Exercício físico ajuda a prevenir quedas

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São diversos obstáculos no dia a dia das pessoas que podem causar quedas e lesões graves, como buracos nas calçadas, desníveis, escadas sem corrimão, chão escorregadio, tampas de bueiro ou até mesmo raízes de árvore que rompem o asfalto.

Ter as articulações e os músculos fortes é extremamente importante para se proteger e, por isso, é fundamental fazer exercícios físicos regularmente. Além disso, quem pratica atividade física adquire também uma melhor consciência corporal e equilíbrio, fatores que ajudam a manter uma postura correta, o que também é eficaz contra as quedas.

Porém, a queda pode ser também um sinal de distúrbios de equilíbrio (de origem neurológica ou labirintite), deficiência visual (como a catarata), problemas cardiológicos (como arritmias) ou até mesmo doenças nos ossos ou articulações. Outro problema que pode ser observado é no jeito de caminhar – estudos mostram que quem anda muito devagar também pode ter problemas de saúde. Na dúvida, a dica é sempre procurar um médico.

Joelhos (Foto: Arte/G1)


Caminhar corretamente com passos macios faz bem a vários sistemas do corpo, como o nervoso, osteomuscular e até mesmo o cardiovascular.

Por outro lado, perder a mobilidade e andar do jeito errado, com os pés arrastando, pode igualmente prejudicá-los e ser um fator de risco maior para quedas. Além disso, é importante saber que até mesmo os braços são importantes na hora de caminhar e, por isso, eles devem estar sempre livres.

Uma dica de exercício para quem costuma andar "se arrastando" com o corpo de um lado para o outro é segurar dois cabos de vassoura na altura dos ombros e, a cada passo dado, usar o objeto para impedir a caída para o lado. Há também a opção de utilizar uma bolinha dura para exercitar os pés e corrigir a pisada - a dica é deslizar os pés na bolinha, do calcanhar até os dedos.

Para treinar o olhar, a dica é esticar um braço à frente com o dedo indicador levantado e levá-lo de um lado para o outro acompanhando com os olhos. Dessa maneira, a percepção melhora cada vez mais e prepara a pessoa para andar com segurança e superar os obstáculos das ruas.

As quedas são o segundo principal motivo da busca por atendimento nos hospitais, quase o dobro dos casos dos acidentes provocados no trânsito. Ao cair, a pessoa pode ter diversas lesões como, por exemplo: um entorse, que é o rompimento dos ligamentos; uma luxação, que é o deslocamento dos dois ossos das juntas; uma fratura no osso, principalmente no punho, ombro e quadril; ou também uma simples contusão, batida que deixa a região inchada e dolorida.

Além de prestar atenção no trajeto e olhar sempre por onde pisa, é importante evitar o celular ao caminhar na rua e, se tocar, parar para atendê-lo.

Os momentos mais perigosos são ao atravessar de um lado para o outro, descer escadas ou do transporte público – nessas horas, a atenção deve ser redobrada. Em descidas, a dica  é descer com o corpo de lado para diminuir o risco de cair.

Atividade física aumenta imunidade e ajuda a combater estresse e doenças



A importância da atividade física regular para melhora da resposta imunológica é um tema de bastante interesse, ainda mais no momento atual com epidemias de doenças causadas por vírus e bactérias cada vez mais agressivos. Apesar do exercício físico não ser vacina para nenhuma doença, com certeza, o fortalecimento do sistema imunológico sempre vai proporcionar uma resposta mais rápida e eficaz contra qualquer quadro de infecção.


A literatura científica é repleta de artigos que relatam estudos sobre os benefícios dos exercícios para reforço do sistema imunológico, havendo uma opinião praticamente consensual de que a atividade física moderada é a forma mais adequada para este propósito.O mecanismo da melhora da defesa está associado à um efeito da atividade física regular em promover um aumento das linfócitos, células denominadas “natural killers”. A célula natural killer, linfócito atuante no sistema inato, tem como função destruir células tumorais ou infectadas por vírus.

 A prática de exercício físico diminui o estresse, fortalecendo ainda mais o organismo (Foto: Getty Images)

Outro fator que colabora para a proteção do organismo é o fato de a atividade física promover a diminuição do estresse. Como nosso corpo funciona de maneira harmoniosa, com inter-relação entre os sistemas nervoso, endócrino e imunológico, a redução do estresse faz com que o organismo se fortaleça e fique menos suscetível a diversas doenças. Quanto à melhor forma de atividade para fortalecer o sistema imunológico, parece não haver grande diferença entre as diversas modalidades, prevalecendo sempre o conceito do exercício moderado.

Existem também evidências de que os exercícios com pesos, desde que respeitando o conceito de adequação de carga, também podem melhorar a imunidade. O que se deve evitar são os exercícios de intensidade acima de um limite crítico, que reconhecidamente vão ter o efeito inverso, diminuindo a imunidade e aumentando a incidência de doenças por enfraquecimento imunológico.

Atenção com a dor durante a atividade física



A frase "Sem dor, sem ganho" que ficou imortalizada entre os praticantes de atividade física pode encobrir um grande risco à saúde. Isso porque muitas pessoas acreditam que sentir dores no corpo durante ou após se exercitar é normal e até significa ganho muscular, mas isso nem sempre é verdade. 

Pode até ser normal sentir algum desconforto durante o exercício de alta intensidade, devido às exigências do corpo para que seja realizada esta tarefa. O tecido muscular, quando exigido próximo a sua capacidade máxima de gerar força, responde dolorosamente. Outro exemplo são os tendões, que estabilizam tornozelo, joelho e quadril, e podem ficar doloridos durante a prática da corrida pela exigência de estabilizar as forças aplicadas nessas articulações.

Outra forma comum de dor é a muscular, que acontece geralmente um dia após o esforço físico. Ainda não temos evidências cientificas que nos permita concluir se é ou não necessário sentir dor para ganhar massa. Mas podemos dizer que quando ela é causada pelo treinamento, é uma evidência de que o músculo foi ativado, aumentando as chances de gerar um bom resultado no desenvolvimento muscular.

Porém, é preciso estar alerta para as dores intensas, que são a forma do corpo “avisar” que está em seu limite. Quando causada por exageros na carga de treinamento, ela pode até indicar uma possível lesão.

Ao sentir um desconforto, é importante procurar um profissional para saber a origem da dor. O profissional de educação física saberá se a dor é normal e passageira, pois ele terá todo controle da prescrição dos exercícios, sabendo se ela é recorrente para aquele tipo de prática. Nesse caso, pode-se aguardar a melhora por um tempo, antes de encaminhar ao médico. Nas atividades que não são acompanhadas por um especialista, um profissional de saúde deve ser consultado sempre que houver desconforto.

As lesões e incômodos geralmente são causados quando os praticantes de atividade física querem ir além dos limites do corpo ou iniciam um treino sem um alongamento adequado. Portanto, é importante sempre ficar atento a esses dois fatores, que podem causar problemas mais sérios. Para não ocorrer a dor indesejada, é fundamental um bom controle da carga de treinamento, ou seja, uma condução das progressões a serem realizadas. Somente o profissional poderá prescrever com precisão os exercícios e suas progressões, visando o maior ganho possível e o menor risco de lesão.

13 benefícios do Treinamento Funcional




Antes de tudo, é importante esclarecer que o treinamento funcional se baseia nos movimentos naturais do ser humano, como pular, correr, puxar, agachar, girar e empurrar. O praticante ganha força, equilíbrio, flexibilidade, condicionamento, resistência e agilidade. Ele tira a pessoa dos movimentos mecânicos e eixos definidos ou isolados, como acontece na musculação. Por isso, virou uma alternativa para quem estava cansado dos exercícios mais tradicionais na academia. É um método que ajuda a prevenir lesões, gera melhoras cardiovasculares, a redução do percentual de gordura, emagrecimento e definição muscular. Para trabalhar a musculatura profunda, são utilizados acessórios como elásticos, cordas, bolas, cones, discos e hastes. A frequência ideal considerada para realizar a modalidade é de três vezes por semana.

Um dos pilares do treinamento funcional é o fortalecimento do core, o centro de força do corpo, que inclui os músculos do abdômen, dos quadris e da região lombar e responde pela estabilização da coluna vertebral. A sacada do funcional é acionar essa musculatura em todos os exercícios, não só nos abdominais. Como no afundo, por exemplo: para evitar que o corpo oscile e o movimento perca efeito, o abdômen tem que estar ativado. Como em um movimento de rotação de tronco: contraindo a barriga, você impede que os quadris girem, o que reduziria o benefício do exercício. Resultado: barriga definida.

Como o foco do treinamento funcional é trabalhar os músculos de forma global, o perigo de sobrecarregar uma ou outra parte do corpo e se machucar é menor. Porém, como em qualquer atividade física, o ideal é contar com a orientação de um profissional capacitado para a modalidade, se concentrar em dobro nos movimentos e respeitar os limites do seu corpo enquanto se exercita.

Musculação x Treinamento Funcional

Depois de apresentar e detalhar sobre o Treinamento Funcional, você deve estar curioso em saber se este método substitui realmente a musculação. A resposta é que depende do resultado que você quer alcançar. Explico: O treinamento Funcional agrega volume e definição muscular, com a vantagem de manter a harmonia estética, mas se o objetivo é obter um corpo de fisiculturista, aí você tem que “pedir” auxílio da musculação, pois somente ela será capaz de dar volume.

O ideal é unir os dois métodos de exercícios para garantir eficiência. “É importante ressaltar que tanto a musculação quanto o treinamento funcional vão melhorar a qualidade de vida. Porém, na musculação o foco é a força e o aumento da massa magra e no funcional o foco é a flexibilidade, agilidade, velocidade, resistência, potência e todas as outras capacidades físicas que possuímos. Hoje o aluno que realiza o treinamento funcional dentro de sua série de musculação só terá ganhos, irá aumentar o gasto energético e trabalhará outras capacidades que normalmente não são trabalhadas em uma série de musculação convencional. Por isso, a junção dessas modalidades é o caminho para quem quer algo dinâmico e resultados mais rápidos”.

Resumo dos benefícios

Melhore seu corpo com exercícios funcionais, que trazem resultados estéticos e práticos no seu dia-dia a curto e longo prazo. Fique de olho nos principais benefícios dessa atividade:

1- O programa se adapta a você e as suas necessidades.
2- Treine diversas habilidades motoras.
3- Ganhe saúde, performance e o corpo dos seus sonhos.
4- Treine movimentos, não apenas músculos.
5- Altamente motivador pela quantidade de infinita de exercícios e possibilidades.
6- Desenvolvimento da percepção dos movimentos.
7- Melhoria da postura geral e durante os exercícios.
8- Melhoria do equilíbrio muscular (simetria).
9- Melhoria da eficiência dos movimentos.
10- Aumento da estabilidade da região core (saúde da coluna vertebral).
11- Melhoria do equilíbrio estático e dinâminco.
12- Aumento de força muscular.
13- Melhoria das estruturas afetadas por lesão no processo de reabilitação.

Agora que você já está por dentro do que o Treinamento Funcional pode fazer por você, comparado a musculação, opte pela atividade que melhor vai se adequar a sua rotina e, principalmente, ao seu gosto! O segredo para não somente iniciar, mas se manter na prática esportiva, é se dar bem com o tipo de exercício, treino ou modalidade que você escolheu.

Atividade física turbina o emagrecimento e a saúde

 

O ser humano não foi feito para ficar parado. Prova disso é que as pessoas sedentárias adoecem e sentem mais dificuldades nas atividades diárias do que as pessoas que praticam algum exercício físico. E quando iniciam sentem algumas dificuldades.

Apesar dessas dificuldades iniciais, realizar exercícios físicos é importante para perda de peso, ganho de massa muscular, melhora e/ou manutenção da saúde.

Veja 4 dicas essenciais para começar a treinar e conquistar o estilo de vida mais saudável:

1. – Programe-se: coloque o treino como um compromisso o tornando diário. Caso não seja possível comece com 2 a 3 vezes por semana.

2. - Encontre algo que goste de fazer: seja musculação ou exercícios aeróbios, apostar em aquilo que te dá prazer é importante para tomar gosto pela atividade.

3. - Leve alguém junto: treinar com um amigo deixará a atividade mais prazerosa, além de servir como estímulo.

4. - Escolha o melhor horário: descubra o momento do dia em que você rende melhor e que não irá atrapalhar o restante dele.

Exercícios de alta intensidade na terceira idade podem prevenir lesões



O aumento da velocidade, da carga e o gasto calórico envolvido são os fatores que determinam os exercícios de alta intensidade. A sobrecarga neste tipo de atividade irá dar mais facilidade para as pessoas de terceira idade executarem as atividades simples do dia a dia. 

Mas para iniciar este tipo de tratamento, é necessário uma preparação específica pois é  importante aprender o movimento, realizar o movimento com técnica, para depois disso poder aumentar a carga, e por consequência, a intensidade dos exercícios.

A prática deste tipo de exercício pode ser muito importante para pessoas de terceira idade. Além de melhorar o desempenho, pode também prevenir lesões e algumas doenças. O auxílio de um profissional é essencial. porque com o passar dos anos você adquiri doenças e limitações como a osteoporose, e a atividade em uma intensidade ideal com impacto moderado, ela melhora este tipo de prevenção. Mas é importantíssimo fazer essa atividade com a supervisão de um profissional de educação física.

Homens sedentários são mais propensos a sofrer de impotência sexual




O sedentarismo aumenta o risco para desenvolvimento de hipertensão arterial sistêmica, aumento de colesterol e triglicérides.  Estes fatores favorecem o surgimento de doenças cardiovasculares, que por sua vez comprometem a irrigação do corpo cavernoso, prejudicando a ereção peniana e consequente desempenho sexual.

Além do sedentarismo o tabagismo é um fator de risco.

No Brasil, 25 milhões de homens acima dos 18 anos já apresentaram disfunção erétil pelo menos uma vez na vida. Na faixa dos 40 anos, mais de 40% tem seu desempenho sexual comprometido por dificuldade de ereção.  O tratamento da disfunção sexual masculina, dependendo do fator de origem, inclui psicoterapia de apoio, medicamentos e em casos mais graves, implantação de prótese peniana.

Estudo: Exercícios podem elevar em 5 anos expectativa de vida de idosos

 
  • Segundo o estudo, os benefícios trazidos pela atividade física podem ser tão eficientes quanto parar de fumar

     

Que fazer exercícios só traz benefícios para sua vida não é novidade para ninguém. Mas um estudo recente quantifica esse benefício de uma maneira que deve fazer com que muita gente coloque um tênis e saia para caminhar no parque.

Pesquisadores da Universidade de Oslo concluíram que se exercitar pode aumentar em até cinco anos a expectativa de vida de um idoso. Mais do que isso, pode ser tão eficiente quanto parar de fumar.

Os pesquisadores acompanharam 5.700 noruegueses, com idades entre 68 e 77 anos, durante 12 anos. E uma das conclusões do estudo foi a de que os idosos que praticavam ao menos três horas de atividades físicas por semana viveram cerca de cinco anos a mais do que os sedentários.

Assim, a prática de meia hora de exercícios seis dias por semana está ligada a uma redução de 40% no risco de morte em idosos.

Publicado no "British Journal of Sports Medicine", o estudo mostrou que qualquer tipo de exercício - seja leve ou intenso - tem impacto na expectativa de vida.

No entanto, o estudo mostrou que fazer menos de uma hora de exercício leve por semana não tem nenhum impacto.

A recomendação do governo britânico é a de que pessoas com mais de 65 anos façam pelo menos 140 minutos de exercícios moderados por semana.

Os pesquisadores sugeriram que as autoridades invistam em campanhas para combater o sedentarismo e encorajar atividades físicas entre idosos.

"Estratégias públicas de saúde deveriam incentivar idosos a fazerem atividades físicas, da mesma maneira que há campanhas contra o tabagismo", disseram os pesquisadores. "Exercitar-se é tão útil para reduzir mortes como parar de fumar."

Sedentarismo

A pesquisa da Universidade de Oslo vem à tona no momento em que a ONG britânica British Heart Foundation está fazendo um alerta a respeito de como o número de pessoas ativas está muito aquém do esperado.

"Fazer atividades físicas regulares, seja em que idade for, é benéfico para a saúde de seu coração e isso faz você viver mais tempo", disse Julie Ward, da British Heart Foundation.

"No entanto, nossas últimas estatísticas mostram que quase metade das pessoas no Reino Unidos não fazem nenhum tipo de exercício - um cenário muito pior do que em muitos outros países europeus."

"Nossa mensagem é: qualquer 10 minutos de exercício conta. Então simplifique e mude sua rotina para ter uma vida mais ativa."

Segundo o levantamento da ONG, 69% dos adultos não fazem exercícios em Portugal, 55% na Polônia, 46% na França, 44% no Reino Unido, 34% na Croácia, 26% na Alemanha e 14% na Holanda.

Cenário brasileiro

No Brasil, segundo o Ministério da Saúde, 48,7% das pessoas com mais de 18 anos não são suficientemente ativos. A meta do ministério é reduzir esse percentual para 10% até 2025.

Segundo a OMS, 3,2 milhões de mortes são atribuídas todos os anos à atividade física insuficiente. O sedentarismo é o quarto maior fator de risco de mortalidade global e está ligado a doenças crônicas como câncer, hipertensão, diabetes e obesidade.

Mais especificamente, o sedentarismo é responsável por pelo menos 21% dos casos de tumores malignos na mama e no cólon, assim como 27% dos registros de diabetes e 30% das doenças cardíacas.