segunda-feira, 4 de agosto de 2014

Saiba todos os benefícios da Corrida

Saiba todos os benefícios desta atividade física

Uns poucos minutos ao dia são suficientes para combater problemas futuros


Correr apenas alguns minutos por dia, ainda que a baixa velocidade, pode reduzir significativamente o risco de de morte por doença cardiovascular em comparação com alguém que não faz este tipo de atividade física, de acordo com um estudo publicado segunda-feira no "Journal of the American College of Cardiology ".

Está bem estabelecido que o exercício é uma forma de prevenir doenças cardíacas e um componente de vida saudável em geral, mas não está claro se há benefícios para a saúde se for realizada menos de 75 minutos por semana, o tempo de atividade física intensa recomendado pelo governo dos EUA e da Organização Mundial da Saúde (OMS).

Os pesquisadores estudaram 55.137 adultos com idade entre 18 e 100 anos, por um período de 15 anos para determinar se existe uma relação entre o desempenho e a longevidade.

No período do estudo, 3.413 participantes morreram, incluindo 1.217 pessoas cujas mortes foram relacionadas à doença cardiovascular. Nesta população, 24 por cento dos participantes relataram que não fazem exercício em seu tempo livre.

Em comparação com os não-corredores, os corredores tinham um risco 30 por cento menor de morte por todas as causas e de 45 por cento menor risco de morte por doença cardíaca ou acidente vascular cerebral e que vivem, em média, três anos mais, em comparação a aqueles que não praticam este exercício.

Os autores acreditam que a promoção da atividade de corrida é tão importante como a prevenção do tabagismo, obesidade ou hipertensão para reduzir o risco de mortalidade na população. Os benefícios deste exercício é o mesmo, independentemente do tempo, distância, velocidade ou frequência de participantes que relataram também que os efeitos positivos para a saúde eram as mesmo, independentemente do sexo, idade, índice de massa corporal , condições de saúde, o tabagismo ou o consumo de álcool.

"Como o tempo é uma das mais fortes barreiras ao participar de atividade física, o estudo pode encorajar mais pessoas a começar a correr e manter o exercício como um alvo para os benefícios de saúde a preços acessíveis contra a mortalidade. Correr pode ser uma opção melhor para o exercício, que muitos exercícios mais moderados já que produz semelhante, se não maior, benefício contra mortalidade com cinco a 10 minutos, em comparação com 15 a 20 minutos por dia de atividade de intensidade moderada que muitos acham muito demorado ", concluiu o estudo.

quarta-feira, 30 de julho de 2014

Video: beneficios da atividade fisica na saúde



Atualmente, a atividade física é uma questão de saúde pública. Os benefícios da prática da atividade física são amplamente reconhecidos. De acordo com a Organização Mundial de Saúde, a atividade física reduz o risco de morte prematura por doenças cardiovasculares, diabetes do tipo II e cancro do cólon, reduz ainda a depressão e a ansiedade, ajuda a controlar o peso corporal, a reduzir a hipertensão arterial, a manter a saúde e o bom funcionamento do sistema músculo-esquelético, a melhorar a mobilidade e a promover o bem-estar psicológico.

Um estilo de vida ativo, incluindo uma prática regular de exercício físico, como tem sido insistentemente sublinhado, permite melhorar a qualidade de vida dos indivíduos de várias formas, sendo frequentemente salientados benefícios físicos e psicológicos associados à prática de exercício físico:
  • Na manutenção ou desenvolvimento das estruturas ósseas e musculares
  • Na prevenção ou redução da tensão arterial
  • Aumento da capacidade de resposta do organismo para combater o stress
  • Alívio da tensão muscular
  • Redução da dor
  • Melhor percepção de bem-estar
  • Uma maior percepção de eficácia e controlo pessoal
  • Período de atividade que possibilita um tempo de afastamento e distração face aos problemas do cotidiano

segunda-feira, 21 de julho de 2014

Caminhar durante as manhãs de inverno ajuda no combate ao diabetes


Caminhar durante a manhã no inverno ajuda no combate ao diabetes e a obesidade porque ajuda a regenerar a gordura parda ou tecido adiposo marrom, segundo um estudo divulgado nesta segunda-feira (23) na Austrália.

Os pesquisadores viram que a gordura parda ou gordura de bebê, que ajuda os recém-nascidos a manter a temperatura corporal, pode queimar energia com maior rapidez do que a gordura comum ou branca, que armazena energia e provoca aumento da massa corporal.

Os cientistas descobriram que se uma pessoa é exposta a temperaturas de cerca de 19ºC, ela é capaz de regenerar a gordura parda em quatro semanas, segundo a emissora local "ABC".

O chefe da equipe investigadora, o endocrinologista australiano Paul Lee, disse que este descobrimento pode ser uma das chaves para combater a obesidade, que afeta grande parte da população.

"A gordura branca ordinária armazena energia, mas quando há muita, pode causar diabetes, pressão alta e uma série de desordens no metabolismo", disse Lee.

Por outro lado, "a gordura parda não armazena a energia, mas sim promove a queima, e é por essa razão que os animais que possuem muito gordura parda estão protegidos contra o diabetes, a obesidade e uma série de desordens metabólicos".

Para efeitos do estudo, Lee recrutou cinco homens em bom estado de saúde para que passeassem a cada noite, durante quatro meses, em um quarto na qual a temperatura era de 19ºC.

Durante esse período a quantidade de células de gordura parda aumentou em 40%, assim como o metabolismo também acelerou.

Mas quando estas pessoas foram expostas a uma temperatura de 27ºC, a quantidade de células de gordura parda diminuiu e o metabolismo ficou mais lento.

Apesar da temperatura representar uma chave no crescimento da gordura parda, esta por si só não garante a perda do sobrepeso já que requer um treino especial, explicou o médico.

"Se for colocada uma pessoa em um curto prazo em um ambiente frio sem ser aclimado, seu corpo deverá trabalhar com maior força e potencialmente estimulará o apetite para compensar o estresse produzido pelo frio", ressaltou o endocrinologista.

Lee recomendou sair para caminhar durante as manhãs de inverno com um traje mais leve que permita sentir o frio, mas sem sofrer, para motivar a regeneração do gordura parda, embora também lembrou que o ser humano está cada vez mais acostumado a ambientes mais quentes devido ao uso dos sistemas de calefação.

segunda-feira, 14 de julho de 2014

Creatina e exercícios melhoram fragilidade em idosas

A suplementação de creatina aliada ao treinamento de força em pessoas idosas do sexo feminino melhorou a função muscular e massa magra. O resultado é de uma pesquisa que envolveu 60 mulheres idosas (com idades entre 62 e 79) com fragilidade. Segundo o professor Bruno Gualano, da Escola de Educação Física e Esportes (EEFE) da USP, tal constatação indica que a suplementação do nutriente associada ao exercício, em mulheres idosas, pode ser um terapêutica eficiente no combate ao envelhecimento.

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"A creatina é um nutriente produzido pelo próprio organismo, e obtida também com o consumo de carnes", explica Gualano. Atualmente, a suplementação de creatina é classificada pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) como "alimento para atletas". "Há alguns anos, advogo que a recomendação desse suplemento nutricional deveria ser estendida a idosos, pois a literatura científica tem dado bom suporte para isso", justifica o cientista. Juntamente com a professora Rosa Maria Pereira, da Faculdade de Medicina (FM) da USP, coordenou os experimentos realizados no Laboratório de Avaliação e Condicionamento em Reumatologia (LACRE) — disciplina de Reumatologia da FM. O estudo integra o doutorado de André Macedo, da FM, foi apresentado em congressos internacionais e acaba de ser publicado na Revista Experimental Gerontology.

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As 60 idosas envolvidas no experimento foram recrutadas por meio de anúncio na mídia. "Eram todas sedentárias, com baixa massa óssea e doenças crônicas associadas, sendo a maioria da cidade de São Paulo e algumas do interior do Estado", descreve Gualano. Foram divididas em quatro grupos, com 15 mulheres cada um. No primeiro, as mulheres tomaram um placebo — fármaco ou procedimento inerte; No segundo grupo, as idosas ingeriram a creatina; No terceiro grupo, houve a administração de placebo e treinamento de força; E no quarto grupo, creatina mais treinamento de força. O experimento durou seis meses.

"Sabe-se que a suplementação da creatina, particularmente quando combinada ao treinamento muscular, é capaz de aumentar a força e a massa muscular em atletas", explica o pesquisador. "Nossa hipótese foi que a suplementação de creatina poderia também melhorar esses parâmetros numa população idosa vulnerável", conta.

Como esperado, verificou-se que a combinação do exercício de força e a suplementação de creatina melhorou a função muscular e massa magra nas mulheres idosas. "Houve, inclusive, uma redução na incidência de sarcopenia, que é uma condição de baixa massa muscular que afeta muitos idosos e os predispõe à mortalidade", descreve.

"Houve melhora da massa magra apendicular e índices de função muscular de membros superiores e inferiores, porém não afetou a massa óssea nas idosas sedentárias", afirma Gualano, lembrando que, "o treinamento de força, isoladamente, também promoveu ganhos de função muscular, ainda que inferiores àqueles obtidos com a combinação das intervenções." O pesquisador conta ainda que somente a suplementação de creatina mostrou-se ineficaz em promover benefícios consistentes na função muscular, porém promoveu um pequeno ganho de massa magra, quando comparada ao placebo. "Quando finalizamos o estudo, os voluntários são informados sobre os resultados, mas fica a critério deles continuar ou não com a intervenção", conta o pesquisador.

O artigo que acaba de ser publicado na Revista Experimental Gerontology é assinado pelos professores Gualano e Rosa Rodrigues Maria Pereira, além de outros pesquisadores e alunos que compõe o Laboratório de Avaliação e Condicionamento em Reumatologia.

Por Antonio Carlos Quinto

domingo, 6 de julho de 2014

Como o exercício pode ajudar o sistema imunológico?



As pessoas bem adaptadas fisicamente tem um sistema imune mais eficiente, o que os defende de doenças e infecções. Além, claro, de permitir que se reproduzam com sucesso. Onde entra o exercício nestas afirmações?

Os benefícios da atividade física moderada e regular incluem redução de hipertensão, de hiperlipidemia (alterações nos níveis de colesterol e triglicérides), de doenças cardiovasculares, do diabete, do percentual de gordura corporal, de certos tipos de câncer, assim como uma diminuição na incidência de doenças bacterianas e virais. Os mecanismos exatos implícitos nestes efeitos ainda são motivo de debate e, provavelmente, multifatoriais. De qualquer modo, há evidências de que a atividade física derruba a probabilidade de se adoecer.



Quer dizer que com a prática regular de exercícios ficamos prontos para lutar contra doenças?
Isso se o exercício for moderado. Há indícios na literatura de que atividades intensas provocam, na verdade, queda na função imunológica, aumentando a incidência de doenças infecciosas – tanto em homens como em animais.


Como sãos estas mudanças benéficas em células e substâncias do sistema imune?
Há evidências de que a atividade física moderada e rotineira modula diversos componentes da imunidade. Por exemplo, depois do exercício observou-se aumento na quantidade de algumas células e substâncias do sistema imune, entre elas: células natural killer, linfócitos T, citocinas e imunoglobulinas. Além disso, já foi reportado que a taxa de sobrevivência de ratos com infecções bacterianas é maior em animais fisicamente ativos.

domingo, 29 de junho de 2014

Bolas ajudam a fazer diferentes tipos de atividade física

Há diferentes tipos de bola que podem ajudar na atividade física. Os exercícios vão desde a bola de futebol, para ser chutada mesmo, até as bolas de pilates, que favorecem o fortalecimento da musculatura.

Nem toda bola é usada para ser chutada ou arremessada. Algumas bolas que são pesadas ou grandes demais para um esporte competitivo, mas que são ideais para exercícios específico, sejam de equilíbrio, de força ou de alongamento:

- Kettlebell: tem uma alça e se parece com uma chaleira ("kettle", em inglês, daí o nome). É usada como um peso dentro de algum tipo específico de treinamento. Serve para exercícios aeróbicos, e por isso ajudam a dar condicionamento físico e a emagrecer. Também é boa para reabilitação e correção de postura.

Medicine ball (Foto: Tadeu Meniconi/G1)

- Medicine ball: assim como a kettleball, a bola medicinal (como também é chamada) é usada como uma sobre carga para exercícios tradicionais, dando uma dinâmica diferente para o treino. A diferença é que a medicine ball é utilizada principalmente para arremessos em exercícios de potência.

  Bosu e fitness ball (Foto: Tadeu Meniconi/G1)


- Fitball e bosu: é aquela bola grande, inflada, usada em aulas de treinamento funcional e pilates. é usada em alongamentos e trabalha equilíbrio e flexibilidade. Bosu é a versão recortada pela metade da mesma bola, ou seja, é na verdade uma semiesfera. Ela tem funções parecidas com a da fitball.

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