Natação ajuda quem tem problemas respiratórios



Problemas respiratórios e natação têm uma relação histórica entre si. Os médicos indicam a natação para crianças e jovens com bronquite ou asma para melhorar a circulação de ar nos pulmões. Geralmente quem tem bronquite, asma ou bronquite asmática sofre bastante com o terrível e constante "cansaço", resultado de uma dificuldade respiratória. A prática de exercícios físicos – junto a outros fatores, como o próprio acompanhamento médico - contribui para reverter a situação. E a Natação é uma atividade muito indicada para ajudar pessoas com problemas respiratórios.

A natação é a prática que mais oferece esses benefícios, por ser um dos melhores exercícios aeróbicos e trabalhar diretamente a respiração, aumentando o fluxo de ar nos pulmões. Além disso, a água facilita a entrada de ar nas vias aéreas devido à umidade e, por ser um vasodilatador natural, melhora a circulação sanguínea.

A medida que o exercício é praticado, o organismo responde ao maior consumo de oxigênio.  Em pouco tempo, os resultado já podem ser notados. Com o exercício feito de forma moderada, os brônquios são dilatados e a musculatura responsável pela inspiração e respiração é fortalecida e tem suas dimensões expandidas. Essa melhoria, no entanto, não significa que o aluno esteja curado e deva encerrar a atividade, muito pelo contrário. O ideal é que a prática seja mantida, justamente por ser um esporte que só traz benefícios.

Utilize a Natação como medida para melhorar a qualidade de vida de quem tem problemas respiratórios. Os pulmões agradecerão!

Até a próxima!

A ergoespirometria nos esportes, por Prof. Dr. Newton Nunes




O teste cardiopulmonar ou teste ergoespirométrico é a melhor metodologia existente atualmente para avaliação da capacidade cardiorrespiratória do individuo. Aliás, o que significa teste máximo? Esta pergunta que devemos fazer ao nosso cliente após a realização de um teste na esteira. Seu teste foi máximo? Máximo em quais variáveis? A princípio o teste cardiopulmonar deve ser máximo em 4 aspectos: muscular, cardiovascular, respiratório e metabólico.

O que significa teste máximo muscular?

Significa que o individuo não consegue mais andar ou correr na esteira. Se o teste foi realizado no cicloergômetro, significa o momento onde não é possível manter a velocidade de 30 km/h.

O que significa teste máximo cardiovascular?

Significa o momento onde houve aumento da intensidade da esteira ou bicicleta e a frequência cardíaca não apresentou elevação significativa, ou seja, atingiu-se o platô de frequência cardíaca. Neste caso, o indivíduo atingiu sua FC máxima, caso contrário o correto é definirmos como frequência cardíaca de pico.

O que significa teste máximo respiratório?

Significa o momento onde houve aumento da intensidade da esteira ou bicicleta e o consumo máximo de oxigênio não apresentou elevação significativa, ou seja, atingiu-se o platô de consumo de oxigênio. Neste caso, o indivíduo atingiu seu consumo máximo de oxigênio, caso contrário o correto é definirmos como consumo pico de oxigênio.

O que significa teste máximo metabólico?

Significa o momento onde o indivíduo atingiu um valor acima de 1.15 no quociente respiratório (relação entre VCO2/VO2).
Após a realização do teste cardiopulmonar máximo nos 4 aspectos, podemos através dos limiares ventilatórios obtermos algumas conclusões com relação ao predomínio do metabolismo no indivíduo e o direcionamento ao esporte no qual ele poderia obter mais sucesso.

Se o aluno em questão atingiu seu segundo limiar ventilatório muito próximo do final do exame, significa que ele possui uma alta capacidade de tamponamento (mais mitocôndrias) e, consequentemente uma maior capacidade oxidativa. Certamente neste exemplo, ele seria uma pessoa mais indicada para provas de fundo, ou seja, corridas de longa distância.

Se o aluno em questão tivesse atingido seu segundo limiar ventilatório muito precocemente, significaria o oposto, ou seja, uma baixa capacidade de tamponamento e uma alta capacidade para suportar acidose por mais tempo (sistema glicolítico predominantemente). Certamente neste exemplo, ele seria uma pessoa mais indicada para provas curtas (potência/explosão): 100m, 200m, 400 m.

Concluindo, o teste cardiopulmonar, evidentemente através da análise de outras variáveis que estão incluídas no exame, permitem ao fisiologista direcionar seu atleta ao esporte que ele poderá ter um maior rendimento.

Por Prof. Dr. Newton Nunes. @nunesnewton

Vejam também nossos vídeos no you tube (Newton Nunes) ou no link a seguir:

https://www.youtube.com/watch?v=vpbxO6w6_Yk
https://www.youtube.com/watch?v=NgFMr8uSwCg

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Atividade Física em pacientes renais




A doença renal crônica é uma lesão dos rins que evolui com perda lenta, progressiva e irreversível de suas múltiplas funções. Porém, a progressão da doença pode ser reduzida se houver mudança de hábitos alimentares e físicos.

Prescrição de Atividade Física para Pacientes com doença Renal

Infelizmente, o paciente renal tem sua qualidade de vida comprometida em decorrência da doença. Normalmente, ele entra em um ciclo vicioso no qual acredita que sua condição física não é boa e de que não é capaz de fazer exercícios físicos, dessa forma, cada vez faz menos exercícios, o que piora a sua condição física, e leva ao sedentarismo, isso é muito prejudicial para ele.

Há um consenso que é importantíssimo para os pacientes renais fazerem atividade física. Mas a realização de atividade física ainda é um tabu para aqueles que possuem doença renal. O que a maioria das pessoas pensam é que o repouso constante é necessário, mas não é bem assim.

A capacidade muscular desse paciente tem sido bastante discutida. O metabolismo oxidativo muscular é deficiente e a condição muscular ruim e está diretamente associada com baixa qualidade de vida, baixa capacidade física e mortalidade.

Os exercícios são pensados com o objetivo de atingir integralmente o indivíduo, levando em consideração sua(s) enfermidade(s) e a periodização da atividade em termos de volume e intensidade. O exercício deve ter uma influência geral em todos os sistemas do organismo, potencializando a recuperação e a prevenção de outras doenças.

Hoje em dia já se sabe que os pacientes que se exercitam mais, podem sobreviver mais e melhor. Então é fundamental que eles façam exercícios. Incentive quem tem problema renal a fazer atividade física.

10 dicas para praticar Atividade Física na Gestação




Já sabemos que a atividade física é definida como qualquer movimento corporal decorrente de contração muscular, com dispêndio energético acima do repouso que, em última análise, permite o aumento da força física, flexibilidade do corpo e maior resistência, com mudanças, seja no campo da composição corporal ou de performance desportiva.

A prática regular demonstra a opção por um estilo de vida mais ativo, relacionado ao comportamento humano voluntário, onde se integram componentes e determinantes de ordem biológica e psico-sócio-cultural. Inclusive para as gestantes.

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Tenha exercícios de Pilates para gestantes

Mas qual é a melhor atividade para se fazer? Abaixo, 10 orientações que vão ajudar a gestante a se mexer sem correr riscos. Lembre-se que, antes de iniciar qualquer atividade física durante a gestação, é preciso que você tenha o aval do seu médico.

1. Nem só de hidroginástica e ioga vive uma grávida que quer se exercitar. Movimentos aeróbicos e alongamentos em geral estão liberados, desde que não haja nenhuma restrição médica e que um professor a acompanhe;

2. Em relação aos abdominais, há divergência entre os especialistas. Enquanto alguns defendem a prática apenas no início da gestação, outros dizem que é melhor evitar durante os nove meses. O melhor, sempre, é consultar seu médico;

3. Invista em caminhadas e ginástica localizada. Faça de duas a três vezes por semana, de 50 a 60 minutos;

4. Cuidado com exercícios que mantêm você por muito tempo em pé. Esse tipo de atividade física pode dificultar a circulação sanguínea, causando queda de pressão e mal-estar;

5. Outra prática a ser evitada são os steps. Como durante a gestação você está com as articulações mais frouxas, você tem mais riscos de sofrer torções;

6. Fique atenta à intensidade dos exercícios. Se for alta demais, o fluxo sanguíneo no organismo diminui, o que reduz a passagem de nutrientes e oxigênio para o bebê;

7. Em cada trimestre você precisará ter cuidados diferentes. Enquanto no primeiro você pode caminhar 30 minutos sem parar, esse tempo será reduzido conforme os nove meses chegam ao fim;

8. Lembre-se: não importa qual seja a atividade escolhida, os exercícios promovem uma série de benefícios a sua saúde (e do seu bebê). Ajudam a relaxar, controlar a ansiedade, reduzir o inchaço e as dores musculares (principalmente na região lombar), além de auxiliar no controle arterial;

9. No pós-parto, os exercícios contribuem para que você se restabeleça mais rapidamente, além de melhorar seu humor e, consequentemente, fazer com que você se sinta mais bonita.

10. Não é apenas você que ganha com a atividade física. Um estudo recente sugere que atividades durante a gestação contribuem para o desenvolvimento do sistema nervoso do bebê.

As dicas foram de Valéria dos Santos Almeida, professora de educação física e uma das idealizadoras do Método Gerar, programa de exercícios físicos para gestantes

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Nutrição para Gestantes

Exercício contra a depressão infantil

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Quando a Organização Mundial da Saúde (OMS) divulgou dados de que o índice de crianças entre seis e 12 anos diagnosticadas com depressão saltou de 4,5% para 8% na última década, muita gente ficou espantada. Ora, parece que a infância não combina com a tristeza profunda que caracteriza essa doença. Não é bem assim. Como se não bastasse o número ascendente de casos de bullying, tanto conflitos familiares como perdas traumáticas derrubam o ânimo dos pequenos.

Entre os adultos, já se sabe que a atividade física é grande aliada no combate ao quadro depressivo. Mas será que ela também seria útil para afastar o baixo astral entre a molecada? Foi esse o questionamento que motivou pesquisadores da Universidade Norueguesa de Ciência e Tecnologia a analisarem cerca de 700 voluntários mirins durante quatro anos.

Ao fim do período, eles concluíram que os exercícios protegeram os meninos e as meninas dos sintomas típicos da depressão. O benefício foi tão expressivo que os autores do estudo chegaram a compará-lo aos ganhos obtidos com intervenções psicossociais. Por enquanto, a teoria é que o esporte cria oportunidades para melhorar a autoestima, aumenta o convívio com outras pessoas e, de quebra, diminui o tempo dedicado às emoções negativas. Ou seja, serviria para prevenir e amenizar a condição.

Exercícios físicos é uma arma para enfrentar o câncer

 

Uma das perguntas mais frequentes no consultório é "o que posso fazer para ajudar a combater meu câncer?" A resposta nem sempre é simples, mas uma constante é o benefício de uma atividade física regular. Provavelmente, todo mundo já ouviu alguém dizer: "adoro a sensação depois que termino minha atividade física", "tenho muito mais disposição", "quando fico um dia sem exercícios, parece que meu corpo sente falta". São frases comuns na boca de quem pratica exercícios físicos regularmente. O simples fato de colocar o corpo para se mexer e movimentar-se, libera endorfinas e traz bem estar.

Benefícios

Qualquer um pode praticar atividade física, de maior ou menor intensidade. E isso vale também para indivíduos que estão em algum tipo de tratamento de saúde, como é o caso do câncer. Ao contrário do que se pensa, quem tem câncer pode e deve praticar atividades físicas. Isso ajuda a ter um condicionamento melhor, aprimorando o sistema cardiovascular, mantém a capacidade respiratória e ajuda a manter a massa muscular. Além disso, melhora a flexibilidade, a força e previne a osteoporose. São, portanto, inúmeros os benefícios.

Respeitar limites

Obviamente, é preciso respeitar a capacidade e os limites de cada paciente ao longo do tratamento, e sempre se recomenda que o início seja monitorado por um profissional da área. Porém, algum nível de atividade física é segura e altamente benéfica mesmo durante a fase ativa de radioterapia e quimioterapia, por exemplo. É importante lembrar também que, na fase de recuperação do câncer, a prática constante de exercícios promove o aumento da entrada de oxigênio no corpo, favorecendo a recuperação e ajudando a "limpar o organismo".

Os tratamentos oncológicos trazem consigo grandes mudanças nas vidas dos pacientes, mas apesar das dificuldades, ter uma atividade física prazerosa vai ajudar nessa caminhada, colaborando inclusive com a função imunológica do organismo, o que melhora a resistência para combater a doença. É benéfico também para os sintomas secundários, como fadiga, náuseas, dor e indisposição, muito comuns durante o tratamento, além de auxiliar no controle da depressão, do estresse e da ansiedade, que são comuns durante essa fase. Por mais paradoxal que possa parecer, um dos melhores remédios para o cansaço do tratamento é justamente a atividade física regular.

Os ganhos são imensos e é importante que as pessoas que têm câncer e enfrentam a doença, tenham isso claro. Muitas vezes, um dos melhores remédios é uma boa dose de atividade física, seja ela qual for.

Educação Física e o Esporte Com Saúde


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É importante sempre ressaltarmos a importância da Educação Física Escolar na saúde de crianças e adolescentes. A Educação Física, enquanto componente curricular da Educação Básica, assume a tarefa de introduzir e integrar o aluno na cultura corporal do movimento, formando o cidadão que vai produzi-la, reproduzi-la e transformá-la para usufruir do jogo, do esporte, das atividades rítmicas e dança, das ginásticas e práticas de aptidão física, em benefício da qualidade de vida.

Benefícios da Atividade Física para Jovens

A Prática adequada de atividade física auxilia os jovens a:

• desenvolver tecidos musculoesqueléticos saudáveis (ossos, músculos e articulações);
• desenvolver um sistema cardiovascular saudável (ou seja, o coração e os pulmões);
• desenvolver a consciência neuromuscular (coordenação e controle dos movimentos);
• manter um peso corporal saudável.

A incidência cada vez maior de adolescentes e jovens obesos, com dificuldades oriundas da falta de movimento, com possibilidades de acidentes cardiovasculares, leva-nos a pensar na Educação Física para o Ensino Médio voltada para o conhecimento da Aptidão Física e Saúde.

800 atividades para Educação Física Escolar

Na Educação Física, até mesmo no período noturno, existe a possibilidade de reunir os alunos por grupos de interesse e necessidades e, junto a eles, desenvolver projetos de atividades físicas especiais.

É importante ressaltar que a atividade corporal é um elemento fundamental da vida, através da qual nossos alunos poderão garantir mais qualidade de vida. Nesse caso, a Educação Física Escolar vem somar-se à educação intelectual e moral, visando à formação do aluno em uma educação integral – corpo, mente e espírito.

A Educação física é essencial para o Esporte com Saúde!