Orientação profissional potencializa resultados da atividade física regular

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Para se praticar atividade física com saúde, é preciso mais do que orientação médica: é preciso um profissional de educação física consciente ao seu lado.

Para o esporte te trazer saúde, é preciso, acima de tudo, praticar atividade física respeitando os limites corpo. Além disso, usar modalidades que tragam todos os benefícios para saúde que o exercício físico é capaz de dar.

A atualização do profissional de educação física passa pela leitura de artigos. Os Cds Universitários tem uma gama de produtos, com diferentes assuntos para ajudar neste processo. Os Cds de Educação Física contém artigos e mateiral especifico para cada assunto.

Um estilo de vida ativo, com a prática regular de exercício físico permite melhorar a qualidade de vida dos indivíduos de várias formas, sendo frequentemente salientados benefícios físicos e psicológicos associados à prática de exercício físico:

  • Na manutenção ou desenvolvimento das estruturas ósseas e musculares
  • Na prevenção ou redução da tensão arterial
  • Aumento da capacidade de resposta do organismo para combater o stress
  • Alívio da tensão muscular
  • Redução da dor
  • Melhor percepção de bem-estar
  • Uma maior percepção de eficácia e controlo pessoal
  • Período de atividade que possibilita um tempo de afastamento e distração face aos problemas do cotidiano

Use e abuse do exercicio físico para melhorar a sua saúde. Procure a orientação de um profissional para potencializar isso!


Atividade física combate insônia, depressão e problemas cardíacos

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Além de emagrecer, o exercício físico melhora a qualidade de vida em vários aspectos: autoestima, melhora do sono e da respiração, por exemplo. A atividade física também pode ser um remédio para depressão, diabetes, colesterol alto, insônia e osteoporose.
 
Não existe uma regra de quanto tempo de atividade física é preciso fazer para haver benefícios. Isso depende muito da intensidade, frequência e duração da atividade. Segundo a Organização Mundial da Saúde, o ideal é fazer cinco vezes por semana, 30 minutos de atividade leve a moderada.

A atividade física pode ajudar na depressão, porque quando fazemos exercício, o corpo libera serotonina e outros hormônios de prazer, modulando o humor.

O exercício também diminui a resistência à insulina porque os músculos passam a usar melhor a glicose do sangue, o que é bom para o diabético.

Quem tem osteoporose sente os benefícios da atividade física porque ela aumenta a deposição de cálcio nos ossos, podendo reverter a osteoporose para osteopenia.

O exercício também é uma forma de tratar as doenças do coração. Entretanto, o paciente não deve esquecer de tomar o remédio. A atividade física previne também os fatores de risco da doença cardíaca, como hipertensão, diabetes e obesidade.

Antes de iniciar a atividade física é importante fazer uma avaliação médica. Os exercícios melhoram a circulação e pressão arterial, o batimento cardíaco e a musculatura. No cardíaco, ela alivia o trabalho do coração, melhora a qualidade de vida, aumenta a capacidade de se exercitar, diminui o cansaço, melhora o sono e diminui a chance de um novo infarto.

Natação funciona para tratamento de fibromialgia, diz estudo

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Um estudo feito por pesquisadores da Universidade Federal do Estado de São Paulo (UNIFESP) mostra que a natação tem resultados tão efetivos quanto a caminhada para pacientes de fibromialgia.

"A natação ainda não havia sido avaliada com o devido rigor científico e, neste ensaio clínico, apresentou resultados tão bons quanto os da caminhada, que tem benefícios comprovados. Pode ser uma opção mais interessante para uma pessoa que, além de fibromialgia, tem artrose no joelho, por exemplo", explicou o pesquisador Jamil Natour.

Portanto, a atividade física deve estar em todos os tratamentos de fibromialgia e já foi comprovado que exercícios aeróbicos de baixo impacto são os que trazem maiores benefícios. Porém, para atender cada vez mais pessoas, o grupo de pesquisadores está em busca de alternativas.

A pesquisa contou com 75 mulheres sedentárias, com fibromialgia, entre os 18 e 60 anos. Elas foram divididas aleatoriamente em dois grupos, sendo 39 submetidas a um treino de natação e 36 a um treino de caminhada, acompanhadas por 12 semanas. As atividades foram realizadas três vezes por semana, com duração de 50 minutos junto a um educador físico.

As participantes passaram por avaliações antes e após o treinamento. Os níveis de dores foram medidos através de uma régua numérica, variando de 0 a 10. Cada paciente deu uma nota para seu nível de dor, tendo caído o nível de 6,2 para 3,6 no grupo de caminhada. Já no grupo de natação, os valores foram de 6,4 para 3,1. A redução de pelo menos 2 números na escala de dor é considerada clinicamente relevante.

Sobre como escolher a melhor prática esportiva, o pesquisador acrescenta que há mais evidências dos benefícios de atividades aeróbicas, embora exercícios de força também possam apresentar bons resultados. Na opinião de Natour, devem ser evitadas modalidades que possam causar dor.

Benefícios da atividade física na Hipertensão


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A hipertensão arterial atinge mais de 30 % da população adulta, principalmente acima dos 30 anos de idade. Embora exista uma influência de fatores hereditários, dentre eles os familiares, na elevação da pressão arterial, sabem que condições de vida contribuem para esta elevação – baixa escolaridade, desemprego, baixos salários etc., assim como o estilo de vida – comer muito sal, deixar de ser "estressado", estar acima do peso, não fazer exercícios e ingerir bebida alcoólica em excesso.

Os benefícios da atividade física no controle da pressão arterial acontecem por diversos fatores diretos e indiretos da atividade física no organismo:

– Alterações cardiovasculares (Diminuição da freqüência cardíaca de repouso, debito cardíaco no repouso e resistência periférica)

– Alterações endócrinas e metabólicas (Diminuição da gordura corporal, diminuição dos níveis de insulina, diminuição na atividade do sistema nervoso simpático, aumento da sensibilidade a insulina, melhora da tolerância a glicose.)

– Composição corporal (Efeito diurético, aumento da massa muscular e aumento da força muscular.)

– Comportamento (Diminuição do stress e ansiedade)

Lembre-se, se for faz parte deste quadro de pessoas hipertensas, a prática de uma atividade física tende realmente e melhorar, porém procure profissionais com qualificação e sinta a diferença!!

Atividade Física e Envelhecimento


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A relação entre atividade física e o processo de envelhecimento saudável é um tema contemporâneo que vem sendo cada vez mais discutido e analisado cientificamente devido à transformação do perfil etário da população mundial, que ocorre também aqui no Brasil. A prática de atividades físicas deve ser estimulada pelos familiares e pelos profissionais de saúde, pois são inúmeros os efeitos benéficos que trazem para os idosos


Os benefícios à saúde pela prática regular de atividades físicas são bem difundidos e documentados. Dentre os ganhos para se gozar uma vida melhor, consequente de um estilo de vida ativo, destacam-se a prevenção e controle de algumas doenças como a hipertensão, diabetes mellitus (tipo II), osteoporose e as doenças cardiovasculares, bem como diminuição na prevalência destas últimas e do risco morbimortalidade por qualquer doença.

O estilo de vida ativo pode prolongar também o tempo de vida independente e colaborar com o melhor desempenho na realização das Atividades de Vida Diária – AVDs

A prática de atividade física tem sido indicada como uma opção simples, eficaz e de baixo custo para melhora da qualidade de vida da população e redução dos gastos com saúde. Para a população idosa ocasiona melhora na capacidade física, prevenção de morbidades, promoção da saúde, obtenção de maior integração na sociedade e maior equilíbrio psicológico.

Melhores estratégias para driblar o sedentarismo

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Deixar de lado o sedentarismo não é fácil. Para muitas pessoas, isto pode significar uma mudança significativa em suas vidas. Ocorre uma mudança de comportamento, hábitos e na vida social.

O primeiro passo é motivar-se. Faça algo que lhe proporcione ânimo para começar. Logo vem à mente caminhar, mas não é só a caminhada que podemos usar para sair do sedentarismo. Podemos experimentar várias atividades e esportes, antes que escolhermos aquela que mais nos identificamos, tente experimentar uma atividade esportiva a cada mês. É importante que você dê este "start (começo)". Uma vez animado, será mais fácil obter sucesso em seus objetivos. Você pode fazer um mês de natação, um mês de forró, experimentar umas aulas de esgrima ou arco e flecha, aquelas aulas de tênis que tanto tem vontade de fazer, aulas de Artes Marciais lhe trarão mais disciplina e amigos, tudo é válido para encontrar as atividades que mais se identificará.

Antes de começar, primeiro cheque com seu médico se você pode realizar alguma atividade que não gere riscos a você. Vale a pena experimentar exercícios em casa, como dançar, ginástica com pesos e elásticos. Coloque uma música bacana, e comece a se mexer no ritmo da música. Exercícios em casa com auxílio de cadeiras, e com o próprio peso corporal trarão muitos resultados.

Durante os primeiros dias ou semanas você deve se exercitar apenas por alguns minutos, 15 a 25 minutos. Inicie de forma lenta até que seus músculos sintam-se cansados, e então pare. Caso se sinta muito estafado no dia seguinte, retome a atividade apenas no próximo.

Aumente a duração do treino gradualmente até que possa realizá-lo de forma tranquila durante 30 minutos por dia sem sentir dor. Quando isto acontecer, você já estará pronto para praticar exercícios que exijam mais do seu corpo. Tente aumentar a intensidade uma vez por semana. Inicie em ritmo lento para aquecer e depois, vá aumentando até que sua respiração fique ofegante. Quando isto acontecer, diminua o ritmo. Marque de 30 segundos a um minuto para se recuperar, dependendo do nível de cansaço e então, retome lentamente. Repita a atividade durante um minuto e pare quando se sentir exausto. Tente praticá-la de duas a três vezes por semana em ritmo intenso e, quando se sentir bem, aumente a frequência para mais dias, sem esquecer o descanso.

Mas por que é tão importante aumentar a intensidade do seu exercício? Porque agindo assim, você estará fortalecendo os músculos do seu corpo e a única maneira de isto acontecer é exercitando-se de maneira regular. O coração é um músculo. Quando nosso corpo é submetido a algum esforço, os músculos esqueléticos contraem e relaxam de maneira alternada. Este movimento faz com que as veias bombeiem o sangue em direção ao coração, tornando-o mais forte pelo aumento do fluxo sanguíneo.

Á medida que o fluxo aumenta no interior dos vasos, o coração fica mais "elástico" e resistente e então, ele se torna mais forte. Porém, a atividade não terá nenhum efeito se for realizada com uma frequência muito baixa ou se ela for muito leve. Sair e correr 10 km por semana lentamente não fortalecerá seu coração. É como se você levantasse um peso muito leve mil vezes num só dia. Isto não lhe tornará mais resistente.

O correto é que você treine com um peso que possa gerar certo desconforto, em dias alternados e seguindo uma planilha de exercícios. Só assim você irá adquirir uma resistência melhor, um corpo mais saudável e obter sucesso em seus treinos.

Vale ressaltar que antes de qualquer atividade, você deve consultar seu médico e a planilha de treinamento deve ser feita por um professor de Educação Física para que você possa executá-la com segurança.

Exercício físico ajuda a prevenir quedas

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São diversos obstáculos no dia a dia das pessoas que podem causar quedas e lesões graves, como buracos nas calçadas, desníveis, escadas sem corrimão, chão escorregadio, tampas de bueiro ou até mesmo raízes de árvore que rompem o asfalto.

Ter as articulações e os músculos fortes é extremamente importante para se proteger e, por isso, é fundamental fazer exercícios físicos regularmente. Além disso, quem pratica atividade física adquire também uma melhor consciência corporal e equilíbrio, fatores que ajudam a manter uma postura correta, o que também é eficaz contra as quedas.

Porém, a queda pode ser também um sinal de distúrbios de equilíbrio (de origem neurológica ou labirintite), deficiência visual (como a catarata), problemas cardiológicos (como arritmias) ou até mesmo doenças nos ossos ou articulações. Outro problema que pode ser observado é no jeito de caminhar – estudos mostram que quem anda muito devagar também pode ter problemas de saúde. Na dúvida, a dica é sempre procurar um médico.

Joelhos (Foto: Arte/G1)


Caminhar corretamente com passos macios faz bem a vários sistemas do corpo, como o nervoso, osteomuscular e até mesmo o cardiovascular.

Por outro lado, perder a mobilidade e andar do jeito errado, com os pés arrastando, pode igualmente prejudicá-los e ser um fator de risco maior para quedas. Além disso, é importante saber que até mesmo os braços são importantes na hora de caminhar e, por isso, eles devem estar sempre livres.

Uma dica de exercício para quem costuma andar "se arrastando" com o corpo de um lado para o outro é segurar dois cabos de vassoura na altura dos ombros e, a cada passo dado, usar o objeto para impedir a caída para o lado. Há também a opção de utilizar uma bolinha dura para exercitar os pés e corrigir a pisada - a dica é deslizar os pés na bolinha, do calcanhar até os dedos.

Para treinar o olhar, a dica é esticar um braço à frente com o dedo indicador levantado e levá-lo de um lado para o outro acompanhando com os olhos. Dessa maneira, a percepção melhora cada vez mais e prepara a pessoa para andar com segurança e superar os obstáculos das ruas.

As quedas são o segundo principal motivo da busca por atendimento nos hospitais, quase o dobro dos casos dos acidentes provocados no trânsito. Ao cair, a pessoa pode ter diversas lesões como, por exemplo: um entorse, que é o rompimento dos ligamentos; uma luxação, que é o deslocamento dos dois ossos das juntas; uma fratura no osso, principalmente no punho, ombro e quadril; ou também uma simples contusão, batida que deixa a região inchada e dolorida.

Além de prestar atenção no trajeto e olhar sempre por onde pisa, é importante evitar o celular ao caminhar na rua e, se tocar, parar para atendê-lo.

Os momentos mais perigosos são ao atravessar de um lado para o outro, descer escadas ou do transporte público – nessas horas, a atenção deve ser redobrada. Em descidas, a dica  é descer com o corpo de lado para diminuir o risco de cair.

Atividade física aumenta imunidade e ajuda a combater estresse e doenças



A importância da atividade física regular para melhora da resposta imunológica é um tema de bastante interesse, ainda mais no momento atual com epidemias de doenças causadas por vírus e bactérias cada vez mais agressivos. Apesar do exercício físico não ser vacina para nenhuma doença, com certeza, o fortalecimento do sistema imunológico sempre vai proporcionar uma resposta mais rápida e eficaz contra qualquer quadro de infecção.


A literatura científica é repleta de artigos que relatam estudos sobre os benefícios dos exercícios para reforço do sistema imunológico, havendo uma opinião praticamente consensual de que a atividade física moderada é a forma mais adequada para este propósito.O mecanismo da melhora da defesa está associado à um efeito da atividade física regular em promover um aumento das linfócitos, células denominadas “natural killers”. A célula natural killer, linfócito atuante no sistema inato, tem como função destruir células tumorais ou infectadas por vírus.

 A prática de exercício físico diminui o estresse, fortalecendo ainda mais o organismo (Foto: Getty Images)

Outro fator que colabora para a proteção do organismo é o fato de a atividade física promover a diminuição do estresse. Como nosso corpo funciona de maneira harmoniosa, com inter-relação entre os sistemas nervoso, endócrino e imunológico, a redução do estresse faz com que o organismo se fortaleça e fique menos suscetível a diversas doenças. Quanto à melhor forma de atividade para fortalecer o sistema imunológico, parece não haver grande diferença entre as diversas modalidades, prevalecendo sempre o conceito do exercício moderado.

Existem também evidências de que os exercícios com pesos, desde que respeitando o conceito de adequação de carga, também podem melhorar a imunidade. O que se deve evitar são os exercícios de intensidade acima de um limite crítico, que reconhecidamente vão ter o efeito inverso, diminuindo a imunidade e aumentando a incidência de doenças por enfraquecimento imunológico.