Lesão no púbis sempre preocupa os médicos







''Lesão de púbis é sempre complicada'', alertou o médico auxiliar do ABC, Rodrigo Braga, sobre o problema que tirou Wallyson da partida contra Vila Nova. Por ser uma das contusões mais graves no futebol, que costuma deixar os jogadores de 30 a 60 dias parados, quando o tratamento é a fisioterapia, e até 180, quando o caso exige cirurgia, todos os cuidados estão sendo tomados para curar o craque alvinegro o mais rápido possível.

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Segundo o fisioterapeuta Roni Peterson, o jogador vai ficar em tratamento intensivo até segunda-feira. ''Durante estes três dias, vamos deixá-lo em repouso e submetê-lo a sessões de fisioterapia, que compreenderá ultrassom, gelo e alongamento. Ele trabalhará nos três expedientes", explicou Roni que se dedicará exclusivamente a lesão do atleta.

Um exame de ultrassonografia ainda não será realizado, uma vez que a lesão de púbis depende muito da reação do atleta ao tratamento. ''Pelo menos por enquanto, não vamos fazer o exame. Se até segunda ele não apresentar melhoras, aí sim, será submetido a um exame mais detalhado de imagem para ver o grau da lesão'', explicou o médico auxiliar do clube Rodrigo Braga, que seguirá com a delegação para Goiânia.

A recuperação da lesão de púbis, um processo inflamatório no tendão colado ao osso da pélvis, recentemente atingiu o zagueiro Ben-Hur, que passou 45 dias afastado dos gramados. Os processos mais graves se verificam quando ocorre a calcificação da inflamação. Neste caso é feito a cirurgia para a raspagem. O caso mais recente de cirurgia foi o de Fernandão, do Internacional.

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