Atividade Física em pacientes renais




A doença renal crônica é uma lesão dos rins que evolui com perda lenta, progressiva e irreversível de suas múltiplas funções. Porém, a progressão da doença pode ser reduzida se houver mudança de hábitos alimentares e físicos.

Prescrição de Atividade Física para Pacientes com doença Renal

Infelizmente, o paciente renal tem sua qualidade de vida comprometida em decorrência da doença. Normalmente, ele entra em um ciclo vicioso no qual acredita que sua condição física não é boa e de que não é capaz de fazer exercícios físicos, dessa forma, cada vez faz menos exercícios, o que piora a sua condição física, e leva ao sedentarismo, isso é muito prejudicial para ele.

Há um consenso que é importantíssimo para os pacientes renais fazerem atividade física. Mas a realização de atividade física ainda é um tabu para aqueles que possuem doença renal. O que a maioria das pessoas pensam é que o repouso constante é necessário, mas não é bem assim.

A capacidade muscular desse paciente tem sido bastante discutida. O metabolismo oxidativo muscular é deficiente e a condição muscular ruim e está diretamente associada com baixa qualidade de vida, baixa capacidade física e mortalidade.

Os exercícios são pensados com o objetivo de atingir integralmente o indivíduo, levando em consideração sua(s) enfermidade(s) e a periodização da atividade em termos de volume e intensidade. O exercício deve ter uma influência geral em todos os sistemas do organismo, potencializando a recuperação e a prevenção de outras doenças.

Hoje em dia já se sabe que os pacientes que se exercitam mais, podem sobreviver mais e melhor. Então é fundamental que eles façam exercícios. Incentive quem tem problema renal a fazer atividade física.

10 dicas para praticar Atividade Física na Gestação




Já sabemos que a atividade física é definida como qualquer movimento corporal decorrente de contração muscular, com dispêndio energético acima do repouso que, em última análise, permite o aumento da força física, flexibilidade do corpo e maior resistência, com mudanças, seja no campo da composição corporal ou de performance desportiva.

A prática regular demonstra a opção por um estilo de vida mais ativo, relacionado ao comportamento humano voluntário, onde se integram componentes e determinantes de ordem biológica e psico-sócio-cultural. Inclusive para as gestantes.

Mamãe: veja um tratamento de 8 semanas para sua coluna

Tenha exercícios de Pilates para gestantes

Mas qual é a melhor atividade para se fazer? Abaixo, 10 orientações que vão ajudar a gestante a se mexer sem correr riscos. Lembre-se que, antes de iniciar qualquer atividade física durante a gestação, é preciso que você tenha o aval do seu médico.

1. Nem só de hidroginástica e ioga vive uma grávida que quer se exercitar. Movimentos aeróbicos e alongamentos em geral estão liberados, desde que não haja nenhuma restrição médica e que um professor a acompanhe;

2. Em relação aos abdominais, há divergência entre os especialistas. Enquanto alguns defendem a prática apenas no início da gestação, outros dizem que é melhor evitar durante os nove meses. O melhor, sempre, é consultar seu médico;

3. Invista em caminhadas e ginástica localizada. Faça de duas a três vezes por semana, de 50 a 60 minutos;

4. Cuidado com exercícios que mantêm você por muito tempo em pé. Esse tipo de atividade física pode dificultar a circulação sanguínea, causando queda de pressão e mal-estar;

5. Outra prática a ser evitada são os steps. Como durante a gestação você está com as articulações mais frouxas, você tem mais riscos de sofrer torções;

6. Fique atenta à intensidade dos exercícios. Se for alta demais, o fluxo sanguíneo no organismo diminui, o que reduz a passagem de nutrientes e oxigênio para o bebê;

7. Em cada trimestre você precisará ter cuidados diferentes. Enquanto no primeiro você pode caminhar 30 minutos sem parar, esse tempo será reduzido conforme os nove meses chegam ao fim;

8. Lembre-se: não importa qual seja a atividade escolhida, os exercícios promovem uma série de benefícios a sua saúde (e do seu bebê). Ajudam a relaxar, controlar a ansiedade, reduzir o inchaço e as dores musculares (principalmente na região lombar), além de auxiliar no controle arterial;

9. No pós-parto, os exercícios contribuem para que você se restabeleça mais rapidamente, além de melhorar seu humor e, consequentemente, fazer com que você se sinta mais bonita.

10. Não é apenas você que ganha com a atividade física. Um estudo recente sugere que atividades durante a gestação contribuem para o desenvolvimento do sistema nervoso do bebê.

As dicas foram de Valéria dos Santos Almeida, professora de educação física e uma das idealizadoras do Método Gerar, programa de exercícios físicos para gestantes

Não deixe de visitar se interessar:

Como emagrecer depois da gestação?

Nutrição para Gestantes

Exercício contra a depressão infantil

atividade-fisica-previne-depressao-infantil


Quando a Organização Mundial da Saúde (OMS) divulgou dados de que o índice de crianças entre seis e 12 anos diagnosticadas com depressão saltou de 4,5% para 8% na última década, muita gente ficou espantada. Ora, parece que a infância não combina com a tristeza profunda que caracteriza essa doença. Não é bem assim. Como se não bastasse o número ascendente de casos de bullying, tanto conflitos familiares como perdas traumáticas derrubam o ânimo dos pequenos.

Entre os adultos, já se sabe que a atividade física é grande aliada no combate ao quadro depressivo. Mas será que ela também seria útil para afastar o baixo astral entre a molecada? Foi esse o questionamento que motivou pesquisadores da Universidade Norueguesa de Ciência e Tecnologia a analisarem cerca de 700 voluntários mirins durante quatro anos.

Ao fim do período, eles concluíram que os exercícios protegeram os meninos e as meninas dos sintomas típicos da depressão. O benefício foi tão expressivo que os autores do estudo chegaram a compará-lo aos ganhos obtidos com intervenções psicossociais. Por enquanto, a teoria é que o esporte cria oportunidades para melhorar a autoestima, aumenta o convívio com outras pessoas e, de quebra, diminui o tempo dedicado às emoções negativas. Ou seja, serviria para prevenir e amenizar a condição.

Exercícios físicos é uma arma para enfrentar o câncer

 

Uma das perguntas mais frequentes no consultório é "o que posso fazer para ajudar a combater meu câncer?" A resposta nem sempre é simples, mas uma constante é o benefício de uma atividade física regular. Provavelmente, todo mundo já ouviu alguém dizer: "adoro a sensação depois que termino minha atividade física", "tenho muito mais disposição", "quando fico um dia sem exercícios, parece que meu corpo sente falta". São frases comuns na boca de quem pratica exercícios físicos regularmente. O simples fato de colocar o corpo para se mexer e movimentar-se, libera endorfinas e traz bem estar.

Benefícios

Qualquer um pode praticar atividade física, de maior ou menor intensidade. E isso vale também para indivíduos que estão em algum tipo de tratamento de saúde, como é o caso do câncer. Ao contrário do que se pensa, quem tem câncer pode e deve praticar atividades físicas. Isso ajuda a ter um condicionamento melhor, aprimorando o sistema cardiovascular, mantém a capacidade respiratória e ajuda a manter a massa muscular. Além disso, melhora a flexibilidade, a força e previne a osteoporose. São, portanto, inúmeros os benefícios.

Respeitar limites

Obviamente, é preciso respeitar a capacidade e os limites de cada paciente ao longo do tratamento, e sempre se recomenda que o início seja monitorado por um profissional da área. Porém, algum nível de atividade física é segura e altamente benéfica mesmo durante a fase ativa de radioterapia e quimioterapia, por exemplo. É importante lembrar também que, na fase de recuperação do câncer, a prática constante de exercícios promove o aumento da entrada de oxigênio no corpo, favorecendo a recuperação e ajudando a "limpar o organismo".

Os tratamentos oncológicos trazem consigo grandes mudanças nas vidas dos pacientes, mas apesar das dificuldades, ter uma atividade física prazerosa vai ajudar nessa caminhada, colaborando inclusive com a função imunológica do organismo, o que melhora a resistência para combater a doença. É benéfico também para os sintomas secundários, como fadiga, náuseas, dor e indisposição, muito comuns durante o tratamento, além de auxiliar no controle da depressão, do estresse e da ansiedade, que são comuns durante essa fase. Por mais paradoxal que possa parecer, um dos melhores remédios para o cansaço do tratamento é justamente a atividade física regular.

Os ganhos são imensos e é importante que as pessoas que têm câncer e enfrentam a doença, tenham isso claro. Muitas vezes, um dos melhores remédios é uma boa dose de atividade física, seja ela qual for.

Educação Física e o Esporte Com Saúde


http://www.bestinjurylawyers.com/wp-content/uploads/2013/10/sports-related-accidents.jpg

É importante sempre ressaltarmos a importância da Educação Física Escolar na saúde de crianças e adolescentes. A Educação Física, enquanto componente curricular da Educação Básica, assume a tarefa de introduzir e integrar o aluno na cultura corporal do movimento, formando o cidadão que vai produzi-la, reproduzi-la e transformá-la para usufruir do jogo, do esporte, das atividades rítmicas e dança, das ginásticas e práticas de aptidão física, em benefício da qualidade de vida.

Benefícios da Atividade Física para Jovens

A Prática adequada de atividade física auxilia os jovens a:

• desenvolver tecidos musculoesqueléticos saudáveis (ossos, músculos e articulações);
• desenvolver um sistema cardiovascular saudável (ou seja, o coração e os pulmões);
• desenvolver a consciência neuromuscular (coordenação e controle dos movimentos);
• manter um peso corporal saudável.

A incidência cada vez maior de adolescentes e jovens obesos, com dificuldades oriundas da falta de movimento, com possibilidades de acidentes cardiovasculares, leva-nos a pensar na Educação Física para o Ensino Médio voltada para o conhecimento da Aptidão Física e Saúde.

800 atividades para Educação Física Escolar

Na Educação Física, até mesmo no período noturno, existe a possibilidade de reunir os alunos por grupos de interesse e necessidades e, junto a eles, desenvolver projetos de atividades físicas especiais.

É importante ressaltar que a atividade corporal é um elemento fundamental da vida, através da qual nossos alunos poderão garantir mais qualidade de vida. Nesse caso, a Educação Física Escolar vem somar-se à educação intelectual e moral, visando à formação do aluno em uma educação integral – corpo, mente e espírito.

A Educação física é essencial para o Esporte com Saúde!

Exercícios podem reverter efeitos do estresse no entupimento de artérias


http://blog.netsabe.com.br/wp-content/uploads/2015/11/cafe-atividade-fisica.jpg

Esse texto foi publicado em 25/04/12 mas a revisão dele aconteceu porque acredito que a prática regular de atividades físicas pode ajudar a prevenir o entupimento das artérias, ao combater os efeitos do estresse na formação de placas de gordura. Essa foi a conclusão de um estudo apresentado   no Congresso de Insuficiência Cardíaca da Sociedade Europeia de Cardiologia. Em testes com ratos propensos geneticamente a ter aterosclerose, os cientistas da Universidade de Kyoto, no Japão, observaram que "o estresse induz a expressão de moléculas de adesão nas placas ateroscleróticas", mas os exercícios podem combater esse efeito. 

No estudo, os pesquisadores induziram aterosclerose nos roedores com uma dieta rica em gordura, e provocaram estresse comportamental nos animais com o teste de esconder bolinhas de gude. E alguns camundongos foram selecionados para fazerem exercícios - 45 minutos de natação, três vezes por semana - por oito semanas, enquanto outros ficaram sedentários.

Com as análises, os especialistas observaram que placas com acúmulo de células produtoras da molécula de adesão celular - que favorecia a aterosclerose - foram induzidas em ratos estressados. Entretanto, a expressão dessa molécula foi suprimida nos animais que realizavam exercícios físicos. Além disso, a atividade reduziu a produção superóxida - associada a inflamações - nas paredes da artéria aorta, em comparação com os ratos sedentários.
Baseados nos resultados, os pesquisadores destacaram que a prática regular de atividades físicas pode ajudar a prevenir aterosclerose induzida por uma dieta rica em gordura associada ao estresse e à ansiedade. "O estresse comportamental induz a expressão da molécula de adesão nas placas ateroscleróticas em ratos deficientes de apolipoproteína E. O treinamento com exercícios pode estabilizar as placas instáveis induzidas pelo comportamento de estresse neste modelo animal", concluíram os autores.

Fonte: Heart Failure Congress 2010. Abstract 1417.

Ciência estuda atividades que mais auxiliam o cérebro



Conheça a relação entre diferentes esportes e suas vantagens para o cérebro

Já há bastante tempo sabe-se que atividades físicas regulares são essenciais para a boa saúde do corpo, no entanto, poucos conhecem os reais benefícios que o cérebro acaba recebendo de cada uma das modalidades esportivas. A seguir, listamos alguns pontos importantes sobre o tema. Junto a isso, vale a pena acessar e garantir que o cérebro mantenha a boa forma com a ajuda da matemática também. Confira!


Esportes abertos

Alguns tipos de esportes são tidos como abertos, pois exige do praticante não só uma maior rapidez na hora de tomar decisões, como também que reaja instantaneamente, sempre com bastante velocidade e precisão. Entre os diversos tipos de esportes dessa categoria, estão entre os mais conhecidos: o hockey, a esgrima, o vôlei, o tênis de mesa, o futebol e, por fim, o basquete, só para citar alguns exemplos.


Segundo uma pesquisa realizada pela Universidade Foro Itálico de Roma no ano de 2012, todos os esportes citados anteriormente aumentam a função cognitiva nos indivíduos, independentemente de sua idade. Observou-se também que  jovens e adultos conseguiram minimizar vários efeitos advindos do envelhecimento natural do corpo como perda de memória, deficiência na aprendizagem e lentidão na resposta entre pensamentos e ações. Tudo isso porque tais vertentes desportivas obrigam o cérebro a tomar decisões a uma velocidade superior a milésimos de segundos.


Esportes fechados

As modalidades que são consideradas fechadas pelos especialistas são aquelas onde há uma constância nos movimentos e uma estabilidade do ritmo. Nessa maneira estariam inclusa diversas práticas, desde patinação e ciclismo, até boliche e atletismo.


Misturando esporte e leitura

Um dos esportes mais completos em termos de proteção da saúde cerebral é mesmo o esgrima. Esse esporte trabalha com todos os aspectos necessários para o bom envelhecimento do cérebro: demanda de um grau elevado de atenção visual, tomada ágil de decisões e, por fim, flexibilidade. O conjunto desses elementos faz com que o praticante sempre cultive um raciocínio ágil e eficiente. Contudo, também é necessário que outras áreas sejam estimuladas. Para isso, aconselha-se recorrer, também, às leituras, assim como aos jogos de estratégia e memória.


Quando devo começar?

O quanto antes melhor. Esportes de menos impacto como a natação, já podem ser praticados desde muito cedo, sendo comum encontrar aulas voltadas aos recém-nascidos. Na prática, vale mesmo a ideia de que o corpo é uma máquina que continuamente irá precisar de movimento para seu bom funcionamento. No momento em que uma criança é estimulada a praticar esportes desde os primeiros anos, a probabilidade que ela cresça e envelheça com muito mais saúde é naturalmente maior.

Demência pode ser prevenida com exercício físico

 

Atualmente, estima-se que 44 milhões de pessoas no mundo sofram de demência — e esse número deve triplicar até 2050. De olho em atitudes que podem ajudar a frear esse crescimento, uma pesquisa realizada pela Universidade de McMaster, no Canadá, voltou-se para o impacto dos exercícios. Conclusão: ser fisicamente ativo espanta a demência nos mais velhos, enquanto o sedentarismo é tão prejudicial quanto carregar uma tendência genética desfavorável.

Os cientistas coletaram dados de 1 646 canadenses com idade superior a 65, que foram acompanhados por cinco anos. No começo, nenhum participante apresentava panes na cabeça, e uma minoria carregava uma variação genética que aumenta o risco de desenvolver a doença mental — a ela se dá o nome de alelo apoE e4.

Era de se esperar que os portadores dessa alteração no DNA apresentassem déficits cognitivos com mais frequência, mas algo surpreendeu os estudiosos: os voluntários inativos, mesmo se possuíssem "genes saudáveis", tinham uma probabilidade similar de desenvolver demência do que gente com o tal apoE e4. Ou seja, pensando na perda das capacidades mentais, ficar parado é tão ruim quanto ter a disposição genética.

"É importante ressaltar que os indivíduos fisicamente ativos nessa amostra disseram que caminhavam três vezes por semana. Isso significa que você não precisa treinar como um atleta olímpico para obter os benefícios", disse Jennifer Heisz, uma das autoras da pesquisa, em entrevista à SAÚDE.

Apesar de nenhuma melhora ter sido reportada entre aqueles que se exercitavam e tinham a variação genética, essas pessoas devem continuar se movimentando. Até porque várias outras doenças, como as cardiovasculares, podem ser evitadas pela atividade física. Como disse Jennifer Heisz: "A mensagem que importa aqui é que não fazer exercícios pode anular completamente os efeitos protetores dos genes saudáveis".