter ao treinamento. 

Devido à complexidade envolvida, esse método não é um dos mais indicados para as pessoas previamente sedentárias.

Como é feito?

Em alguns exercícios, a carga de trabalho é exercida pelo próprio peso do corpo somado ao equilíbrio. No entanto, também pode ser realizado com acessórios e até alguns equipamentos específicos que já existem no mercado. Entre os principais acessórios estão a bola suíça, o cinto de tração, a medicine bol, o bosu, o mini trampolim, a theraband e os cones. 

Quais são os benefícios?

Além da tonificação muscular, o treinamento funcional implica numa maior complexidade do movimento e no envolvimento de várias capacidades físicas. Isso faz com que o organismo tenha um gasto energético muito maior, além de trazer grandes contribuições, como a melhora da flexibilidade, o emagrecimento, a otimização da coordenação motora, o ganho de equilíbrio e o condicionamento cardiorrespiratório. Isso tudo além de motivação e da elevada autoestima.

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Gestantes também podem se exercitar

Um dos maiores medos enfrentados por mulheres em fase de gestação é a possibilidade de ganhar muito peso ao longo da gravidez e não conseguir voltar à antiga forma após o nascimento do bebê. Não à toa, muitas futuras mamães iniciam a prática de exercícios físicos para ajudar na manutenção do peso durante e após a gestação. 
 
É importante esclarecer que há diferenças entre o ganho de peso "habitual" e o gestacional. O aumento de peso "habitual" é resultado da alimentação, enquanto o gestacional resulta do crescimento do bebê, do aumento das mamas e fluxo sanguíneo, do desenvolvimento da placenta e da retenção hídrica.
 
Boa parte das gestantes costuma seguir um plano alimentar indicado por um nutricionista, mas quando essa alimentação saudável deixa de ser seguida, ocorre um maior acumulo de gordura – e é neste ponto que o exercício físico pode ajudar!
 
Antes de iniciar qualquer exercício físico, a gestante deve passar por uma avaliação médica e solicitar uma liberação. Apenas assim, o personal trainer ou professor poderá atuar e desenvolver o treino mais adequado. 
 
Quem já se exercitava antes da gestação não vai sentir dificuldades, mas as sedentárias só devem  dar início aos exercícios após a 12ª semana da gestação.
 
Confira os exercícios mais recomendados e seus benefícios:
 
• Yoga e Pilates: à primeira vista parecem leves, mas ambos causam bastante compressão de joelho e extensão de coluna. Procure as modalidades adaptadas para grávidas. 
 
• Alongamento: ajuda a relaxar a musculatura e a controlar a respiração. Evite os movimentos com fortes trancos. 
 
• Hidroginástica: é o exercício mais recomendado para gestantes. Ajuda a reduzir dores nas pernas e inchaços nos pés e mãos. Existem aulas específicas para gestantes.
 
• Natação: trabalha e fortalece a musculatura. Deve-se evitar modalidades como o nado borboleta, pois pode causar tensões na lombar.

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Combata 9 transtornos emocionais com exercícios



Quando sentimentos como a raiva e a tristeza batem à porta, a primeira reação pode ser pensar que não há muito que fazer além de respirar fundo e esperar passar. Porém, pesquisas científicas comprovam que a prática de exercícios físicos pode ajudar - e muito - a prevenir ou até mesmo tratar problemas que afetam as emoções. "A atividade física pode combater a depressão, aumentar a libido e até melhorar aautoestima", afirma o educador físico Fábio Miranda, coordenador do Centro de Wellness do Instituto Wilson Mello, em Campinas. Aproveite o Dia Mundial da Atividade Física, 5 de abril, para levantar do sofá e reverter 11 problemas emocionais que você confere a abaixo. 

Depressão

Segundos um estudo realizado pelo Centro Médico de Southwestern, na Universidade do Texas (EUA), a prática de exercícios aeróbicos regulares pode reduzir os sintomas de depressão pela metade. A pesquisa acompanhou 80 pacientes durante três anos e os dividiu em dois grupos: um fazia treinamento aeróbico três ou cinco vezes por semana e o outro praticava apenas exercícios de alongamento. O grupo que praticou exercícios aeróbicos cinco vezes por semana reduziu os sintomas em 47% após três meses de treinos. O grupo que se exercitava três vezes por semana melhorou seus sintomas em 30%.

Segundo Fábio Miranda, a atividade física proporciona distração e convívio social, além de liberar substâncias como endorfina e serotonina, responsáveis por melhorar o humor. "Praticar esportes, seja de curta ou longa duração, causa bem-estar mental e melhora psicológica na maioria das pessoas", afirma o educador físico. Bastam 15 a 30 minutos de exercícios em dias alternados para sentir os efeitos positivos.

Ansiedade
Pesquisadores da Southern Methodist University, nos Estados Unidos, descobriram que pessoas com um quadro clínico de ansiedade podem ter os sintomas reduzidos com atividade física de intensidade moderada - 150 minutos de prática por semana.

O educador físico e fisiologista do exercício Gustavo Lopes, da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ), afirma que os mecanismos que comprovam essa relação ainda não estão totalmente esclarecidos. "Mas tudo indica que a concentração no treino ajuda a esquecer, por algum tempo, os problemas geradores de ansiedade e isso já desponta como um grande benefício", explica.

Pânico
O aumento da respiração e da frequência cardíaca que ocorrem com a prática de exercícios pode ser familiar para aquelas pessoas que sofrem com ataques de pânicom, já que sensação é parecida. Entretanto, a atividade física regular parece ter um efeito calmante em pessoas que tem o transtorno. Uma pesquisa feita pela Universidade de Goettingen, na Alemanha, e publicada na revista Psychosomatic Medicine analisou pessoas com síndrome do pânico que apresentaram melhoras significativas nos sintomas depois de fazer exercícios aeróbicos todos os dias, durante três semanas. Segundo os pesquisadores, o benefício ocorre por conta da liberação de hormônios como a endorfina, que tem efeito calmante sob o organismo. 

Transtorno de estresse pós-traumático
Muitas pessoas passam por eventos traumáticos ao longo da vida - como um acidente grave ou a morte de um ente querido. Em alguns casos, esse trauma pode gerar o transtorno de estresse pós-traumático, marcado por sequelas do acontecimento, como pesadelos, agitação e flashbacks perturbadores. Uma pesquisa preliminar da Universidade de Hofstra, em Nova York, sugere que o exercício aeróbico pode ajudar a reduzir esses sintomas, bem como depressão e ansiedade.

Segundo os dados do estudo, as pessoas que foram diagnosticadas com o transtorno apresentam melhoras e até a cura dos sintomas após oito semanas de atividade física. O fisiologista Gustavo Lopes explica que essa relação é a mesma que acontece nos casos de ansiedade e depressão: "A liberação de hormônios responsáveis pelo bem-estar, o fato de esquecer os problemas e a disposição para se exercitar impulsionam a pessoa a superar dificuldades psíquicas, como o estresse pós-traumático".

Mau humor
Se você tem propensão à desordem afetiva sazonal, mais conhecida como aquela moleza e o mau humor que chateiam durante o inverno, pode apostar na atividade física para driblar esses sintomas. Pesquisadores russos publicaram na revista Psychiatric Research um estudo afirmando que usar uma bicicleta ergométrica três vezes por semana, durante uma hora, ajuda a amenizar a desordem afetiva sazonal, além de controlar o apetite que aumenta nessa época e regular o sono. "Durante qualquer atividade física, o corpo produz hormônios responsáveis por te deixar mais disposto e relaxado, o que contribui para combater o mau humor", afirma Gustavo Lopes.

Estresse
Se você sabe que vai ter um dia ruim, a primeira coisa que deve fazer é colocar roupa de ginástica e investir em exercícios vigorosos. Esse é o conselho dos pesquisadores da Universidade da Califórnia, nos Estados Unidos. Na pesquisa, 63 mulheres saudáveis foram divididas em dois grupos com base em seus níveis de exercício durante um período de três dias. Elas também foram submetidas a tomografias para avaliar os níveis de estresse em cada uma. No final do estudo, aquelas que fizeram 75 minutos por semana de atividade física vigorosa sofriam um menor desgaste cerebral decorrente do estresse do que aquelas que eram sedentárias.

Autoestima
Exercitar-se regularmente pode mudar a maneira como você se vê. Pesquisadores da East Carolina University, em Greenville, Carolina do Norte, descobriram que um treinamento de força proporciona melhoras significativas no autoconhecimento e na autoestima, principalmente porque melhora o físico e faz a pessoa sentir-se bem com o corpo. "O maior impacto acontece com quem estava muito acima do peso e passa a se enxergar de outra maneira depois de começar os esportes", diz Fábio Miranda. 

Raiva
Pesquisadores da Universidade da Geórgia, nos Estados Unidos, descobriram que exercícios físicos pela manhã podem amenizar comportamentos agressivos no decorrer do dia. Segundo os especialistas, os exercícios agem como uma droga, protegendo contra a indução da raiva.

No estudo, um grupo de jovens assistiu a apresentações de imagens que evocam raiva - incluindo do movimento Ku Klux Klan, de Hitler e de crianças desnutridas. Metade dos participantes fez 30 minutos de ciclismo antes da exibição e a outra metade fez a mesma quantidade de atividade física após assistir às cenas.

Em uma escala de raiva crescente de 20 pontos, os participantes que se exercitaram apresentaram crescimento de seis pontos para sete após ver as imagens provocadoras. Na ausência de exercícios prévios, essa taxa passava de oito para 10 pontos. De acordo com Fábio Miranda, a raiva e o comportamento agressivo estão associados a baixos níveis de serotonina, substância que é produzida durante e após a prática de exercícios.

Depressão pós-parto
Exercícios físicos parecem funcionar como uma terapia para mulheres que sofrem de depressão pós-parto, de acordo com um estudo feito pela Universidade de Melbourne, na Austrália. A pesquisa foi publicada na revista Physical Therapy e acompanhou mais de 160 mães que haviam acabado de deixar a maternidade. Um terço desse grupo fez uma rotina de exercícios de uma hora por semana, durante oito semanas. O segundo grupo recebeu apenas instruções em forma de anotações e o último grupo não recebeu acompanhamento.

Depois de analisar os resultados, os estudiosos concluíram que houve uma melhora significante nos testes de sintomas de depressão do primeiro grupo - e os resultados se mantiveram após um mês do final do acompanhamento. O número de mães identificadas com possibilidade de desenvolver a depressão pós-parto caiu em 50% no grupo ativo. 

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Exercício físico moderado pode melhorar a fertilidade em mulheres


Um estudo realizado pelo Boston University School of Public Health (EUA) sugere que acrescentar uma caminhada leve à rotina pode melhorar a fertilidade de mulheres que estão tentando engravidar. O estudo incluiu cerca de 3.000 mulheres que estavam tentando engravidar e não faziam tratamento de fertilidade. 

O nível de atividade foi medido através de um questionário único. Corrida, ginástica, natação e ciclismo foram considerados exercícios vigorosos, enquanto caminhada rápida, ciclismo de lazer, golfe e jardinagem foram considerados como exercícios moderados. Entre as conclusões:

- O exercício moderado foi associado com pequenas diminuições no tempo para engravidar;
- O exercício vigoroso não atrasou a concepção em mulheres que estavam com sobrepeso ou obesas;
- Engajar-se em cinco ou mais horas de exercício vigoroso por semana reduziu a probabilidade de engravidar, em um determinado mês, quase pela metade, entre as mulheres que tinham tentado, sem sucesso, engravidar por vários meses antes de entrar no estudo.

Além desses resultados, os pesquisadores observaram que mulheres com peso normal que faziam atividade física intensa, cinco ou mais horas por semana, tinham 42% menos probabilidade de engravidar em comparação com as mulheres que não faziam esses exercícios. Eles ficaram surpresos ao descobrir que mesmo quantidades relativamente pequenas de atividade vigorosa tinham impacto na fertilidade. Mas enfatizam que mais estudos devem ser feitos para entender essa correlação e recomendam que mulheres que estão acostumadas a fazer atividades intensas, como nadar e correr, e queiram engravidar, não mudem esse costume. 

A conclusão da pesquisa é que, para as mulheres com sobrepeso e obesidade, qualquer exercício parece melhor do que nenhum. Estar acima do peso é um fator de risco para a infertilidade e os resultados sugerem que o exercício pode melhorar a fertilidade nestas mulheres. 

Conheça os hábitos que comprometem a fertilidade da mulher

Alguns vilões da fertilidade estão mais perto do que imaginamos: tabagismo, sedentarismo, obesidade e estresse são apenas alguns dos fatores que atrapalham o sonho de ter um bebê. "Qualquer fator que altere o funcionamento normal do organismo da mulher pode provocar irregularidades reprodutivas, inclusive a poluição e o estresse", explica Renato Fraietta, urologista do setor de reprodução humana da Unifesp. Descubra os fatores mais comuns:  

Poluição

Segundo o especialista da Unifesp, ainda não há comprovação científica sobre a interferência da poluição atmosférica na saúde feminina, o que não elimina a possibilidade de haver, de fato, uma relação próxima entre esses dois aspectos. Mas os especialistas dizem que a poluição pode alterar os níveis de hormônios femininos de modo a causar certo desequilíbrio, proporcionado um aumento na possibilidade de ocorrer infertilidade. 

Ansiedade

Uma das principais armadilhas contra as futuras mamães é a ansiedade. Quanto maior a vontade de ser mãe, mais tensa pode ficar a mulher, que passa a criar expectativas, provocando um atraso maior na hora dos resultados. 

Sobrepeso

Alterações de peso provocam desequilíbrio na produção de óvulos e até dificuldade de ovulação. Para Joji Ueno, especialista em reprodução humana, a obesidade traz conseqüências graves para quem tem dificuldades de engravidar porque causa doenças que impedem ou dificultam a reprodução. 

Má alimentação

Uma dieta rica em legumes, frutas e verduras - além de cálcio e magnésio, que regulam os hormônios - evita os males da obesidade e ajuda a manter o corpo e a mente em equilíbrio. 

Relógio biológico

Embora a ciência tenha desenvolvido diversos métodos eficazes de fertilização, a idade ainda é um ponto fraco para a maternidade. Muitas mulheres preferem ter filhos mais tarde, por motivos profissionais ou pessoais, mas o que elas não levam em conta é que, após os 35 anos, há uma queda na qualidade dos óvulos produzidos. Isso diminui muito as chances de engravidar. 

Medicamentos só sob prescrição médica

Alguns tipos de medicamentos de uso contínuo podem causar má formação no feto. Converse com o seu médico sobre esses riscos. "Antidepressivos, antibióticos e quimioterápicos em geral podem causar alterações na ovulação, provocando infertilidade. Por isso, use medicamentos apenas sob prescrição médica", alertam os especialistas. 

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Hidratação e Atividade Física.

A realização de exercício físico aumenta a produção de calor, de modo que o organismo precisa acionar mecanismos para eliminá-lo. O acúmulo de calor durante o exercício pode elevar a temperatura corporal a índices incompatíveis com o que suporta nosso corpo.

Para isso existe a sudorese (suor), que implica na perda de calor por meio da eliminação de água e eletrólitos. Neste contexto, produzimos o suor, que é lançado na pele e, em seguida, evaporado. Por isso, ambientes quentes e úmidos são particularmente estressantes quanto à manutenção da temperatura.

Assim, em ambientes quentes e com umidade elevada, a desidratação e a elevação da temperatura que acompanha (hipertermia) são as principais causas da fadiga durante o exercício. Dessa forma, a sudorese é positiva uma vez que permite ao organismo manter sua temperatura durante a realização da atividade física.

Em atividades com duração superior a 30 minutos, as bebidas esportivas são mais eficazes do que a água, pois:

• a ingestão de bebidas esportivas contendo carboidratos (CHO) eletrólitos estimula significativamente bem mais a absorção intestinal de fluidos, reduzindo a diurese, em comparação com a água;

• as bebidas fornecem carboidratos, melhorando o desempenho em atividades prolongadas e intensas;

• quando os indivíduos consomem bebidas esportivas, a percepção subjetiva do esforço é menor;

• o sódio aumenta o paladar e a absorção de água no intestino;

• as bebidas esportivas apresentam paladar superior em relação a água, o que encoraja a maior ingestão;

• as bebidas promovem a reposição de água e de eletrólitos de modo mais eficiente após o exercício;

É também recomendado a ingestão de líquidos (200 a 300 ml) cinco a 10 minutos antes do início do treinamento físico.


Você mesmo pode preparar sua bebida. Mas fique atento, sucos de frutas não são adequados para serem consumidos durante o exercício, pois neles a concentração de CHO é o dobro da concentração de bebidas esportivas e a de sódio é abaixo do ideal. Além disso, o principal CHO (carboidrato) que um suco apresenta é a frutose, responsável por problemas gastrointestinais em alguns indivíduos.

Fique também atento à coloração de sua urina: cor clara significa que você está bem hidratado. Levando-se em consideração estes aspectos e sob a orientação de um profissional especializado, certamente ótimos treinos virão.

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